06 setembro 2015

Fanfiction: Fighter - Capítulo 6: Especial de Natal



POV JAKE


- Jake sério, isso vai dá problema.  – Quil tentava a todo o momento me fazer parar. Eu não consegui.
Peguei o cachorrinho que tinha seus dois meses, ainda era a coisa mais fofa do mundo e até agora não mixou em nenhum canto. Mas, nada me importava, nem que ele destruiria meu travesseiro, cagaria em todo canto, me lamberia quando eu não queria, ou que latisse a noite toda. Nada me importava, só os olhos brilhantes da baixinha quando vê-lo, quando entregá-lo como meu presente de natal.

Era nosso primeiro natal juntos, Nessie já estava em casa há um mês. Logo o apartamento dela e da Claire ficaria pronto e tinha que ter um modo de deixa-la por perto. Daria o cachorro, ela ficaria encantada, e ele ficaria em casa – já que no prédio das meninas animais não pode nem entrar, quanto mais morar lá. Uniria o útil ao agradável.  Além de ele me fazer companhia quando Nessie não estivesse mais lá, Nessie visitaria o cachorrinho todos os dias praticamente.
Nessie estava em casa, junto com Claire aprontando a ceia de natal. Nunca pensei que Nessie fosse tão apegada a essa data, mas percebi assim que ela me perguntou na segunda semana de dezembro aonde estava a arvore e os enfeites, eu disse que estava na loja e ela me obrigou a ir então comprar. Compramos uma arvore de 1,50m de altura bem decorada com bolas em amarelo e vermelho assim como sininhos, papais nões e, além disso, comprou luzes coloridas para colocar enfrente a minha casa e na arvore. Imagina o quão zuado nós fomos? Qualquer pessoa que passava alguma hora em casa me zoava depois.
Agora com estado zen que me encontrava as pessoas não tinha nem medo mais. As aulas de natação tinha dado certo, e eu já sabia quase nadar, Nessie era uma ótima professora, principalmente quando tenta mandar em mim.
Esse natal seria maravilhoso, tinha convencido a Nessie depois do jantar a passar os últimos minutos do dia 24 na casa do meu pai então eles se conheceria. Eu já tinha falado com o meu pai e os meus irmãos, Seth, Paul e Embry iria estar também em casa, até mesmo Paul que era do exercito americano tinha conseguido vir pro natal. Eu estava ansioso. Alguns minutos depois do jantar estaríamos sozinhos em casa, já que Quil e Claire iriam ver meus tios antes de todos se dirigirem para casa do meu pai. Esse momento sozinho seria muito importante para dar-lhe o presente e falar o que eu estava querendo faz tempo. Tinha decidido que finalmente iria me declarar, a baixinha tinha que ser minha. Ela tinha que me aceitar.
Coloquei o cachorro no carro de Quil e fomos a casa de Sam para deixa-lo lá enquanto não é a hora, quando ser, ele vem entregar o bichinho.
Estava tudo certo, tudo planejado e esperava que a minha baixinha deixasse eu me declarar e me aceitar acima de tudo.
POV NESSIE
- CLAIRE! – eu gritei e ela quase virou a panela com agua fervente sobre o fogão. Ela estava desligada e não estava prestando atenção no ponto do molho que estava ao lado da agua fervente.
- Você ia se ver comigo se essa panela virasse. – Claire estava brava – Dá para parar um pouco de ser hiperativa no natal? – ela me olhava.
- Eu quero que tudo dê certo. É nosso primeiro natal sem a minha mãe estragar tudo. É nosso primeiro natal com a nossa nova vida. Eu sei, também estou com saudades dos seus pais e com eles estaria perfeito aqui. Mas, também é o primeiro natal com os meninos. – eu estava nervosa.
Sempre fui assim no natal, mesmo que minha mãe aparecesse de surpresa e acabasse com a festa. Natal sempre significou muito para mim. Acho que foi meu pai que colocou isso na minha cabeça desde pequena, quando se vestia de papai Noé para entregar-me o meu presente. Ele sempre falou que a época do ano mais especial é o natal e que sempre devemos dar a importância que ele merece. Natais são datas magicas.
