06 maio 2015

Fanfiction: Sem saída – Cap. 9. Segredos do passado


Estávamos em casa terminando de arrumar a casa com Kathe. Podia dizer que tudo estava as mil maravilhas, mas não estava, as ferias de verão haviam chegado e todos nossos amigos iriam viajar para algum lugar e se divertir, enquanto a mim? Bem, estou tentando conseguir um empregou ha quatro semanas e nada. Rick mandava uma quantia em dinheiro por mês para ajudar a nos manter e não queria ficar nessa situação por mais nenhum dia assim como não permitiria que Kathe voltasse a trabalhar.

Não aguentava mais essa situação a cada vez que ouvia um "não" ou "não estamos contratando" me deixava para baixo.

Respirei fundo ao me jogar na cama.

- Esta tudo bem amor? - Kathe entrou no quarto.
- Não, não esta. - falei.
- É por ontem? - ela me olhou.
- Não é só por isso, é por tudo. - levantei da cama.
Estava de cabeça quente e precisava sair.
- Não fique assim, você vai consegui um trabalho. - ela se aproximou.
- Não é apenas isso. - falei com raiva.

Não estava conseguido me segurar queria explodir de uma vez e voltar a ficar bem novamente. Kathe não sabia o que eu estava sentindo e nem podia imaginar. Raiva era algo que sentia em grande quantidade, mas não era maior que o ódio que sentia do meu pai e de mim mesmo.

- Taylor fique calma. - pediu Kathe.
- Eu não quero me acalmar. - Fechei os punhos.
- Por favor, se acalme. - pediu ela novamente.
- De que vai me adiantar? - a encarei furioso - Eu odeio o que estou vivendo.
Soquei a cômoda fazendo Kathe se assustar.
- Taylor você esta me assustando. - a olhei por um segundo e sair.

Entrei em meu carro e digitei para qualquer lugar que fosse.

- Não podemos contrário você. - disse o dono do posto onde fui.
- Por quê? - me questionei.
- Você não esta qualificado para trabalhar aqui. - disse ele friamente.
- Como não, tenho tudo o que pediram. - o olhei.
- Mas sua reputaçao não é muito boa e muito a dos seus pais. - ele me encarava.
- Como? - o encarei.
- Sei bem que tipinho você é Lautner, um vagabundozinho festeiro que engravidou uma vadiazinha de rua e ainda por cima filho de um assacino e uma prostitua...
Antes mesmo que ele terminasse já havia avançado nele o socando e dois seguranças me seguraram.
- Eu nunca iria querer alguem deixa estatura trabalhando pra mim. - ele limpou o sangue que escorria por seu naris quebrado - Ninguém quer, esse é o verdadeiro motivo de não te contratar seu merdinha."

