08 setembro 2015

Fanfic: O MENTALISTA - Capítulo 2: Help me Remember.


Texto: Val Barreto | Capa: Jessica Keli |Beta: Joyce Cruz
Trilha sonora do capítulo: Ouça:



“Uma verdade que é dita com má intenção derrota todas as mentiras que possamos inventar”. (William Blake).

         Taylor havia sido filmado andando pelo corredor do hotel no mesmo corredor do quarto 904, do qual Marie havia sido jogada bem como no espaço de tempo entre as 19h45min e 19h52min, horário em que Marie foi jogada tendo, portanto, a oportunidade de matá-la. As evidências das câmeras fizeram de Taylor o principal suspeito do assassinato.
         Lisbon assistia às filmagens verificando a posição de cada um do elenco de Tracers: após a queda e, mais uma vez, as evidências iam de encontro à Taylor. Lisbon certificava-se cada vez mais de que ele era culpado.

— Veja onde Taylor Lautner estava logo depois que Marie caiu. – Ordenou Lisbon para que Van Pelt verificasse as imagens das câmeras de segurança do Hotel depois da queda.

— Dizem que ele e Marie estavam tendo problemas. – Rigsby acrescentou.

— Que tipo de problemas? – Lisbon indagou notando o olhar reprovativo de Van Pelt para Lisbon.

—Os sites dizem que eles estavam se separando porque ele era gay.

— Isso é pura especulação. – Reclamou Van Pelt com um suspiro fundo e continuou passando as imagens.

— Eu vou falar com a Mãe de Marie. Cho verifique quem saiu do Hotel depois que Marie caiu. – Disse Lisbon.

         Lisbon saiu em direção à sala de interrogatório para falar com a mãe de Marie Avgeropoulos.

— Senhora Avgeropoulos? – Lisbon perguntou vendo-a abalada e ansiosa.

— Sim, sou eu. Vim assim que pude.

— Bom, eu sou Teresa Lisbon e preciso lhe fazer algumas perguntas.

— Claro. Faço qualquer coisa para quem fez isso com minha filha pagar pelo que fez.

         Lisbon olhou para a mãe de Marie e colocou uma foto dela com o Taylor em cima da mesa e esperou a sua reação.

— Como era a relação da sua filha com Taylor Lautner?

— Muitas brigas. Ela reclamava bastante dele.

— Sabe qual o motivo das brigas?

— Ela dizia que ele era muito obcecado em dar atenção aos fãs. Houve algumas vezes em que ela não foi muito cordial e, então, ele não aceitou bem essa atitude da parte dela.

— Marie tinha ciúme dos fãs do Taylor?

— Ela é muito ciumenta, se é o que você quer saber, mas, não acho que isso justifique o que ele fez com ela.

— O que ele fez? – Inquiriu Lisbon.

— Ele terminou com Marie há dois dias e disse que depois da Premiere de Tracers não a veria mais. – Disse ela empurrando a foto.

— Como Taylor não a veria se o filme terá sequência? – Lisbon perguntou enternecida.

— Taylor chantageou Van Gus Saint. Disse que só faria Tracers 2 se Marie saísse do elenco e ele concordou. – Revelou.

— Então o caso é mais grave do que pensei. Taylor é um ex-namorado insatisfeito e obsessivo. – Lisbon concluiu.

— Marie amava Taylor, mas não era recíproco. – Disse a mãe de Marie.

— Obrigada por ajudar na investigação senhora. – Lisbon disse afastando-se.

         Lisbon iria formar uma equipe para ir até à casa de Taylor Lautner, mas, antes chamou Cho e Van Pelt para saber se haviam tido algum progresso ou nova prova.
         Van Pelt disse que havia conseguido falar com o poderoso investidor por telefone, mas, Thompson disse não ter visto a queda e quando estivesse em Los Angeles iria falar com a CBI.
         Cho aproxima-se de Van Pelt com a foto de Taylor e cola no centro do painel de investigação como principal suspeito.

— O que ele faz no topo dos culpados? – Van Pelt perguntou.