- Falou tudo agora: primeiro natal com os meninos. Isso é o principal, não digo por que estou com Quil. Mas, porque Jacob fez você viver novamente. Nunca pensei que poderia ver sorrindo com frequência como agora. E acho que você deve se abrir. Como você mesmo fala, natal é uma data importante e magica, porque então não se abre com o Jake? Está na cara que você está apaixonada por ele, e ele perdidamente apaixonado por você! Pare de ter medo, por ele ser parecido com o seu pai, por ele ser um lutador e você ser uma ex. Porque não se abre com ele?
- Você está delirando... – minha voz saiu tremula e ela estreitou o olhar. – Somos amigos e eu prometi a mim mesma, que não entraria nessa outra vez. Não quero mais esse mundo pra mim.
- Mas, você está com ele. Querendo ou não vocês são quase casados! Para de mentir para você e para ele. Você pode ficar com ele e não se envolver novamente nas lutas. Ele não vai ser o seu pai. Você não vai perdê-lo por isso.
- Quem me dá a certeza disso? – eu me irritei. – Ninguém pode dar a certeza que Jacob sempre ganhará todas! Ninguém sabe como ele reagirá quando perder uma luta. Eu não quero isso. Não de novo. Eu já perdi, quase morri por isso. Assim como o meu pai morreu por causa desse maldito esporte. Não quero estar perto quando isso acontecer novamente.
- E se isso acontecer? Você vai sumir do mapa, ele é seu amigo! Vocês vivem juntos.
- Amizade é diferente de namoro. – tentei desconversar.
- Não quando se aplica a vocês dois!
- O que não aplica a quem? – Jake entrou na cozinha sorridente, deu-me um beijo no rosto e outro em Claire. Quil fez o mesmo procedimento.
Os dois saíram de manhã e até agora não voltaram. Nenhum de nós sabia onde eles estavam.
Eu estava mais vermelha do que um pimentão, uma por que a discursão estava acalorada e dois, porque Jacob estava me olhando tentando saber o que tinha se passado na cozinha.
Parece que ele sabia que estávamos falando dele e de mim.
- Nada Jake. Nessie estava falando do seu presente de natal. – e Claire era a pior pessoa do mundo para mentir. Ele não quis prolongar o assunto e começou a me ajudar com a comida.
Claire e Quil foram para o quarto por um momento e depois voltaram dizendo que ia comprar as bebidas para o jantar.
- O que você comprou para mim, baixinha? – ele perguntou enquanto lavava a louça.
- Não posso falar, só no natal. Amanhã. – eu sorri.
- Você é muito má quando quer, baixinha. – ele alfinetou. – Hoje mesmo vou entregar seu presente, tenho várias surpresas para esse natal. Espero que goste baixinha.
Não sei se foi porque ele falou sério, ou se ele falou no plural ‘Surpresas’, eu só sei que meu coração acelerou a mais de mil por hora.
Isso porque me veio ‘apresentar namorada nova’ na minha mente. Vocês podem achar que eu sou louca ou qualquer outra coisa. Mas, Jake estava saindo muito depois que eu comecei a conversar com Jared. Não chegava a dormir fora de casa, mas chegava de madrugada. Enquanto eu não o tinha do meu lado, a quentura perto e ele me protegendo, não conseguia dormir direito.
Isso poderia ser um namoro. Poderia e só essa duvida fazia meu estomago se revirar. Eu não admitia que pudesse ficar com ele, mas, morava na casa dele e isso seria impossível de conciliar se estivesse realmente de namorada nova.
As falas de Claire vieram à mente, eu sei que estava com ele. Sei que se alguma coisa acontecesse eu sofreria o mesmo tanto quando se realmente namorássemos. Mas, para mim, ficar com Jake era bem mais do que namorar, nós não se largava e isso só pioraria se namorasse ele. Tinha a certeza que ele não escolheria a mim quando fosse preciso. Assim como o meu pai  não escolheu, quando eu pedi.
