02 agosto 2015

Fanfiction: Fighter – Capítulo 1



POV NESSIE

Faz oito anos...
Suspiro pensando que já faz tanto tempo desde que meu pai se foi...
Parece que foi ontem... Ainda lembro-me de tudo... Barulhos, gritos, sangue e a constatação.
Meu pai era aquele que me protegia, aquele que daria a vida por mim. Pena que ele não suportou. Desde então, não existia mais uma proteção, a derrota sempre vinha com uma dureza sem tamanho, fazendo estragos não dolorosos pelo corpo, mas sim dolorosos na minha alma.
Faz três meses que me mudei de Detroit a cidade de onde nasci, mas que carregava as piores lembranças.

Aqui eu poderia ser Renesmee, ou simplesmente Ness, eu podia passar despercebida. Como uma aluna normal de apenas vinte anos, cursando Psicologia. Eu podia ser apenas eu mesmo. Assim como lutei a minha vida toda para ser, uma pessoa normal.
- Swan? – Professora Makena me chamou encarando como uma psicopata, acho que ela não estava gostando que eu estivesse desenhando círculos redondos e não prestando atenção em sua aula.
Swan era o sobrenome da minha mãe, mesmo não querendo vê-la nem por um segundo, precisava usar o anônimo, e mais anônimo que esse sobrenome era impossível. Eu sabia que ela não podia me achar, mesmo que ela rastreasse o seu nome. Claro, com toda certeza ela não tinha nem cogitado isso, ela não gostava desse nome... Ela sempre preferiu os Cullen a qualquer outro, isso era sinônimo de grana fácil pra ela e derrotas dolorosas para quem realmente o carregava.
Não sinto tanto por não usar o Cullen em meu nome, meu pai sabe o motivo tão forte para isso acontecer e não é vergonha, sinto orgulho do que meu pai consagrou esse nome. Mas, eu precisava ficar longe, de tudo, inclusivo do seu nome.
Mas, ele sabe que não o esqueceria... Nunca. Onde quer que eu fosse, levaria a lembrança da época que era plenamente feliz, pena que não durou tanto quanto eu gostaria.
- Sim? – respondi no automático e reparando que ela tinha amenizado a fisionomia. Acho que isso era algum sintoma de bipolaridade, o que explicaria o porquê ela estava falando disso na aula.
- Poderia nos falar um dos sintomas da Bipolaridade? – ela estava de brincadeira, só podia ser brincadeira. Como ela perguntaria isso?
- A dupla personalidade? – tão incrédula respondi perguntando. Era um ponto a menos, na resposta mais fácil que presenciei.
Ela se virou e nem se deu o trabalho de responder se estava certo, mesmo sabendo que estava, sempre é bom receber um ‘Parabéns’. Bipolaridade era seu nome do meio, com certeza.
O almoço veio e logo Claire apareceu na minha frente, tão sorridente. Ela ainda estava eufórica pela mudança de cidade. Isso duraria até conhecer todos os cantos dessa pequena cidade, talvez daqui a uns dois meses, ela já se sinta tediosa.
- Temos um compromisso que irá adorar e tirar essa cara de tristeza iminente. – ela falou sem ao menos, me perguntar se queria tirar essa cara triste do rosto. Ela sabia como o dia de hoje era importante para mim, mas, nem por isso ela gostava de como me sentia quando chegava sempre esse dia no ano.
Em todos esses oito anos, ela prepara alguma coisa animada para que eu não me lembrasse das dolorosas lembranças desse dia.
Claire, era tipo minha irmã, pois a considerava assim. Mesmo sendo filhas únicas, os pais de Claire sempre foram muito próximo da minha família, então eu e Claire fomos criadas juntas e ela é a única que sabe tudo o que passei nesses vinte anos, e principalmente nesses oito anos desde que meu pai se foi.
Considerava também Tia Emily e Tio Sam – que são os pais de Claire, como a minha família. Eles são o melhor que existe na minha vida, e com eles posso contar de verdade.
- Outro compromisso? – perguntei pegando um iogurte de vez de um almoço de verdade. Claire a contraposto pegou tudo que há de melhor nessa cantina.
Ela fez uma careta, um pelo meu iogurte e outra pela minha pergunta.
Eu revirei os olhos, isso acontecia com certa frequência, principalmente quando estava com a minha amiga, Claire.
- Eu conheci um cara... – ela me analisou, pois sabia que eu ia falar ‘de novo?’. Mas eu não o fiz, Claire tinha o dom de se apaixonar muito rápido e sofrer muito depois. O que não acontecia muito comigo, nunca consegui me apaixonar de verdade, acho que eu era uma pessoa imune a esse sentimento. Já Claire não conseguia nem por um momento se sentir assim. – E ele nos convidou para um evento... E eu adorei, porque é uma coisa que você gosta.
- Eu não vou ficar de vela, Clai – eu logo me apressei a dizer, nem mesmo sabendo a onde seria o tal ‘evento’.
- Ele fica em outra área, então tecnicamente não vai ficar de vela, é mais pra se divertir. Não quero que fique mais um dia naquele quarto. Acabou o luto há muito tempo! Você mudou daquele inferno para quê? Para ficar se martirizando e estudando como se fosse parar de se sentir assim? Você precisa mudar sua cabeça também! – e ela estava certa, claro que estava. Quase 70% das vezes que ela me dava uma bronca era porque estava certa. Só que ela, sempre soube que esse dia era meio difícil para arrancar um sorriso meu, mais do que os outros.
