23 maio 2015

Fanfiction: Bizarre Love triangle: Capítulo 35


Enfim o grande dia de Luana e Tomaz havia chegado. Quando eu imaginaria minha melhor amiga casando em Las Vegas no melhor estilo americano de todos?

Só para variar Luana estava uma pilha de nervos. Agradeci mil vezes por minha mãe estar aqui conosco, senão ela iria me enlouquecer, e a Tomaz também. Aliás, ele estava sendo um amor com Luana, totalmente apaixonado e paciente.


A alegria era notória. Antes de entrar no carro John apareceu na portaria e desejou felicidade aos noivos. Minha mãe e eu agradecemos, já que Luana estava totalmente enrolada colocando as coisas no carro de Tomaz.


Decidimos ir todos no mesmo carro. Dentro do carro, minha mãe e Luana conversavam no banco de trás, empolgadíssimas, enquanto que eu e Tomaz tentávamos não surtar nos bancos da frente. Já era fim de tarde, levaríamos um tempo para chegar em Las Vegas.

Eu estava viajando em pensamentos com a paisagem da estrada quando Tomaz me tirou deles.

- Flavinha, desculpa perguntar, mas estou preocupado com você... – Tomaz e Luana receberam um telefonema de Robert agradecendo o convite para o evento mas, devido aos compromissos com os filmes, ele não poderia ir ao casamento.

-Ainda chateada com Robert? - ele me perguntou, me fazendo virar em direção a ele.
-Até que não.... - respondi em meio a um suspiro de derrota. - Eu já sabia que ia ser assim quando aceitei ficar com ele, não é mesmo? Quem eu estou enganando afinal? Ele é Robert Pattinson, Tomaz. Simplesmente o ator mais solicitado do momento... - eu falei, mas no fundo estava convencendo a mim mesma de que era normal seu namorado nunca estar junto de você.

-Tudo bem Flavinha. Eu entendi.... - ele disse passando a mão em meus cabelos, carinhosamente. Na verdade não estava sendo muito fácil aceitar. Tomaz aumentou a música no rádio e eu voltei a viajar dentro de minha cabeça.

Eu pensava em muitas coisas ao mesmo tempo. O casamento de minha grande amiga, o fato de ser madrinha junto com Gill, a distância de Robert, a possibilidade de Amanda aparecer no evento... Muitas coisas na cabeça. Mas o que mais fazia meu coração ficar apertado era a terrível saudade que eu estava sentindo de Taylor.
Depois daquela mensagem inesperada, Taylor nunca mais tinha se manifestado, isso já faziam duas semanas. Por mais que Robert estivesse longe também, ele conseguiu vir algumas vezes e ficou comigo nessas semanas, mas a ausência de Taylor me consumia.

Tomaz deu uma risadinha me chamando a atenção e fazendo eu esquecer tudo isso por um momento. Me virei para ele.

- O que foi? - olhei para ele, que estava sorrindo, e esperei.

-Vai dizer que não tá ouvindo essas duas ai atrás? - ele me disse em um sussurro divertido, apontando com a cabeça para o banco detrás, se referindo a conversa entre Luana e D. Regina.

-Não... - sussurrei de volta. - Vou prestar atenção. - me concentrei para ouvi-las melhor. Tive que rir junto com ele, realmente estava muito engraçado.



Minha mãe dizia à Luana o quanto Rob era lindo e de como ela se orgulhava de mim por minhas escolhas. Que ela até gostava muito do Gill, mas que Robert Pattinson era o máximo. Eu e Tomaz ríamos juntos.

A verdade é que Rob foi um cavalheiro com minha mãe nessas semanas que veio me visitar. Levou-nos para jantar, para passeios em vários lugares de Nova Iorque, enfim, fez seu papel direitinho para conquistar a sogrinha. E pelo jeito havia conseguido.

A viagem seguiu tranquila. Assim que chegamos ao hotel, subi direto para o quarto. Precisava de alguns momentos a sós, sem ouvir minha mãe e Luana falando sobre a festa. Felizmente minha mãezinha aceitou que ficássemos em quartos separados.

Depois de um banho mais que relaxante, me deitei na cama e liguei a TV, sem intenção nenhuma de assisti-la. Na mesma hora alguém bateu em minha porta e fui atender. Tomei um susto....

-Gill? -depois de abrir a porta do quarto e dar de cara com Gill minha reação foi de puro espanto.

- O que você faz aqui? O que quer? - tentava me ajeitar, pois estava de camisola e, apesar dele já conhecer tudo em meu corpo, não fiquei muito à vontade com isso.

-Vim te convidar para um café, como nos velhos tempos. - ele disse abaixando o olhar para não nos constranger. Fiquei parada ainda pensando o que dizer.

– Ora Flávia, é só um café... - Gill me olhou nos olhos e deu um sorriso, se encostando na porta.

Já fazia um tempo que eu queria mesmo conversar com Gill. Desde aquele dia em que ele foi ao aeroporto comigo não tivemos mais chance. Esta era a hora.

