08 maio 2015

Fanfiction: Bizarre Love triangle - Capítulo 32


POV ROBERT

Já era tarde da noite quando eu me debruçava na varanda do apart, fumando um cigarro. Lá embaixo os carros passavam e as luzes de Manhattan piscavam intensamente. O frio da noite já me incomodava e eu sentia o calor do meu corpo vindo de momentos maravilhosos com Flavia diminuir.


Meu sorriso bobo no rosto me condenava, finalmente eu a havia conquistado, minha Flavia. Dei mais uma tragada terminando o cigarro e soltei a fumaça devagar, me virando para observá-la deitada na cama, dormindo tranquilamente.

Um arrepio frio me desceu a espinha quando me lembrei do que havia acontecido mais cedo no teatro. O que foi que eu fiz?Entrei no quarto e fechei a porta da varanda, deixando que o ar frio ficasse fora, junto com meus problemas. Agora só queria senti-la e tê-la comigo.

Caminhei até minha Flavia e me sentei a seu lado, cheirando-lhe o cabelo como sempre fazia. Ela parecida tão relaxada, abraçada ao travesseiro, com os cabelos dourados espalhados por cima dele, nua e encoberta por um lençol, já que o aquecedor estava ligado e a temperatura do quarto era mais que agradável. Ressonava como uma gata, o que me deixou louco novamente só de lembrar nossos momentos de paixão.

Como abrir mão dela? Não, eu não poderia.... a queria realmente. Tinha que dar um jeito nisso. Os patrocinadores teriam que entender, eu não queria Kirsten. Queria Flavia! E ficaria com ela.

Tive que rir quando percebi que já estávamos juntos há 24 horas seguidas dentro do apart. Eu não a havia deixado sair de perto de mim nem por um segundo depois que disse sim a meu pedido inconsequente de namoro. Isso sim eu teria que resolver... Como eu vou fazer agora? Eu não sabia o que pensar, estava totalmente envolvido com ela, mas sendo pressionado pelos patrocinadores do filme para terminar tudo e assumir Kirsten.

Que mer* de cláusula de contrato que me impedia de qualquer envolvimento..... E Kirsten tinha que apelar para ela, claro que tinha.
Resolvi tomar um banho, aproveitando que ela dormia profundamente. Tinha que pensar sobre tudo isso e com certeza, depois de tudo que fizemos, ela precisaria de um tempo de descanso....


#Flash Back on#
O espetáculo terminou e eu me juntei ao elenco no final para as despedidas. O público adorou ter participado de toda aquela cena junto conosco. Todo elenco também se virara para mim e me aplaudira, me deixando um pouco sem graça.

Olhei para Flavia, que nessa hora tinha um sorriso lindo no rosto, e ela me olhava com olhos mais expressivos que nunca; estava feliz, extasiada. Nunca esperaria que eu fizesse isso. Pra falar a verdade, nem eu. Preciso me lembrar de agradecer ao elenco por ter me dado a chance.


– Você é louco, sabia? – Flávia disse enquanto me beijava o rosto. Seus olhos me encarando daquele jeito que só ela sabia fazer: provocativos, misteriosos e intrigantes. 


– Não... sou louco por você... é diferente... – respondi à ela, tirando seu fôlego com mais um beijo, dessa vez envolvente, forte.

Entramos no camarim repleto de rosas e eu olhei para o espelho. Ainda estava escrito meu pedido de desculpas. Sorri, enquanto esperava que ela saísse do banheiro e observei no canto, na parte de baixo do espelho, onde havia uma outra mensagem escrita: “Se você prometer se comportar... sim!”

Flavia saiu do banheiro com o mesmo sorriso nos lábios.

-É... eu já ia te desculpar só pelas flores, mas devo admitir que participar de tudo aquilo foi muito melhor. - ela disse me abraçando por trás e nossos corpos ficaram de frente para o espelho. Olhei dentro de seus olhos e a vi, perfeita. Como ela era linda, e era minha.

Me virei de frente para ela e peguei seu rosto em minhas mãos. Flavia estava serena, havia ternura naquele olhar e eu estava cada vez mais enfeitiçado. Dei um beijo suave, apenas para sentir seu gosto e a abracei, puxando seu perfume com minha respiração.

