04 julho 2015

Fanfiction: Ela é para o meu irmão - Cap 35

Capa/TextoFIC: @Jessica_keli TLM Beta: @ValzinhaBarreto

─ Me desculpa te fazer vir pra cá.

─ Tudo bem, eu não ficaria bem em casa e nem você.

Ele me olhou. Enquanto dirigia, pensei em tudo que estava acontecendo naquele momento, e em como estar com ele era o meu único objetivo, nada estava mais me importando. Meu mundo estava o rodeando, ele dava significado a minha existência, era meu tudo.

Permaneci entre meus pensamentos, admirando-o enquanto dirigia. Com suas mãos no volante, ele abriu um sorriso totalmente sem jeito ao perceber o quanto o olhava.

─ Hei, o que foi?

─ Nada, só estou te olhando.

Ele sorriu sem graça e continuou com sua atenção voltada para o transito que parecia um pouco mais alvoraçado naquele dia. Depois de chegarmos ao hotel que ele iria me deixar.
Abri a porta do quarto reparando o local, ainda estava sentindo falta da minha casa, mas pela burrada que fiz em dizer aquelas coisas achei que deveria ouvi-lo desta vez, para não termos problemas e deixá-lo tranquilo em relação ao Evan. Pelo menos só até o Evan ir embora.

Enquanto ouvia-o fechar a porta, me sentei na beira da cama para tirar aquela bota horrorosa.

─ Porque vai tirar? – Ele indagou vendo-me tirar o par esquerdo.
─ Tenho que ficar usando isto o tempo todo? Fala sério, meu pé precisa respirar.

Ele sorriu vendo-me tirar a bota.

─ O que foi? Por que está rindo?

─ Nada. – Disse ele sentando ao meu lado.

Joguei a bota direta no chão e estiquei meu pé, suspirando:

 ─ Ai que alívio. – Comemorei com meus dedos finalmente livres.

Ele riu e automaticamente me fez rir. Seu celular pareceu vibrar e ele o tirou do bolso e olhou, fiquei muito curiosa para saber o que fez seu rosto mudar e ficar sem graça.

─ Está tudo bem? – Perguntei.

─ Está sim, eu só vou precisar ir.

─ Ah, não, já?

─ Já. - Riu ele, desligando o visor do seu celular.

─ Por quê? Você vai me deixar aqui sozinha?

Ele sorriu sem graça.

─ Emili, não posso ficar aqui.

─ Porque não? Insisti.
─ Tenho um monte de coisas para resolver amanhã cedo, não posso me atrasar.

─ Quem disse que você vai se atrasar? - Perguntei fazendo-o ficar sem respostas. Ele sorriu e se levantou mostrando que não o convenceria.

 ─ Eu disse para sua mãe que te traria e iria embora.

─ Mais eu quero que você fique.

─ Não vai dar. – Ele sorriu indo em direção à porta.

Andei apressada e senti uma pontada no tornozelo, mais ignorei.

Rindo e percebendo sua fuga apressada, comentei:

─ Espera ai, está fugindo de mim?

Ele riu totalmente vermelho, quantos anos ele tinha afinal? 13? Ri vendo seu rosto corar.

─ Não Emili, eu só preciso ir. Sua mãe vai me matar se eu demorar aqui.

─ Vai nada, ela é boazinha se você for bonzinho.

Pisquei e ele foi até a porta, apressei meus passos antes que pegasse na maçaneta, para impedi-lo de vez e encostando-se a porta, sorri.

─ Você não vai sair daqui enquanto não me der um motivo bem convincente de que posso ficar sozinha hoje.

Ele arregalou os olhos:

─ você esta louca? Deixe-me ir.

─ Não. – Neguei.

Sabia que ele poderia escapar do quarto a qualquer momento e eu não ficaria sozinha naquele dia. Fingi sentir dor no pé,

 ─ Ai! - Pronunciei artificialmente e ele se preocupou.

Que vontade de rir da cara dele! Mais era um plano perfeito.

─ Emili? Está doendo?

─ Derrepente senti uma dor enorme no tornozelo.

Ele se aproximou preocupado.

─ Calma vem, deixa eu te ajudar.

