26 junho 2015

Fanfic: I know is forever - Capítulo 13 - POV: Ian


Capa: BWD | Fic: Jessica Fraga | Beta: Mariana Leticia

POV: Ian

Há uns dois meses atrás quando li a carta do casamento com a Nina eu vi uma oportunidade da sociedade parar de vigiar a minha vida amorosa, mais quando soube que o Sr. Collins tinha uma filha mais nova e que era linda logo me interessei, quando a vi percebi que a sua beleza não era só por fora e sim por dentro, seu nome é Lily Collins e era ela que eu queria. Mudei-me para o apartamento que tinha em sua cidade para ficar próximo e conhecê-la, vigiava a sua casa 24 horas por dia, claro que nem sempre poderia ficar lá por isso tinha seguranças que me informavam, depois de um tempo fiquei sabendo da tragédia que aconteceu em sua família, a sua querida mãe havia falecido e eu fiquei sabendo disso tudo porque fiquei amigo de uma menininha linda que morava na mesma casa que a Lily seu nome era Luiza, ela tinha uma doença e o Sr. Collins pagava o seu tratamento. Depois de um mês sem ver a Lily direito comecei a ficar triste por ela ter sumido mais a-entendia.


Acordei disposto a dar uma volta e espairecer um pouco, foi uma das primeiras manhãs em que não iria direto para frente do portão da casa da Lily, quando estava andando avistei um parque que parecia reconfortante e fui pra lá, me parecia um bom lugar para se pensar, chegando perto do parque meus olhos encontraram uma moça sentada sozinha que parecia ser a única pessoa naquele parque, me aproximei e perguntei.
­Bom dia será que eu poderia me sentar aqui? – a moça virou na minha direção e eu não podia acreditar no que meus olhos estavam vendo ela estava realmente aqui na minha frente.
­ Bom dia, claro pode se sentar! – falou e foi a primeira vez que ouvi a sua voz e que voz linda! , e percebi que a sua voz estava estranha mesmo eu não conhecendo bem a sua voz, me sentei ao seu lado.
­ Desculpe se estou te incomodando, mas há vi sozinha e chorando. – deduzi que estava chorando pelos seus olhos vermelhos.
­ Não tem problema só estou aqui pensando. – como ela é linda, uma beleza rara!
­ Tem certeza, você me parece triste? – queria saber o motivo pelo qual a minha futura mulher estava chorando e o porquê desse rostinho triste.
­Não é nada, só alguns problemas pessoais, mas que mal educada eu sou nem me apresentei , prazer eu me chamo Lily Collins – ela estendeu a mão, já sabia seu nome de cor mas pronunciado pela sua voz fica ainda mais lindo.
­ Prazer Taylor Lautner – não podia errar agora.
­ Olha eu preciso ir! – ela se levantou e eu rapidamente levantei também ela não poderia ir agora, acabamos de nos conhecer só falamos os nossos nomes na verdade só ela disse o seu nome.
­ Fica só mais um pouco, eu não mordo! ­ eu dei um sorriso tentando ser convincente.
­ Não, tenho que voltar para casa. – eu não sou de desistir tão fácil!
­ Só um café, vamos tomar só um café pode ser? – perguntei, eu tinha que conseguir ficar um pouco perto dela.
­ Tudo bem mais só uma café. – essa resposta era música para os meus ouvidos.
­ É tudo o que eu peço. – o que eu peço mesmo é que nunca vá embora!
Levantamos para ir em direção a lanchonete que tinha do lado da rua, não falamos nada o caminho todo e eu amei esse silêncio, pois o usei para observá-la, chegando à lanchonete escolhemos um lugar afastado das outras pessoas quanto mais privacidade melhor, depois que estávamos acomodados nos lugares me pronunciei.
­ O que vai querer? – perguntei para ser educado e por perceber que não fazia ideia do que pedir.
­ Um cappuccino ­ pediu.
­ Tudo bem. – chamei a garçonete ­ Um cappuccino e um café, por favor.
­ Já trago, só um momento. ­ e a garçonete se retirou deixando um silêncio constrangedor.
­ Então Lily se não for muito inconveniente da minha parte, porque você estava chorando?– gostaria de saber o motivo de sua tristeza e também queria que ela confiasse em mim para se abrir.
­ Se você tiver tempo para ouvir... – ela iria falar
­ Todo o tempo que você precisar. – até a eternidade se fosse possível então ela começou a se abrir.
­ Há um mês minha mãe faleceu e a minha relação com a ela era muito forte e foi insuportável aceitar que eu a perdi para sempre – já sabia da perda de sua mãe e imaginei a sua dor, pois sentiria o mesmo se fosse com a minha, e vela assim tão frágil e triste me destrói por dentro, seus olhos começaram a ficar marejados. ­ e ontem quando eu estava "bem" ­ fez aspas com os dedos  ­ meu pai me avisa que eu terei que me casar. ­ nessa hora a garçonete chega e serve as nossas bebidas.
­ Mais alguma coisa? ­ negamos com a cabeça e ela se retirou.
­ Se você não quiser continuar não tem problema sei que deve ser difícil se abrir. – segurei a sua mão tentando lhe transmitir segurança.
­ Não, eu quero continuar só que as coisas são recentes e é difícil ainda... ­ inspirou e respirou ­ quando ele disse que eu teria que me casar meu chão caiu, não que, eu não queira me casar eu quero, mas se eu casar com ele, eu não estarei sendo honesta comigo mesma não sei nada sobre o homem que será meu marido, de inicio quando eu soube dessa loucura toda eu disse não, só que meu pai disse coisas que eu não posso ser egoísta a ponto de pensar só em mim e disse que  não terei que me casar, e vou dar a resposta para o meu pai hoje. – me senti péssimo por ela, como eu posso acabar com a vida dela? Mais eu sei que tentarei fazê-la feliz.
­ Nossa é muito triste, sinto muito pela sua mãe eu perdi meu pai quando era criança sei que não é a mesma coisa mais eu sofri muito, e na parte do casamento... Você já pensou que esse homem pode te fazer feliz? – não gosto de falar sobre o meu pai só que ela está se abrindo e sinto que posso fazer o mesmo, eu queria saber o que ela pensa sobre seu noivo que disser eu.
­ Não, isso nem passou pela minha cabeça, só que eu queria me apaixonar antes do casamento. – eu vou fazer você se apaixonar pode acreditar.
­ Olha tudo pode se resolver, confia em mim vai dar tudo certo. – seu celular começou a tocar ela atende com o olhar pedindo desculpas, enquanto ela fala ao telefone eu a observo e penso como sou sortudo por ter uma mulher assim na minha vida, sem ao menos a conhecer eu já quero saber de tudo, ela encerrou a chamada.
­ Acho que você precisa ir. ­ disse triste pelo nosso encontro ter chegado ao fim.
­ É terei que ir, mas eu fiquei muito feliz por ter te conhecido, foi bom para mim ter conversado um pouco , obrigado pelo cappuccino!, e fiquei triste por não poder ficar! – se levantou e agradeceu.
­ Eu que agradeço, nós vemos por ai !– me levantei e apertei a sua mão.
­ Nós vemos por ai então! – o mais rápido possível.


Pedi a conta paguei e rapidamente já me encontrava no quarto do meu apartamento, novamente deitei na cama e pensei em como essa manhã foi mil vezes melhor do que qualquer manhã da minha vida e espero que muitas manhãs assim se repitam só a sua voz me encanta o seu perfume me alucina e o seu sorriso é a minha morfina.

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