— A mãe da vítima acha que ele pode ser culpado. – Cho respondeu seco.

— O que prova a culpa dele?

— Eles não estavam mais namorando. A mãe contou que tinham brigas constantes, pois, ela era ciumenta e, um cara como ele, não faz o tipo fiel. Ele poder tê-la traído com um homem. Algo aconteceu.

— Está errado sobre isso Cho. Ele não faz o tipo infiel e não é gay.

— Como pode ter tanta certeza, Van Pelt? – Perguntou Cho.

— Instinto policial – Disse Van Pelt encerrando o assunto.

         Lisbon levou Van Pelt, Jane e Rigsby para a casa de Taylor Lautner em Valencia, mas, ele não estava em casa, então se dirigiram a casa da família Lautner.
         Jane chegou à frente da casa dos pais do Taylor e olhou o jardim por alguns minutos enquanto todos entraram. Passando pelo corredor que levava ao fundo do quintal, sentou-se em uma cadeira de sol a beira da piscina e observou que havia uma xícara de chá e um livro que algum membro da família estava lendo.
         Com os livros nas mãos, Jane leu o título deixando-o um pouco curioso. Folheou algumas páginas do livro, cheirou a xícara de chá para saber do que era e então retirando os sapatos, sentou-se à borda da piscina, molhou seus pés e mesmo ouvindo alguém se mover atrás dele continuou a mover os pés dentro da água.
         Ela sentou-se ao seu lado e o observou com um olhar triste e lambeu a mão direita de Jane, levando-o a acariciar sua cabeça. Ele se levantou e seguiu descalço até o interior da casa onde os Lautners estavam reunidos.

— Olhem que adorável! – Disse Jane com a cadela Maltês nos braços.

— O que você está fazendo? – Lisbon perguntou ao ver Jane descalço, com os pés molhados e segurando a cadelinha da família.

— O nome dela é Roxy. – Disse Taylor, pegando a cadela e sentando-a em seu colo.

— Eu sou Patrick Jane. – Disse Jane apertando as mãos do Taylor e checando seu pulso deixando-o confuso.

— Muito prazer. Esta é minha mãe, Deborah Lautner, este é meu pai, Daniel Lautner, esta é Sara Hicks e Josh, amigos da família. – Taylor falou apontando para todos que estavam na sala.

— Senhor Lautner, onde estava na hora em que Marie foi jogada? – Lisbon perguntou.

— Quem aqui toma chá? – Jane perguntou antes que Taylor pudesse responder o que Lisbon havia perguntando, deixando-a incomodada.

— Todos nós tomamos chá, senhor Jane. – Disse Deborah Lautner à Jane.

— Eu posso fazer um pouco para mim? – Jane perguntou levantando-se e indo até a cozinha, mas, então, parou na metade do caminho e, olhando para Makena Lautner, convidou-a para mostrar-lhe onde ficavam os sachês de chá.
          Antes que Jane dissesse qualquer coisa, Makena saiu em defesa do irmão, pois estava certa de sua inocência.

— Taylor não matou a Marie.

— É mesmo? Como tem tanta certeza?

— Ele cuidava dela. Era um amigo e estava sempre preocupado.

— Não, ele tinha pena dela, é bem diferente. – Disse Jane colocando a chaleira no fogão e ligando o fogo.

— Você não conhece o Taylor, nem conhece Marie. – Makena falou enfrentando Jane.

— Não preciso conhecê-los. Eu sei que ele tinha pena dela e ela não era tão boazinha como todos dizem nos depoimentos. – Jane disse abrindo as portas dos armários a procura das xícaras.

— Ninguém gosta de falar mal dos mortos. Não sei por que diz isso.

— Mas, eu sei: do mesmo modo que sei que, embora ame seu irmão, não é fácil ter atenção dos pais quando Taylor é responsável por todo conforto que vocês têm. Você é apaixonada por Josh e Sara é apaixonada pelo seu irmão.  Você não gostava da Marie, ela tinha ciúmes de você.

