13 setembro 2015

Fanfiction: Fighter - Capítulo 7



POV NESSIE


Baixinho olhava para nós enquanto esperava algum presentinho, com aquela carinha tão linda de choroso. Eu só ria, ele era persuasivo igualmente Jake. Como pode o cachorro puxar o dono a esse ponto?
- Nessie, não tá na hora de dar uma chance a Jake de algo a mais na cama? – Claire só pensava que eu estava a mais de um mês com o Jake e ainda não tinha transado com ele.
Mas, ela sabia que não era, visto que não queria, porque também queria tanto quanto ele. Eu só não conseguia deixar isso rolar, o medo era o meu pior inimigo.

- Você sabe que não é palhaçada da minha parte. Só que, quando estávamos quase lá, eu travo. Vem tudo de novo. Mesmo sabendo que Jake não é ele. Que ele nunca me machucaria, mas ainda é muito difícil deixar isso acontecer.
- Mas, você tem que se esforçar um pouco. Jake é carinhoso e amoroso, ele será um romântico ao extremo e fará pelo menos um pouco você esquecer tudo que viveu.
- Não precisa elogiar o Jake, sei muito bem as qualidades do meu namorado. Mas, nunca, ninguém será capaz de tirar as lembranças dolorosas da minha cicatriz. – Às vezes, sonhava, tinha pesadelos. Era mais frequente quando morava com a minha mãe. Mas, depois que vir morar com Jake, nunca mais voltou essas lembranças tão dolorosas.
Claire ainda tentava argumentar, mas ela também não sabia como era passar por essa violência tão grosseira.  Mas, a entendo, o pensamento. Entendo Jake também. Porque deve ser muito difícil tanto tempo esperando. Principalmente ele, totalmente ativo assim.
Nesse um mês tudo estava muito bom. Estava tão feliz, que era muito difícil pensar como eu vivia e o que eu já passei. Hoje eu era plenamente feliz. Jake era o melhor namorado que alguém poderia ter. Ele tinha parado com a agressividade gratuita, e se controlava bem mais. É claro que nem tanto, ele deve ter arrumado briga umas duas vezes esse mês. Mas, brigada só com quem pedia realmente, porque o povo gosta de provocar. E Jake não é tão zen assim. Até eu, quase me atraco com a ex-peguete de Jake. Aquela galinha é uma recalcada e se não fosse Jake, ela tinha apanhado feio.
Era assim, agora Jake tinha que me acalmar também. Além de ser um ótimo professor, minhas notas tinham melhorado significante e ele não tirava uma nota baixa. Agora tinha frequência quase máxima, às vezes ele simplesmente queria ficar em casa e me arrastava para ficar com ele. Na maioria das vezes eu ficava.
Jake era muito ciumento, e a maioria das brigas acontecia por causa de Jared. Ele não acreditava que Jared só queria minha amizade e não gostava de o ver fazendo aulas comigo. Além de quase sempre os dois se estranharem, Jared também não se tocava que não era pra bater de frente. Mas eles são homens! Eles que se entendam!
Fora isso, baixinho era nosso filho. Dormia ao nosso lado na caminha que o Jake comprou. Ele já tinha crescido e continuava a coisa mais linda da terra. Considerava a nossa casa – sim agora eu e Claire morávamos aqui, nosso apartamento nunca fica pronto, e Jake, Quil e Claire me convenceram a morar definitivo aqui.
Depois de tudo isso, todos pensavam que eu surtaria. Eu estava praticamente casada com Jake, eram raros os momentos que um ficava longe do outro. Mas, eu não surtei, sempre quis uma família grande e amorosa, integra, forte e duradora. Agora parecia tudo se encaixar...
- Confio em Jake, Claire. Mais do que muitas pessoas... – ela me interrompe já chorosa.
- Sacanagem, você o conhece há três meses. Agora você me joga isso na cara! – ela grita.
- Não estava falando de você. Mas se a carapuça serviu, não posso fazer nada! – Pisquei a ela que bufou irritada.
- A nova Nessie e muito brincalhona, às vezes até demais.
