14 maio 2015

Fanfiction: Burning - Capítulo 14 - Saturday


Texto/Fic: Helena Barreto – Beta: Joyce Cruz.
                     
         Acordei com o sol queimando meu rosto. Charlie e Jenna ainda estavam dormindo. Fomos dormir bem tarde, por volta de 5h40min da manhã. Quando peguei meu celular, vi que havia várias mensagens da Avril, mas não respondi na hora. Fui tomar um banho e, assim que terminei, Avril me ligou:

- Estou aqui em frente a sua casa. Desce logo! - Ela pediu, aos prantos.

- O que houve? - Perguntei, assustada.

- DESCE! - Ela gritou e desligou.

Desci as escadas correndo, e, ao passar pela sala, percebi que minha mãe não estava em casa. Abri a porta e avistei Avril apoiada no carro dela chorando copiosamente:

- Avril, o que houve? - Perguntei.

- Meu pai morreu! Encontrei-o morto em casa quando voltei de uma festa! - Ela desabafou.

Que horror!

- Meu Deus! Eu sinto muito! Logo hoje... - Eu disse, abraçando-a forte.

- Ele teve um enfarte! Minha mãe estava dormindo quando tudo aconteceu, por isso, não conseguiu ajudar! Eu queria muito conversar com você porque sei que me entende!

- Você sabe que eu não falo com meu pai. Eu realmente não sinto mais a falta dele! Mas, a sua situação é diferente: você ama o seu pai e ninguém vai conseguir tirá-lo de você! Ele vai sempre estar ao seu lado! O amor que ele sentia por você NUNCA vai morrer!

- Obrigada, Liz! Sabia que você ia me ajudar! - Ela disse.

- Vamos entrar. Eu faço um café e te apresento ao Charlie e à Jenna. Eles também não falam com os pais há muito tempo. O pai de Jenna nunca assumiu a paternidade e o do Charlie sumiu desde o divórcio. Você foi a única que teve um pai de verdade aqui.

- Eu sei que tive muita sorte! Eu queria que ele estivesse aqui, pelo menos hoje, no dia dos Pais! - Ela desabafou.

- Eu entendo! Vamos entrar para tomar o café. - Convidei-a.

Levei-a para dentro. Dei-lhe café o que parece tê-la acalmado mais.

- O enterro é amanhã. Você poderia ir comigo? - Pediu.

- Claro que sim! Eu vou acordar Jenna e Charlie. - Eu respondi abraçando-a.

         Entrei no meu quarto e coloquei a música “Cigaro”, do System of a Down no volume máximo. Eles levantaram imediatamente. Avisei que Avril estava lá embaixo e tudo o que havia acontecido. Eles trocaram de roupa rapidamente e desceram em seguida.
Eu só pensava em arrumar um jeito de distrair Avril.

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