- Ok. Já que você esfaqueou, eu vou ok? – e agora ela sorriu. Já desfazendo a cara de ‘mãe impostora’.  – Onde é o grande evento?
- No antigo prédio onde era o teatro. – eu estreitei o olhar, que evento mais surreal era esse?
- Você quer me matar isso mesmo? Não aguentou conviver com uma pessoa tão depressiva quanto eu? – eu ri um pouco e ela me acompanhou.
- Mesmo sendo uma proposta tentadora... Não! Não mataria minha irmãzinha linda... – e ela estava me elogiando. Isso era um mau sinal, com toda certeza era uma coisa que eu gostava mais que eu não deveria fazer. – É uma luta. Lembra-se dos boatos que existem lutas clandestinas na faculdade? – Eu assenti no automático, ela estava fazendo de novo. Ela estava querendo me colocar pra cima, usando um vício que eu queria esquecer. – Você vai adorar e vamos ganhar uma grana fácil, o primo do meu amorzinho novo é quem vai lutar. Você deve ter escutado dele, Jacob Black o ‘lobo enlouquecido’.
- Eu não prestaria atenção se alguém me falasse do ‘lobo enlouquecido’! Ele não deve ganhar nem no baralho. – eu disse brincalhona.
Claro que eu já tinha visto o tal ‘lobo enlouquecido’, mesmo ele só aparecendo raramente nessa faculdade, a matricula deve ser sido só paga. Ele tinha um corpo muito bom para esse tipo de esporte, mas isso não quer dizer que com esse apelido ele ganharia... Como alguém que batesse forte deixaria alguém arrumar um apelido tão grotesco quanto esse? Uma coisa que ele deveria pensar em fazer é trabalhos como modelo. Pois, ele era seguramente é o homem mais bonito da faculdade. Outra coisa que não se encaixava no contexto lutador que a Claire estava cantando, a maioria, é feio desde que nasceram e só piora depois de uns boxes levando na fuça. A fama de Jacob ia bem mais para o campo galinhagem do que no campo das lutas. Ele era lindo e muito pegador, acho que já tinha pegado todas da minha sala isso significava 50 de uma faculdade de quase três mil. Imagina o estrago em outros cursos!
- Que bom que pelo menos o senso de humor está aguçado hoje. Eu pensei que você iria surtar por eu querer te levar para ver uma luta...
- Eu até iria ficar, mas depois do apelido. É melhor eu assistir, pelo menos para rir um pouco. Me divertir né? – eu fui um pouco mais irônica do que eu queria. Claire caiu na gargalhada.
- Acho melhor então nem te contar que já apostei muito alto nessa luta... – ela ainda ria, e eu fechei a cara na hora.
- Você é louca é? – eu fechei o punho e ela se encolheu. – Não acredito que caiu na história do empresário/primo/ficante! Não depois dos anos que você viu isso acontecer. – eu estava muito brava agora. Porque ela não havia me falado, mais tinha a certeza que ela tinha pegado o dinheiro da nossa conta! – Não tem como desfazer?
Ela se encolheu ainda mais.
- Eu sei, eu sei que deveria ter lhe avisado ou pedir a sua opinião. Porque nós sabemos que você é muito melhor do que eu nisso. Mas, o Quil... – eu fiquei com cara de paisagem e ela me apresentou o tratante. – Quil é meu amorzinho – e aquilo é de dar nojo. Ela tinha caído como um pato. – Ele falou que o Jacob não perde, ele nunca perdeu. Ele não aceita perder. E os meninos também disseram que Jacob não perde, ele lutou contra vários e nunca perdeu. Eu então achei melhor apostar.
Ele nunca tinha perdido? Ok, ok. Vamos ver se não der o azar dele perder nessa luta. – pensei comigo mesmo.
- Você ainda vai me deixar de cabelos brancos. Ele não tem jeito de lutador Clai. Mas, se ele está com toda essa fama, só temos que rezar que não seja agora que ele perca. – tentei ser um pouco animadora.
- Ele vai ganhar. E vamos nos divertir, faz tempo desde que vemos uma luta. Eu sei que irá gostar.
E ela estava tentando me animar outra vez. Fazia seis meses desde que não vinha uma luta, ou quer dizer, fazia bem mais tempo que não via uma luta sem participar.
Seis meses fazia desde que perdi a minha última luta... A última da minha carreira fracassada.
Eu fui criada para ganhar e ganhar, para bater e fracassar.
Hoje eu só sou uma mulher tentando ser psicóloga. Ninguém falaria que já fui profissional, até porque não tenho corpo todo esculpido e muito menos uma cara ferrada; além de ser uma mulher. Mas, em algum dia tentei honrar o sobrenome Cullen, só que não deu muito certo. Decidi sair de tudo que me relacionava a lutar e vim parar em Forks, uma cidade pequena e cinzenta e o que eu encontro? As malditas lutas e a adrenalina de só ver alguém batendo em outro era sentida. Claire adorava me fazer pecar com as promessas. Mas, o problema era que ela estava certa, mesmo não lutando, treinando, eu gostava disso. Eu gostava de analisar e desde muito pequena eu aprendi a dormir tarde e assistir lutas de Boxer, judô, MMA, taekwondo, karatê e tudo que relacionava um quadrado e duas pessoas disputando alguma coisa.