Jacob tinha me convencido a ir conhecer o pai dele e os irmãos. Isso me deixava ainda mais nervosa. Ele não seria louco de levar eu e a nova namorada não é? Às vezes eu penso que sim. Jacob era muito sem noção.
Preferi deixar isso para depois, e fui me arrumar depois de aprontarmos o jantar. Coloquei um vestido azul claro rodado com algumas flores. Arrumei meu cabelo com um pouco de cachos, valorizando as minhas luzes, fiz uma maquiagem combinando com o vestido e o sapato era banco, combinando com as flores.
Sai do banheiro e Jake estava no quarto me esperando. Ele vestia jeans escuro, camiseta polo roxa e sapa-tenis. Ele estava divinamente lindo. Ainda mais do que os dias. O sorriso era o mais bonito do look. Ele tinha se superado sem a minha ajuda. Certo que Jake ficava lindo com qualquer trapinho. Mas, hoje era especial.
- Nossa baixinha. Está maravilhosamente linda. – ele veio até mim, pegou-me a mão e depois me rodopiou, o vestido levantou. – Não deixe que meus irmãos façam isso. Só quero que eu enlouqueça, por favor.
- Sempre ciumento. – eu sorri.
- Para sempre, baixinha. – ele então me pegou pela mão para irmos jantar.
Encontramos Claire se pegando com Quil na cadeira mesmo. Rimos e eles pararam. Claire vestia um vestido caído nos ombros rosa com detalhes em vermelho. Ela estava linda e comportada, principalmente porque iria ver os sogrinhos, ela não era louca de ir bem a vontade pra lá. Quil vestia jeans preto e camisa social lilás com uma camisa normal branca por baixo, obra de Claire é claro.
O jantar foi bem tranquilo, os meninos se fartaram com a comida – realmente preparamos um banquete. Os vinhos foram tomados pelas meninas, as cervejas pelos meninos e ao final do jantar todos estavam bem alimentados.
Depois Claire e Quil foram para casa dos pais do Quil, para depois encontrarmos na casa de Jake a família toda. Eu não me sentia a vontade de ir a essa noite de natal com a família toda de Jake, isso não era certo.
- Jake, acho melhor não ir a casa do seu pai. – disse olhando para o quarto enquanto Jake estava no banheiro.
- Como assim? – ele falava com a boca toda cheia, pois estava escovando os dentes. – Nós já conversamos isso, baixinha. Quero que conheça meu pai, meus irmãos, meus tios.
- Porque tudo isso Jake? Mais pessoas pensando que temos mais do que amizade. – eu argumentei e pensei ter escutado ele falando: ‘só não namoramos, porque não quer’. – O que você falou Jake?
- Nada – ele desconversou e disse que tinha uma surpresa. Assim que ele falou isso à campainha tocou.
Meu coração se acelerou pensando em uma morena alta e esguia, com penas grossas e vestido curto, cílios postiços grosseiros e seios fartos.
Jake não podia fazer isso comigo. Está bem, eu sei, que é egoísmo da minha parte, pois sempre fico brava com Jake se ele tenta espantar alguém de perto. Mas, eu não queria que fosse uma namorada nova essa surpresa.
- Jake, não sei se quero saber dessa surpresa. – eu falei alto antes dele abrir a porta.
- Fique tranquila, baixinha. Eu sei que vai amar. – ele sorriu e abriu a porta.
Meu coração foi na boca. E então... O Sam apareceu na porta, com as mãos para trás segurando uma coisa. Minha cabeça girou, pelo amor de Deus! Será?
Claro que não Nessie! – minha mente berrou quando eu pensei que Sam era a namorada. Mas, eu já tinha certeza que Jake não cortava pros dois lados.
- Oi Nessie. – ele acenou e entregou uma caixa para Jake. – Feliz natal! – ele desejou – Jake toma que o filho e teu. Ele me deu muito trabalho e você me deve uma. Quer dizer várias! – ele riu e cumprimentou Jake que agradeceu.
Depois ele foi embora e pronto.