-Quer saber... eu vou. Me encontre no saguão em 20 minutos. – Gill deu um sorriso e fez que sim com a cabeça. Me arrumei e desci para encontrá-lo. Ele estava sentado no puff de entrada, me esperando. Levantou-se e se aproximou, estendendo a mão para segurar na minha. Em reação eu puxei a mão e os dois ficaram sem graça.

-O-O-Ok, onde vamos? - perguntei disfarçando e já caminhando em direção a saída. Paramos na calçada esperando o manobrista trazer o carro.


-Pensei em dar uma volta de carro e pararmos em algum café, o que acha? - ele disse abrindo a porta do carro para que eu entrasse. Apenas fiz que sim com a cabeça e sorri.

Ficamos rodando um tempo até que ele decidiu para. O silêncio no carro estava perturbador. Caminhamos pela calçada e entramos em um café bem acolhedor, escolhemos uma mesa afastada. Ao fundo tocava uma música conhecida.

Gill puxou a cadeira para que eu sentasse e sentou-se de frente para mim. Ele levantou o braço e chamou a garçonete.

-Então? O que vai ser bonitão? - ela disse deixando-o sem graça. Gill fez o pedido sem nem mesmo me perguntar o que queria.

-Um café puro para mim e um cappuccino com muita canela para senhorita. Ah! E traga uma garrafa de água com gás também. Obrigada.

Eu fiquei olhando, um pouco espantada, por ele saber direitinho o que eu pediria. Ele sorriu e abaixou o olhar. - Sei o que você está pensando. - ele disse me servindo a água.

-Fiquei impressionada Gill, só isso. Depois desse tempo todo afastados, você ainda se lembra e.... - ele me interrompeu, segurando minha mão em cima da mesa.


-Posso estar afastado, mas você estará em minha vida para sempre. - ele disse e nós nos olhamos. Gill tinha um olhar triste, me deu pena.

-Eu ainda te amo, Linda. Vou te amar para sempre. Mas não se preocupe. Eu sei que fui eu quem pisou na bola.

Fiquei ali parada ouvindo Gill falar, sem ter o que dizer de volta. Finalmente estávamos tendo a conversa que eu tanto evitei. Ao fundo a letra da música dizia partes que não conseguíamos dizer um ao outro. Meus olhos não seguraram as lágrimas.

-Só estou feliz de poder falar com você de novo. Ficar longe, para mim, foi muito difícil. - ele dizia e eu sentia sua mão apertando a minha. Estávamos emocionados. Gill foi muito importante na minha vida, e pelo jeito seria um amigo fiel.

-Gill, eu... Não sei o que dizer. - eu abaixei a cabeça e deixei o choro me vencer. Gill continuava segurando com uma das mãos a minha mão em cima da mesa e com a outra levantou meu rosto, olhando-me nos olhos.

-Não chore. E você não precisa dizer nada, apenas diga que eu posso estar por perto. Me deixe ser seu amigo, Flávia. Eu sinto sua falta. - afirmei com um movimento de cabeça e ele sorriu. - É melhor ser somente seu amigo do que não fazer mais parte da sua vida.

Gill pegou minha mão e levantou-a até sua boca, dando-lhe um beijo. Eu apenas sorri. Devo admitir que também sentia falta dele em minha vida, só não saberia dizer se isso daria certo ou não.

Foi ai que mais um “dejavú” aconteceu em minha vida, só que com posições trocadas....

-Posso saber que piada é essa aqui? –uma voz muito conhecida, porém muito irritante, falou estridente. Eu e Gill nos viramos e olhamos, incrédulos.

Amanda com as mãos na cintura e cara de louca de raiva, ao lado de Robert, que tinha o olhar confuso, mas não demonstrava raiva.
Puxei minha mão num instinto e Gill ajeitou-se na cadeira, revirando os olhos para ela. Olhei nos olhos de Robert que me olhou de volta como quem pedia uma possível explicação. Eu corei na hora.

-Curioso... - Robert disse. - Já vi essa mesma cena antes, mas em posição muito diferente. - ele sorriu, debochado, e olhou para Gill. Foi a minha vez de rolar os olhos.

-Quer saber, não está acontecendo nada demais. - eu falei enfática, desarmando os três. - Gill e eu somos amigos, sempre seremos. E se você não está bem com isso Amanda, é problema seu, não meu. - eu disse olhando-a com desprezo.

A cara dela foi impagável....
-E quanto a você, mocinho... - eu olhei para Rob sorrindo e me levantei aproximando-me dele. - Me fez uma surpresa pra lá de boa. Estava com saudades! - pulei em seu pescoço, abraçando-o.

Rob me abraçou de volta e cheirou meus cabelos. Depois sussurrou em meu ouvido “Eu também”, me dando um beijo em seguida, sem nem se importar com a plateia.

Ficamos ali juntos, nos beijando, enquanto Amanda sentava na mesa com Gill e já começava a brigar. Não adianta, enquanto ela estiver por perto, nunca haveria paz.

Sai de perto da mesa e fui com Rob para o outro lado do café. Sentamos em um banco de balanço do lado de fora e ficamos juntinhos, abraçados, olhando o movimento da calçada. As luzes de Las Vegas brilhavam intensamente.