Taylor aproximou-se para me ajudar a saiu de perto da porta, que vontade de rir. Quando ele me ajudou, virei rapidamente o empurrando contra a porta impedindo sua passagem para qualquer lugar do quarto.
Suas costas bateram na porta e ele encostou sua cabeça rindo sem graça pela sua inocência.

─ Eu sou um idiota.

─ Não, só é bobo.

─ É serio Emili, me deixa ir embora. – Ele desencostou sua cabeça.  

─ Já falei que você não vai. - Ri mostrando que não me convenceria também.

─ Eu vou. Disfarçou para pegar na maçaneta e dei um tapa na sua mão e rapidamente peguei a chave.

─ Eu sou mais forte que você, sabe que eu consigo pegar a chave da sua mão fácil.

─ Sério que consegue? - Indaguei sabendo que perderia desta forma e ele riu, mas não deixaria ir.

Lembrei-me do que ele fez um dia, olhei para baixo pensando se faria. Ele interrompeu meus pensamentos mostrando sua curiosidade sobre o que eu tanto pensava.

─ O que foi?

Sorri tomando coragem e eu não voltaria atrás, eu estava achando tudo muito engraçado. Joguei a chave dentro da minha calça consecutivamente em minha calcinha.

─ Emili? Não! – Reclamou ele.

Ri lembrando que eu já havia visto esta cena invertida, mais ele não estava sóbrio como eu. Pronunciei com meio sorriso.

─ Eu já vi isto acontecer.

Pronunciou com a voz falha e me motivou a continuar.

 ─ Eu também e vai ser da mesma forma ouviu? Não vai acontecer nada.
─ Porque não? - Perguntei rindo.

Ele fechou os olhos encostando a cabeça na porta de novo, parecia que ele tinha ouvido um absurdo. Era somente uma pergunta, mas parece que o fez pensar Subliminarmente no que eu queria que pensasse.

─ Emili para de falar essas coisas.

─ Como assim, parar?

─ Emili, para de me questionar por isto.

─ Por quê?

─ Emili, para.

─ Tá, mas me diz por quê?

─ Não vou dizer nada, apenas pare, okay?

─ Não sem antes me dizer o porquê.

─ Meu Deus! – Disse ele passando as mãos no rosto.

Eu estava me divertindo. Ri vendo como sua mente estava totalmente perturbava sobre todas as coisas subliminares e palavras com clarezas que trocávamos. Uma vez ou outra.

Ele estava cada vez mais agitado, sentia sua respiração mudar, o que me motivava mais a continuar me divertindo desta forma. Parecia que ele estava cada vez mais fraco.

─ Me deixa ir, Emi? – Pediu ele, mostrando toda sua expressão de tortura, até que finalmente implorou:

 ─ Me deixa ir, por favor.

Eu não sorri, pois isso daria esperanças a ele de que poderia realmente ir embora e ele não iria, eu não podia permitir.

─ Está bem. – Falei aparentemente me rendendo.

Ele respirou aliviado encostando-se totalmente na porta.

─ Mas tem uma condição. – Falei intrigando-o.

─ Que condição? Por favor, não me apronta Emili.

─ Calma, que horas são agora?

─ Ele olhou o relógio 23h50min.

─ Ok, está tarde não está?

─ Está, então abra a porta para mim ir.

─ Calma.

Ele riu nervoso.

─ Não, não dá. Você tem que abrir a porta e aí conversamos.

Ri ignorando seu pedido.

─ Está tarde, mas eu não quero ficar sozinha e não conseguimos concordar um com o outro, não é?

─ Para Emi, você está me assustando dizendo essas coisas.

─ Me deixa terminar de falar.

─ Não, eu estou nervoso, você, ah não tem graça. – Disse ele passando a mão no rosto.

Aproximei-me mais dele e ele se alertou.

─ Emili.

─ Ah, eu não posso chegar mais perto de você?

─ Agora não.

─ Por que?

─ Não sei!  - Disse meio agitado e risonho.

Acabei gargalhando e me afastando novamente dele, percebi que não ajudou muito. Mas eu não o deixaria ir embora, muito menos agora!

─ Se acalmou? Está tudo bem?

─ Vai me dar a chave?

─ Eu vou, já te falei que vou. - Respondi irônica e doida para bolar um plano.