- Pra você, baixinha. Feliz natal! Não aguentei entregar só isso amanhã. Acho que Sam também não aguentaria – ele riu alto, mas percebi que estava nervoso.
Peguei a caixa que estava pesada e aberta, assim quando passou as minhas mãos escutei um latido.
Abri instantaneamente a caixa e o cachorrinho pulou em mim. Ele era a coisa mais linda do mundo, e fofa também! Ele era pequenininho, parecia ainda filhote, era um Beagle hiperativo nas cores marrom e branco.
Cachorro sempre foi minha maior paixão desde criança. Meu pai me deu o Duque com três anos e ele conviveu comigo até meu pai morrer, depois de alguns meses que meu pai se foi o Duque morreu. Minha mãe depois disso nunca mais deixou ter cachorros em casa.
Esse era o presente mais lindo de todo o universo. E o mais lindo que recebi em toda a minha vida. Ele tinha acertado em cheio. Eu tinha amado o presente e ele tinha me conquistado mais ainda.
Não sei o que me deu quando dei por mim, eu estava abraçando Jake tão forte com o cachorrinho no meu outro braço.
- Muito obrigado Jake! – eu beijei o canto de sua boca. Não sei porque, eu acho que o vinho e a alegria do novo animal de estimação aguçou minha loucura.
Quando ameacei recuar por causa do que tinha acabado de fazer, Jake me manteve colada a ele, atada a ele. Ele me olhou nos olhos, no fundo deles. E ali eu vi, todo o amor, toda a esperança que ele tinha em mim, toda a vontade de me ter para sempre assim tão próxima.
Ali eu não tive dúvidas, era véspera de natal, daqui a uma hora era natal! Tempo de renovação e esperanças em coisas melhores. Eu precisava dele, eu precisava falar isso. Eu precisava aceitar isso.
Nossos lábios foram se aproximando enquanto o olhar dele não saia do meu. Nossos lábios se tocaram assim como naquele dia da piscina – do meu sonho se tornando realidade. Os lábios dele eram macios e se encaixavam perfeitamente com os meus. Em uma sincronia perfeita, sua língua explorando todo o comprimento dos meus lábios, assim como a minha os seus. Era uma dança perfeita. Era um beijo apaixonado, era o nosso beijo. Não sei como, mais o cachorrinho não estava mais em minhas mãos e elas foram parar nos cabelos de Jake, o puxando mais para mim. Assim como ele apertava minha cintura para grudar nossos corpos ainda mais. Eu queria ficar assim, no nosso mundo perfeito. Aproveitando Jake assim para sempre comigo. Eu queria que esse beijo nunca acabasse. Eu queria ter a certeza que seria certo e que não sofresse.
Mas quando teria essa certeza? Eu já tinha a certeza que longe de Jake era muito mais do que poderia aceitar. Só de pensar em outra novamente com ele, beirava a loucura. Ele era assim também. Eu poderia ver em seus olhos. Eu poderia ver na sua obsessão por me manter por perto. Mas, será que isso era saudável, para mim? Para ele? E se eu fosse a perdição dele? Se ele não fosse mais o Jake de sempre? Se eu sofresse e o fizesse sofrer?
E eu só o puxava mais para mim, como se fosse possível fundíssemos era o que eu e ele queríamos. Se tornar um só.
Minha mão foi parar agora na sua camisa, amarrotando-a e levantando-a, enquanto Jake desceu seus beijos em meu pescoço. Suas mãos subiram um pouco mais até o zíper do meu vestido.
Foi ai que percebi que era melhor parar.
Desci sua camisa e me afastei um pouco. Ele me olhou como se tivesse feito alguma coisa de errado.
- Desculpe... – ele falou, seus olhos cheio de medo.
- Acho melhor pararmos. Seu pai está nos esperando. – Eu o abracei e ele correspondeu dando um beijo na minha testa.
Percebi que o cachorrinho estava nos nossos pés, pedindo atenção. Será que tinha o derrubado? Acho que não, ele estava intacto e hiperativo, latia e latia pedindo atenção. Peguei-o.