Essa lembrança se repetia constantemente na minha cabeça me deixando cade vez mais furioso.
- GRRAMM! - gritei ao para o carro e socar o volante.
Abri a porta e sair, entrei no escritório de Rick como um dragão cospindo fogo.
- Taylor o que houve? - perguntou Rick ao me ver entra em sua sala.
- A minha mae era uma prostitua? - o encarei.
- O quê? De onde você tirou isso? - ele me olhou confuso.
- RESPONDE. - gritei ao bater na mesa.
- Calma. - pediu ele se aproximando - Sua mae não era proatitua coisa alguma.
- Como não? Você está mentindo pra mim. - o encarei.
- Não estou, mas o que deu em você? Quem te disse isso?
Não respondi, estava estava tentendo controlar minha fúria.
- Se você se acalme. - Rick suspirou pesado - Vou te contar a verdade.
- Comece. - pedi ao sentar.
- OK. - ele sentou em sua cadeira - Ha 18 anos Susan se apaixonou por um dos fundadores da cidade que a iludiu com planos para os dois, quando descobriu que estava grávida contou para ele achando que iria casa-se com ela antes que nosso pai a expulsa-se quando descobrisse. Susan me contou o que havia acontecido, tomado pela raiva fui atras do cara, mas suas palavras foram bem claras "poderia mata-lo, porem não assumiria o filho de outro", aquilo me deixou bastante confuso, porem eu conhecia minha irma e sabia que não mentira para mim. Nosso pai a expulsou de casa como previsto e ameaçou nossos irmãos de que se um de nós a ajudasse não seriamos mais seu filho, Susan conseguiu um trabalho de garçonete em uma "casa noturna" foi o único lugar que a aceitaram, nosso pai podia ser bem cruel quando queria e induzir a todos a não abrigarem ela fui apenas um de seus castigos. Eu tentava ajuda-la como podia nas escondidas do pai e entao ela me ligou contando que havia conhecido alguem que a amava e cuida de vocês, quis me sentificar de que esse cara a mericia e foi o que vi sua mae feliz da forma que nunca a via visto.
- Ate ele mata-la. - falei com raiva.
- Você sabe melhor que eu que nem sempre Phillip foi assim. Ele a f ez feliz, mas seu viciu o destruiu e tudo o que tinha... Susan nunca se prostituiu, ela se matava servido mesas, mas não chegou nem perto disso. Não acredite nas palavras de pessoas tolas.
Tudo que consegui pensar era no quanto minha mae mericia mais que a minha admiração, e meu todo o ódio que sentia dentro de mim.
- Quem a engravidou? - o encarava.
- Taylor... - tentou Rick.
- Rick eu mereço saber quem é esse cara.
- John Baker.
Ouvi esse nome foi como uma faca atravessar meu corpo.
Abaixei a cabeça sem congui distingui o que de fato senti por saber que meu verdadeiro pai era aquele desgraçado.
- Vem... Vou te levar pra casa Taylor. - a voz de Rick me pareceu distante.
Levantei alheio a qualquer coisa que fosse meus pes se moviam e meu corpo parecia esta no automático levando para onde Rick iria, por que minha mente permanecia mergulhada em um grande oceano de sentimentos confusos lutado para assumir o lugar de tudo aquilo que eu acreditava ser verdade.
Grande parte da minha vida passei odiando Phillipe o cara que me aceitou mesmo sem ser seu filho e que seu único e maior erro foi assacinar minha mae, e nunca, jamais o perdoarei por isso.
Sentei em um banco não aguentando minha mente pesada.
Rick sentou ao meu lado.
- Por que ela nunca me contou? - olhei minhas mãos.
- Ela dizia que voce merecia saber a verdade... Mas tinha medo de que isso acontecesse. - disse Rick calmamente.
Respirei pesado.
- Taylor Susan te amava muito... Sua mae sempre teve orgulho de dizer que você era a melhor coisa de sua vida.
Suas lembranças vinheram em minha mente. Em todos os meus momentos ela sempre esteve la comigo, quando criança cair da arvore quebrando o braço e a vai quase bater na enfermeira por demorar a me atender, nos meus aniversários passávamos o dia juntos, quando Gabriela me abandonou os meses crueis que passei só podia contar com minha mae. Amor e carinho nunca faltou.
Quando me dei conta meu rosto estava molhado por minhas lágrimas, eu estava com a imagem dela presa em minha mente.
- Vamos filho. - Rick me colocou sua mão em meu ombro - Tem alguem em sua casa que esta preocupada com você.
Respirei fundo e levantei.
Caminhei em direção ao meu carro junto com Rick que dirigiu ate minha casa enquanto fiquei em silêncio todo o caminho.

(...)

