20 setembro 2015

Fanfiction: Ela é para o meu irmão - 40 Cap.

Capa/Texto Fic: @Jessica_keli// Jessica TLM.

Passaram-se alguns dias, ficar dentro do quarto se recuperando não me ajudou, eu pensava nele 24 horas por dia, não contei as minhas amigas brasileiras sobre oque aconteceu, nem que estivemos juntos um dia. Val me perguntou sobre ele e consegui desconversar muito bem sem que percebesse meu sofrimento.

Continuei tendo contato com todos pela internet, inclusive com o pessoal do colégio que nem me atrevi a ir só para não acabar encontrando ele por ai, muito menos ver a cara da Sarah depois de saber que não estávamos mais juntos.

Makena veio me visitar rapidamente durante os dias, todas as meninas do time estavam ocupadas treinando pesado porque começou os campeonatos finais das regiões próximas caso ganhassem iriam disputar pelo estado de “Los Angeles”, então senti-me mais sozinha se não fosse minha mãe para me mimar e fazer companhia.

Eu me sentia uma garota adoentada, estava acabando comigo estar parada. Evan, Adria e Trevan haviam viajado para o Brasil, Trevan iria visitar sua família e contar a apresentar Adria a eles, mas eles não haviam ido somente por isto.

 Adria tinha trabalho por lá, Trevan foi resolver negócios de trabalho com Allan, irmão mais velho do Evan, eles pretendiam expandir o talento do Evan e seus parceiros da banda que fazia sucesso somente na região do Rio de Janeiro, pretendiam leva-los para o mundo todo se fosse possível. Então, assim seria bom, assim, ele ficaria longe de mim.
Minha mãe e eu ficamos em casa, meu padrasto ligava todos os dias para saber como estávamos, Morríamos de saudade dele. Marli nos fazia companhia e quando o tempo estava muito chuvoso ela dormia em nossa casa para não ter que ir embora naquela agitação do tempo.

 Durante as madrugadas frias que passei acordava ouvindo o barulho da chuva que me fazia lembrar do nosso término, de como tudo terminou tão rápido, tão simples. Não tivemos tantas coisas para lembrar, mais as que presenciamos eram tão intensas. Imaginei não tendo outros dias do lado dele e era essa sequencia de pensamentos que me fazia chorar todas as madrugadas chuvosas.

Saber que ele estava alguns metros dali, mais que eu não poderia falar, nem vê-lo me faziam angustiada, desesperada. Chorando baixinho uma noite, ouvi a porta ser aberta lentamente. Olhei secando minhas lágrimas que caiam com pressa, a luz do abaju ao lado foi acesa.

Os feixes de luzes mostraram o quanto minha mãe sentia a minha dor, o quanto ela estava triste em me ver todas as noites assim. Sentou na cama e me chamou para perto.

Colocando minha cabeça em seu colo, chorei como uma criancinha que havia sido castigada, minha mãe acariciava meus cabelos enquanto sentia minha dor de estar longe dele.

–Chora minha filha.. pode chorar a mamãe esta aqui do seu lado, esta bem? – Sussurrou.
Ouvindo o barulho da chuva, esses dias se tornaram uma rotina de torturas.

Eu só precisava dele comigo.

Passando mais alguns dias, sentada no sofá enquanto o medico especialista no problema do meu pé analisava com atenção, enquanto Marli e minha mãe esperavam por notícias boas.

Analisando meu pé ele sugeriu mais testes.

