04 outubro 2015

Fanfiction: Fighter - Capítulo 10


Pov Jake


Eu andava de um lado pro outro, tentando inutilmente achar minha sanidade, mas quando mais andava, menos eu ficava calmo. Enquanto isso Nessie brincava de mãe com a própria mãe.
Beleza... Sabia que Nessie tinha um bom coração. Mas não sabia dessa maneira idiota de se martirizar com a mãe que ela tem. A mulher não deu assistência a Nessie desde sempre, nem mesmo quando ela foi abusada durante anos por um maníaco, nem assim ela serviu pra ser mãe. Porém, Nessie tem o dom de perdoar e de se matar se for preciso por sua mãe. Por essa mulher sem um pingo de amor por ela... E eu não conseguia fingir que estava tudo bem com ela aceitar brigar com sei lá quem, por causa de uma divida feita por essa mulher!
Não vi quando peguei a garrafa de whisky do armário, estocada ali desde que Nessie veio morar aqui...

E comecei, sem perceber que a garrafa ia acabando com uma rapidez absurda... Eu só precisava tirar esse aperto do meu coração, eu precisava ficar imune a esse medo... A probabilidade de perdê-la para ela mesma. Eu queria estar no lugar dela, agiria de uma forma mais racional do que ela que simplesmente aceitou. Não que ache que ela perderia uma luta legal, o problema era que essa luta não era como ela praticava, era puro MMA como as lutas que eu participo, não é um boxe americano que ela é acostumada. E mesmo assim, ela aceitou.
Depois que o álcool começou a pegar na corrente sanguínea, a raiva se apossou de mim. Eu queria gritar com ela, eu queria chacoalhar como a mãe dela fez... EU QUERIA QUE ELA ME ESCUTASSE! Que tomássemos uma decisão juntos como um casal! Mas, ela nem olhou na minha cara quando a mãe dela falou, ela só disse SIM! E isso me matou...
Tinha que sair daqui senão ficaria louco de vez e poderia fazer uma besteira maior. Eu precisava beber mais... Eu precisava entrar em coma para não ver minha baixinha se destruir por quem nem em sonho pensaria nela.
Andei até a porta de casa...
Percebi o andar leve de Nessie pelo corredor e apressei o passo. Mas ela ainda fora mais rápida.
- Está saindo para onde? – ela perguntou, sua voz como um mantra. Ela não estava brava e percebi que chorara enquanto fazia a mãe dormir. Isso fez doer mais, ter mais medo.
- Não interessa! – Não vi quando saiu às palavras, só que eu estava nervoso.
- Não fale assim comigo! – Ela gritou de volta.
- Você quer que eu fale o que? PARABÉNS? VOCÊ VAI CUIDAR DA MULHER QUE FEZ TUDO DE RUIM PRA VOCÊ! VOCÊ VAI CUIDAR DA MULHER QUE DESTRUIU A SUA VIDA! A MULHER QUE VOCÊ FUGIU! A MULHER QUE FALOU QUE VOCÊ ERA UMA PERDEDORA! VOCÊ VAI ACEITAR UMA PORCARIA DE LUTA PRA SALVAR ESSA MULHER, SEM MEDIR AS CONSEQUENCIAS, SEM CONVERSAR E PENSAR. VOCÊ SIMPLESMENTE ACEITOU! E VOCÊ ACHA REALMENTE QUE EU NÃO POSSO GRITAR? QUE EU NÃO POSSO SAIR? QUE EU TENHO QUE ABAIXAR A CABEÇA E FALAR AMEM RENESMEE! – eu respirei fundo, não choraria na frente dela... Eu não era acostumado a esse medo... Fazia tanto tempo que isso aconteceu... Porém voltara, agora era mais forte... – Não Renesmee... Não vou abaixar a cabeça pra isso. Posso aceitar seu passado, porque você não tem culpa de que aconteceu. Mas, agora eu não posso aceitar, esse futuro não. Eu te amo Renesmee... Mas você não pensou na gente... Você passou de todos os limites e eu não sou um homem de ferro...
