27 abril 2015

Fanfiction Sem saída – Cap. 8 Feliz Aniversario Parte 2

Escrito por: Anna Chamont
Beta: @jéssica_keli/ Equipe TLM.

Acordei com o claro do sol que entrava pela fina cortina da janela. Olhei ao meu lado e Kathe não estava.
Levantei da cama meio sonolento e sair do quarto indo ate o banheiro.
Desci a procura de kathe e a encontrei na cozinha.
— Bom dia. – disse ela ao me ver.
Me aproximei a beijando.
— Bom dia. – sorri.
— Esta com fome? – perguntou enquanto fritava bacon.
— Humm, ovos com bacon. – sorri e mordi sua bochecha, já fazia um bom tempo que não tenho uma refeição decente isso só acontecia quando eu resolvia cozinhar. Então como a maioria dos americanos, prefiro pedir uma pizza.
— Homem morando só não é muito legal. – comentou Kathe — Em vez de gasta dinheiro com pizza devia parar de ser preguiçoso e cozinhar alguma coisa.
— Como sabe disso? – a olhei com uma sobrancelha erguida.
— Te conheço o suficiente para saber que é fácil pedi uma pizza. – se justificou ela e riu.
— É por isso. – sorri de lado — Sou muito preguiçoso pra cozinhar algo.
— Sei, canibal. – ela sorriu.
Sentamos a mesa e tomamos nosso café juntos.
— Quer ficar comigo esse final de semana? – a beijei.
— Hum, que tentador. – ela mordeu meu lábio.
— Então não tente resisti. – a beijei novamente.
— E não vou. – ela sorriu — Mas antes preciso esperar Lívia.
— Ela ainda não chegou?
— Não e já fez uma semana, pra quem ia passa apenas 3 dias fora. – disse Kathe.
— Vai ver ela esta gostando muito da viagem. – comentei e dei outro beijo nela — Que horas venho te buscar meu amor lindo?
— Hum, gostei. – ela sorriu — Te ligo, meu amor strip.
— Isso é humilhante. – falei a fazendo ri.
— Não é não, é sexy. – ela piscou.
— Ainda discordo. – a puxei para mais perto e a beijei com intensidade — Até mais tarde.
— Até. – Kathe sorriu.
Entrei no carro e acenei.

(...)

Ao chegar em casa estacionei o carro em frente a garagem e entrei em casa. Posso dizer com toda certeza que estava odiando ver todo aquele silencio, morar só era um saco.

Joguei as chaves na mesinha e enquanto segurava a correspondência, caminhei ate a cozinha e abri a geladeira que estava praticamente vazia a não ser por água, suco e queijo.

— Queijo? Eu nem gosto de queijo. – fechei a geladeira e olhei se ainda tinha algum dinheiro na carteira — 300 dólares? To ferrado.

Olhei as contas e concluir que só havia duas soluções, vender meu carro para pagar as contas ou arrumar um emprego. E é claro que prefiro arrumar um emprego.

Subi as escadas em direção ao meu quarto.
Me joguei na cama e fitei o teto, mal havia chegado em casa e já estava entediado.

Notei que havia um boxer no ventilador de teto e então percebi a zona que estava meu quarto, não me assustaria nada em encontrar ratos de três olhos morando ali ate minha meias sujas deviam ter olhos.
Levantei decidido a arrumar toda aquela zona, peguei um cesto de roupas e comecei a catar as roupas no chão, tinha roupas por todo lugar ate e quando digo por todo lugar quero dizer “tudo”.

Levei as roupas para a lavanderia.

— Explicado por que meu armário estava vazio. – comentei ao notar a quantidade de roupas sujas.

Coloquei algumas roupas na maquina e desci para tomar uma água.
Ao passar no corredor encontrei uma camisa em cima de um vaso.

— Como isso veio parar aqui? – me questionei a pegando.