— Você é paranormal?

— Não. Isso não existe. Eu apenas observo.

— Impressionante. Vai provar a inocência do meu irmão observando assim?

— Eu vou encontrar o culpado, seja seu irmão ou não.

Jane voltou à sala de visita dos Lautners e enquanto tomava o chá, olhava para cada um que estava na sala, ao passo que tomava pequenos goles do chá quente, esfriando-o e olhando para as posições das mãos e braços de cada um.

— Esta é sua xícara favorita. – Disse Jane encarando Daniel Lautner nos olhos.

— Sim, é. – O pai do Taylor confirmou, antipático.

— Você é sempre tão duro consigo mesmo, senhor? Não deveria se punir tanto, não é culpa sua se Taylor é acusado de assassinado, embora ele não quisesse sair com Marie e você o incentivou a isso.

— Eu não obriguei meu filho a sair com a Marie. – Daniel falou, incomodado.

— É claro que não obrigou. Era parte do contrato. – Ironizou Jane.

— Que contrato? – Indagou Lisbon.

— Não podemos falar sobre isso. – Disse Daniel.

— Eu sei que tipo de contrato é esse.  Os atores saem juntos e simbolizam um romance para atrair a atenção da mídia para o filme. É uma boa estratégia de marketing em Hollywood. – Disse Van Pelt atraindo a atenção do Taylor deixando-a levemente orgulhosa.

— Um namoro publicitário. – Jane falou compreendendo a essência dos problemas que circulavam a vida do Taylor.

— Eu não tenho nada a dizer sobre isso. – Falou Taylor, nervoso.

— Qual é o problema se isso vazar? – Jane indagou com um sorriso observando a cara de pavor de todos da família.

— Seria um grande escândalo que colocaria em dúvida até mesmo os relacionamentos verdadeiros de Hollywood. – Taylor falou.

— E Marie concordava com o namoro falso? – Lisbon indagou.

— Inicialmente sim. Depois, ela começou a acreditar que tudo poderia ser real e isso causou alguns conflitos. – Disse Deborah em defesa do filho, mostrando ainda o quanto Marie a incomodava.

          Rigsby detestou o olhar surpreso do Taylor para Van Pelt. Certamente, ele, assim como muitos outros, ficava aficionado por uma agente de polícia ser tão bonita.
          Incomodado com a forma nervosa com que Van Pelt estava naquela tarde, Rigsby não hesitou em fazer uma pergunta que comprometesse o flerte trocado pelos olhares de ambos e então indagou:

— Marie é uma mulher muito bonita. Como você sendo homem poderia resistir? – Rigsby indagou provocando Taylor e Van Pelt com a possibilidade de Taylor ser gay.

— Ele não é gay. – Jane interrompeu fazendo Van Pelt respirar fundo e abrir um sorriso escondido.

         Taylor não deixou de notar que Van Pelt havia suspirado aliviada e, com o sorriso dela, também esboçou uma tímida simpatia que obviamente foi percebida por Jane e Rigsby. Ele já começava a suar pelo flerte quase imperceptível entre Van Pelt e Taylor.

— Se você não é gay, era apaixonado por outra mulher. Afinal, por qual motivo rejeitaria uma mulher como Marie? – Rigsby continuou deixando Van Pelt, ainda mais tensa.

—Ela não era a pessoa ideal para mim. Mesmo o relacionamento não sendo real, era extremamente possessiva. Não largava minha mão nem quando eu ia tirar fotos com fãs e, algumas vezes, me puxava pelo braço impedindo-me de dar autógrafos – Taylor revelou tristemente.

— Alguém assim não poderia namorar um astro que deve toda sua fortuna aos fãs. – Jane disse com um meio sorriso.

— Ela odiava quando alguém nos interrompia em restaurantes ou qualquer lugar. Ficava furiosa, chorava, eu não aguentava mais o drama. – Taylor disse cruzando os dedos nos outros e colocando sobre o joelho.

— Foi por isso que você instituiu que não faria o segundo filme com ela? -Lisbon perguntou complacente.

