02 abril 2015

Fanfiction: I Know is forever – Capítulo 1



Capa: Heloísa - BWD
Texta/Fic: Jessica Fraga
Beta/Correção: @ValzinhaBarreto

Notas da Autora 
Oi gente! Estou fazendo o possível para gostarem, comentem para eu saber o que acharam. Obrigada e vamos ao primeiro capítulo da fic.
-OoO-
Meu nome é Lily Somerhalder, tenho 30 anos, mas quando essa história começou, eu só tinha 20 anos, hoje sou mais experiente, pois sofri muito para estar a onde estou hoje.


O nome Somerhalder era um pesadelo na minha vida, não podia nem ouví­lo que já me apavorava, hoje posso dizer que o amo, e mesmo o amando fico triste pela maneira como eu conquistei esse sobrenome.

~~ON~~~

Depois que meu pai contou o que havia acontecido eu não acreditei, eu não conseguia e não podia aceitar.

─ Como ela pode me deixar? - Falei baixo enquanto soluçava ­ Como pode fazer isso comigo? – Pensava triste.

─ Minha filha, ela não fez porque quis, ela amava muito você, não te abandonaria nunca. ­ Meu pai me abraçava forte.

Eu não aguentava mais a dor que me consumia, minha querida mãe morreu, ela estava tão bem até que um dia voltou do médico e anunciou que estava doente, meus pais nunca contaram qual era a sua doença, eu sei que ela não nos deixou porque queria mas dói, dói saber que não tenho mais a minha mãe, eu sei que ainda tenho o meu pai e que ele me ama, mas a falta que ela já me faz é enorme.

─ Pai estou tão triste ­ Nina falou.

Nina é minha irmã mais velha, nossa diferença de idade são de dois anos e meio, ela me odeia e até hoje não sei o motivo, nunca fiz nada para ela e ela só me trata bem na frente das pessoas.

─ Vem aqui minha filha, fique junto de nós, agora temos que ser mais unidos ainda. ­ Meu pai falou, mas quando Nina viu que teria que me abraçar, logo mudou de escolha.

─ Não, pai eu acho bom o senhor ficar a sua filha mais nova, ela parece estar frágil. - Disse sarcástica.

Meu pai nunca percebia ou fingia não ouvir o que ela dizia.

─ Tudo bem minha filha, daqui a pouco vou ver você. ­ Dizia meu pai tentando ser forte, mas eu via que estava difícil demais para ele.

Minha irmã saiu do meu quarto, mas acho que não gostou da resposta do nosso pai.

─ Filha eu sei que será difícil a nossa nova vida daqui para frente, mas nós temos que ser fortes, e teremos uns aos outros. Não posso ocupar o lugar da sua mãe na vida de vocês, porque ele é única, eu farei de tudo para que não falte nada ­ Ele disse.

Olhei em seus olhos e os vi lacrimejados ele segurava para não chorar.

─ Pai eu sei de tudo isso, mas eu acho que quem está precisando de consolo, é o senhor ­ Falei o colocando deitado na minha cama com a cabeça nas minhas penas.

─ Pai, eu sei que não é fácil, mas também ninguém disse que seria, não quero que se esqueça da mamãe, mas eu sei que de onde ela estiver ela está muito triste por nos ver tristes e abatidos. Era ela que trazia a alegria para esta casa, tenho certeza que ela odiaria nos encontrar assim. ­ Falei e logo meu pai começou a se desmanchar em lágrimas.

─ Filha o seu apoio é tudo pra mim ­ Fiquei fazendo carinho em sua cabeça até que ele dormiu.

─ Vou te apoiar sempre pai ­ Cochichei em seu ouvido.

Não gosto de lembrar de hoje, minha mãe foi enterrada não tem como esquecer o quanto eu chorei, achei que não suportaria ver minha mãe pela última vez. Foi a pior coisa que aconteceu na minha vida, o meu pai tentou ser forte para transmitir essa força aos outros.

(...)

Um mês depois

Meu pai tinha avisado pra mim e a minha irmã que faria um comúnicado depois do jantar. Ainda estamos muito abalados com a morte da minha mãe, eu estou me conformando aos poucos, no inicio esperava ela no meu quarto para dizer um "Boa noite filha" mas em nenhum dia isso aconteceu, e cada noite que se passava a esperança de que ela viria foi diminuindo cada vez mais.