Ao chegamos em casa Kathe me abraça forte ao me ver.
- Taylor. - disse ela preocupada - Eu fiquei com medo de você fazer alguma coisa.
Não disse uma palavra apenas subi as escadas.
- Rick o que aconteceu? - ouvi sua voz distante.
Ao entrar no quarto e me joguei na cama.
Queria ficar im bom tempo ali. Apesar da confusão que estava em minha cabeça eu sabia que era erro meu odiar alguem a não ser o cretino de John Baker.
Kathe entrou no quarto alguns minutos depois, ela sentou na cama perto de mim, coloquei minha cabeça em seu colo enquanto ela acariciava meu cabelo. Ficamos assim por um bom tempo.
Sentei na cama a olhando nos olhos.
Me aproximei e a beijei com carinho e intecidade, devagar a deitei ficando sobre ela.
A quem queria enganar Katherine era meu porto seguro, o motivo de me fazer querer acordar todos os dias é a mulher que amava, não podia culpa-la por nada que me acontecess por que ela era o meu refugio.
Tirei sua blusa beijando seu pescoço ate chegar ao seus seios os mordendo e beijando de leve, desci mais um pouco parando em sua barriga a fitando por alguns poucos instantes me aproximei e a beijei.
"Meu filho, mais um motivo para não desistir."
Deitei ao lado de Kathe a vendo se aconchegar em meu peito deixando envolve-la com meus braços.
Beijei o topo de sua cabeça e Fechei meus olhos. Não me importa o passado apenas o presente o qual vivo ao lado das únicas pessoas que me faz querer acordar. Katherine e meu filho.
Acodei e fui ao banheiro, Kathe já havia levantado e disso eu sabia, en seguida desci para cozinha.
- Bom dia princesa. - disse Rick ao me ver.
- Bom dia sua bicha. - falei indo em direção a minha namorada que estava fazendo algo na pia - Bom dia amor.
Abracei-la por trás beijando seu rosto.
- Que bom que acordou disposto, princesa. - disse Rick e tomou um gole de seu cafe.
- Por quê? - sentei junto com ele.
- Temos que conversa. - Rick me olhou sério, devuzir que vinha sermão.
- Tudo bem. - o olhei deixando meu cafe de lad.
- Depois eu que sou a bicha. - Rick riu e eu não entendi.
- Ham?
Kathe sentou ao meu lado.
- Foi otimo ver essa sua cara de medo. - disse ele e riu - Mas vamos ao que interessa, consegui um emprego pra você na loja de artigos para carros, bem um amigo meu estava procurando por alguem que entendesse de carros para trabalhar na loja e falei de você.
- Que bom amor. - Kathe sorriu.
- E você vai aceitar? - quis saber Rick.
- Hum. - dei um sorriso - Mas é claro que sim Rick.
- Isso é bom, você começa amanhã. - ele sorriu - Procure por Nicholas quando chegar la, é das 9h00 as 16h00.
- Como assim? - o olhei confuso - Eu não deveria fazer uma entrevista primeiro?
- Pra que? Não é ele que contrata, sou eu. - ele riu da nossa cara confusa - É uma das lojas da rede que trabalho e Nicholas é gerente dessa loja ele me avisou que precisava contratar mais um funcionário e falei de você então não precisava colocar os anucios. E já que aceitou, ta contratado. E te falar ontem, mas não tive oportunidade.
- Obrigado tio. - sorri.
- Hum, gosto mais do bicha. - ele riu e fez voz gay.
- Valeu sua bicha. - ri.
Tomamos cafe em seguida Rick foi embora, pois precisava ir para casa. Ele havia dormido aqui ontem.

(...)

