15 maio 2015

Fanfic: Bizarre Love Triangle – Capítulo: 34


POV Taylor

Robert chegou no estúdio com a cara mais descarada do mundo. À noite, chegando no set de filmagens para nossa primeira reunião da semana, vi Robert se aproximando de Kristen e fiquei observando sua reação. ELES ESTAVAM JUNTOS!! Descaradamente juntos. E como ele faria com Flavia?


Fui obrigado a pegar um voo diferente do dele,vindo antes, porque não queria fazer uma cena para os paparazzis.Eu estava indignado! Como ele podia fazer isso com ela????? Flavia não merecia isso. Meu corpo inteiro tremeu de raiva quando eu o vi beijá-la. E ela ainda me deu uma olhadinha petulante como quem diz "eu te disse".


Na primeira brecha que Kristen deu se afastando dele, eu me aproximei.-Você ficou louco?! Por que está fazendo isso com “Ela”? - eu perguntei alterado, querendo saber sobre ele e Flávia. Robert me olhava sorrindo, ainda sem entender muita coisa.

-Do que você ta falando? Ela quem? - ele perguntou fazendo piada e acendendo um cigarro. Olhei para ele com muita raiva. Robert então percebeu em meu olhar “o que” e sobre “quem” estava falando e tirou o sorriso dos lábios.

-Você não pode dar um anel à Flavia, fazer uma cena daquelas e não contar nada para ela. VOCÊ E FLÁVIA NÃO PODEM FICAR JUNTOS CARA! - eu disse muito irritado. Robert colocou a mão no bolso e abaixou a cabeça, se rendendo.

-Eu sei, Taylor, mas eu não queria perdê-la. Se eu contar a verdade, que eu e Kirsten estamos morando juntos, noivos, eu irei perdê-la.... Me ajude nessa, cara. Vou levar até onde der. - ele disse e se virou, indo ao encontro de Kirsten, que já o chamava impaciente.

-Espera! - gritei segurando-o pelo braço. - Cara, você sabe que sou seu amigo, e que te ajudo no que você precisar, mas isso é impossível. - eu abaixei a cabeça e depois o encarei.

- Se você não contar para Flavia, eu vou. Eu te dou uma semana pra resolver isso. - e me virei, deixando-o parado me olhando com a cara mais assustada que eu já havia visto.

oOo

POV Flavia

Incrível como o tempo passa e a gente, às vezes, nem percebe. Parece que foi ontem que nós chegamos em NY e nossas vidas passaram do 0 ao 10 em um só pulo. E agora, Luana e Tomaz irão se casar.

Trabalhar na Broadway é o sonho de qualquer artista de cena e palco. Fama, promoção, dinheiro e talento são fatos que não se podem ignorar. E eu, Luana e Tomaz éramos parte disso, permanentes a cada ano.

Quando substitui minha colega de curso aquela vez,nunca imaginei chegar a tanto. E veja aonde vim parar: sou a BellaSwan da Broadway!!

Claro que o fato de Amanda “Megera”Beins ter quebrado o pé, e logo em seguida surtado, ajudou muito esse feito. Mas como Tomaz sempre diz, Broadway se alimenta de sucesso, beleza e talento. E, segundo eles, eu tinha isso de sobra.

Até mesmo minha vida pessoal andava bem menos tumultuada. Desde que havia viajado para as gravações Amanhecer I no Canadá, Taylor não me ligara mais, nem mesmo uma mensagem de texto. Fez o que prometeu, ficou distante. E meu coração sentia essa distância a cada dia...

Não era fácil mesmo do jeito que estávamos; eu e ele sentíamos algo muito grande um pelo outro que não poderia jamais ser revelado, porque eu estava namorando seu amigo, pessoal e de elenco, Robert Pattinson.


Quer dizer, eu achava que ainda namorava, porque Robert estava cada vez mais estranho desde que viajara para o Canadá. Curioso como nem ele, nem Taylor me ligavam fazia um tempo.

Mas tudo aconteceu sem querer, eu realmente me envolvi com Robert. E quem não se envolveria? Robert é gentil, carinhoso, apaixonado... estar com ele é como ser uma rainha. Só estava estranhando sua distancia. Fazia tempo que ele não me ligava também, nem vinha para ficar comigo como fazia antes.

Eu estava descendo pelo elevador enquanto pensava tudo isso e me deparei com Gill na portaria, conversando com John. Estava de jeans e camiseta, apoiado no balcão de entrada, e pelo jeito deveria estar chegando de algum lugar àquela hora. Os dois conversavam e pararam ao me ver saindo do elevador.