— Sim. Marie era como um depósito de dinamite. – Taylor acrescentou.

— Ela dava em cima do seu namorado, não é? – Jane insinuou virando-se para Makena que, com o susto, quase derrubou o vaso da escrivaninha na qual se escorava.

— Ela não tem namorado. – Daniel Lautner interferiu.

— Mas ela é apaixonada por ele. – Jane apontou para Josh, deixando-o perplexo e surpreso com a revelação inesperada.

         Makena encheu os olhos de lágrimas e olhando para Josh, saiu da sala correndo e subiu as escadas tão rápido que em poucos segundos seus passos não eram mais ouvidos. A batida forte na porta do seu quarto constatava a teoria do amor não correspondido que Jane havia lançado naquela tarde.

— Senhor Taylor, nós temos imagens que te colocam no corredor do quarto 904, de onde Marie foi jogada. O que fazia lá, já que você era o primeiro a se apresentar?

— Eu estava procurando por ela. Devíamos entrar juntos, mas, eu não a encontrei.

— Então você não a achou e voltou ao salão de festas. Você sabia que antes de você chegar ao salão, Marie já havia sido jogada? – Lisbon indagou.

— Eu não sabia. Eu não a matei. – Falou Taylor de cabeça baixa.

— Quando viu Marie pela última vez? Sobre o que conversaram? – Lisbon perguntou para Taylor, com certa desconfiança, ao mesmo tempo em que olhava uma mensagem que Cho havia enviado ao celular.

— Eu a vi naquela noite. Marie, eu e todos do elenco usávamos o quarto 904 como vestiário. Não lembro sobre o que conversamos. – Disse Taylor.

Jane olhava para os gestos do Taylor, fazendo uma leitura mental superficial como lhe era de costume. Parecia se divertir com tudo aquilo, mas, olhava para Lisbon com uma ternura disfarçada, a policial mais imparcial da CBI era alvo de seus olhares alternados entre ela e todos que estavam na sala, mas, somente Taylor percebeu.
          Lisbon notou os olhares de Jane e virando-se a ele, arregalou os olhos e apontou discretamente para Sara Hicks que parecia apavorada, embora Taylor fosse o foco, o instinto de Lisbon e a sua experiência como chefe de polícia sabia que havia algo errado com Sara.
Jane desviou os olhares do Taylor para seu pai e Daniel esboçou um pouco de incômodo na forma como mexia os dedos das mãos excessivamente. Então, dirigindo-se a Daniel, Jane especulou:

— Você matou Marie? – Jane perguntou ao pai do Taylor.

— É claro que não. Por que eu faria isso? – Daniel se defendeu.

— A carreira do seu filho estava em jogo e o sexo entre você e Deborah não vai bem. – Jane insinuou, seco.

— Mas, o quê? Eu não vou tolerar essa falta de respeito na minha casa, por favor, ponha-se para fora daqui. – Daniel gritou, furioso.

— Você usa a agressividade para convencer as pessoas a fazer o que você quer e quando não consegue? O que você faz? Diga-me, Daniel: você tentou falar com Marie naquela noite? – Jane continuou.

— Saia daqui! – Gritou ainda mais alto assustando a todos.

— Senhor, me desculpe. – Disse Lisbon dando sinal para que a equipe saísse da sala o quanto antes, mas, Rigsby estava com demasiada implicância com o Taylor, então ordenou dizendo-lhe:

— Não saia da cidade. Se lembrar de mais alguma coisa ligue nesse número. – Disse Rigsby entregando um cartão da CBI ao Taylor.

          Antes de sair, Jane olhou para Sara com um olhar especulativo e perguntou na porta da saída, deixando-a ainda mais nervosa:

— Sara. Você que está lendo aquele livro lá fora?

— Sim. – Sara respondeu tímida.

— Não tive tempo de ver o nome do livro. Qual era mesmo?