- Não era isso que queria? – eu sorri. Ela me olhou com admiração.
- É, era o que eu mais queria e pedia. Pra você ser feliz. E agora você é. – e ela me abraçou forte por trás.
- Pó Claire! Mó fura olho! Pode parar ai, se não o bicho vai pegar. – A risada de Jake encheu a cozinha sendo acompanhada pelo Quil.
Eles tinham passado a tarde fora no supermercado comprando o que estava faltando. Claro, algumas guloseimas.
Claire beijou o meu pescoço, pra atiçar ainda mais a brincadeira e o Quil gritou aplaudindo.
- Minha mina é foda! – ele gritou vitorioso.
Ela me largou blasfemando que eu tinha arrepiado com o beijo e todos caímos na gargalhada.
Quando percebi era Jake que beijava meu pescoço, agora sim enviando um arrepio do pé até minha nuca. Suas mãos na minha cintura.
Ele largou minha mão da seleta que eu tentava abrir, e me virou. Olhou fundo nos meus olhos, como sempre e me beijou, aquele mesmo beijo apaixonante de sempre. E tão rápido eu já estava tão abraçada a ele que eu podia sentir todo o amor dele e o meu fluindo.
- EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEPA! Tem quarto pra que?! – Quil gritou e eu me assustei, Jake olhou feio, mas depois riu.
- Estava com saudade... – Jake sussurrou no meu ouvido. Isso só porque passou a tarde longe. Mas, eu também estava. Era difícil ficar um pouco que seja longe dele. Vai entender o amor né?
Terminei o jantar e comemos.
Logo Quil informou a novidade da semana: Jake lutaria na próxima semana com um cara de Atlanta. Ele era muito bom em May-tay e boxe de rua. Um arrepio percorreu bem no meu estomago, ele deveria ser perigoso, Jake deve ser atento para não tomar uma paulada de perna, isso seria a perdição. Não poderia acontecer.
Olhei para Jake e ele parecia tranquilo, prestando atenção na comida a frente. Dizendo depois que não estava preocupado, além de essa luta seria fácil de ganhar. Ele conhecia os pontos fracos dessas lutas.
Olhava Jake tão despreocupado e automaticamente fiquei menos preocupada. Jake sabia muito bem todos os pontos fracos e fortes de qualquer luta. Isso era quase impossível, mas não sei como, ele era muito regrado em tudo.
- Qual é o nome do adversário? – eu perguntei a Jake, mas ele deu de ombros. Quem respondeu fora Quil.
- David Brandile – assim que ele pronunciou o sobrenome, um enjoo forte me atingiu. Assim como o choro que ameaçou sair.
Corri para o banheiro e joguei tudo que eu podia pra fora. Eu queria que as lembranças também fossem embora pra sempre. Mas elas sempre voltam.
As lagrimas não consegui segurar. As imagens eram vividas novamente, assim como a morte do meu pai.
Eu tinha medo. David era um ótimo lutador, também tinha um pai treinador que era um bom treinador, quando só queria treinar. O medo era meu inimigo, sempre fora. Agora tinha medo de ir, de Jake lutar, de Jake perder e de contar a Jake tudo que aconteceu. Não, ele mataria David. Sendo que ele não era o culpado. Além de cassar o pai de David.
Eu sabia que um dia o meu passado voltaria. Por isso, não queria me ver novamente no mundo das lutas. Elas sempre me faziam voltar ao passado. Derrotas, machucados, dores...
Jake não falou nada, e não me abandonou. Ele pegou meus cabelos e com a outra mão, cariciava minhas costas.
Depois me ajudou a levantar e lavar o rosto. Continuou ali enquanto eu escovava os dentes. Tão quieto, que eu podia ler seus pensamentos. Ele se policiava para me dar o espaço, mas logo ele questionaria o porquê dessa reação. Não demorou muito, só o tempo de eu olhar para o espelho depois de escovar os dentes.
- O que houve Nessie? – seus olhos brilhosos estavam preocupados demais.
Desviei os olhos de Jake e tentei sair do banheiro, ele não deixou e questionou-me novamente. Mesmo não querendo, eu tive que mentir.