-Tenho tanto medo de te perder... minha Flavia... - sussurrei em seu ouvido enquanto a abraçava mais forte junto a meu peito. Ela correspondeu ao abraço, levando os dedos até minha nuca e entrelaçando meus cabelos. Meu corpo inteiro se arrepiou.

-Ta tudo bem agora, não vamos mais falar sobre isso. - ela disse encostada em meu peito com a cabeça na curva de meu pescoço e eu acariciei seus cabelos. Flavia era perfeita até quando me perdoava por tê-la traído.

-Que tal a gente ir agora? Você está longe de mim há muito tempo... - ela disse e levantou a cabeça, direcionando seu olhar cheio de desejo para meus olhos. Meu corpo reagiu instantaneamente, era visível minha excitação só de imaginá-la nua em meus braços e de toda saudade que teríamos que matar.

Era a primeira vez que eu a via entregue, e isso me deixou ainda mais preocupado. O que eu fui fazer? Não tenho forças para terminar com ela...

Nos arrumamos e nos despedimos de todos. Ao sair do teatro, encontramos os diretores que logo vieram ao nosso encontro.
-Robert, devo dizer que foi uma atuação e tanto. - um deles se aproximou dizendo, apertando minha mão. - Sem contar na promoção que isso dará ao espetáculo.

-O problema é o público querer de novo. - outro disse fazendo graça.
-Nem pensar!!! - falei na hora.

Flavia me olhou assustada pela minha reação. Sorri,tentando aliviar a tensão.

- Não pretendo brigar com minha Flavia nunca mais. - disfarcei e me aproximei em um beijo terno e carinhoso. Já iria ser complicado explicar aos patrocinadores e a Kirsten o que eu fiz, imagina ter que fazer de novo... Acho que nessa terei que pagar uma multa alta, mas valia a pena.


-Ta certo. Aproveitem! - eles encerraram o assunto rindo.

- Flavinha, tire o dia de amanhã de folga. Katy te substitui dessa vez. Mas quero você aqui depois de amanhã sem falta.

Flavia fez um gesto de continência e aproximou-se dele, dando-lhe um beijo no rosto. Nunca vou parar de me surpreender com sua espontaneidade. Entramos no meu carro, resolvemos deixar o dela no estacionamento.

-O que quer fazer, minha Flavia? - perguntei à ela, que se virava pra mim sentada no banco, mostrando toda sua vontade de estar comigo.

-Quero você Rob! Quero agora! - e pulou em mim como uma gata selvagem, me beijando de maneira forte e certeira. Nossas línguas dançavam freneticamente e eu fui ao delírio com o jeito com que ela se insinuava.

Flavialevou a mão até  por cima da calça ainda, e me acariciou. Arregalei meus olhos nessa hora, sem parar o beijo, e percebi que ela tinha um sorriso malicioso nos lábios. Estava me seduzindo, me mostrando o quanto me queria. Não contei tempo. Manobrei o carro com ela ainda presa em meu pescoço, mordendo minha orelha. Estava me deixando louco.

-Se eu soubesse que ia ser assim, já tinha te pedido em namoro antes. - falei pra ela, fazendo-a rir. Ela estava mais solta, parecia mais decidida e isso me dava certeza de que tinha feito a coisa certa, pelo menos para tê-la assim. Nenhuma mulher tinha mexido assim comigo antes.

Estacionei e fomos direto para o apart. Flavia tinha um olhar sapeca dentro do elevador, era provocante vê-la mordendo o lábio inferior, com um leve sorriso. Tive que me segurar para não agarrá-la ali em frente às câmeras de segurança.

Segurei sua cintura quando entramos em casa, não deixando existir nenhum tipo de distância entre nós, olhando-a e umedecendo os lábios com a língua, sugestivamente. Percebi ela molhar os dela também, deixando um rastro brilhante de saliva. Podia sentir sua respiração, rápida e desenfreada, próxima de minha boca. 

Comecei a beijá-la e suas pernas começaram a ceder; a agarrei mais firme nos bolsos traseiros de sua calça, a aproximando ainda mais no processo. Talvez esse tenha sido o movimento certo a se fazer naquela hora, pois ela pode sentir minha ereção pressionar ao contato de nossos corpos.