Então eu saí, vendo-a derramar lagrimas... Sabia que tinha ferido com as palavras que proferi, mas ela também me machucou, uma ferida que só abriria mais...
A voz da minha mãe era nítida enquanto falava para eu nunca desistir dos meus sonhos, dos meus desejos, mas ela não me disse que era tão doloroso tentar...
Minha lembrança de minha mãe ainda com meus poucos anos, era quase nítida, ela preparando o jantar, ela lendo um livro enquanto eu estava abraçado a ela. Então do nada, ela adoeceu, do nada perdi minha mãe. Aqueles poucos dias pareciam à eternidade, difíceis e o medo sempre vinha enquanto a via piorando cada vez mais. Seu rosto tão brilhante ficara pálido, os olhos negros brilhosos ficaram opacos, tudo ficou pálido enquanto a vida dela era tirada de mim, dos meus irmãos e do meu pai.
E agora depois de anos, isso volta acontecer. O medo tomando conta de mim e mais uma vez não posso fazer nada!
Resolvi ir a pé ao bar mais perto... As arvores dançavam e pela primeira vez, percebi o quão deserta essa cidade parecia às 5 da manhã.
Das vezes que andará tão tarde ou tão cedo, nunca percebi isso, sempre estava acompanhado e bêbado o bastante para não pensar nessas mínimas coisas.
Entrei no bar da rua 12 e eles pareciam que não tinha aberto ainda. Mesmo assim entrei.
- Quero uma garrafa de whisky, por favor. – me surpreendi com as minhas palavras ainda saiam bem estruturadas. O choro ainda ameaçava cair, mas não choraria. Não depois de anos. Não.
- Filho, ainda não abrimos. – o senhor olhou bem para o meu rosto, seu rosto era explicito de pena.
- Não tenha pena. Eu estou aqui para consumir e é sua obrigação me vender... – minha voz saiu mais áspera do que esperara. Eu odiava olhares de pena. Por isso eu nunca aceitei perder.
Porque nunca gostara de olhares carregados de pena, fora assim sempre que alguém perguntava sobre minha mãe, nos dias das mães, quando um amiguinho perguntava, sempre estava ali a pena. E eu não precisava disso para lembrar que minha mãe não estava mais ali... Como agora eu não preciso do olhar desse senhor lembrando-me quão devo parecer um coitado bêbado que teve uma grande decepção.
Ele me entregou o copo e colocou a dose da bebida que pedi, ia indo embora com a garrafa, quando a peguei.
- Pode deixar aqui, eu pago por ela. – e sorri, mas tinha certeza que sairá torto demais.
Ele não disse mais nada e voltou para o balcão.
Bebi, bebi e bebi... Não tinha se passado nem uma hora... E o medo não tinha ido embora, a dor tampouco. Mas, eu continuava tentando ficar anestesiado para aguentar isso. É claro que não a abandonaria, como dei a entender, eu só queria que ela colocasse na cabeça que também posso ter medo e que ela precisa da minha ajuda, mas ela não pensa, simplesmente agi, mesmo sendo erroneamente. Mas, nem se eu quisesse deixa-la com a mãe, podendo se matar, eu poderia. Meu amor por ela era maior do que tudo, do que todos e de todo universo.
Iria me matar ficar longe dela, mesmo ela sendo a errada. Eu sempre voltaria, eu sempre imploraria. Eu sempre a amaria.
- Jakezinho, lobo mal... – uma voz extremamente fina estremeceu meus ouvidos. Quem era a vadia que me irritaria no meu momento fossa?
Uma loira sentou-se ao meu lado, seus olhos castanhos assim como as sobrancelhas. Tentava me lembrar dela, mas não conseguiria, era muito álcool e pouca vontade para isso acontecer.