Minha casa estava igual ao meu quarto, mergulhada na bagunça. Talvez olhos e asas minhas roupas não tivessem criado, porem não duvido de penas já que as encontrava nos lugares que nunca imaginaria esta.

Meu celular tocou justamente quando estava colocando minha água.

— E aí? – disse ao atender.
— Ta fazendo o que? – quis saber ele com a voz tediosa.
— Lutando com minhas roupas voadoras, por quê? – falei risonho.
— Ia te chamar pra ir ao pub, antes que eu passe dessa pra melhor de tanto tédio. – justificou ele.
— E a Melody?
— Viajou com a mãe para visitar a família no Texas.
— Então vem pra cá. Preciso de ajuda nessa batalha. – coloque o copo na pia cheia de louça.
— E quantas já foram abatidas? – quis saber ele rindo.
— Nenhuma, mas grande parte esta trancafiada na maquina de lava mortal.
— Chego em 10 minutos. – disse ele e desligou.

Guardei o celular no bolso e subi as escadas, teria que arrumar meu quarto agora.

“Nunca vou ter preguiça e deixar meu quarto chegar a esse estado na minha vida.” Pensei enquanto arrumar a bagunça.

“Ok, a quem estou querendo enganar? Sempre vou ter preguiça, só não deixarei ficar dessa forma.” Pensei voltando atrás.

Respirei aliviado quando terminei a maior parte deixando tudo limpo e organizado, menos meus CDs e algumas poucas coisas. A esse ponto já me encontrava sem camisa e morrendo de calor.

Ouvi a campainha e desci para ver quem podia ser.