 ─ Eu vou, te falei que vou.
─ Então para de falar assim tão irônica porque esta me assustando.

Aproximei-me do seu corpo percebendo como ele reagia. Estava com uma cara de bobo e aproximei meu rosto do seu.

─ Olha, irei te dar a chave se você passar na brincadeira, está tão divertido!

Ele riu mostrando o nervosismo que tentava esconder.

─ Não, não está.

─ Nós iremos brincar assim.

─ Não, não vou pegar esta chave, nem pensar. – Ele me interrompeu.

─ Não quero que pegue, calma.

Ele respirou aliviado, estava muito resistente, ele era homem? Perguntei a mim mesma e ri.

─ Do que está rindo?

─ Nada. Voltei a minha brincadeira.

─ Emi, é serio eu não posso fazer isto, me deixa sair daqui se não eu irei enlouquecer, não estou conseguindo pensar.

─ Xiiiii, cala a boca, deixa-me falar.

─ Não.

─ Caramba, você é difícil!
─ Eu tento. - Ele sorriu.

─ Ah, é? Então vamos ver se está tentando.

Peguei suas mãos bem devagar as colocando em minha cintura e vi seus olhos fecharem e pelo toque de suas mãos senti toda a sua pulsação.

Sua respiração acelerava cada vez mais ao me ouvir, senti suas mãos sobre o meu corpo me provocando reações que me fizeram desejar por mais.

─ Eu vou colocar suas mãos em mim e você terá que dizer.

─ Não Emi. – Disse me cortando, parecendo controlar sua voz.

─ Não, Emi. - Ri e usei suas palavras.

─ É pode ser “não Emi”.

Implorou parecendo já sem forças.

─ Para Emili... É serio eu não...

Arrastei suas mãos da minha cintura para as minhas costas e vi seu rosto se contorcer então me aproximei da sua orelha.

“Eu quero ouvir: não Emili” – Sussurrei.

Ouvi sua respiração forte, ─ Não.. Emili.


─ Não... Emili.
Que cara resistente! Sorri voltando a levar suas mãos a minha cintura e olhei seu rosto que estava totalmente perturbado. Mostrei o quanto minha respiração estava alterada por estar tão próxima dele e senti seu corpo se contorcer discretamente.

─ Ainda quero ouvir “não Emili” – Sussurrei em seu ouvido.

─ Não Emili. – Ele sussurrou mostrando menos dificuldade.

Eu não aceitaria isto, é logico que não! Arrastei suas mãos para as minhas nádegas fazendo-me sentir um arrepio enorme, um desejo enorme de agarrá-lo e terminar logo com a brincadeira, mas talvez estragasse tudo, então procurei ter paciência.

Suas mãos estavam leves, sentia que ele não estava encostando de verdade em mim, então peguei suas mãos firmemente e arrastei onde deveria.

Sua voz falhou mostrando a mim que ele já não estava tão resistente quanto queria parecer.

─ Não... Emili. – Disse ele.

Ótimo, ele já havia entendido muito bem o jogo e agora eu jogaria pesado. Ele sussurrou em meu ouvido provocando-me um arrepio.

─ Já posso ir embora?

Sorri mostrando que estava me subestimando, achando que desistiria. Arrastei suas mãos firmemente até minhas coxas e ouvi soltar um gemido.

Talvez estivesse tentando dizer “não Emili”.
Suas mãos voltarem rapidamente para minha cintura e então insisti as levando para o mesmo lugar e o ouvi gemer e respirar pesado novamente, sussurrei em seu ouvido.

 ─ Não?

─ Nã... –Ele tentou dizer.

─ Diz. – Insisti.

Senti seu rosto se apoiar em meu pescoço.

Sussurrei:

  ─ Diz...

Senti sua respiração ofegante e em meu pescoço sussurrou:

 ─ Não dá... Não estou aguentando mais, eu...


Ele beijou-me antes que dissesse mais alguma coisa e pressionei meu corpo contra o seu insistindo em suas mãos nos mesmos lugares, finalmente ele pegou firme em meu corpo, mostrando o quanto estava se controlando anteriormente.