- Não gosto de vomitar, choro como se estivesse doendo. Também devo estar com uma virose, só isso explicaria isso. – ele não disse mais nada. Fui até ele, com uma súbita vontade de pedir para ele se cuidar nessa luta. – Eu conheço de nome seu adversário, e ele é perigoso na luta. Se cuida tá? Ele foi muito bem treinado.
Jake me abraçou e beijou minha testa. Diz que não era pra me preocupar, ele sabia muito bem como ganhar e que ninguém fora tão bem treinado quanto ele.
Eu sorri e fui tomar banho. Jake foi para a sala sem questionar.
Eu sabia que ele queria perguntar mais, que ele não engoliu minha desculpa. Mas, ele me deixou pensar, ele me deu o espaço para contar quando for à hora.
Tomei banho e fui me deixar. Estava cansada. Conversar com Claire sobre o passado, já era bem difícil, agora saber que Jake lutaria com o filho do Bandile era demais para minha cabeça.
Rapidamente peguei no sono, mas depois de algum tempo eu sabia que não foi uma boa hora pra dormi.
Mãos grossas passavam grosseiramente pelo meu corpo e eu só queria que aquilo pudesse ter um fim... Algum dia...
POV JAKE
Assistia a um jogo de futebol americano Dallas Cowboys perdia de 12 a 3 San Francisco 49ers e já estava no último período. Mas, até agora não conseguia fixar no jogo, ficava pensando na Nessie.
Depois de um mês juntos namorando, eu sei quando ela está escondendo alguma coisa. Mas, sei também que, ela não quer falar. Ela não quer se expor para mim, contar do seu passado.
E eu fico aqui numa pilha de nervos, porque sei que esse passado faz muito mal a ela ainda hoje.
Desde que começamos a namorar, nada mudou muito. Só que agora nos agarramos um pouco. Nessie, não se sente preparada para acontecer alguma coisa a mais, eu não sei por quê. Ela só diz que é melhor esperarmos, penso que ela é virgem e não quer me contar. Mas, ela nega e diz que precisa se acostumar com o namoro, que não sai dando para todo mundo. Mas, eu também sei que tem alguma coisa a mais nesse medo dela.
Eu queria questionar, mas sei que ela não quer falar. E quando se sentir segura vai contar. O problema é eu tem que esperar, a minha vida toda sempre conseguia saber o que queria somente com a persuasão. Eu posso ter mudado e muito, mais não sei por quanto tempo vou conseguir esperar as respostas que ela guarda.
Desliguei a TV e fui para o quarto. Nessie dormia tranquilamente.
Tomei um banho e coloquei um shorts folgado e me deitei ao lado dela. Observando-a como podia.
Vi também que o baixinho levantou a cabeça para ver quem incomodava o sono dele e voltou a dormir dois segundos depois. Baixinho era a cópia dos donos.
Nessie dormia serena. Passei as mãos em seus cabelos sedosos e esparramados sobre o travesseiro.
Eu não sabia como amar tanto uma pessoa. Nessie transformou minha vida, meu modo de pensar. Não pensava no ódio, na raiva, agora eu era taxado de bom homem, de zen, e nada disso me importava. Só o que me importava era o sorriso de Nessie todos os dias de manhã, a carinha dela tentando me ensinar um nado novo. Ou quando ela olhava de solário e eu sabia que estava exagerando. Isso me importava qualquer reação dela. 
Há três meses, eu só pensava em beber, ganhar dinheiro, lutar e ir às provas da faculdade. Hoje eu sou um homem praticamente de família, sem brigar com todo mundo, fazendo natação, sem pensar tanto no dinheiro e indo quase sempre na faculdade. Tudo por causa dela e eu sou o homem mais feliz do mundo, porque ela me escolheu.
Ela sempre vale a pena, pularia até do penhasco por ela. Eu faria qualquer coisa por ela.
Nessie, começou a se remexer na cama, prestei a atenção mais nela. Ela suava, seu semblante franzido. Não demorou nada e ela estava gritando, pedindo socorro do pesadelo.
- Nesse... – tentei pegar a mão dela, ela se esquivou.