— Trouxe reforços. – disse Al.
Tinha esquecido que ele vinha.
— Onde é a guerra? – quis saber Tom segurando um aspirador de pó com se fosse uma arma mortal.
— Aqui. – ri dele.
— Cadê a festa? – quis saber DJ animado.
— Que festa? – ergui uma sobrancelha confuso.
— A da limpeza. E você vai dança com essa belezinha aqui. – disse Al e entregou uma vassoura a DJ.
— Al seu puto. – reclamou ele.
— Um dos piores. – acrescentou a Al nos fazendo ri de sua cara sínica.
— Então por onde começamos capitão? – disse Tom.
— Al fica com a cozinha. Você com a sala e DJ com a garagem. – olhei para eles — Vou continuar com o primeiro andar.
— Sim, capitão. – disseram os três e fizeram posição de ‘sentindo’ como soldados.
— Todas as armas que precisam ficam aqui. – mostrei o armário de vassouras — Agora marchem.
Ordenei e subir para concluir o meu quarto o que havia parado. Peguei meu Ipod e coloquei minhas musicas favoritas, isso iria ajudar.
Quando terminei fui limpar os banheiros que para minha sorte só haviam dois para serem limpados.
— TAYLOR DESCI AQUI. – gritou quando passei no corredor.
Desci indo em direção a cozinha onde ele estava.
— Você por acaso pretendia fazer que receita com isso? – quis saber ele segurando uma boxer com um pegador de macarrão — Seria pinto assado?
— Vai jogar isso no lixo, né?
— Com toda razão. – Al jogou a boxer para mim e colocou o pegador no lixo — Como é que isso foi parar no forno?
— Sabe que fiz a mesma pergunta quando achei uma no ventilador de teto. – falei.
— Como? – quis saber Tom ao entrar na cozinha.
— Estou começando a achar que elas tem asas e penas. – disse Al rindo.
— E eu que você é o maior bagunceiro do planeta. – disse Tom.
— Prefiro penas e asas.
— Achei isso na sala. – Tom colocou em embrulho vermelho sobre o balcão.
Vi meu nome no cartão com as mesmas letras da pessoas a qual mais odeio em minha vida.
— Nossa, meu pai deixou um presente pra mim ou teria sido o papai Noel? – peguei o embrulho cheio de raiva por dentro — Pois bem, nenhum existe mesmo.
Joguei no lixo com os olhares de Tom e Al sobre mim.
— Cara, já disse que seu sarcasmo me assusta? – comentou Tom.
— Não, mas é bom saber. – sorri de lado.
— Idiotas, olha o que achei. – disse DJ ao entrar com uma caixa — O que acham? Fiquei muito sexy não?
Todos rimos dele, por esta vestindo um sutiã – que não faço ideia de quem seja – e um lenço de oncinha no pescoço.
— Onde você achou isso? – quis saber ainda rindo.
— Na caixa “ coisas encontradas no carro do Taylor” – dramatizou ele e colocou a tal caixa no balcão — E ainda diz “joga fora”.
Al e Tom rapidamente começaram a vascular a caixa.
— Olha só quanta coisa aqui. – disse Al.
— Essa blusa não era da Tiffany peituda? – Tom mostrou a blusa rosa com um decote grande.
— Sim. – falei tranquilamente.
— E como sabe Tom? – quis sabe DJ.
— Ela vestia muito essa blusa. – disse Tom.
— Observador. – disse DJ.
— Não. Ele que não tirava os olhos dos peitos dela. – comentou Al rindo.
— Explicado. – DJ riu.
— E então pareço com a Tiffany? – quis saber Tom vestindo na blusa.