- Kathe tiramos as fotos essa semana? - perguntei enquanto a via se vesti.
- Não que eu lembre. - ela sorriu e vestiu uma calça jeans.
- Então nem vesti a blusa. - avisei pegando meu celular.
- Taylor, não pode ser mais tarde? - ela fez biquinho.
- Não. - dei um beijo nela e coloquei na câmera.
- OK. - ela sorriu.
Então tirei as fotos em seguida ela pegou o celular das minhas mãos e tirou uma de nos dois como sempre fazia.
- Vai fazer isso sempre. - perguntei.
- Sim, sempre. - ela sorriu e me beijou - Agora veste uma camisa decente.
- Hum? O que ha na minha camisa? - a olhei.
- Você esta muito sexy.
- E isso é ruim? - ergui uma sobrancelha.
- Não quero nenhuma mulher babando em você. - disse Kathe seria.
- Ciumenta. - tirei a camisa vestindo uma azul marinho de gola V - E agora?
- Agora ficou mais sexy, pior.
Apenas ri.
- Amor, vamos ao cinema e você vai esta comigo. - a beijei - E eu só quero você.
Ela sorriu e me beijou.
- OK enquanto você termina aí, vou esta la embaixo te esperando. - falei e ela sorriu.
Sair do quarto e caminhei em direção a cozinha onde abri a geladeira e peguei um suco de laranja, coloquei em copo e devolvi a geladeira a jarra.
Sentei no banco do balcão tomando meu suco enquanto esperava por ela.
Alguns minutos depois escultor a voz dela e caminho ate a escada.
- Uau. - exclamei ao ver a mulher mais linda da minha vida - Agora quem ficou com ciúmes foi eu.
- Seu bobo. - disse Kathe e me beijou.
-É só um cinema . - falei enquanto a olhava - Não é necessário ficar tao linda assim.
- Quero ficar a altura do meu namorado para quem vê não dizer que você é muito para mim. - ela me olhava.
- Penso totalmente o contrário. - dei um beijo em seus labios - Você é tudo e um pouco mais do que quero.
Ela sorriu e nos beijamos mais uma vez.
- Eu te amo. - sussurrou Kathe em meus labios.
Sorri.
- Vamos amor? - falei.
- Sim.
Tínhamos combinado de ir ao cinema a noite um programa a dois já que nossos amigos estavam viajando e só volta o no fim do verão.
- Taylor não é por que estou gravida que vamos assisti um filme idiota. - reclamou Kathe ao ver o filme que escolhi.
- E não é por que estou com você que vamos ver uma filme de gay. - fiz uma careta e ela riu.
- OK, amor, mas preferiria um de terror. - disse ela fazendo biquinho.
- Oh, que lindo. - dei um beijo nela a fazendo ri.
Sentamos em nossos lugares justo na hora em que passava os trailes.
- Amor. - me chamou ela manhosa - Compra chocolate pra mim? Eu esqueci.
Ri e levantei saido da sala.
Caminhava pelo o corredor das salas e uma garota esbarrou em mim.
- Danny? - disse ela me fazendo olha-la incrédulo - Nossa, é você mesmo.
- A desgraçada sorriu vindo em minha direção para me abraçar e apenas desviei.
- Não vai me dizer que ainda esta com raiva de mim? - ela me olhou da forma a qual julgava linda, isso quando a amava.
- Não, claro que não. - sorri sarcástico - o que acha de irmos ate meu carro para matamos a saudade? E depois você, Puf, desaparece com meu amigo.
- Me desculpa, Danny, mas foi preciso. - argumentou ela - Sofri bastante com isso.
- Nossa imagino o quanto foi doloroso. - falei sarcástico.
- Danny o que ha com você? - ela tentou tocar meu rosto, mas tirei sua mão sem gentileza - Você nunca me tratou assim.
- OK, primeiro, sou assim desde o dia em que quebrei a cara com uma vadia repugnante e segundo meu nome é Taylor. Agora me da licença.

Passei a empurrando para o lado já que me impedia de passar. Senti a raiva voltar dentro de mim como ela pode sumir por tanto tempo e achar que sou o mesmo idiota esperando a rainha dá o da ar graça? Não dessa vez, Danny agora quebrou a cara. Comprei os chocolates de Kathe e voltei para a sala.