- Não, por favor, não. – ela chorava agora. Meu coração acelerou que diabos era esse sonho? – Por favor, não toca em mim. Papai me ajuda. Me solta, me solta!
- Nessie. – eu tive que fazê-la acordar, mas ela não acordou de imediato.
Ainda com os olhos fechados ela começou a se debater, a socar quem estava à frente dela. No caso ela eu, desviei de todos. Quando a chamei novamente ela acordou.
Ficou me olhando tentando assimilar o que tinha acontecido. Limpou as lagrimas que teimava em cair.
- Desculpa Jake, não queria te machucar. – ela se desculpou e me abraçou. Era um abraço, forte e medroso. Ela tremia muito. Beijei seus cabelos e ela chorou baixinho no meu peito. – E tão bom ter você aqui pra me proteger. – ela sussurrou tão baixo.
Deitei-a de frente pra mim, nos abraçados.
- Que sonho foi esse Nessie? – eu perguntei, ela se enrolou ainda mais em mim.
- Um pesadelo só. – ela desconversou. – Um pesadelo muito ruim.
- Não mente pra mim, baixinha. Eu sei que não foi só um pesadelo. – ergui seu queixo pra ficar frente a frente comigo. – Baixinha, eu sei que tem alguma coisa no seu passado que não me contou e não é só uma, são várias. Sei que isso te priva. Me conte, confie em mim.
Ela balançou a cabeça.
- Não. – ela soluçou. – Eu quero esquecer meu passado, tudo que eu passei. Eu não quero te contar. Sinto vergonha, sinto medo, sinto saudade.
- Eu nunca faria mal a você, nem sentir vergonha.  – Eu passei a mão no rosto dela. Ela fechou os olhos.
- Não sei se estou preparada. Acho que ainda não é a hora pra te contar isso. – Ela respirou beijando a palma da minha mão. – Eu tenho plena confiança em você. Mas, não estou preparada pra isso. Me dá um tempo.
Eu a puxei mais pra mim e fui beijando seu rosto inteiro.
- Eu te dou todo tempo do mundo. – e sorri.
Ela então me beijou, suas unhas arranhavam minhas costas. E ela me puxava mais pra ela. Sempre mais.
- Eu te amo Jake. – ela falou entre um dos beijos.
Meu amigo já tinha se acendido somente com isso, e pelo canto do olho percebi que ela corava por perceber eu tão ativo assim. Mas, ela me surpreendeu quando juntou ainda mais os nossos corpos e me empurrou para ficar por cima.
Ela tinha um brilho diferente, era uma mistura de excitação e medo.
Ela nunca quis continuar e agora depois de um sonho traumatizante ela sobe exatamente onde está excitado?
Ela não deu tempo de processar o seu olhar, perguntar, ou o que quer que seja. Ela só me beijou mais uma vez aconchegando perigosamente sua bunda abaixou do meu quadril.
Eu gemi, era impossível não gemer! Ela tinha praticamente rebolado encima do meu pau extremante excitado.
- O que eu mais quero é isso, Jake. – ela falou entre os beijou simples que ela me dava até chegar ao meu peito. – Mas, você precisa ter paciência. – ela olhou dentro dos meus olhos, se levantando. Seus olhos brilhosos e claros, ela podia pedir qualquer coisa, que eu faria sem questionar.
Eu sabia o que ela queria, e eu sabia também que o segredo que ela guardava tinha haver com o medo na hora de transar comigo. Não era simplesmente para nos conhecer melhor e o nosso namoro ganhar meses, era porque ela tinha medo de eu machuca-la. Por que alguém já tinha feito isso, só de pensar no que algum desgraçado podia ter feito com a minha baixinha, a maior raiva adentrava o meu corpo. Mas, mesmo com essa confirmação, eu não conseguia deixar de pensar que agora ela estava preparada, para confiar plenamente em mim.
- Eu nunca vou te machucar assim, minha baixinha... – puxei a cabeça dela para a minha, encostando nossas testas, ela sorriu e eu a beijei de leve. – Prometo ser o cara mais carinhoso do mundo. Farei você esquecer o que quer que seja pelo menos por algumas horas.