— Se colocar duas melancias vai ficar idêntico. – disse Al fazendo todos gargalhar.
— Olha, é o casaco da minha avó. – disse DJ confuso e incrédulo e todos olharam para mim.
— Que foi? – perguntei.
— Você transou com a minha vó? – DJ ficou assustado.
— Quê? Chapado? – falei o encarando — É claro que não transei com a sua vó, credo.
— E como explica o casaco dela aqui? –disse ele mostrando o casaco.
— Sei lá, me explica você que pegou meu carro emprestado. – o olhando.
— Ops! Eu emprestei pro meu vô. – disse ele.
— Uh! – falamos ao mesmo tempo fazendo caretas.
— Ainda bem que levei meu carro pra lavar quando me devolveu. – falei, eu que não ia me diverti com uma garota onde um casal de idosos transaram.
Eles mexeram mais um pouco na caixa e posso dizer que já passaram muitas garotas por meu carro.
— Nossa, que reunião aqui. – ouvimos a voz de Kathe.
— Club da Luluzinha. – disse DJ risonho.
— Por que não me ligou? – falei pegando as sacolas dela — Eu teria ido te buscar.
— Não precisava, ainda posso dirigi. – argumentou ela.
— Sabe que não gosto. – falei.
— Taylor, esta tudo bem. – ela me deu um beijo — E então o que o “Club da Luluzinha” esta aprontando?
Kathe sentou com a gente.
— Nada, só estávamos rindo. – disse DJ.
— De quê? – ela o olhou.
— Hum...Ah... De mim. – ele tentou disfarçar.
— Nem pra mentir você serve. – disse Tom.
— DJ achou essa caixa na garagem e estávamos rindo de algumas coisas que lembramos. – falei.
Kathe olhou a caixa.
— “Coisas encontradas no carro do Taylor” “jogar fora”. – ela leu — E o que é?
— Roupas, calcinhas, sutiãs e outras tranqueiras que esqueceram no carro dele. – disse DJ enumerando fazendo Tom, Al e eu os olhar.
— Como se esquecer uma calcinha? – questionou Kathe.
— Quem sabe lá. – falei.
— Ou vai ver que precisava de um arzinho. – disse Tom nos fazendo ri inclusive Kathe.
— E uma blusa? – Al me olhou.
— Sei lá, tava bêbado no dia. – falei.
— Você é um perigo bêbado. – disse Kathe risonha.
— Concordo.
— Bem, com vocês já mataram a saudade dessas coisas. – disse Kathe — Vou coloca-las no seu devido lugar. No lixo.
— Ainda não. – DJ se agarrou a caixa — Faltam mais algumas.
— Assim vamos fica até amanha. – comentou Tom.
— Dá isso aqui. – Al tentou pegar.
— Então leva pra você. – falei.
— Nem pensar. – disse Tom tirando a blusa — Isso vai pro lixo.
— Não. – DJ segurou firme a caixa.
Kathe apenas ria.
— Ok. – falei a pegando de DJ — Tenho uma ideia melhor.
Sair a levando para a lata de lixo e voltei para a cozinha.
— O que fez? – quis saber DJ.
— Lixo. – falei.
— Não. – dramatizou ele.
— Sim. – ri da cara dele.
— Ok, a conversa ta boa, mas estamos aqui para vencer uma guerra. – disse Tom — Vamos voltar aos nossos postos soldados.
— É, né? – disse DJ deprimido saindo junto com Tom que ria dele.
— Hum, que guerra? – Kathe nos olhou sorrindo.
— A da limpeza. – disse Al erguendo uma colher de pau nos fazendo ri.
— Tem lugar para mais uma? – ela nos olhou.
— Tem sim, você pode me ajudar aqui.
— Não deixe ela pegar em nada pesado. – pedi a Al.
— Sim, capitão. – disse ele.
Dei um beijo e voltei para terminar de arrumar o primeiro andar.