- Demorou hein? - sussurrou ela e sorriu ao ver os chocolates - Aconteceu alguma coisa?
- Não, esta tudo bem. - sorri de lado.
- Sei que não, mas quando quiser me contar vou esta ao seu lado. - sussurrou ela compreensiva.
Abracei-la pelos ombros e beijei sua testa.
Por ela sou capaz de dá minha vida.
Resolvi esquecer Danny e prestar atenção no filme.
Quando terminou saímos da sala.
- OK, admito o filme foi bom. - disse Kathe.
- Fazer o quê? Sempre tenho boas escolhas. - me gabei rindo.
- Sei bem, convencido. - ela riu.
Então demos de cara com Danny que não hesitou de vim falar com a gente.
- Oi, sou Daniella. - ela estendeu sua mão para Kathe - Taylor e eu somos grandes amigos.
- Deixei-me corrigi-la, não somos nada. - falei a encarando.
Passei com Kathe por ela a deixando feito idiota la.
- Taylor quem é ela? - quis saber Kathe quando entramos no carro.
Respirei fundo buscando me acalmar não ha como não sentir raiva quando a vejo.
- Em casa conversamos. - falei.
E ela simplesmente assentiu.
O caminho para casa foi silencioso não falei uma palavra assim com Kathe que apenas olhava pela janela.
Assim que chegamos fui direto para o quarto mudar minha roupa ela vinha logo atrás.
Abri meu armário e peguei uma calça moletom e uma camisa qualquer. Procurei por Kathe no quarto e não a vi, mudei de roupa e deitei na cama.
E alguns minutos depois ela entrou no quarto em silêncio indo em direção ao armário.
- Kathe. - sentei na cama e ela me olhou - Vem amor.
Fiz sinal pata que sente-se ao meu lado.
- Lembra que prometi não esconder nada de você? - falei e ela assentiu - Então, não sei se já comentei ou falaram sobre Danny pra você.
- Não, acho que não. - disse ela.
Respirei fundo, iria voltar ao passado.
- Bom, ela é minha ex namorada. - falei e Kathe ainda me olhava sem expressão.
- E por isso a odeia? Ou... Você ainda...
Ela não terminou, mas entendi perfeitamente onde queria chegar.
- Não, claro que não. - respondi convicto - Eu não consigo eaquecee todo o mal que ela me causou.
Fechei os punhos com força ao deixar as lembranças retornarem.
- Quer me contar o que ela fez? - Kathe me olhou compreensiva - Não acha que mereço saber com quem estou lidando?

Me obriguei a me acalmar e tentar contar sem ter um ataque de raiva.

- Eu a conhecia desde a quarta série éramos bons amigos, então descobri que o que sentia por ela não era amizade e sim que estava apaixonado... Guardei isso por muito tempo, não tinha coragem e minha timidez não permitiria e no baile da escola ela simplesmente me beijou e disse que estava apaixonada por mim. - parecia que estava vendo tudo aquilo - Tudo ia bem ate o dia em que iríamos ter nossa primeira vez e tomei coragem para dizer que a amava. Danielle simplesmente disse que não podia mais nos vê que tudo estava indo longe demais ela queria alguém apenas para passar o verão e não toda a vida... Aquilo me destruiu por dentro e doía ainda mais pela frieza de sua voz.

O mesmo sentimento daquele dia me invadiu junto com o choque da maior decepção da minha vida.

- Dois dias depois descobriu que ela havia fugido com Ryan meu melhor amigo na época... Eu fiquei arrasado por dias, estava decepcionado e o pior que eu a amava. Meu ódio foi tão intenso que jurei que aquela seria a ultima vez... Então Loranny, a prima de Al, ela me tirou da depressão, passamos as férias de verão juntos e perdi minha virgindade com Loranny, ela me ensinou tudo que sei e uma delas é que 'nunca diga que ama alguém antes de ter certeza que mereça ouvi isso de você'... - respirei fundo - Loranny foi embora e decidi apagar tudo em mim, mudar completamente, o Danny que todos conheciam e sentiam pena morreu e no seu lugar ficou Taylor o cara que você conheceu, mulherengo, festeiro e cheio de problemas.

Devo admitir que senti um grande alivio por contar isso alguém.

Embora esse alguém fosse justamente Kathe a mulher que eu amava.