–Emili, mova seu pé para cima. –tá.. – falei fazendo oque pediu.
–dói? – perguntou enquanto eu subia e descia o pé.
–não..
–ok, isto é muito bom, agora gire ele. – o olhei e ele sorriu.
–pode fazer, confie em mim. – mesmo com receio fiz esperando que meu pé doesse e sorri ao fazer o movimento e não sentir nada.
–que ótimo Emili! – Sorri e minha mãe sorriu contente por me ver finalmente se animando com alguma noticia.
Ela e Marli trocaram olhares felizes e prestamos atenção no medico.
–Bom, estou impressionado, sua recuperação foi muito rápida. – Sorri ao ouvi-lo.
–Eu irei poder jogar vôlei? – perguntei com os olhos abertos, desejando um sim.
–ainda não, mais se continuar com essa recuperação tão rápido, poderá fazer parkour de um prédio de 3 andares para o chão. – Ele, Marli e minha mãe riram, mais ao lembrar que Taylor poderia estar neste momento treinando parkour para o seu filme Tracers me fez deixa-los no vácuo.
Minha mãe percebendo desconversou.
–Bom, então ela não precisará usar mais essa bota no pé?
–não precisará e se você quiser fazer umas caminhadas bem leves poderá esta bem Emili? Vamos aos poucos ok? De descanso para um treino puxado pode fazer seu pé piorar.
–tá.. – tentei sorrir.
Ele se levantou para por suas coisas na bolsa.
–então, qualquer dor, qualquer problema que ela sentir, liguem para mim, ouviu? – Disse gentilmente o Medico para minha mãe, Marli e eu trocamos olhares maldosos, parecia que ele estava interessado na minha mãe, afinal, como chamar atenção dela?
Só sendo atencioso com a filha caçula. Não é mesmo? Deixa o Jonas saber disso!
Quando minha mãe saiu para leva-lo até a porta, Marli riu e sentou ao meu lado.
–você percebeu? Que espertinho.. – riu maldosa.
–deixa o Jonas saber disso – ri.
–a para, Ele é uma delicia! Elegante, gentil.. ah.. por que não entra um medico desses na minha vida! – flertou dona Marli, quase 60 e estava solteirona.
Sorri, – minha mãe não vai enxergar, ela é apaixonada pelo Jonas.
–idai? Dá para tirar uma casquinha!
–minha mãe não é dessas coisas. – a defendê-la Marli riu.
 –Vocês desperdiçam demais sabia?
Parei, pensei, procurei argumentos, mais..
–como assim vocês?
–a para né mocinha, Evan anda de um lado para o outro nessa casa, sem camisa e quase pelado, você sabe quantas coisas você poderia fazer dentro de uma casa com ele?
Sabia que ela estava brincando, então não liguei, somente sorri.
–por que você não procura saber? – brinquei –já que acha que é um absurdo.
–porque eu não tenho o colágeno que você tem né querida! – gargalhou. –ai! eu no meu tempo de menina!
A olhei segurando para não rir, acho que já poderia imaginar porque ela estava sozinha agora, quantas vezes ela aproveitou seu tempo de mocinha? Hahaha.
–e também, além dele, tem aquele gostoso do outro lado! Nossa!
Cortei meu sorriso enquanto ela dizia.
–Pode ter certeza que no meu tempo, eu enrolaria os dois mole! Comigo não tem essa de dispensar um para ficar com o outro.

Fiquei sem graça enquanto minha mãe entrava na sala.

Marli já estava sendo invasiva, sempre tem alguém que sabe um pouco do assunto e acha que sabe tudo, não à culpo, pois ela não sabia o quanto eu estava sofrendo, para ela era algo normal.

Notando minha cara sendo mudada, sendo impossível de disfarçar minha confusão interior pelos sentimento que sentia pelos dois, do nada ela se calou e olhou para a minha mãe.