...
- Está pronta? – Claire me perguntou e eu me virei, ela vestia um vestido curto que mostrava quase a calcinha que ela usava. O ficante novo dela iria gostar. Claire assim como eu tinha um corpo muito definido e pernas torneadas. Ela sempre me acompanhará na academia, somente para ter alguém para conversar e também para paquerar os meus treinadores.
Ela estava deslumbrante e iria fazer sucesso.
Eu estava mais básica, calça de couro colada, uma regata branca e por cima uma jaqueta, botas de cano baixo e saltos altíssimos. Uma coisa que tinha aprendido com a fama era se vestir e tendo uma mãe como a minha, isso era obrigação mesmo quando você tinha a fama por apanhar em um ringue.
Meus cabelos estavam soltos e cacheados, as luzes estavam mais reluzentes. Também pudera, eu havia feito a pouquíssimo tempo. Meus olhos estavam esfumaçados para realçar a cor dos meus olhos claros herdados do meu pai.
- Você está divina. Fazia tempo que não te via tão linda assim. – ela estava com uma cara de que foi ela que fez eu me parecer com a Gisele.
Eu ri. Ela parecia uma mãe babona.
- Você também não está feia... – eu sorri.
- Credo! Eu te elogiando e você só fala isso? – ela pareceu ressentida.
- Para com isso! – eu fui até ela e dei um tapa na sua bunda. – Teu novo peguete vai enlouquecer quando te vê nesse microvestido. Só vai para um motel depois beleza? Estou a fim de dormir.
- Até parece que eu faço barulho! – ela se fez de ingênua. Estreitei o olhar para ela duvidando. – Ok. Mas não é para tanto!
- Vamos logo...
Eu a puxei e quando saímos da recepção do prédio tinha um cara que mais parecia como uma parede parado esperando e quando seus olhos caíram na figura de Claire, se iluminaram. Ele era bastante bonito, ombros largos, pele avermelhada, olhos castanhos escuros, cabelos pretos e feições de índio.
- Você não tinha dito que iriamos com o seu peguete... – eu sussurrei em seu ouvido, ela como sempre nem se importou e correu para os braços do novo ‘amado’ dela.
Depois de uma sessão pega pra que te queiro, Claire me apresentou o peguete que se chamava Quil Atera.
Ele parecia um brutamonte, mas depois conversando vi que é uma pessoa inteligente e muito brincalhona, além também de ser um menino em extinção, pois era educado e muito fofo com a Claire. É, talvez ela tenha acertado dessa vez.
Não demorou para chegar ao palco do ‘espetáculo’.
Era bem conservado e estava lotado, não sei como entraríamos aí. Mas, Quil era acostumado e dentro de cinco minutos tínhamos passado por pelo menos duas mil pessoas que estavam esmagadas para conseguir ver alguma coisa. E lá estávamos nós, do lado do palco.
- Eu preciso ir, vou ficar com o Jake passando informações do adversário. – Quil falou para Claire.
- Quem é o adversário? – Perguntei prestando atenção que não era só a universidade de Forks que estava aqui, havia outra.
- É um boxeador de Seattle, por isso, aqui tá tão lotado. É o melhor lutador de boxer de Seattle. Ele estuda Ed. Física e quase foi profissional. É uma luta alta, por isso disse para Claire apostar alto.
- Para perder? – eu quase gritei incrédula. É claro que esse tal de Jacob não conseguiria ganhar.
- Não subestime Jake, ele aprendeu muito mais do que um boxer americano. – Dito isso Quil saiu do meu campo de visão, sem dizer mais nada, mas com a fisionomia de que eu me arrependeria de falar assim do seu primo. 
Não era possível que tinha errado em somente analisa-lo pela postura em público. Ou era?
- Ele ficou bravo. – eu constatei para Claire que somente assentiu.
O povo beirava o ridículo quando o grande – pois ele era realmente enorme! – Madison entrou no ringue. Acho que tinha muitas pessoas de Seattle, passeando por Forks para uma luta clandestina. Isso era bem mais que uma luta, eu percebi quando ele entrou, seus olhos estavam raivosos e analíticos, ele parecia focado como um profissional. Ele parecia raivoso como esperando uma vingança.