- Você a amava demais. - afirmou ela e olhou suas mãos - Não é possível que já tenha esquecido-a.
- Sim, é possível. Tudo que sentia por ela tornou-se raiva.
- Não Taylor. - Kathe me olhou - Sei bem que por baixo dessa raiva você ainda sente algo por ela. Não se apaga um amor como o que sentia e só o motivo de não suportar que te chamem de Danny, o que deve te fazer lembrá-la, diz totalmente o contrario para mim... Você ainda senti sim algo por ela, mas tem raiva por ter ácido enganado.
Eu a olhava pensativo isso não tinha se passado por mim.
- O seu silencio me diz tudo. - Kathe suspirou e levantou.
- Não. - peguei em seu braço - Não sinto nada por ela a não ser raiva e desprezo... Se tem alguém que gosto e não quero perder é você.
Ela livrou seu braço da minha mão e me olhou.
- Isso só o tempo dirá. - então ela foi até o armário.
Fiquei parado por alguns instantes e deitei em seguida, eu a conheci e sabia que de nada adiantaria insistir.
E assi.com dormimos nesse clima estranho.
No dia seguinte o clima continuava o mesmo, apenas tomei meu café e sair para o trabalho.
Precisava mudar essa situação, mas não sabia como. Porém de algo tinha certeza que antes de me apaixonar por Katherine eu realmente sentia algo por Danny o que me fazia sentir mais raiva de mim mesmo, mas agora eu simplesmente AMO demais a mulher com quem vivo e em breve me dará um filho, a mesma que mudou minha vida e minha história.
- Bom dia, sou Nicholas. - disse um cara ao me ver.
- Bom dia. Sou Taylor Lautner. - falei.
- Henrique me falou que você vinha hoje. - ele sorriu - Seja bem vindo. Vou te mostrar tudo e como você já entende de carros ficará mais fácil certo?
- Sim.
O segui por toda a loja enquanto o ouvia falar sem parar. Enfim tudo que faria era vender peças, montá-las se necessário e algumas poucas coisas, o salário era bom e daria para nos manter.
Posso dizer que meu primeiro dia no novo emprego foi legal, mas não conseguia esquecer o quanto eu estava preocupado com minha Kathe. Queria que ela acreditasse em mim.
- Pensando? - quis saber Nicholas ao se aproximar.
- Não. - falei.
- Vou almoçar, tudo bem ficar só por algum tempo? - disse ele.
- Sem problemas.
Agora ficaria só naquela loja tão "pequena" que ainda por cima estava sem movimento a essa hora o que me deixou entediado.
Comecei a caminhar pelo o local procurando algo para fazer, vi que na vitrine uma das plaquinhas havia caído e fui ate lá colocá-la no seu devido lugar. Percebi que uma garota me olhava do outro lado.
A garota continuava me olhando e a ignorei saindo.
Resolvi continuar com a minha voltar a procura de algo e nada, sempre achei que trabalho seria cansativo melhor que ficar em casa no tédio, mas não conseguia fugir desse maldito tédio.
Meu celular tocou avisando mensagem. Era Tom que havia me enviado fotos de sua viagem em Miami junto com DJ, ri ao vê as fotos dos dois mostrando a língua ou abraçado a garotas mostrando os seios.
- Oi, boa tarde. - disse um senhor.
- Boa tarde em que posso ajudar? - guardei o celular.
- Estou procurando por essas peças aqui. - ele me entregou um papel.
Olhei o papel onde estava escrito o nome das tais peças e fui pega-las para ele. Posso dizer com toda certeza que com duas coisas eu me dou bem com carros e mulheres.
Depois que atendi esse senhor a loja ficou mais movimente e Nicholas ainda não tinha voltado.
Minha barriga me avisava constantemente de estava com fome.
- Desculpe o atraso. - ele me entregou uma sacola - Seu almoço.
Peguei a sacola e fui para a sala onde devíamos almoçar e tomar café. Tudo bem esse Nicholas acabou de perder um ponto comigo.