-Bom dia Srta. Flavia. Acordou cedo... - John disse puxando assunto, tentando romper o clima estranho. Aliás, estar com Gill em um mesmo cômodo sempre causava um clima estranho. Mesmo tendo certeza de que eu e ele nunca mais seriamos um casal novamente, ele ainda me olhava como se a qualquer momento eu fosse dizer que o perdoava.

-Compromissos John. Vou buscar minha mãe no aeroporto. - falei para ele e sorri para Gill, que me encarava mesmo eu ainda não tendo olhado para ele.

-Sério? - Gill disse me chamando atenção para ele. - D. Regina está chegando para o casamento? Que legal linda, er...hã...quer dizer, Flavia. - ele falou entusiasmado. Vi o quanto foi difícil ter que concertar a maneira como ele me chamava. Gill sempre me chamou de Linda, desde o primeiro dia que ficamos juntos. Ouvi-lo me chamar de Flavia foi muito estranho.

-É...- tentei fazer como se não tivesse notado. - Ela se mataria se não viesse para o casamento. Bom, tenho que ir. Até mais John. Tchau Gill. - me despedi e já sai andando, colocando os óculos escuros no caminho e indo em direção a meu carro.


-Espera Flavia! - ouvi Gill gritar e vir em minha direção. Meu carro estava estacionado na rua, em frente ao prédio. Aliás, ele ficava bastante vezes parado, já que tanto Gill, como Rob sempre faziam questão de me levar aonde quer que eu estivesse indo.


Me virei para Gill, parada junto a calçada, assustada e sem entender muito bem o que ele queria. - Sim?

-Posso ir com você? - ele perguntou e eu não acreditei. Como assim ele queria ir comigo buscar minha mãe? - Não vejo nem falo com sua mãe desde a última vez que ela esteve aqui te visitando. Ainda estávamos juntos naquela época...

O olhar dele se entristeceu. Gill continuou me olhando, esperando uma resposta. Eu fiquei com cara de boba por alguns instantes. E agora? Seria muito estranho.

-Gill, eu não acho que sej... - ele nem me deixou terminar e se aproximou ainda mais de mim. Olhei mais atentamente para Gill. Ele tinha os cabelos molhados, cheirava a colônia, aquela que sempre usava quando tomava banho. Continuava lindo, mas meu olhar para ele era diferente hoje.


-Só quero vê-la Flavia...e estar com você, é claro. Prometo me comportar. Vem, eu te levo até o aeroporto. - e me fez sinal para que entrássemos no seu carro. Eu fiquei um pouco hesitante, mas cedi no final. Não teria nada de mais ele me dar uma carona.... ou teria? Fazia tempo que eu queria conversar com ele.Entramos no carro e seguimos para o aeroporto.
-Então- ele disse, puxando assunto. - Como vão as coisas no teatro? - Gill mexeu no rádio e colocou uma música suave. Me olhava pelo canto do olho e disfarçava, como se não estivesse nervoso.
-Bem, eu acho. - respondi a ele, hesitante. - Na verdade agora está tudo mais calmo, sem a Amanda por perto... - ele ficou sério e apertou o volante do carro com as mãos. Percebi que falar sobre a Amanda o deixava sem graça.
-Desculpe...não falei por mal. Mas é que ela incomodava muita gente, inclusive a mim... Mas agora acho que ela já tem o que queria... - eu disse abaixando o olhar. Percebi um sorriso leve em Gill, como se agradecesse minha consideração.
-Não se desculpe, sei o que você quer dizer. - ele disse relaxando um pouco as mãos. - Amanda não é ruim, só não se encontrou ainda. - tive que revirar os olhos com um comentário desses.
Resolvi ficar muda depois dessa. Falar sobre Amanda não era minha ideia de descontração dentro do carro. Ficamos um tempo ouvindo o rádio, mudos. O trânsito de NY até o aeroporto era sempre congestionado, então a viagem iria levar mais tempo que o esperado.
Meu celular tocou e vibrou dentro da bolsa e eu fui atender achando que era minha mãe. Olhei no visor e vi que era Robert me ligando. Por um segundo pensei em não atender, para não ficar um clima mais estranho que antes, mas desisti. Estava com saudades de Robert.
-Oi querido. Que surpresa! Como estão as coisas ai? - percebi o corpo de Gill enrijecer no momento em que disse querido. Ele continuou olhando sério a estrada em frente. Robert me ligava com menos frequência que no inicio e eu não queria perder a chance de falar com ele.
-Está tudo bem, minha Flavia. Olha, eu tenho que conversar com você. Volto em breve... - percebi que sua voz estava um pouco estranha.

-Que bom, amor. E quando você volta? Estou indo buscar minha mãe no aeroporto e estou louca para que vocês se conheçam. - eu disse me virando para a janela. Não foi mesmo uma boa ideia ter vindo com Gill.

