06 outubro 2015

Fanfiction: Diário de uma paixão - Capítulo 17: Que noite!



Texto/fic: Jenny Hanson | Capa: Luane/SMD | Beta: Erica Rocha

Taylor me beijava tão forte que várias vezes nossos dentes se batiam. Eu o ajudei a tirar a camiseta e, meu Deus! Que abdômen! Era igual ao do sonho! Passei a mão pelo seu peito e barriga, e ele se arrepiou.
Continuou a me beijar e a me apertar contra o seu corpo. É, eu tinha razão, ele estava mesmo sem cueca. Ele me conduziu até a cama e deitou em cima de mim. Beijou cada parte do meu corpo, e eu estava agradecida pela brilhante ideia que tive de ir até aquele quarto. Tirou meu sutiã, minha calcinha e continuou me beijando.
‒ Droga ‒ ele disse, parando o beijo.
‒ O que foi? ‒ perguntei.
‒ Não tenho camisinha.
Eu sorri.
‒ Por que está rindo? ‒ ele perguntou.
‒ Porque eu tenho...
‒ Nossa, você veio mesmo preparada!
‒ Eu fui à farmácia comprar.
‒ Sério? ‒ Taylor riu. ‒ Você é demais, sabia? É surpreendente! ‒ e continuou me beijando. ‒ Mas, espera aí! Onde está?
‒ Na minha bolsa em cima da mesa.
Ele saiu de cima de mim e foi até a mesa. Pegou o pacote com seis camisinhas e jogou na cama. Pulou em cima de mim e eu sorri. Era engraçada aquela situação. Nesse momento lembrei da aposta de Rose. Ok, eu perdi.
Taylor tirou a calça e eu vi. Wow, grande! Como ele podia ser assim, tão, tão gostoso?!
Ele ficou em cima de novo e ameaçou penetrar camisinha.
‒ Não! – eu disse.
‒ Calma, eu sei ‒ ele disse e continuou a me beijar.
Taylor pegou um dos pacotinhos e abriu. Que cena sexy! Ele não tirava o olho de mim abrindo aquele pacotinho. Ele colocou a camisinha e continuou me olhando, então me beijou delicadamente e me penetrou devagar. Soltei um gemido baixo e a partir daí fizemos todos os barulhos possíveis. Gozei primeiro e ele em seguida. Caiu em cima de mim como uma pedra.
Taylor estava exausto e eu também. Foi muito sexy vê-lo entrar e sair de mim. Ele me preenchia perfeitamente. Muito melhor do que qualquer sonho! Além do mais, foi muito, muito delicado.
‒ Já volto ‒ disse ele, saindo de mim e entrando no banheiro.
Eu ria sozinha na cama. Não acredito que transamos! E foi, muito, muito bom! Mas de repente fiquei séria. Lembrei que não passaria disso... lembrei das palavras de Rose: é só sexo!
Pulei da cama e peguei meu sutiã e calcinha. Assim que coloquei, Taylor saiu do banheiro, pelado! Nem olhei, fiquei com vergonha. Ele foi até a mala dele e pegou uma cueca. Vestiu e disse:
‒ Onde vai? ‒ ele me perguntou.
‒ Vou para o meu quarto.
‒ Por quê? Fica!
‒ Não posso. Imagine se James procurar por mim?
‒ Procurar na madrugada?
‒ Ah, sei lá... É melhor eu ir.
‒ Eu queria conversar... Sei lá, entender por que você decidiu vir aqui ‒ ele disse.
Taylor era o primeiro homem que conhecia que queria conversar depois do sexo.
‒ Não posso... Preciso ir...
‒ Ainda tem mais cinco para usar ‒ Taylor disse rindo, peando o pacote de camisinhas.
Eu o olhei séria.
‒ Estou brincando ‒ ele disse.
Meu celular começou a vibrar.
‒ Espero eu não seja o James. Droga! Que horas são?
‒ Uma e meia ‒ Taylor respondeu.
Eu estava me vestindo e colocando meu sapato:
‒ Por favor, pega pra mim o celular! Está na minha bolsa!
Taylor pegou o celular e disse:
‒ Não é o James.
E fez uma cara de deboche. Bufou:
‒ É o produtor.
‒ A essa hora? ‒ eu disse.
‒ Vai atender?
Peguei o celular da mão dele e atendi.
‒ Alô?
‒ Carol, tudo bem?
‒ Sim... Oi!
‒ Queria saber se estava dormindo, e se queria tomar um drinque comigo no bar aqui do hotel.
Engoli em seco e a dor de barriga começou. O que eu ia falar?!
Taylor me olhava, esperando que eu continuasse a conversa.
‒ Ahn, eu já estou de pijama ‒ menti.
‒ Sério? É que eu bati no seu quarto e você não atendeu.
Gelei.
‒ É... eu saí e voltei.
‒ Ah, ok. Tem certeza de quer não quer descer? O bar daqui é bem legal.
Não, eu não tinha certeza. E apesar de Taylor merecer por dizer que temos as nossas vidas, eu não era assim.
‒ Tenho. Obrigada pelo convite!
Taylor arfava ao meu lado e ria de nervoso.
‒ Ok, amanhã eu tento de novo.
Wow! O produtor sabia ser sedutor!
‒ E aí? Vai sair com ele? ‒ Taylor disse quando desliguei.
‒ Está com ciúme, Lautner?
‒ Sim, estou!
Esse jogo eu sabia jogar. Não respondi.
‒ Preciso ir...
‒ Fica. Dorme aqui comigo?
‒ Imagina! James vai amanhã cedo no meu quarto e se o Christian resolve ir lá de novo...
‒ Ah, o Christian... ‒ ele bufava.
‒ Amanhã nos vemos ‒ eu disse, me aproximando dele e lhe dando um selinho demorado.
‒ Carol, precisamos conversar.
‒ Depois ‒ respondi.
Abri a porta, e quando ia sair, Taylor disse:
‒ Foi simplesmente sensacional. Quero você de novo.
Eu sorri e saí fechando a porta.

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