-Sei que vou me irritar.... mas como ELA conseguiu nos achar? - eu me virei olhando para Rob, respirando fundo. -E pior, como Amanda conseguiu te convencer a vir com ela? - eu e Rob rimos juntos. Ele também achava Amanda um horror.

-Bom,... – Robert começou a explicar aquela situação bizarra - Eu cheguei de viajem e fui direto para o seu hotel. Pretendia lhe fazer uma surpresa. - ele disse com cara de deboche, revirando os olhos pelo fato de eu tê-lo surpreendido antes. Apenas ri.

-Ai desci até o hall e encontrei essa doida, gritando com o rapaz da recepção, querendo saber a qualquer custo onde Gill e você estavam. -fiquei tentando imaginar a cena e não me contive. Ri um bocado.

-E você veio junto por quê? - indaguei desafiando-o a falar sobre seu ciúme. Rob rolou os olhos e riu do meu jeito.

-Ta bom, eu confesso. Fiquei com ciúmes! E Amanda é boa em envenenar a gente, sabia? - olhei para ele com cara de “Se sei” e ele riu de novo. -Enfim, eu me ofereci para trazê-la e o resto você já sabe.

Olhei para Rob com cara de sapeca. - E está com ciúmes ainda? - perguntei, já me aproximando de seus lábios.
-Confesso que não foi muito agradável vê-la com Gill, mas sua reação sempre me desmonta. - ele disse colocando as duas mãos em meu rosto e se aproximando de mim. Robert me olhou nos olhos e eu umedeci os lábios, provocando-o. Ele deu seu sorriso de canto e suspirou.

-Sem contar que eu estou louco para te pegar de jeito. - Robert me puxou para ele com urgência. Sua língua já pediu passagem e eu deixei que ele me invadisse completamente. Estava com vontade de tê-lo. Nós nos abraçávamos e nos sugávamos com desejo. Quando sua mão começou a subir por minha coxa, entrando embaixo de minha saia e chegando em minha calcinha, vi que era hora de irmos para o quarto.

Segurei sua mão com força e ele sorriu em meus lábios.

- Você me leva a fazer loucuras sempre... - nos levantamos e nos viramos para olhar o “casal ternura”, mas a cena de Amanda sentada no colo de Gill, com as línguas dos dois saindo para todo lado na hora do beijo me deu nojo. Fomo embora sem nos despedir do casal.

Subimos o elevador nos tarando com os olhos. Nem bem o camareiro largou as malas e pegou sua gorjeta, Robert pulou comigo na cama. Ficamos ali nos beijando e nos alisando. Meu corpo inteiro ardia em chamas.

-Vou tomar banho. - ele se levantou dizendo e me deixando com cara de palhaça sentada na cama. Chegou até a porta do banheiro, se virou e me olhou com olhar maroto. - Você não vem? - disse fazendo um gesto com a cabeça.

Eu mordi meu lábio inferior e corri até ele, já tirando-lhe as roupas. Entramos debaixo d’água e Rob pegou o sabonete para me ensaboar. Ele me olhou com um sorriso nos lábios, o que me fez corar um pouco.


- Minha Flávia. - ele falou já com as mãos percorrendo meu corpo, ele estava mesmo me dando banho, parecia querer decorar cada pedaço.

Eu ofegava com seus toques, sua mão veio para na minha nuca e me puxou para um beijo louco, ele explorava minha boca. Eu o amava assim. Meu toque o estava fazendo perder a razão.

-Assim, com essa carinha, você fica de tirar o juízo de qualquer um... - Rob disse puxando-me pela nuca e me beijando com força, ele estava querendo me deixar doida.

Desligamos a ducha sem nos separar do beijo e fomos saindo do boxe, Rob pegou uma toalha e começou a me secar, separamos do beijo e ele me olhava com um sorriso divertido no rosto, enquanto me secava inteira.

Quando passou os dedos em minha intimidade, viu que estava quente e molhada lhe esperando. Mordi o lábio e respirei fundo, o que me fez gemer de novo e encostar a cabeça em seu peito e as mãos em seus ombros, apertando com força.

Robert puxou minha cabeça para que pudesse encarar-me. Sua mão trabalhava em mim e eu gemia, arfando em seu rosto. Rob beijou minha boca e fomos para a cama, ele estava me deixando louco, e eu o queria.

Ele me deitou, pegou o preservativo e já se posicionou em cima de mim, minhas pernas se afastaram e ele entrou com tudo. Comecei a mexer o quadril o deixando no limite. Eu sabia que o deixaria mais louco circulando seu corpo com as pernas.

-Quer me deixar louco? - ele perguntou ofegante e eu sorri, mordendo os lábios. Seu coração batia rápido no peito, puxei-o para deitar comigo.

Nossas respirações ainda se acalmavam quando ele me abraçou, se encaixando de conchinha. –Hoje tenho certeza....Você é a mulher da minha vida... - o ouvi sussurrar em meu ouvido, antes de dormir completamente exausto.



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