Corada tentou reparar sua língua grande

–Emili desculpa a brincadeira. Nossa! Que mancada!
Tentei sorrir ainda sentida, –tudo bem.
–A Emili, ainda esta muito abalada com oque houve, né minha filha?
Confirmei com a cabeça, era melhor ela saber para nunca mais ter que agir assim. Minha mãe afirmou.
–então é melhor nós não comentarmos sobre essas coisas, esta bem Marli?
–tudo bem, Emili, me desculpe mesmo.
–tudo bem.. – Sussurrei sem graça.
O telefone tocou, –Deixa que eu atendo. – Disse minha mãe.
Pegando o telefone e ouvindo quem era, alguém disse algo e ela respondeu.
–Sim, ela esta. – fiquei atenta enquanto ela ouvia.
–Serio? Nossa.. quer falar isto para ela? – Disse minha mãe.
Olhei Marli que ainda estava sem graça, mais atenta ao que minha mãe dizia.
Marli cortou minha atenção. –Emi, quer chocolate quente? Vou preparar um chocolate quente para nós três, adoro nesse frio! – se levantou.
–Emili, a Adria quer falar com você. – Disse minha mãe.
A olhei de forma “Já falei que eu não quero falar com essa falsa” então ela insistiu.
–Por favor minha filha, é importante oque ela tem para te dizer.
Olhei em seus olhos, – Por favor minha filha... É importante.
Por ela peguei o telefone e ela sorriu.
–oi.
–Emili?
–fala.
–Emi, você viu quem vai atuar com o Taylor?
Olhei para a minha mãe que parecia já saber oque Adria tinha a me dizer.
–Não.
–Emili ela é uma víbora! Não aceita! Não deixa ela trabalhar com ele, ela me disse umas coisas que. –pera ai, você quer falar de quem?
  Ela ficou em silencio, parecendo ouvir meu tom de voz como um tapa em sua face.
Calmamente com sua voz rouca, –Emili.. é serio, ela é uma cobra, sei que se você pedir a ele, ele dará um jeito de dispensa-la e encontrar outra para o papel, antes que ela assine os contratos se não será tarde demais!
–você, primeiro que não é ninguém para falar de quem você nem conhece direito! Segundo pode ficar felizinha, eu não estou mais com ele!
–Serio, Emili? – disse num tom inocente.
–Evan não te contou? – perguntei irônica, não acreditava que ela não sabia, para mim ela ligou só para me deixar mais insegura em relação a ele. Impossível o Evan não ter aberto a boca para dizer isso.
–Ele não contou, para nenhum de nós dois, Emili, não faz isso, não deixa ele.. vai lá até ele você esta tão perto. pedi a ele que eu sei que ele vai dar um jeito!
–não é tão fácil assim, ele não quer mais nada comigo, graças a você que deixou o Evan  aqui! –Filha não foi só ela. – ignorei minha mãe.
–não foi só eu Emili, eu não poderia obriga-lo a voltar para o Brasil, se ele voltasse iria dizer que o Trevan trabalhava de motorista para mim? a família do Trevan pensava que ele estava na faculdade!
Sem ver o seu lado, a julguei novamente, não seria compreensiva e ela insistiu nervosa.
–caramba! Já pedi desculpas! Oque mais eu posso fazer pra você me desculpar?!
–eu já falei que não irei te desculpar! –minha filha. – interviu minha mãe e ignorei.
Ela ficou em silencio, talvez fingindo estar chorando ou sei la!
Calmamente ela disse, –Emili, eu só liguei para te avisar, pense oque quiser então, já fiz minha parte de te ligar e te avisar, faça oque quiser.
Desliguei o telefone na cara dela e minha mãe estava abalada por nos ver brigando.
–filha se a sua irmã ligou é porque é verdade e
–você acha mesmo que eu irei ir até lá e se meter no trabalho dele? Eu? Mãe, eu não sou nada dele.. – meus olhos encheram-se de lagrimas, as  segurando completei.
–e é o trabalho dele, o que eu poderia fazer? Se ele não quer nem me ter por perto, irá fazer uma loucura dessas de deixar tudo de lado por causa disso, por ter medo dele ficar com uma atriz que eu nem sei quem é.
Minha mãe entendeu da mesma forma, realmente era ridículo. Seria ridículo se estivesse em um relacionamento comigo imagina não tendo.
A ligação da Adria só me trousse frustação e insegurança.
–Essa garota só me traz frustação, agora eu estou mais insegura!
–não Emili, sua irmã tem razão de te ligar, se ela conhece a garota e diz que ela não é flor que se cheire então ela como sua irmã esta certa, ela só queria o seu bem, ela não sabia que vocês ainda não estavam juntos.
–e porque você não disse? Porque você e o Evan não disseram?
Ela ficou sem graça. –Quando o Evan brigou com o Taylor, Adria e o Trevan haviam acabado de sair para viajar, né?
–sim, oque isso tem haver?
–quando ele estava ajeitando as coisas para encontrar com eles no Brasil depois da viagem que eles dois estavam fazendo, pedi que não comentasse nada sobre o Taylor e sobre você.
Estranhei. –porque?
–porque não queria sua irmã preocupada com isso, eu achei que ela ainda gostava do Taylor, achei melhor não deixar ela saber disso, as coisas estão tão bens.
–mãe, esta vendo, nem você confia na Adria.
–não. minha filha eu confio, agora confio, você não vê e nem sabe porque não conversa com ela.. ela esta tão apaixonada, eu nunca vi a sua irmã tão feliz, se preocupando com o próximo, o Trevan fez ela mudar tanto, que nem mesmo eu acredito. – seu olhos encheram-se de lagrimas imaginando todas as coisas que Adria estava fazendo para mudar.
Estalei a língua descrente. Quanto mais ouvia seus elogios mais irritada eu ficava e ela insistiu.
–agora eu confio, então, eu não te pediria para dar uma segunda chance a ela se soubesse que ela poderia não mudar.
Respirei fundo lembrando do Taylor me pedir varias vezes para notar as mudanças da minha irmã, de dar uma segunda chance a ela. Ela me despertou.
–sei que você sabe como é esperar por uma segunda chance. – ela mexeu em uma ferida, meus olhos se voltaram para os dela, fazendo –me lembrar dele e ela completou.
–imagina o que ela sente todos os dias minha filha, ela espera pela sua segunda chance, como você conta os dias para a sua. – indaguei.
–não quero mais conversar, chega. – cortei passando por ela e indo apressada para o meu quarto, tranquei a porta e segurei o choro.
Secando as lagrimas olhei para o computador e despertou-me a curiosidade de saber quem era a atriz.
Me sentei apressada na frente do computador coloquei no google.
Rapidamente entrou e digitei “Nova atriz que supostamente trabalhará em Tracers com Taylor Lautner”