Ainda com os lábios colados, subi sua camisola de ceda rosa – eu sei que ela fazia isso pra me provocar, toda noite.  – e tirei-a com a maior delicadeza possível.
E aquela visão era a mais maravilhosa que qualquer pessoa poderia ter, os seios dela caíram desnudos a minha frente. Ela só estava de calcinha branca com rendas, minúscula e excitante. Eu poderia ficar para sempre olhando essa miragem do paraíso, mas percebi que Nessie estava muito encabulada e vermelha.
- Para de me olhar assim, parece que vai me comer. – depois de dois segundos ela processou as palavras que havia dito e caiu na risada.
Eu a virei deitando-a com a maior naturalidade, agora ela não ria mais, seus olhos fixos onde minhas mãos passavam, parei em sua cintura e ela continuava prestando atenção em minhas mãos, seus olhos sombrios.
- Olhe nos meus olhos, não deixe de olha-los. Não vou te machucar nunca. Se passar do seu limite me diga, mas, por favor, olhe nos meus olhos.
Ela assentiu subindo seu olhar esverdeado para os meus, sorrindo de leve, soando mais aliviada.
Desci uma de minhas mãos até seus seios tão perfeitos e peguei-o o esquerdo que se encaixava deliciosamente em minhas mãos, só com o meu toque escutei um gemido abafado sair dos lábios da minha baixinha. Abaixei meus lábios até ele, mordiscando-o de leve, seus gemidos ficaram mais altos.
- Você é linda, perfeita... – passei meus beijos até sua barriga desnuda, descendo mais até suas coxas, parando onde estava mais quente. Sua intimidade gritava por mim e podia mesmo sem tocar, ver que estava quente, molhada.
Minha mão passou levemente pela extensão de sua calcinha tão pequena, constatando o que eu já sabia, ela estava igualmente excitada quanto eu.
- Tão molhada, baixinha... – minha voz soou mais rouca que o normal.
Eu subi meu rosto até o dela e a beijei mais uma vez. Seus lábios estavam urgentes, suas mãos passavam pelas minhas costas descendo mais uma pouco, ela arqueou o seu corpo tentando ficar mais próximo do meu e ficou tão próximo que meu membro raspava em sua barriga. Eu estava ficando louco, louco pra entrar nela, para tornássemos um só.
Ela também estava querendo isso, seu medo tinha ido embora e como eu havia pedido seu olhar em nenhum momento abandonou o meu.
Ela desceu suas mãos até a barra do meu short, tirando-o para liberar o meu membro.
- Sabia que não usava cueca pra dormir. Às vezes podia senti-lo quando se aproximava muito. – ela estava fascinada e sorria tão lindamente, ingênua, parecendo até uma virgem.
Aproveitei e tirei bem devagar sua calcinha, analisei sua pele ainda mais macia no centro passei minhas mãos ali onde estava tão quente, como se fosse possível, eu fiquei ainda mais duro. Ela ainda analisava meu membro. E gemia de leve com a imagem enquanto eu passava minha mão em sua intimidade.
- Quer pega-lo? – ela assentiu – Você não para de olha-lo. Não passe vontade, minha baixinha.
Ela sorriu lindamente, como se fosse a primeira vez que ia fazer aquilo.
Ela tremula pegou tão delicadamente em meu membro, que eu quase gozei ali mesmo, sua mão pequena e delicada passando por ele como se o idolatrasse.
- Ele é tão grande, será que vai caber? – ela perguntou enquanto descia e subia, descia e subia. Eu já não pensava mais coerentemente, gemia baixinho.
Eu queria rir pela sua pergunta tão simples. É claro que caberia, mesmo eu tendo a certeza que ela era pequena e apertada, só com esse pensamento e ela aumentando o ritmo, eu gemi mais alto. Ela me faria gozar e não era isso que eu queria agora, queria gozar dentro dela.