— Era o apanhador no campo de centeio. – Sara respondeu satisfazendo a curiosidade de Jane. Ele sabia qual de qual livro se tratava. A pergunta foi apenas uma tática para saber se ela estava mentindo e como reagia quando confrontada.

— Escolha de literatura estranha para alguém como você. – Jane encerrou saindo quase arrastado por Lisbon.

Todos a acompanharam, exceto por Van Pelt que ainda admirou Taylor por alguns segundos.
         Lisbon parecia irritada com Jane, mas, nada disse. A conversa havia terminado mal, entretanto, muito havia sido descoberto. Marie queria mais do que Taylor poderia oferecer, era possessiva, temperamental e disposta a tudo para conseguir o que queria ou arruinaria Taylor, caso não conseguisse.
Jane estava intrigado com a publicitária do Taylor, Allison. Ela devia estar muito preocupada, pois proteger a imagem do Taylor era o trabalho dela e, caso Marie revelasse que o namoro era falso, seria demitida. Esse fato dava a ela um bom motivo para jogar a atriz do alto do prédio no qual ela iria fazer uma coletiva de imprensa dali a alguns minutos.
Marie poderia revelar o namoro fajuto, já que não havia conseguido o amor do Taylor, nem lucrar nada, além do status de namorada de ator famoso e um pouco da publicidade que lhe era acessível. Às vezes, um amor intenso termina com um pouco de ódio e uma vontade de arruinar quem arruinou suas esperanças antes.

[...]

         De volta à CBI, Lisbon e a equipe ajudam Cho a verificar as câmeras de segurança do hotel para saber quem do elenco saiu depois que Marie caiu.

— Ei, olha isso! – Disse Rigsby.

— O que foi? – Lisbon indagou olhando para as imagens da câmera de segurança do hotel.

— Taylor Lautner saiu do Hotel meia hora depois do assassinato. – Rigsby revelou olhando a reação de Van Pelt.

— Okay, ele tem um motivo, estava no corredor do quarto em que Marie foi jogada e fugiu da cena do crime. – Disse Lisbon certa de que Taylor era o culpado pelo crime. Olhando para Jane perguntou:

— O que você acha?

— Eu não sei, está muito fácil. – Disse Jane intrigado.

         Jane achou que as evidências apontavam demais para Taylor e já que o crime não poderia ser passional, havia outras pessoas que poderiam ter assassinado Marie: poderia ser a publicitária, a ex-namorada Sara Hicks, que nunca havia deixado de amar Taylor, poderia ter sido Daniel, o pai que gerenciava a carreira do filho a punhos de aço ou alguém menos suspeito.

— Eu acho que foi Taylor Lautner que jogou ela. – Disse Rigsby.

— Ele estava tendo sérios problemas com Marie. As câmeras colocam e Taylor próximo a Marie antes e depois do crime.

— Ele saiu meia hora depois que ela foi jogada, mas, deve ter outra explicação – Insistiu Van Pelt.

— Sair logo depois é o que o assassino faria.  Quero um mandado de prisão para Taylor Lautner agora. Foi ele. – Disse Lisbon.

[...]

Continua...

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8 comentários:

  1. está ótima ,mais com certeza não foi o taylor

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    1. Não dá pra imaginar ele fazendo isso, né?

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    1. Seu desejo é uma ordem. Mais e mais em breve!

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  3. Eu esqueci de comentar no capítulo passado... Achei é pouco a death da mor =D
    Assistindo muito CSI e o próprio Mentalista aprendi que óbvio nunca é óbvio. Então aguardemos.
    Allison tava na minha lista, agora entrou o Daniel e a própria Sara.

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    1. Ah bandida kkkkkkkkkkkkk. Matar a Marie é um desejo antigo, fico feliz em compartilhar com o mundo.

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  4. OMG por favor faço um filme!!! eu leio e releio e nao canso de imagina cada olhar,os suspiros,sorrisos,meu deusss ja to apaixonada!

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  5. OMG por favor faço um filme!!! eu leio e releio e nao canso de imagina cada olhar,os suspiros,sorrisos,meu deusss ja to apaixonada!

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