Apareceu varias fotos, nunca tinha ouvido falar da atriz, seu sobrenome era diferente. Dei um clique em cima do seu nome “Marie Avgeropoulos” dei um clique em imagens e então apareceu poucas imagens, ela era bem bonita, cabelos castanhos, olhos claros,  seu rosto tinham traços fortes no queixo. Se Adria estivesse falando a verdade, eu deveria me preocupar. Mais também me preocuparia de qualquer forma, só de ver o quanto ela era linda.

Passei as mãos no rosto imaginando quando ela o conhecesse, ele era incrível, qual a mulher que não se encantaria por ele? Ele era homem, solteiro, oque o impediria de se apaixonar por ela? Meus olhos mostraram oque meu coração dizia, Desespero de perder oque não era mais meu.

Se quando somente fã, me batia desespero, imagina tê-lo como tive e ter o perdido?

Houve uma batida na porta e rapidamente sequei meus olhos.

–pode entrar..
–Oi, sou eu – Disse Marli com a bandeja na mão.
–Trouxe um chocolate quentinho para gente.
Sorri me esquecendo do seu furo minutos atrás.
Ela colocou a bandeja ao lado e peguei o chocolate.
–ai.. obrigada Marli, era tudo que eu precisava agora.. – Ela riu. –que bom que eu acertei.

Ela olhou para o monitor, leu oque estava escrito na pagina do google e as fotos da Marie que fez entender oque eu estava procurando.

Já havia noticias, inclusive 20 minutos atrás postados pelo o nosso site. Alexia não perdia tempo. Onde tinha a foto dele de um lado e a foto dela do outro.