- Não se lembra de mim não? – ela sorriu maliciosa e passou a mão direita por cima da minha calça, não tive reação. – Mas, eu me lembro muito bem de toda a parte do seu corpo, cada mínimo detalhe...
- Não me lembro... – eu dei corda pra ela e continuei a tomar minha bebida.
É claro que ela não era de se jogar fora... Mas sempre tinha a Nessie no caminho do antigo Jake para esse Jake.
Só que hoje eu queria fazê-la sofrer, só um pouco...
Para parar de doer você sempre tem que bater...

Pov Nessie
Não consegui pregar os olhos desde que Jake saiu pela porta de casa. Sentei na poltrona esperando ele chegar. Nesse meio tempo Claire e Quil chegaram, ela olhou para mim, sabendo que tinha alguma coisa de errado, mas menti descaradamente que não tinha, que eu só estava com dor de cabeça, sem contar que minha mãe que estava no quarto quando falei que era Jake dormindo. Quil sabia que não era isso, mas também não disse nada. Foram dormi e percebi que eles estavam bem... Pelo menos isso estava bem.
As palavras de Jake não saiam da minha cabeça.
Ele não aceita a minha decisão de lutar pela minha mãe.
Eu sei que Claire também não vai apoiar.
Eu tenho medo de ter perdido o amor da minha vida por causa dessa decisão. Mas era minha mãe e não deixaria que nada acontecesse com ela se estivesse ao meu alcance...
Eu queria poder ter conversado com ele. Ter tentando falar pra ele que sou forte e que vou ganhar, mais nem ele acredita que possa ganhar.
Só que eu teria que ganhar.
A porta de casa se abriu e Jake chegou abraçada a uma loira oxigenada.
Meu coração estava quebrado, depois de tudo ainda tinha essa.
Mas, eu sabia que isso iria acontecer, Jake é assim... Ele odeia ser machucado, como eu o machuquei. Ele está fazendo isso porque está bêbado e quer me punir. A loira só está ai para se aproveitar. Mas se ela pensa que vai ficar por isso mesmo ela está enganada.
Jake não conhecia a Renesmee Cullen e tampouco essa vadia que quis se aproveitar do meu homem. Jake até poderia terminar comigo depois por não aceitar minha decisão, mas ela não passaria essa noite com ele nem no inferno.
- Querida você trouxe meu namorado para casa? – minha voz analítica, nem muito calma nem muito nervosa.
Ela então olhou para mim. Percebi que também não estava em suas devidas faculdades mental e que tinha ingerido bons goles de álcool.
Jake sorriu olhando para mim, ele além disso, achava engraçado.
- Muito obrigada... – cheguei até ela, peguei o braço de Jake com toda força que tinha e o fiz ficar atrás de mim. – Querida eu só quero te avisar uma coisa, se você passou uma só pena perto dele você vai esquecer até do nome dele de tanto que vai apanhar. O mundo, Forks sabe que Jacob tem namorada. E não precisa que ninguém o traga pra casa, ele tem pernas bem longas pra isso. – cada palavra eu ia me aproximando mais dela.
- Baixinha... – Jake tentou me barrar ainda com o braço, mas me desviei rapidamente.
- Você vai contar pra todo mundo o porquê você apanhou e quero que o mundo saiba, que se alguém botar a mão em Jacob novamente vai ter o mesmo fim que você. Cansei de ex-peguete...
Dito isso dei um muro no seu rosto, meu olhos só viam vermelho. Ela queria se aproveitar dele, ele queria uma vingança e eu não iria dormir sem bater em alguém.
Peguei em seus cabelos e marchei até a rua.
- Não volte a tocar nele, querida. Senão vai ser pior. – ela não disse mais nada, nem eu. Voltei pra casa e fechei a porta.
Jake ainda sorria.
- Gostou da sua vingança Jacob Black? – Minha voz soou ameaçadora.