-Er... mãe? Bom, Voltar?Eh...não sei,acho que... vou levar mais um tempinho... acredito que em dois dias, talvez... - ele falou. Senti sua voz tensa, cheguei a imaginar que ele me escondia alguma coisa, mas depois passou.

-Ok então. Te vejo daqui há dois dias. Estou com saudades. Um beijo. - ele mandou um beijo e eu desliguei. Gill não reagiu a nada, ficou mais mudo do que antes. No rádio começou a tocar uma música.

Pela primeira vez Gill virou-se para mim e me encarou. Ele estacionou o carro e ficamos nos olhando, ouvindo a música. Gill olhava-me nos olhos e eu não sabia o que dizer ou fazer nessa hora.

- Desculpa Flávia, mas tenho que falar.... Eu realmente sinto sua falta, Linda. - ele disse com a voz embargada. Me ajeitei na cadeira para sair do carro. Ainda era difícil falar sobre isso com ele. Desci do carro e fui em direção ao aeroporto. Gill segurou minha mão, me parando. Eu olhei para a mão dele e subi meu olhar.

-Eu.... sinto muito Flavia. Realmente sinto, por tudo. Era isso que eu queria falar. - Gill ficou me olhando com o olhar mais arrependido do mundo. Senti que ele estava sofrendo e me pedir desculpas era a única coisa que aliviaria sua dor.

-Eu sei Gill. Eu também sinto. - dei um leve sorriso e o vi sorrir também. Era como se estivéssemos terminando finalmente nosso relacionamento.

-Mas você é meu amigo. Meu amigos me chamam de Flavinha, lembra? - Gill deu um suspiro forte, sorriu e largou minha mão. Fomos andando lado a lado até o guichê de chegadas. De longe avistei D. Regina com um sorriso de orelha a orelha.

-Ai filha, que saudade!!!! - ela disse largando o carrinho das malas e me apertando num abraço. Retribui com a mesma intensidade. - E que surpresa maravilhosa vocês dois juntos aqui, me buscando.

Um arrepio subiu minha espinha. Ai não!!!! É claro que ela iria pensar errado. Onde eu estava com a cabeça??? Me afastei de minha mãe e olhei para Gill como quem grita “socorro”.

-Calma D. Regina- ele disse se aproximando dela. - Eu só vim dar uma carona para Flavinha. - ele a abraçou e me olhou em seguida. Suspirei aliviada.

-É mãe. Só uma carona. - eu disse ainda nervosa. Vi o rosto de minha mãe murchar nessa hora, mas eu não ia dar chance para nada. Peguei o carrinho e comecei a empurrá-lo em direção a saída. Gill pegou-a pelo braço e veio logo atrás.

Eu só conseguia ouvi-los atrás de mim, mas sabia pela voz que minha mãe estava radiante. Droga! Será que ela nunca ia aceitar? Gill manteve-se imparcial, não incentivou em nada as colocações de minha mãe sobre a possibilidade de ficarmos juntos de novo e eu agradeci mentalmente por isso.

A volta para casa foi mais calma. Minha mãe ficou contando as coisas novas do Brasil e eu estava louca para saber sobre meus amigos que havia deixado lá. Gill continuou calado, porém sempre sorridente e simpático quando minha mãe falava com ele. Era nítido o carinho que eles tinham um pelo outro.

Quando chegamos no edifício, John veio até o carro ajudar com a bagagem enquanto Gill se despediu de nós duas com um até logo distante. Não aguentei e fui até ele.

-Obrigada. - eu disse abraçando-o. - Por tudo... - ele me apertou ainda mais contra seu peito. Respirou fundo meu perfume e se afastou, dando-me um beijo demorado no rosto. Fiquei parada vendo Gill desaparecer entre as pessoas que caminhavam no Central Park.

oOo
Já fazia mais ou menos umas 6 horas que minha mãe e Luanaconversavam sobre o casamento e as coisas do Brasil. Ter minha mãe por perto era como se Luana voltasse a ter sua avó aqui também.

Ouvi meu celular tocar e corri para atendê-lo. Era Robert de novo. - E ai meu anjo?- ele disse. -Como foi com sua mãe? Já contou à ela sobre nós? Quero muito conhecê-la. - ele disse animado do outro lado da linha. Estava muito diferente da primeira vez que falamos naquele dia. Tentei reconhecer os ruídos ao fundo, mas foi difícil.

-Oi querido. Está sendo. São muitas coisas novas para D. Regina contar e saber. - eu falava com ele animada e percebia minha mãe me olhando, sentada no sofá ao lado de Luana.

- Ainda não contei sobre você, mas farei isso agora. Não se preocupe. Ela vai te adorar! Saudades. - desliguei depois de ele me mandar um beijo e sentei-me ao lado de Luana.