Jake parecia tentando assimilar se fora um sonho ou não. Ele continuava quieto e mantendo-me por perto.
- Está tudo bem, Jake? – eu perguntei.
- Quero que me responda algumas coisas, Nessie... – eu nunca tinha o visto assim. – Isso não foi um sonho né? – eu assenti. – Você não vai fugir? – ele perguntou novamente, eu assenti outra vez. – A noite inteira eu fiquei esperando o momento para me declarar. Dizer que a queria só para mim, que não aguentava mais ser seu amigo, pedir, implorar para você me aceitar. E ai você me beija. Eu não sei o que aconteceu. Mas, Nessie não vai embora está bem? Pela primeira vez desde quando minha mãe morreu me sinto tão feliz. Eu sei, consigo ver em seu rosto que você tem medo de sofrer, que eu a faça sofrer. Mas, deixe-me tentar, prometo que farei de tudo para ser uma pessoa paciente e vou te fazer muito feliz. Só, por favor, fique aqui e não vá embora. Não vá embora, não me deixe.
- Eu vou ficar Jake. Não sei por que isso é tão grande. Só sei que quando sai da minha cidade, jurei a mim mesma não me envolver com encrenqueiros, muito menos com lutadores. Mas, você apareceu, e foi me conquistando cada vez mais. Eu tentei mentir pra mim mesma, e para todos, fingir que era só amizade, mas não era. – ele sorria, mas mantinha sua mão na minha cintura, deixando-me presa a ele. – Mas, é natal, dia de renovações. Eu quero não sentir medo do que possa acontecer. Eu quero ficar com você. – ele me beijou quando falei isso. E eu queria mais. – Mas, preciso te contar o que eu já fui.
- Isso não vai mudar nada pelo que sinto por você. Não precisa me contar.
- Preciso sim – eu respirei fundo. – Eu fui lutadora profissional. Mas, fraquejei e desisti dessa vida. Eu fui uma promessa grande no boxe feminino, mas não deu certo. Eu sempre fraquejei, fui à decepção a todos que um dia acreditaram em mim. Por isso, depois que me aposentei quis viver minha vida sem nada relacionado a isso. As lutas me deram perdas significativas e até hoje tento reconstruir o legado que elas destruíram. O meu medo sempre foi me envolver com um encrenqueiro ou lutador, porque isso me faria sofrer novamente. Tantas coisas podem acontecer com pessoas assim. Eu tenho medo que aconteça isso novamente. E tantas coisas a mais! Não sou a garota certinha ou as galinhas que você já se envolveu. Eu quero que dê certo, mas, eu sou assim: pessimista ao extremo. A vida me tornou assim. Mas, ela também me trouxe você. E quero aceitar isso e ser feliz. Quero que dê certo, Jake...
- Vai dá certo baixinha. – ele me abraçou ainda mais e o cachorrinho estava ali nos olhando, quieto. – Sabia que tinha alguma coisa relacionada a isso. Você sempre foi muito forte para a sua baixa estatura. – ele riu e eu bati em seu ombro. – Já me batendo baixinha? Ainda nem estamos na cama. – ele brincou e eu fiquei vermelha.
- Para de brincadeira. Precisamos ver seu pai. – eu olhei para o baixinho, é, esse seria o nome do cachorrinho. – Podemos levar o baixinho também? – Jake gargalhou alto.
- Baixinho? Ele é homem, baixinha, que nome mais gay é esse? Fora que é estranho. – Ele continuava rindo.
- O baixinho é meu e eu que escolho o nome. Se ele for gay, continuarei ser sua dona. – eu disse e o baixinho ficava atento quando dizia seu nome. – Viu ele gosta! Né baixinho? – o cachorro latiu.
- Ok. Venceu. – ele riu outra vez. – Respondendo a sua pergunta, podemos sim leva-lo. Meus irmãos vão adora-lo e zuar com ele também. – ele então voltou a olhar nos meus olhos e depois me beijou novamente. – É o melhor natal da minha vida.
...