- Eu acho que você, baixinha, está muito nervosa... Não pode sair batendo em ninguém só porque me tocou. Isso é insanidade. – ele ainda debochava.
- Eu só fiz o que você esperava que eu fizesse com ela. – Falei o mais calma possível. – Assim que entraram eu percebi que você só estava fazendo isso para se vingar.
- Acho que você está muito convencida. – ele falou, querendo ferir mais. Só que eu já sei lidar com Jake.
- Ou você realmente queria comer ela? – ele deu de ombros. – Cadê o amor único que dizia ter? – cruzei os braços e ele parou de sorrir. – Foi embora na primeira discursão? – continuei. – Estou acreditando nas suas palavras, por isso que sou tão convencida. – ele estreitou os lábios. Eu sabia que tinha ganhado.
- Isso não quer dizer que você pode me destruir como fez hoje. – ele também era bom em me decifrar. – Não quero que você lute... – do nada ele parecia sã. – Mas não vou te obrigar a não ir. Você só deveria ter pensado. Ela não merece nada de você... Você já fez muito por ela e ela nunca a agradeceu.
Abaixei a cabeça sabendo que ele estava certo. Estava tão cansada, mentalmente incapaz de brigar com ele. Eu só queria abraça-lo, desmoronar sobre ele e ficar assim por toda uma vida.
Me aproximei dele... Vi titubear na minha frente, ele também queria me abraçar tão quanto eu...
- Eu realmente não pensei... Deveria ter pensado e conversado com você antes de colocar o sim pra fora, antes de pega-la para criar novamente. Mas ela é minha mãe, mesmo fazendo tudo de errado eu a amo. Assim como você ama a sua.
- Não compara a minha mãe com a sua. – o vi estremecer e tremer. Seu punho cerrado.
- Eu só quero te dizer que você amaria sua mãe mesmo se ela fosse igual a minha. Eu não sou igual a ela Jake... Por isso a amo e faço tudo para vê-la bem. – peguei em sua mão e comecei a chorar, era quente, eu amava isso. Ele poderia me esquentar só com isso...
- Não chore... – sua voz saiu rouca... e olhei em seus olhos, que derramavam lagrimas. – Não quero perde-la. Essa luta não é como você está acostumada, baixinha. Eu quero você protegida... Não aguentaria vê-la apanhar, machucar-se por causa de sua mãe que é um problema que não tem fim.
- Não vou me machucar prometo... Darei o orgulho pra você e para o meu pai. Eu só preciso da sua força, preciso saber que você está aqui para me apoiar... Eu sei que não aceita... Mas, por favor, fique do meu lado. Com você eu posso ser uma vencedora. Só com você... – eu me aproximei mais e limpei suas lagrimas, ele me enlaçou pela cintura. – Minha mãe vai parar com isso. Depois da luta eu vou interna-la. Ela fará tratamento indicado e só saíra de lá apta.
Ele suspirou.
- Isso e bom... Tomara que ela aceite. – ele falou com os lábios nos meus cabelos. Ele estava com o perfume daquela mulher. – Quando é a luta?
- Amanhã à noite... Vai dar tudo certo. O vejo treinando há algum tempo, aprendi muitos golpes. – eu pisquei.
- Isso é perigoso e muito rápido. Pensei que teríamos mais tempo. – ele estava com tanto medo.
- Vai dar tudo certo, você estando lá eu sei que vai dar certo.
- Espero mesmo... – ele então beijou minha nuca.
- Vem... – eu o puxei...
- Pra onde, baixinha? – ele perguntou.
- Pro banho... Você fede a perfume adocicado demais... – ele riu – Você não deixou ela te beijar né? – eu perguntei ainda sem parar de andar.
- Não. Claro que não. Estou bêbado, mas não sou tão trouxa. Só a deixei passar a mão... – eu me virei.
- Onde? – meus olhos ficaram semicerrados.