Aquilo foi a faísca necessária para entrarmos em combustão: milésimos de segundos depois, sua boca entreaberta estava grudada na minha, sua mão esquerda puxando meu corpo contra o dela ainda mais. 


A levantei do chão e dei meia-volta com ela nos braços, fazendo com que deitasse de costas na cama de casal. Meus braços agora tinham livre acesso ao resto do seu corpo.

Apesar de sua excitação ser gritante e minha ereção evidente, comecei a diminuir o ritmo, tentando controlar a respiração ao mesmo tempo, não queria que nada fosse rápido; o beijo foi tomando um jeito mais sensual, enquanto vasculhávamos a boca um do outro, minuciosamente. Seus lábios eram incrivelmente macios e sua saliva tinha um gosto naturalmente doce.

Desci por seu pescoço fazendo um rastro de beijos, acariciando seus seios ainda por cima da blusa. Ela entrelaçou suas pernas em minha cintura, pressionando sua intimidade em mim, sentindo minha ereção em seu corpo.

Com tudo isso, não consegui deixar de gemer baixinho, sentindo o meio das pernas esquentar e a calcinha dela umedecer ao mesmo tempo, passando sua lubrificação através da calça.

-Você vai me enlouquecer desse jeito... - disse a ela em meio a beijos e chupadas em seu pescoço. Flavia apenas sorria. Tinha os olhos fechados e a cara de puro deleite.

Fui, aos poucos, levantando sua camiseta, deixando seu abdômen à mostra quase que por inteiro. Meus dedos traçaram a curva da minha cintura, logo seguindo para o contorno de suas calças. Flavia terminou de me beijar, respirando fundo e me olhando seriamente. Depois, olhou para baixo, para meu corpo à mostra e mordeu os lábios, provocando. Corri os dedos pelo risco de sua costela, parando bem abaixo dos seus seios e a encarando mais uma vez, de uma forma completamente sexual.

– Sabe... – comecei a falar, num sussurro – Você é linda... toda linda... – a olhei inteira e plantei um beijo molhado em seus lábios.

Minha mão apertava seus seios, terminando no pico de seus mamilos, fazendo uma pinça para que estes ficassem eretos. Seus olhos reviravam em suas órbitas. Não estávamos mais aguentando de tanto tesão embutido. Comecei a lamber e beijar seu pescoço, parando para morder sua orelha, vagarosamente. Seus olhos me devoravam e, por um instante, encararam os meus, como se dessem permissão para fazer o que estava em minha mente. 

Flávia fechou os olhos e arqueou as costas, projetando o peito em minha direção. Fechei os olhos no exato momento que minha boca tocou seu mamilo direito, beijando-o abertamente, e minha mão desceu acariciando sua intimidade. Um jato de adrenalina correu pelo meu corpo e me contorci ao sentir sua calcinha umedecer novamente.

Com nossos corpos nus, passei a mão por sua intimidade, me livrei de sua calcinha e percebi que estava pronta para me receber. Agora olhando-a em seus olhos, introduzi meu dedo, sentindo como estava quente e molhada.

Flaviasoltou um gemido gutural que me fez sorrir de satisfação por estar lhe dando prazer. Ela se moldava em minha mão, movimentando-se. Não demorou muito e ela chegou ao êxtase, fazendo seu líquido jorrar por meus dedos e seu corpo contorcer de prazer, gemendo meu nome em meu ouvido.

-Robert...., hummmm...

-Você fica ainda mais linda quando goza... - não resisti e disse a ela enquanto a beijava no pescoço, deixando que se acalmasse depois do gozo. Ela me puxou para perto e me beijou com volúpia, como se me dissesse que queria mais. Me levantei e fui até o banheiro, já pensando no segundo round. Voltei e deitei a seu lado.

Num movimento rápido, me virou na cama, posicionando-se por cima de mim. A visão perfeita de seu corpo em cima do meu me deixou ainda mais excitado.

Flaviadesceu, beijando-me o tórax e depois o abdômen, chegando até minha virilha. Olhei para baixo e tive o vislumbre de vê-la ali, entregue.