- Baxinha prometo entrar devagar, mas você vai senti-lo por inteiro. – quando murmurei em seu ouvido a última parte, ela gemeu alto. Passei mais forte minha mão em sua intimidade, então bruscamente coloquei um dedo por lá, ela quase deu um pulo e eu o tirei dali pensando que tinha a machucado. – Desculpe... – ela sorriu e não tinha abandonado meu membro, mesmo quando eu ameacei sair de cima dela. Ela segurou mais firme na base e eu quase gritei gostando daquilo.
- Coloque-o onde estava... Por favor... – sua voz saiu mandona e imploradora.
Eu a obedeci como um cachorrinho. Que eu era desde que há conheci.
- Você gostou disso, pequena? – eu movimentei meu dedo mais um pouco e ela gemeu mais alto, ela tão intensificou sua pegada e eu já entrava em combustão, ela também estava próxima, pronta, extremante pronta para abrigar meu membro dentro dela.  – Tão pronta... – seus olhos estavam mais escuro, e quando tirei a mão dela dele, ela quase soltou um gemido xingando, mas quando tirei meu dedo de sua intimidade ela me xingou. – Calma, Baxinha... – eu ri não tirando meus olhos do dela.
Estiquei o meu braço até o criado ao lado da cama, abrindo a gaveta e tirando um pacote de camisinha de lá.
Ela ficou com vergonha quando a peguei olhando maravilhada enquanto colocava a camisinha em meu membro tão duro e inchado.
Ela então me acompanhou até voltar a sua entrada, afastei sua perna e me posicionei. Antes de enfiar a cabeça, eu queria provoca-la, deixa-la ainda mais molhada, implorando para que entrasse. E assim, estando mais relaxada para não sentir dor alguma, só prazer.
Segurei meu membro perto de sua entrada e passei dezenas de vezes em seu clitóris, enquanto ela arcava mais e mais. Eu queria que ela pedisse. Implorasse... Não demorou muito.
- Por favor, Jake... Eu quero você em mim, não me torture mais... Por favor... – ela olhava bem no fundo dos meus olhos... E isso era demais pra mim.
Coloquei como ela pediu, a cabeça primeiro...
- Se machucar você me avisa. Vou bem devagarzinho. – disse enquanto explorava em um território não explorado por mim, e adorando a nova morada. – OHHHH
- Meu Deus! – ela arfou e para a minha surpresa olhando para mim, quando estava perto de entrar por inteiro ela se arqueou puxando minha bunda mais pra ela, encaixando perigosamente todo o meu membro nela.
Tão apertada que só com esse movimento meu sangue ia pra cabeça pronta para liberar meu orgasmo, mas me segurei para não gozar assim.
Eu queria aproveitar mais enquanto estava aqui, dentro dela. O máximo que eu podia...
Comecei a me mover lentamente, criando um ritmo e ela me acompanhava rebolando e indo de encontro cada vez mais fundo. Era uma sincronia perfeita, seus olhos nos meus, minha boca na sua, seu corpo batendo contra o seu, enquanto ela pedia...
- Mais Jake... – faminta pelo desejo. Não tanto como eu...
E eu obedecia tudo que ela mandava, mais forte, mais perto, mais fundo... até que senti ela amolecendo, sua intimidade apertando meu membro cada vez mais, ela então se contorceu abaixo de mim, gritando enquanto gozava meu nome.
- Meu Deus! Jaaaaaaaaaaake – e isso era demais para mim, enquanto sua intimidade inchava ainda mais, deu uma última estocada e gozei violentamente dentro dela.
Caindo em seguida ao lado direito ainda preso a ela.
Nunca uma transa foi tão bom quanto essa, tão intimida e maravilhosa. Digo, isso pode parecer meio gay, mas isso era algo a mais, algo a mais do que uma simples transa. Era amor, era completar um ao outro.
Nessie me olhava maravilhada e eu sabia que agora ela era tão minha quanto eu sou dela. Que ela confiava plenamente em mim para fazê-la feliz e não machuca-la e eu faria qualquer coisa, até matar por ela.
- Eu te amo, Jake. – ela sorriu me beijando.
- Eu te amo, baixinha. Para sempre...

Um comentário:

  1. To amando cada capítulo♡.♡,fico contando os dias,ansiosa para chegar domingo e ler mais um dessa maravilhosa fanfic...

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