(...)

Colocava as roupas limpas no armário quando Kathe entrou no quarto.
— Amor.
A olhei se aproximando.
— Vamos jantar, você vem? – notei que ela estava estranha — Al e eu fizemos o jantar.
— Hum, então deve esta horrível. – falei rindo.
— Seu cachorro. – ele me jogou uma almofada.
Apenas ri.
— Assim que tomar um banho eu desço.
— Nem pensar, estamos morrendo de fome e não vamos aguentar. – disse ela me puxando.
— Não vou demorar. – sorri de lado.
— Você quer que seu filho nasça desnutrido? – ela me olhou.
— Não. Muito pelo o contrario. – a olhei malicioso — Quero que ele tenha esses olhos e seja tão gostoso como o pai.
— Seu pervertido. – Kathe deu um tapa em meu braço e riu — Vamos logo.
Então descemos e ouvimos um ‘finalmente’ de todos os esfomeados. Jantar com os palhaços Al, DJ e Tom não é fácil, eles não dava uma folga nem enquanto comiam.
— Boa noite Taylor. – se despediu Tom depois de um bocejo — Eu preciso de uma cama confortável. DJ a Meranie ta em casa?
— Ta, por quê? – disse DJ inocente.
— Então nos vemos lá. Tchau casal. – Tom saiu.
— Ele vai dormir com a sua irmã, seu tapado. – Al deu uma pedala em DJ.
Tanto Kathe quanto eu riamos.
— O quê? Nem nos sonhos dele. – disse DJ e nos olhou — Boa noite, tenho que comente um assassinato.
E DJ saiu rapidamente.
— Espero que não tenha se arrependido de fazer parte dessa ‘turma’. – disse Al para Kathe.
— Nem um pouco. – ela sorriu.
— Bom, tenho que ir nessa. Se demorar muito Tom vai matar o tapado. – ele riu mais uma vez — Boa noite pra vocês.
— Boa noite. – disse Kathe.
— Ate mais, cara. – fizemos nosso cumprimento.
Então Al foi embora ficando apenas Kathe eu.
— Agora vou tomar meu banho. – falei indo em direção a escada — Você...
Parei ao olha-la e a ver triste.
— Você esta bem? – me aproximei dela.
— Estou sim, pode ir tomar seu banho, amor. – Kathe tentou sorri.
— Eu sim, mas depois quero saber o que esta acontecendo. – a beijei e subi as escadas.
Por mim passaria uma eternidade no banho, precisava relaxar os músculos, mas podia por que Kathe não saia da minha cabeça. Precisava saber o que estava acontecendo com ela.
Sair do banheiro com a toalha em voltada da cintura e ela dormindo com a TV ligada.
Me vestir, desliguei a TV e deitei ao lado dela.
— Boa noite, meu amor. – dei um beijo em seu rosto.
Estava tão cansado que dormi mais rápido do que poderia imaginar.
Quando acordei pela manha não a vi na cama.
Levantei indo ate o banheiro.
Peguei uma camisa no armário e desci para a cozinha. A casa estava silenciosa demais.
— Kathe? – falei ao ve-la chorando.
— Oi, amor. – ela tentou disfarçar.
Me aproximei preocupado.
— O que aconteceu? – a olhei.
— Não é nada. – disse ela.
— Kathe fala pra mim o que esta acontecendo. – pedi ao tocar seu rosto com carinho.
— Eu não quero te encher com os meus problemas. – argumentou Kathe me olhando.
— E eu não quero te ver dessa forma. – falei calmamente — Me fala, por favor.
Kathe ficou m silencio por alguns instantes, respirou fundo e olhou suas mãos.
— Lívia foi demitida e vai embora da cidade... E agora não posso mais ficar naquela casa. Vamos morar no Texas com os pais dela.
— Como assim “Nós”?
— Eu vou com ela...
— O quê? – a olhei incrédulo — Por que vai fazer isso?
— Taylor me desculpa... – ela me olhou nos olhos — Eu te amo, mas moro com Lívia desde que minha tinha morreu, ela é como minha irmã mais velha... Minha única família.
— E o nosso filho? – respirei fundo sentindo o desespero de perde-los correr por dentro de mim.
— Vou cuidar dele... E o tarei aqui para te ver. – disse ela com a voz falha.
— Quanto a nós...? – em obriguei a perguntar isso.
— Nós... Nós acabamos aqui. –Kathe mal conseguia falar.
A olhei por um longo instante tentando acredita que isso realmente estava acontecendo. Procurei desesperadamente uma forma de faze-la ficar comigo.