O dia passou lento como era de se esperar e quando deu hora de ir para casa apenas pensei em Kathe e o clima chata que me esperava.
No momento em que ia saindo da loja esbarrei em uma garota.
- Ola boa tarde. - disse ela me olhando.
- Estava boa ate você aparecer. - a encarei e caminhei ate meu carro.
- Nossa que grosso. - resmungou ela - Ate quando vai me tratar assim?
- Deixe-me pensar. - falei sarcástico - Quem sabe ate sua voltar ao inferno.
Entrei no carro e o liguei.
Eu já estava começando a xingar esse maldito destino, futuro, acaso ou descaso o que fosse só por trazê-la de voltar e o pior por viver esbarrando em mim.
De Danny tudo que queria era distância e ficaria muito feliz se ela fosse embora no final do verão.
Ao chegar em casa estacionei o carro e entrei ouvindo o barulho da televisão, olhei para a sala e vai Kathe deitada no sofá, porem quando ouviu o barulho das minhas chaves sentou e me olhou.
- Oi amor. - ela sorriu.
- Oi. - fiz o mesmo - Por que você não vem ate aqui para matar a saudade?
- Ah, Taylor estou cansada. - ele me olhava e pude notar que não era só isso.
- Eu realmente adoraria ir aí... Mas não dá. - falei com um pouco de dificuldade.
Ela me pareceu pensar um pouco em seguida levantou e caminhou ate mim e me abraçou beijando-me.
- Desculpa eu esqueci. - pediu ela.
- Tudo bem meu amor. - a beijei.
- E então como foi seu primeiro dia? - quis saber ela enquanto subíamos as escadas.
- Relevante. - falei - E você o fez?
- Só fiquei em casa entediada. - ela fez uma careta me fazendo ri.
- Por que não saiu um pouco?
- Sozinha? - entramos no quarto - Nossos amigos viajaram.
- Hum. - tirei minha camisa e notei que ela me olhava.
- Você ficou sexy de uniforme. - comentou Kathe.
- Sério? Não achei. - ri.
- Sério. - ela se aproximou de mim.
- Acredito em você. - a beijei - toma banho comigo?
- Hoje não. - ela se afastou - Vou colocar a mesa para jantamos.
Então Kathe saiu do quarto e pude senti aquela sensação estranha novamente.
Jantamos sob o clima chato o que estava me incomodando cada vez mais, depois ela preferiu ficar na sala vendo TV e eu ficar no quarto ouvindo musica mergulhado em pensamentos. Algum tempo depois ela deitou ao meu lado de costas para mim.
Respirei fundo e me aproximei a abraçando.
- Por que faz isso? - sussurrei.
- Só estou confusa. - disse ela.
- Olha para mim, põe favor. - pedi carinhoso.
Kathe virou ficando de frente para mim.
- Por que tem tanta certeza? - olhei em seu rosto.
- Não sei... Só tenho medo.
- Medo de que? - continuei a olhando.
- Que você volte a amá-la. - vai seus olhos tristes.
Toquei seu rosto.
- Isso nunca vai acontecer... Por que eu já amo alguém.
Ela me olhou por alguns instantes e a beijei intensamente.
- Promete que não vai me trocar poe ela? - pediu Kathe me olhando nos olhos.
- Nunca faria isso... Katherine ela me faz mal e ser quem eu não sou... Quanto a você me faz ser o homem mais feliz do mundo. - sorri - Nunca deixaria a mulher que amo.
- Eu te amo. - sussurrou Kathe e a beijei.
"nunca diga que ama alguém antes de ter certeza que mereça ouvi isso de você" essa fazer de Loranny havia sido meu maior lema por muito tempo, e minha Katherine merecia não só meu amor quanto tudo aquilo que posso e não posso te dar. Para ela já deixei em suas mãos minha vida e todos os meus dias tudo para apenas poder ter-la comigo.

N/A: Obrigada suas lindas pela inspiração que me deram em seus comentários e não deixem de me fazer feliz comentando nesse capitulo


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