Ele pegou-me com firmeza. Virando-me, ele me colocou contra a porta, sentia suas mãos apertarem minhas coxas fazendo meu corpo ser levantado pela força dos braços, beijando apressadamente. Desejei leva-lo até a cama.

Fui beijando-o e o empurrando para trás, dando nossos passos enquanto deslizávamos as mãos um no outro, paramos de caminhar ao perceber a cama. Ele tentou cortar nosso beijo, em meio aos beijos disse.

─ Emili, vamos parar, sabe que não podemos porque começamos agora e aproveitando-me de seus lábios mostrei minha reprovação pelo seu pensamento. Eu pensava naquilo há muito tempo!

─ O que? Não podemos o que? Temos 10 anos por acaso? O empurrei na cama com força. Ele sentou e olhou para o meu rosto.

Perguntei autoritária:

─ Ainda está teimando comigo?

─ Não eu...

Ele tentou falar, mas o interrompi e empurrei para deitá-lo, subindo em cima dele senti toda firmeza em sua calça.

─ Esquece, você sabe muito bem que você não terá coragem nenhuma de levantar dessa cama.

Ele me olhou e sorriu maliciosamente fazendo todo o meu corpo pegar fogo. Sentou pegando firme em meu corpo fazendo-me sentir a necessidade de tirar toda a sua roupa. Nossas respirações ficaram descontroladas, minha mente não pensava em nada somente no que viria segundos e segundos depois.

Sentindo seus beijos cada vez mais quentes e pesados, ele me virou fazendo-me deitar na cama, enquanto mostrava que queria ficar por cima.
Ele pausou nosso beijo, passando os lábios em meu pescoço e puxei sua jaqueta mostrando que queria elas longe dele. Inclinamo-nos apressadamente um querendo tirar a roupa do outro. Eu tirei minhas calças ficando somente de calcinha e o ajudei a tirar sua blusa. Senti sua pele bronzeada em minhas mãos, sua pelo me fizeram sentir a sensação de desejo cumprido.

Sentei na cama fazendo-o automaticamente ficar de joelhos nela e olhei seu rosto tão lerdo, tão anestesiado, sorri tirando minha camisa ficando somente de sutiã e ele sorriu.

Retribui seu sorriso ficando de joelhos com ele, aproximei-me para lhe dar mais beijos. Delicadamente beijei seu pescoço, enquanto tomava coragem para aproximar minhas mãos dos buttons da sua calça que estava louca para tirar.

Ao deslizar minhas mãos na sua barriga até os buttons da sua calça senti seu corpo se contorcer e sua respiração pesar me motivando a continuar.

Suas mãos continuavam em minha cintura parecendo esperar o que eu mesma esperava. Abri o zíper da sua calça e suas mãos puxaram minhas pernas tão rapidamente que não percebi que já estávamos deitados novamente, senti seu membro ser tão pressionado contra mim fazendo-me sentir um desejo imenso de tê-lo rapidamente.

Tentei pedir a ele para que começássemos, mas ele parou ainda deitado entre minhas pernas e riu baixinho em meu ouvido. Senti seu coração acelerado e ele sussurrou.

─ Quem esta provocando quem agora? Estou confuso.

Tentei rir totalmente anestesiada pela oque ele me fazia. Sussurrei:

─ Acho que você perdeu a brincadeira.
─ Ok... Você venceu. - Sussurrou rindo.

Voltou a me beijar pegando firme em umas das minhas coxas enquanto me beijava, ele estava me deixando totalmente fraca, bagunçando toda minha energia, uma hora estava fraca outra hora estava forte.

Parei de beijá-lo e brinquei pegando a chave da minha calcinha.

─ Quer parar? A chave já esta aqui.

─ Ficou louca? Você me provocou até agora e eu te farei se arrepender.

Ele riu maliciosamente fazendo-me gargalhar em meio a vontade de tirar o resto de suas roupas.

Voltando a me beijar tentou tirar suas próprias roupas. Ao deitarmos finalmente mais calmos na cama ele retirou minhas roupas intimas com tanta delicadeza que pensei que não teria depois do que fizemos.

Senti suas mãos deslizarem pelos meus seios fazendo-me sentir raios repentinos por todo o meu corpo. Pausava nossos beijos descendo com seus lábios neles fazendo-me sentir vontade de apertar seus cabelos em meus dedos.