Ele acenou para multidão e fixou ainda mais os pés no solo, ele realmente era um boxeador.
Se o público já estava enlouquecido com Madison, quando o ‘lobo enlouquecido’ – palavras do próprio apresentador – entrou, foi beirado à loucura e a cada segundo, eu e Claire éramos pressionadas para frente. Coloquei Claire a minha frente para que ela não sentisse tanto essa pressão, eu sabia que ela não aguentaria muito e logo faltaria ar para ela. Mais uma vez ela me deixaria com cabelos brancos, com essas loucuras que ela mesma apronta.
Jacob entrou confiante e seus olhos brilhavam, ele acenou para o público que mais uma vez foi ao delírio. O que me chamou atenção foi seu corpo exposto, ombros largos, abdômen perfeitamente desenhado e não era de academia, era simples mais tão composto quanto qualquer um. Eu uni as sobrancelhas, enquanto passava os meus olhos nas tatuagens: no ombro esquerdo um desenho abstrato, no antebraço esquerdo linhas grossas, e no braço direto na parte de dentro uma frase que não consegui identificar o significado. Pele avermelhada, olhos negros, cabelos lisos e da cor dos olhos...
Ele não parecia aquele homem que vinha raramente para faculdade, ele parecia um lutador. Ele ali era muito mais do que isso, para ele não era apenas uma luta, era sua vida.
Como posso ter me enganado a esse ponto?
Ali estava escrito o quão lutador ele poderia ser, assim que ele fixou os braços ao seu rosto, percebi também que não era boxeador, ele era mais, ele tinha outras artes.... Ele era mais parecido com um lutador de MMA, que podia mesclar todas as artes e que podia lutar tanto quanto em pé quanto no chão.
- Você acertou, Claire... – eu falei entorpecida com os sentimentos que ele passava ali dentro daquele ringue.
Ela sorriu e a luta começou.
Ele fechou o punho em Madison em uma questão de segundos...
Madison titubeou e ele se afastou, ele poderia ter acabado com isso no segundo seguinte. Mas ele queria se divertir, era fácil o entendimento, ele sabia todos os movimentos que o adversário fazia. Então ele dava a espetáculo para o povo.
No minuto seguinte foi trocação, tecnicamente não chegou a isso. Jacob sabia desviar de todos os golpes, depois distribuía alguns socos no rosto do adversário. Madison já estava meio atordoado desde o começo, agora então estava quase caindo. Mas, não desistia, ele ainda acreditava que dava para ganhar, um mero engano. Jacob cozinhava a luta do modo que ele queria.
Foi então que ele abriu a guarda – de proposito, mas ninguém percebeu. Jacob recebeu um soco, que pareceu um mero carinho em seu rosto. Ele sorriu e limpou o suor da testa, Madison tentou mais dois golpes em seguida, Jacob bloqueou e contra-atacou, acabou a diversão – pensei comigo mesma. Depois de cinco segundos, Madison tinha levado uma joelhada no queixo e caiu quase desacordado e sangrando muito.
- MAIS UMA VITIMA DO LOBO ENLOUQUECIDO! VAMOS APLAUDIR GALERA O NOVO DONO DE SEATTLE E O ETERNO DONO DE FORKS QUE COLOCOU O MADISON PARA DORMIR! – o apresentador gritava enquanto erguia a mão da vitória de Jacob.
Eu estava atônica, nunca tinha visto um lutador como ele. Ele não se desconcentrava, ele não pensava em perder, ele não era aberto a essa possibilidade, e isso era transbordado pelo seu corpo... Era surreal....
Não percebi quando Claire gritou e eu era jogada para frente, por causa da pressão da torcida.
Um momento de distração, mais um.
Quando já esperava o pisoteamento, grandes mãos me pegaram no ar e colocaram acima do ringue.
Foi então que eu olhei para ele, na minha frente e com um sorriso de menino no rosto. Em nada parecia o ‘lobo enlouquecido’ que destruíste o adversário há um minuto.
- Baixinha, tome cuidado... A multidão pode te engolir facilmente! – e ele falou como se me conhecesse...

E eu só conseguia olhar em seus olhos... A perda pairando novamente tão perto de mim...


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