— É nosso ultimo final de semana?
Kathe apenas assentiu com lagrimas escorrendo por seu rosto tão belo, ela não merecia nunca derramar uma única lagrima e sim ter um sorriso iluminado rosto dando brilho aos seus olhos calmos. Abracei-la forte e a beijei da forma que nunca havia feito antes.
Então eu ficaria sozinho... Estou destinado a solidão.
O que me matava por dentro era saber que não a teria comigo, que a saudade me mataria e o amor que sinto por essa mulher me levaria a loucura, perdido apenas em lembranças. Talvez eu devesse ter falado que a amava, devia ter me esforçado a dizer as palavras certas e quem sabe assim ela não precisaria parti e deixa-me sem seu amor.
Tudo que queria era ficar com ela e nada mais que isso. Passamos o dia assistido filmes bobos enquanto eu guardava cada detalhe seu em minha mente para nunca esquece-la.
— Que suspense Taylor. – disse Kathe me esperando no quarto.
— Calma já estou indo. – falei enquanto me olhava no espelho incentivando a fazer essa loucura.
Respirei fundo e sair do banheiro ouvindo a musica tocar no quarto.
Em sua frente tentei fazer tudo que havia feito na ultima vez, porem agora estava sóbrio e consciente. Tirei minha camisa a vendo com os olhos presos em mim.
Ao julgar por seu sorrisinho malicioso não estava me saindo mal.
— Uau! – a vi mover os lábios quando tirei a calça.
Antes que pudesse tirar a boxer ela me puxou e a beijei deitando-a sobre a cama.
Eu a amava mais do que a mim, por ela seria capaz de tudo inclusive coisas tolas que não faria se ninguém pedisse, mas que por Katherine não pensaria em hesitar. Tudo que a vida me deu a melhor foi conhece-la, poder senti seu amor e encontrar forças para acordar todos dias sabendo que a encontrarei e irá sorri para mim dizendo o quanto ‘ficar envergonhada por olhar tanto’.
Acordei primeiro que Kathe, porém permaneci na cama pedido em meus pensamento. Eu não queria de forma alguma ficar sem ela e não estava afim de deixar a nossa história se perder.
" O que poderia fazer? "- me perguntei.
Levantei cuidadosamente para não acorda-la e fui para a cozinha.
- Que silêncio. - resmunguei.
Tomei agua e voltei para o quarto deitando ao lado de Kathe e a abraçando.
- Já acordado? - ouvi sua voz rouca enquanto se aconchegava em meus braços.
- Sim, fui tomar agua. - beijei seu rosto.
- Hum.
Kathe deitou sob meu peito e fechou os olhos.
Fitei seu rosto por alguns longos instantes tentando descobri o motivo de não ter conseguido resisti-la, então percebi que seria impossível.
- Eu... Te am... Adoro.- sussurrei.
- Eu te amo. - disse ela ao me olhar.
- Achei que estava dormindo. - comentei.
- Tenho sono leve. - ela sorriu.
Dei um beijo em Kathe.
- Fica comigo. - pedi.
- Sabe que nao posso por mais que eu te ame. - ela me olhou com tristeza.
- Por favor ficar. - olhei em seus olhos - Mora comigo.
Kathe não disse nada apenas me olhou pensativa.
- Kathe você moraria comigo?... Não quero ficar longe de vocês e nós... Nos casaremos algum dia. Quero te ter comigo todos os dias em que acordar, você e o nosso filho são tudo que tenho e não me atreveria a viver longe de vocês nunca.
- Taylor... Eu não sei... - ela me olhava.
- Você esta grávida, somos namorados por que não moramos juntos? - a olhei.
Kathe ficou em silencio por alguns instantes.
- Apenas me diga um sim ou um não. - a pedi - Amor quer ir com Lívia?
- Não... Só que...
- Shiii. - coloquei o dedo em seus labios - A gente se amar. E se para te ter comigo precisamos casamos faço isso agora, mas não me deixe ficar sem você.
Beijei seus delicados labios rosados.
- Tem certeza? - seus olhos encontraram os meus.
- Sem duvidas. - sorri e a beijei novamente.
Dentro de mim podia sentir a felicidade dominar cada espaço do meu corpo por saber que ela estaria comigo e juro nunca deixa-la fugir de mim.