Eu estava ansiosa pelo que vinha depois, parecia que não me importaria com o que acontecesse depois disto. Puxei sua cueca box para baixo e ele finalmente a retirou, pude sentir com mais sensibilidade o que eu já queria senti há muito tempo.

Peguei seu membro em minha mão enquanto ele me beijava e senti seu corpo tremer derrepente.
Sussurrei perto dos seus lábios.

 ─ Estou ansiosa.

─ Não tanto quanto eu.

Retirou minha mão do seu membro e senti-o ser penetrado em mim fazendo me contorcer de prazer e gemi sem perceber pela dor e prazer que senti.

Ao sentir repetir o movimento, senti somente o prazer e automaticamente fez-me gemer novamente, sua respiração se alterou completamente. Apertei meus dedos em suas costas percebendo o quanto empolgada estava.

Ele procurou aumentar a velocidade fazendo ambos sentirmos prazer mais intenso um pelo outro. Ainda sentindo seus beijos entre pausas em meu pescoço e em meus lábios, pensei o quanto poderia proporcionar o melhor. Fui virando aos poucos sem precisar dizer o que queria que fizéssemos e ele correspondeu com oque pedi.

Fiquei por cima continuando todos os nossos movimentos enquanto o beijava e fiz o inverso. Alternei nas maiores velocidades que meu corpo aguentaria e ele parecia agora querer mais, mostrando que anteriormente somente havia precisado pegar folego.

Ele virou-me brutalmente fazendo-me pronunciar gemidos entre os dentes, estava tudo tão bom, será que poderíamos viver naquele quarto para sempre?

Apertando minhas coxas com bastante firmeza enquanto alisei todas as partes do seu corpo que alcançava, senti a velocidade do seu membro ir e vir dentro de mim fazendo-me ser acesa pelo fogo que corria em minhas veias.

Derrepente senti que poderia explodir de tanta pressão envolvida por um desejo que se formava próxima a região da minha pélvis. Não saberia explicar tamanha sensação.

Seus Beijos, sua pele tão macia, suas mãos firmes mostrando suas caricias a cada detalhe do meu corpo fazia-me sentir mais desejada, mais amada, mais valorizada, uma forma que nunca me senti antes.

Sentindo a velocidade ser tão intensa contorcia-me de prazer pelo que ele me causava, Senti que desmaiaria de tanto desejo pelo seu corpo. Até sentir que não aguentaria mais e finalmente sentindo meu corpo todo derrepente responder com leveza, senti dentro de mim tão quente, tão satisfeita.

Nos olhamos e rimos um do outro, por estarmos tão bobos e seu corpo pesou em cima do meu, sentindo sua respiração cansada, seu coração batendo próximo aos meus seios, sorri desacreditando em tudo que estava acontecendo.


Ouvimos seu celular tocar e ignoramos completamente voltando a nos beijar.

8 comentários:

  1. Oh my god Jessica!Assim vc me mata,essa fic esta maravilhosa demais....!Please nao demora tanto a postar o capt.36 nao ,viu?Contt q esta arrasando mto msm!

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  2. Aplausos please!!!
    Menina o que foi isso em?! A Emili ta safadinha viu, sabia que ela não ia ter juízo, rsrs... Pelo menos sabemos que a culpa não foi do Taylor. Continua rapidão, quero mais, quero mais, quero maaaaaais

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  3. Jessica essa fic ta mais do que incrivel cada capitulo eu fico nais apaixonada por essa fic!!! E esse capitilo não foi diferente foi maravilhoso a Emi super safadinha e o Taylor se fazendo de dificil haha adorei!!! Só faz um favorzinho não demora muito para postar o proximo capitulo viu por favor se nao eu morro de tanta curiosidade!!

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  4. Desculpem a demora, porque entrei no estagio e minha professora quebrou o tornozelo então peguei todas as turmas dela e fiquei cheia de coisas para fazer e na horas vagas tenho que estudar para repor a materia dos alunos e não tive tempo, mais o recesso esta chegando e estarei de volta como sempre :) # e também estou corrigindo os capitulos antigos.. :)

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  5. Estou amando a fanfic, super ansiosa pelos próximos capítulos!!!

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