Agora estou eu aqui fazendo o jantar para ocupar a minha cabeça, eu sei que posso fazer outra coisa para ocupar minha cabeça já que temos empregadas, mas cozinhar me faz bem, meu pai não reclama em me ver fazendo as tarefas de casa, já a minha irmã, toda vez tem que fazer um comentário "Está parecendo uma empregada" ou "Se quer tanto trabalhar, não sei porque não virá logo a empregada dessa casa". Ela sempre é hostil, mas eu já até me acostumei com ela me tratando assim, não posso dizer que isso não me deixa triste, mas ela não vai mudar mesmo. Terminei de fazer o jantar junto com as empregadas que eu gosto e tenho como amigas.

─ Ana, acho que já está tudo perfeito ­ Disse eu, enquanto olhava a mesa posta.

─ Concordo Lily, já podemos chamar seu pai e a sua irmã, fica aí que vou chamá­los ­ sentei e fiquei esperando enquanto ela iria chamá­los para o nosso jantar. Fiquei esperando uns 5 minutos e logo os dois apareceram.

­ Bom, minhas filhas, vamos aproveitar o nosso jantar e quando terminarmos, vamos para o meu escritório ­ Disse meu pai um pouco sério.

O jantar foi normal, não conversamos muito na hora das refeições desde o ocorrido com a minha mãe, na verdade não conversamos nada na hora das refeições, então fizemos como todo jantar nos sentamos e no final da refeição fomos para o escritório, quando entramos meu pai fechou a porta e pediu para sentarmos.

─ Bom eu sei que devem estar curiosas para saber sobre o que vou falar, saibam que não é fácil para mim falar isso para vocês, principalmente para a Lily ­ Ele pareceu pensar no que iria falar e eu queria saber o que não seria fácil falar para mim.

─ Quando eu fiquei sabendo da doença da mãe de vocês eu não esperava por isso, e depois quando começamos o tratamento descobrimos que era caro demais, a mãe de vocês ficou muito preocupada com o valor, mas eu não me importei, era a vida dela que estava em jogo ­ Ele fez uma pausa e continuou:

─ Mas, depois de um tempo descobri que eu estava ficando sem dinheiro, e claro eu não poderia dizer a ela porque a primeira coisa que ela faria era parar o tratamento e isso eu não permitiria, só que agora ela está morta e a nossa condição financeira esta no vermelho, sustentar essa casa, toda os empregados e tudo que temos é um custo muito grande, mesmo que eu venda muitas coisas ainda estaremos no vermelho. ­ Disse ele.

Embora tudo fosse ruim, meu parecia que não tinha falado tudo que gostaria de nos contar, ainda faltava algo para ser dito, e eu não entendia aonde é difícil para mim.

─ Pai o que faremos, vamos ficar pobres? ­ Disse Nina, é claro, tinha que ser ela. Nosso pai falou algo importante e o que interessou para ela é se vai ficar pobre e sem dinheiro. Só isso.

─ Não minha filha, não vamos ficar pobres. Essa é a parte mais difícil.

─ Difícil por quê? Se não vamos ficar pobres isso é bom ­ Disse Nina.

─ É difícil porque para resolver o nosso problema precisamos da Lily ­ Disse ele e de algum modo aquilo me assustou.

─ Precisa de mim para que? – Perguntei pasma.

─ Eu vou explicar, calma. – Pediu ele tomando coragem.

─ O que eu tenho a ver com isso? – Falei totalmente confusa.

─ Filha você tem que entender que isso é para o seu bem. Disse ele me fazendo sentir um leve arrepio. Eu já não gostei de ouvir isso.

─ Pai me diz logo o que está acontecendo! ­ Pedi e ele me olhou pensando muito bem antes de falar alguma coisa e quando falou eu não sabia qual era a minha reação.

─ Lily você vai se casar! – Disse ele me fazendo engolir seco e ficar paralisada.

CONTINUA!

Notas Finais
Bom, não sei o que vocês acharam, porque ainda é o primeiro capítulo e também é a minha primeira fic e pode estar chata, amadora, mas mesmo assim, espero que gostem. Se quiserem comentar pode criticar, elogiar e dá dicas da continuação obrigada por ler.

5 comentários:

  1. Continuaaaa.Quero ver o que a Lily vai dizer sobre o casamento e também quero ver do que a mãe dela morreu.

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  2. Continua OMG Quero ver oque a Lily vai dizer

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  3. Primeiro capítulo e ja tenho certeza que vou acompanha-la até o final !

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