-Ahhhh..... assim minha Flavia..... - segurei nos lençóis da cama para não agarrar em seus cabelos.
Foi então que ela percebeu que eu estava a ponto de gozar e, num movimento certeiro, parou e se levantou, pegando uma das camisinhas em minha mesa de cabeceira e se posicionando.

Flavia se movimentava, estava louca de desejo e isso só fazia com que meu tesão por ela chegasse ao limite. Seu rosto era de puro êxtase, com ela mordendo seu lábio inferior como se estivesse se controlando para gozar junto comigo.

– Oh... eu vou...goz... – Após alguns segundos, seus olhos tinham se fechado e podia sentir seu corpo estremecendo. Chegando ao ápice juntos, Flavia deitou-se ao meu lado, ofegante, e ficou abraçada a meu corpo enquanto nossas respirações se acalmavam.

-Eu estava com saudades. - ela disse se aninhando junto a meu corpo, passando a mão pelo meu peito. Eu acariciava seu braço, sentindo seu perfume misturado ao cheiro de sexo que envolvia o quarto.

-E conseguiu matar a vontade? - provoquei com segundas intenções. O cheiro dela, junto com seu toque suave pela extensão de meu abdômen, já tinham me deixado pronto para mais um round. Flavia apenas se levantou e me beijou com paixão, respondendo minha pergunta pegando mais uma camisinha e me olhando com olhos de gata.
Dessa vez não me demorei. Passei a mão em sua entrada e vi que já estava molhada de novo. -Vejo que a saudade era grande. - disse a ela.
Já estava quase explodindo e passei a me mover freneticamente dentro dela, nos fazendo delirar por ainda estarmos sensíveis pelo recente orgasmo, depois de alguns instantes me despejei dentro dela e a ouvi gemer forte.

Flavia estremeceu no último espasmo de prazer e me puxou para que deitássemos, ficamos abraçados, comigo ainda dentro dela, eu acariciava seus cabelos e lhe beijava o pescoço.

- Flavia? – eu sussurrei, quase perdendo a consciência.

- Hum? – ela respondeu, também sonolenta.

- Você é perfeita... Sou louco por você... Prometa que me perdoará...– e com isso vi que ela se aconchegou mais a mim, dormindo em meus braços em seguida.


#Flash Back off#

Sai do banho, entrando no quarto com a toalha na cintura e secando os cabelos com uma toalha menor. Olhei para Flavia e a vi acordando lentamente. Ela se espreguiçava gostoso, com um sorriso lindo nos lábios.


-Olá dorminhoca. Dormiu bem? - perguntei a ela dando-lhe um selinho carinhoso enquanto a via sentar-se na cama, ainda enrolada no lençol. Flavia coçou o olho como uma criança ao acordar e eu ri, achando-a graciosamente bela.

-Que horas são? - ela quis saber, preocupada com seu horário para o teatro. Desde que tínhamos entrado naquele quarto, só havíamos parado de nos amar para adormecer um nos braços do outro. Minha barriga já roncava de fome e, acredito, a dela também.

-São sete e meia da noite. Você perdeu o dia todo na cama, mocinha... Está com fome? Acho que vou pedir algo para alimentar você. Parece tão fraquinha... - eu disse fazendo graça e dando-lhe mais um selinho.

-Você já pediu? Estou faminta! - ela disse divertida, como se me cobrasse cuidados. - Depois vou ter que dizer a Luana que você não cuidou de mim direito. - rimos juntos. Flaviame fazia esquecer de tudo. Estar com ela era como estar no paraíso.


Ela se levantou e foi até o banheiro, enquanto eu pedia um pouco de cada coisa que tinha no menu. Nessa hora ouvi seu celular tocar. Ele estava em cima da mesa, deveria ser Luana preocupada com ela.


Fui até ele e peguei para levá-lo até no banheiro. Involuntariamente, olhei no visor e estranhei a chamada. Taylor? Como ele tinha seu número? E o que Taylor poderia querer com ela?



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Um comentário:

  1. Ai meu Deus!! Não demora mais para escrever ok? amo essa fanfic!!! :)

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