–Ela é uma moça bonita.. mais ainda preferia a sua irmã fazendo o papel.
Tentei sorrir e ela olhou bem no meu rosto.
–Sabe, eu acho que vocês irão voltar um dia.
–Eu espero por isso, mais isso só depende do que ele fizer longe de mim. – sorri imaginando se ele começasse a se engraçar pro lado dessa garota.
–ele gosta de você, porque eu ouvi quando ele disse e o quanto ele queria quebrar a cara do Evan por isso, acho que vocês só precisam mesmo de um tempo.
Sorri sem graça, por que todos falavam isso? Eu não quero tempo! Eu quero ele! Que raiva!
–olha oque a pressa de vocês causaram.. – afirmou e continuou. –Você anda triste pelos cantos, insegura, nem parece a mesma Emili que chegou aqui..
Ela tinha razão, eu havia mudado tanto, não era mais a mesma Emili animada, que era.
–Seu pé esta melhor certo? Por que não volta para o seu estagio?
Por um momento pensei, pelo menos voltaria para escola e para o meu estagio, coisas que fariam minha mente distraída.
–É.. – sorri.
–e ai você vai assistir o treino quando as meninas voltarem, sua mente vai ficar ocupada, quando você estiver emocionalmente melhor, quando souber racionalmente que esta bem para encara-lo e resolver oque quer, você então apenas, o procure e resolva, mais dê um tempo para você.
Gostei das suas sugestões e demostrei com um sorriso.
–vai no salão, faz uma mudança, compra roupas novas, começa tudo de novo como se você estivesse chegando nos Estados Unidos agora. Oque irá perder com isso?
Ri vendo sua animação por me ver dando ouvidos a ela.
–Boa ideia Marli, irei ouvir os seus conselhos. – Sorri.
Ela deu uma piscada.
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 No dia seguinte, resolvi sair com as duas para comprar roupas, ir ao salão de beleza fazer as unhas e o cabelo, mudar totalmente.
–Corta o cabelo Emili. – Disse minha mãe quando eu estava sentada na cadeira do cabelereiro.
–não esta doida Suêmi? – cortou Marli.
–mãe, nada de cortar cabelo, meu cabelo assim esta ótimo.
–posso dar uma opniãozinha? – perguntou o Cabelereiro gay.
Confirmei, afinal, precisava de sugestões, eu estava muito sugestiva a tudo.
–não precisa cortar, seu cabelo grande é perfeito e combina muito com o seu rosto, vamos fazer umas luzes bem fraquinhas para realçar mais seus olhos, oque acha? – Sorri para ele dando a entender que adorei sua ideia.
Ele me mostrou varias fotos de famosas que se deram bem com as cores que ele queria usar em mim, então não optei para-lo.
–pode mandar haver. – ele bateu as pontas dos dedos sorrindo. –ai... isso, vamos lá!

Cortando as pontinhas ali e aqui, passando tinta lá e aqui, finalmente estive pronta. Ao me virar para Marli e minha mãe ver elas abriram a boca parecendo pasmas. Ok, era muito suspeito vindo delas, já que estavam querendo me deixar mais animada com qualquer coisa. Junto com o apoio do cabelereiro me fazendo me sentir uma criancinha que fez os primeiros rabiscos no papel e alguém elogiar como se fossem artes caras. “risos”

–Ok, esta ótimo.. muito obrigada pela sugestão.
–de nada amore, você esta mais linda!
Ao sairmos ouvi uma garota pedi-lo para fazer o mesmo em seu cabelo e minha mãe não deixou de comentar.
–esta vendo como você esta linda?
–mãe, ela só queria o cabelo igual ao meu. – caminhei mais depressa, finalmente podendo usar os dois pés normalmente.
Passou três dias e conversei com Makena pelo telefone, ela disse que estava tudo indo muito bem e que sentia minha falta, mais não comparava a falta que ela me fazia aqui. Contei as novidades que fiz e que meu pé finalmente estava melhor, mais não ao ponto de voltar a jogar.

Já estava tudo certo para voltar ao estagio e teria um trabalho importante para fazer em outro estado e graças a Deus iria poder viajar e sumir por um tempo dali. Porque olhar todos os dias para a casa da frente era uma angustia, uma medo de ver e ao mesmo tempo não querer ver, de chegar e ver e não dizer “oi” ou o medo de ver dizer. Nossa!

Depois de convencer a minha mãe que eu ficaria bem em Nova York, consegui arrumar minhas coisas e ir para o aeroporto com a equipe que me acolhia, eles eram todos bondosos, acolhedores, tudo era a Emili a mais nova na equipe, tanto na equipe quanto na idade, eles me ensinavam cada dia mais, estaríamos 3 dias em nova York para ajudar nas fotos de um catalogo importante para um lançamento de roupas e auxiliaríamos a equipe do comercial.

Chegando em Nova York, pediram sigilo em nosso trabalho até segunda ordem, então apenas sabíamos que estávamos ali para fazer o trabalho, mais nossos superiores estavam sigilosos demais.

–que besteira. – Disse nossa líder ouvindo seu superior no celular enquanto esperávamos de manhã cedo no hotel.