         O pai do Jake atendeu a porta, olhou primeiro para mim, depois para a nossas mãos entrelaçadas, por último viu o baixinho no meu colo.
- Que bom que chegou, moleque. Já está atrasada. – ele abraçou a Jake e depois a mim.
- Tivemos que resolver assuntos importantes. Pai – ele virou para mim. – Essa é a baixinha... Quer dizer Renesmee Swan, minha namorada. – ele falou com o maior orgulho no mundo e eu estava vermelha como sempre.
- Prazer, Renesmee, sou Billy Black, pai desse moleque. – ele sorriu e me abraçou novamente. – Ainda bem que se entenderam, - eu olhei para Jake que deu de ombros. – Não aguentava mais Jake falando que gostava de você, mas era só amizade. Nem parecia meu filho. – ele riu e pediu para que entrássemos. – Entrem, Renesmee pode ficar a vontade, a casa e sua filha. – ele falou carinhoso, com um carinho incomum de pai.
Billy ainda estava bem enxuto, pouquíssimos cabelos brancos e um corpo sem barriga de chop.
Logo conheci os irmãos hiperativos de Jake, Seth era o mais engraçado e se parecia muito com o Jake, só na altura que era mais baixo. Paul era mais alto de todos os irmãos, também era o mais sério, além de ser o mais velho, ele tinha pele mais morena que Jake e o corpo mais esguio. Embry era o mais novo dos três, mas Jake era o caçula da família. Embry era o mais baixo da família, as também era extremamente definido. Os cabelos eram castanhos assim como o Seth e os olhos eram mais claros que os outros três. Todos eram muito bonitos e pegaria fácil qualquer garota. A família Black era bem dotada da beleza.
Claire apareceu e viu que eu e o Jake estávamos juntos, fez um escândalo e disse que ia conversar com Jake depois, mas que estava muito feliz por finalmente terem escutado a ela e ser felizes juntos sem palhaçada de amizade.
Conheci os pais de Quil, dona Marta e Sr Josh Atera. Eles também eram ótimas pessoas.
Todos quiseram conversar comigo nõ acreditando que Jake estava realmente namorando. Eles disseram que eu fora a única namorada que ele trouxe para casa. Assim como o pessoal da faculdade, todos queriam saber o que eu fiz para amarrar Jake de vez. Só que eu não contava e ria com eles quando faziam brincadeiras.
Meu sorriso não me abandonou assim como o baixinho que ficou em mão em mão para depois voltar para mim. Os fogos estouraram, cumprimentamos a todos e Jake fora o primeiro.
- Feliz natal baixinha, que seja o primeiro de todos os natais felizes que vamos ter. – ele sorriu e me beijou sendo acompanhado com um coro do seus irmãos.
- É o melhor natal e todos. Primeiro de muitos. Feliz natal, Jake! – respondi e mais uma vez o beijei. 
Muitos comprimentos e eu estava muito feliz. Parecia em família mesmo e que os conhecia de tudo tempo.
- Que você seja muito feliz, Nessie. E que faça muito feliz o meu menino, ele merece. – Billy falou assim que me cumprimentou. – Feliz natal minha filha! – e ele tinha falado como o meu pai dando um beijo na testa. Os olhos encheram de lagrimas de felicidade. Sabia que meu pai estaria aqui, e estava feliz pelas minhas escolhas.
Jake logo me tomou em seus braços com o seu sorriso encantador. Nunca tinha o visto tão feliz e esse sorriso era diferente, era o meu sorriso. Era o meu sol no meu mundo encantado.
Eu estava feliz, como nunca estive antes.
Feliz natal!

2 comentários:

  1. OMG! Eu simplesmente xonei nessa fic. Eu qro mais capítulos. Mais,mais e mais. Ansiosa aqui mais do q tudo pelo próximo capítulo... Eu amo ler e estou gostando muito de ler essa fanfic sensacional. Eu sou apaixonada pelo Jacob,ou melhor pelo Taylor rsrs

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  2. Muito boaa
    Cada vez amo mais essa fanfic!!

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