Minha mãe arregalou os olhos e olhou para Luana e depois para mim. Estava curiosa, dava pra ver. A gente ria só de imaginar a cara de D. Regina quando soubesse que sua filha estava namorando o vampiro mais cobiçado do cinema.

-Mãe... eu quero te mostrar uma coisa. - eu a coloquei sentada de frente para a grande TV LCD da sala e coloquei o DVD do filme Crepúsculo, seu preferido dos três. Minha mãe era encantada com Edward e eu ia aproveitar isso para apresentá-la a meu namorado.

-Flavinha.... - ela disse me olhando e revirando os olhos. - Já vi esse filme umas 30 vezes. Por sua causa sei essa história de trás para frente. Você sabe que eu acho esse vampirinho um charme, apesar de saber que você prefere o lobinho....–Luana riu ainda mais alto. Eu a cutuquei, mas não pude deixar de rir também.

-O que vocês estão aprontando? - minha mãe me perguntou com cara de desconfiada.

-Mãe. - eu disse. - Quero que você conheça meu namorado.... Robert Pattinson. - vi seu rosto ficar branco. Eu e Luana nos olhamos e começamos a rir. Minha mãe gritou e levou as mãos até a boca. Depois começou a rir e veio me abraçar.

-Por que você não me disse antes??? Você sabe que eu adoro ele. Aiiiii minha filha, não acredito. - estava feito. Eu sabia que minha mãe iria aceitar Rob, afinal ela era parte de um grupo de mães que suspiravam pelo príncipe Edward no filme.

Depois de muitas taças de vinho, acomodei minha mãe no quarto e fui me preparar para dormir. No dia seguinte eu e ela iríamos fazer compras para o casamento, que seria daqui há uma semana.

-Flavinha. Nem acredito que ela ta aqui com a gente. – Luana disse me abraçando. - Agora sei que meu casamento está perto. Dá um medo...
-Você, medo? Fala sério . Você e Tomaz já estão casados faz tempo. Essa cerimônia é só por formalidade. - eu disse levando os copos até a cozinha. Luana veio comigo e ficou parada encostada no balcão. Tinha um olhar temeroso.

-O que foi? - eu perguntei me virando, assustada com sua postura.

-E se depois que eu casar não der mais certo, amiga? Olha você e o Gill.... Achei que vocês ficariam juntos para sempre. - era a primeira vez que eu via ela insegura com relação a seu relacionamento com Tomaz. Tive que revirar os olhos.

-Meu deus, quanta bobagem. - eu disse à ela levando-a para a sala e sentando-a no sofá. - Em primeiro lugar, eu não amava Gill como você ama Tomaz. Não podia dar certo nunca. - ela sorriu e abaixou a cabeça.

-E em segundo lugar, tudo que você faz dá certo. Olha pra mim, você me fez vir até Nova Iorque e virar uma estrela da Broadway. É um dom, você tem o dom de fazer as coisas acontecerem. E eu sei que dará tudo certo.

Ela me abraçou forte e me deu um beijo na testa sussurrando “eu te amo” antes de sair e ir ao encontro de Tomaz em seu apartamento. Eu estava muito feliz por eles.

Me demorei mais um pouco pensando em como eu gostaria de ter um relacionamento assim, mas a única pessoa que me veio a memória me deixou ainda mais saudosa e assustada. Taylor... eu sentia falta de sua presença em minha vida.

Naquela noite eu fui dormi um pouco mais aliviada. Ter contado para minha mãe sobre Rob me deixou mais confiante, logologo ela o conheceria oficialmente. E minha “conversa” com Gill também me fez tirar um grande peso das costas.

Deitada em minha cama, eu tentava dormir quando senti meu celular vibrando com a chegada de uma mensagem de texto. As lágrimas invadiram meus olhos...

-“Ficar longe de você é uma tortura sem fim. Sinto sua falta. Te amo muito! Taylor” - adormeci abraçada ao telefone, sonhando com ele.


N/A: Heyyyyy!!!!! E ai moçada, que tal? Viu, nossa heroína tem mãe. E ela é louca pelo Edward kkkkkkkkk. Bom, agora já sabemos enfim o que Robert esconde. O que acham disso? Como vocês reagiriam???? Muitas coisas nos esperam..... Beijos apertados e Abraços sufocantes!!!!!! 


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3 comentários:

  1. Pelo amooooooor de Deus !! Quero ela com o Tay! & por favor,não termine a história quando eles ficar juntos! Dá um prazer contando nóis como ficará juntos :3

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  2. Flavinha, agiliza "a noite" com o Taylor pq o Robert tá foda, cara! Tem que levar um belo par de chifres msm! kkkk

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  3. Eu sempre serei Team Taylor! Ela precisa ficar com ele! :)

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