–o que há de errado? – perguntei Rick que estava olhando para ela curioso tanto quanto eu. Ninguém mais estava curioso além de nós.
Sentados nos bancos todo mundo cheio de sono.
Rick soltou um ar de risada, –você sabe sobe alguma coisa?
–só sei que viemos para fazer o trabalho, não disseram onde nem com quem.
–então.. é oque ela também sabe.
–Nossa! – Sussurrei, que roubada, imagina a minha mãe sabendo disso? ”Risos” Afirmei que eu estava segura nessa viagem, não imaginava que passaria uma irresponsabilidade dessas dentro de uma empresa. Despertei-me
–Então esta bem! Venha logo! – gritou no celular e desligou.
Todo mundo olhando para ela vendo o quanto ela estava nervosa ela nos olhou.
–O que foi? Não me culpem esta bem, ele já esta vindo, Ele só não queria me dizer onde é, acha que um de nós pode espalhar a noticia por ai.
–porque? – perguntou outro da equipe, antes que ela respondesse nos levantamos ao ver uma van chegar.
–Há! Finalmente! Vamos pessoal entrem.

Olhei Rick e ele deu de ombros por não sabermos de nada e entramos.
Quando chegamos a um galpão bem grande e meio escuro me preocupei, que lugar era aquele? Estava um silencio, ao descermos da Van todos nós trocamos olhares.

Eu conhecia todos, mais o mais próximo era o Rick que também era Estagiário, só que antigo.

Então não nos desgrudamos.
–Emili, isso esta parecendo aqueles filmes de vendedores de órgãos. – Ri baixinho vendo a nossa Lider Larissa se afastar para ligar para seu superior novamente.
–por que?
–porque, já pensou chega um monte de homens armados prestes a nos levar para um lugar e rancar nosso órgãos? – gargalhei colocando a mão na boca, ele era muito brincalhão mais havia viajado.
–nem posso te culpar, não posso defender este lugar horroroso. – Sorri.
Ele tinha 25 anos e sua aparência era atraente e o seu jeito brincalhão o deixava mais bonito ainda. Mais era um colega de trabalho muito respeitador.
O portão alto que escondia tudo que tinha dentro do galpão enorme, foi aberto oque nos deixou atentos.
–se for merda a gente corre Emi. – falou e os outros ouviram e riram.
Depois do portão ser meio aberto a Van saiu, ficamos mais tranquilos ao ver vários equipamentos que costumávamos usar para as fotos, então já sabíamos que estávamos em um lugar seguro. Rimos ao ver e nossa líder finalmente mostrou-se aliviada.
–Roberto! Porque essa palhaçada toda! – Disse ela abrindo os braços.
–calma minha jovem.. esta muito tensa. – Disse ele sorrindo tranquilamente.
Olhou todos nós se reunirem atrás dela, –Pessoal, a Linda esta  lá em cima esperando vocês para começarem.
–Esta bem – formamos um couro e nos retiramos.
–quem é Linda? – perguntei Rick.
–Ela é responsável por nós aqui, inclusive pela Larissa, por isso ela estava tão nervosa, tudo que ela disser para você fazer você faz sem perguntar ou opinar, ok?
–porque? – perguntei sorrindo.
–ela não é muito doce com os estagiários e é mandona demais, se quer continuar aqui, é um conselho de irmão. – piscou.
–obrigada pelo conselho. – sorri enquanto subíamos as escadas para chegar há uma cobertura que mostrava uma vista incrível da ponte do Brooklin, como éramos os últimos a subir os degraus, os que chegavam nos chamou atenção seus “–ai meu Deus..” e em seguida “–Ai MEU DEUS!” Rick e eu trocamos olhares e esperamos os outros subirem para ver oque tanto surpreendiam eles.
Subimos finalmente podendo ver com nossos próprios olhos aquela vista linda.
Sorri olhando o lugar, o vento batia em nossos rostos e fios de cabelos incomodavam meus olhos. Ao ouvir outros –Ai Meu Deus!  Em nossa frente olhei para ao lado sentindo minha alma vibrar.
Paralisada ouvi uma das meninas sussurrar; –Olha quem esta ali, Ai meu Deus é Taylor Lautner, ahhh!
Senti meu sangue ferver em todas as minhas veias, meu coração palpitar em meus ouvidos.
Por que agora? Eu só queria sumir! 

4 comentários:

  1. Muito, bom estou amando. Parabéns!

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  2. O destino sempre nos fazendo ter esperança! Estou feliz pela Emi ter resolvido sair da bad mas estou eufórica pelo próximo capítulo.

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