(...)

Kathe havia conseguido me converse a fazemos um piquenique a coisa mais gay do mundo para mim.
- Nem acredito que vamos fazer isso. - falei enquanto ajudava arrumar a cesta.
- Pare de reclamar, não tem nada de mais nisso. - disse ela.
- É muito gay. - falei fazendo careta.
- Não. É romântico. - me repreendeu Kathe me fazendo ri.
- Romântico é ficamos aqui e subimos la pro quanto. - abracei-la por trás beijando seu pescoço.
- Você não cansa? - ela riu.
- Eu sou uma maquina. - me gabei.
- E eu um ser humano que precisa de ar puro. - Kathe me puxou para saímos, então peguei a cesta rolando os olhos.
Nunca achei esse negócio de piquenique legal, muito pelo o contrário para mim era a coisa mais ridícula e gay a se fazer, imagina, ir ao parque forar uma toalha no chão e ficar igual a dois idiotas sentados comendo. Ah, por favor, ficar em casa é bem melhor.
- Amor vamos sentar aqui? - quis saber Kathe quando chegamos ao parque.
- Por mim em casa tava melhor. - falei a fazendo me encarar e me beliscar - Eu estava brincando.
A beijei no rosto rindo.
- OK. - ela sorriu - Vamos ficar aqui.
Forramos a famosa toalha xadrez no gramado embaixo de uma árvore. Tínhamos uma boa vista dali.
- Legal escolhemos um bom dia. - Kathe sorriu - Vai passar algum filme.
Eu adorava vê-la feliz e se para isso tivesse que fazer um piquenique sempre, eu faria muitos.
- Qual sera o filme? - me encostei na arvore
- Não sei, mas é livre. - Kathe sentou entre minhas penas se encostando em mim.
- Folgada. -ri.
- Grávida. - argumentou ela.
- O que tem haver? - a olhei erguendo a sobrancelha.
- Preciso de um lugar confortável para as minhas costas. - ela sorriu.
- Hum, espertinha. - mordi sua bochecha.
- Seu canibal. - Kathe riu.
Coloquei minha mão sob sua barriga queria ficar mais perto do meu filho enquanto observava as pessoas que estavam ali e como me pareciam felizes. Por um momento perguntei-me se seria assim depois que ele nascesse? Porem a resposta venho logo em seguida, enquanto houvesse amor entre eu e sua mãe ele seria uma criança feliz, por que por eles dois eu faria tudo.
Um casal com uma garotinha sentados a nossa frente chamou minha atenção, a formava como brincavam com ela e riam. Eram a família que nunca tive.
- Ela é linda, neh? - disse Kathe sorrindo.
- Muito. - falei.
- Deve ter uns dois anos. - disse ela.
- Eu me referia a mãe. - sorrir malicioso e recebi uma cotovelada na barriga - Calma amor, estou brincando.
Ri e a beijei em seguia.
- Que romântico. - ouvi a voz gay de Al.
- O que faz aqui sua bicha? -falei rindo.
- Melody me arrastou. - disse ele rindo, Mel lhe deu um tapa no braço - E você?
- Kathe fez o mesmo. - ri.
- Hum. Oi, Kathe. - disse ele sorrindo.
- Oi Al e Mel. - ela sorriu - Vocês estão onde?
- Acabamos de chegar. - Melody me olhou rindo - Oi pra você também seu cretino.
" Essa é a minha garota. Um doce comigo." - ri ao pensar.
-Oi. Também te adoro.- ri.
- Por que não ficam com a gente? - propôs Kathe.
- Por mim tudo bem. - disse Al sentando junto com Melody.
Conversamos e quando começou o filme paramos com as gracinhas para assistimos ou as meninas nos matariam.
- Cadê as mulheres peladas? - reclamou Al.
- É um filme livre seu safado. - Melody bateu no braço dele nos fazendo ri.
- É por isso que não tem graça. - disse ele.
- Logico, não é comédia. - disse Melody e ele riu.
- Se quer pornográfica Albert vai pra casa do Tom. - falei rindo.
- Não, não, assim esta ótimo. - disse ele nos fazendo ri.
Voltamos nossa atenção ao filme.
OK, devo admitir que esse negócio de piquenique é legal, porem com a agradável companhia de Katherine tudo passar ser maravilhoso.

 Olaa, leitoras lindas depois de um século aqui estou eu com mais um capítulo. Peço desculpas pela demora.
Espero que gostem e não deixem de me fazer feliz com seus comentário... 

8 comentários:

  1. Adorei .. Não vejo a hora de devorar mais um capítulo dessa história linda.
    Amo o Taylor bad boy..e morro de rir com os amigos dele. Não para de escrever não , e não demora a escrever.

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    1. Oie, fico muito feliz por ter adorado e pode deixar comigo não vou parar e logo o próximo capitulo será enviado. Admito que adoro o Taylor bad boy também e que esses amigos birutas dele me diverte demais... Não deixarei de escrever Carla nem se tivesse apenas um leito, eu ainda continuaria ate o final rsrs beijos e obrigada <3

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  2. Continua mesmo adoro essa fic!!! E nao demora mt para postar ta!? Pq eu fico louca de saudades desse taylor bad boy e fofo q ele é !!!!

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    1. Olaa, não vou demorar prometo RS e muito obg

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  3. Continue.Tá maravilhoso,Não demore se não eu infarto logo.

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    1. Kkk muito obg, não vou demorar para que continue viva rsrs não posso matar uma leitora de infarte hehehe bjs

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