- Por aqui... – ele passou a mão pelas coxas, minha careta foi aumentando, passou pelo abdômen e desceu até o cós da calça.
- Cretino birrento você deixou essa vadiazinha fazer isso? – minha voz era alta.
Ele veio até mim e tapou minha boca com um beijo. E fomos até o banheiro livre eu andando pra trás e ele pra frente.
- Você sabe que ela já viu o Jakesão né?  E toda a gostosura do seu namorado. – ele adorava provocar.
- Aê? – eu olhei bem pra ele. – Mas, o Jakesão aqui – apontei – E só meu... ele gosta da gostosura aqui e não de uma vadiazinha não é? – eu tirei a camisa do baby doll que estava, Jake sorriu maliciosamente.
- Você não disse que era eu que precisava de um banho? – ele perguntou, já imaginando a resposta.
- Sim – eu fui até ele, peguei a barra de sua camiseta que cheirava a álcool – Você precisa, mas sou eu quem vai dar o banho para tirar toda esse cheiro de álcool e galinha, deixando o meu cheiro em você. – então tirei sua camiseta e no segundo seguinte sua boca já estava contra a minha enquanto começamos o nosso banho.
...

Acordei cedo mesmo tendo pegado no sono as 8 da manhã. Quando percebi que Jake não dormia e minha mãe já estava na cozinha. Tentar dormi no sofá era muito ruim.
- Não acredito que não tem champanhe nesta casa. – ela falava alto e Jake respirou fundo, levantou pegando o travesseiro e indo para o quarto.
Eu precisava que minha mãe estivesse longe daqui, de preferencia se tratando.
- Desde quando você bebe de manhã, mãe? – perguntei me levantando.
- Seu namorado é um ogro. – ela nem prestou atenção na minha pergunta e continuou a procurar o que queria, e encontrou algumas das garrafas de whisky do Jake.
- Não. – eu peguei a garrafa de sua mão. – Chega de bancar a menina mimada. – eu quase gritei. – Essa casa não é a sua. Essa casa é dele. E você vai entrar na linha se quiser ficar aqui enquanto essa luta não acontece. Eu posso lutar por você, mas não vou aguentar você com essas mimadices mais.
Os olhos dela sobressaltaram, eu nunca tinha falado com ela dessa maneira.
- Estamos entendidas? – eu perguntei para confirmar. Ela assentiu. – Vou fazer alguma coisa pra gente comer, depois vou treinar com o Jake e você vai ficar aqui assistindo TV. Você não vai fazer nenhuma divida a mais. Porque eu juro, não vou mais fazer nada, vou deixar você se destruir sozinha. Quero ser feliz, só isso...
Ela não disse nada e foi para a sala, arrumando-a em seguida para então sentar-se e pata assistir tv do jeito que eu tinha proposto.
Claire então acordou, Jake ainda não tinha acordado, quando ela passou pela sala falando com a minha mãe pensando como se fosse eu, ela quase desmaiou.
- Estranho Nessie, escutei a voz da megera da sua mãe... – então minha mãe se virou olhando para ela. – O QUE É ISSO?
- Boa tarde pra você também Claire. – minha mãe falou irritada. Minha mãe sempre odiou Claire e isso era reciproco.
- NESSIE! – Claire veio até mim, seus olhos arregalados.
- Calma – falei baixo para minha mãe não escutar, como uma benção, minha mãe aumentou o volume da tv no mesmo instante. – Você precisa se focar no bebê, pare de se preocupar comigo e com o que eu faço com a minha mãe. Você agora tem a sua família que vai começar a crescer. – eu sorri. – Quero que fique calma no que vou te falar agora, não tem como eu voltar com a minha decisão.
Claire assim que falei isso já percebeu que era sério e ficou quieta até eu falar a última palavra sobre a noite de ontem. É claro que ela iria espernear, me xingar, mas ela sabia que quando eu colocava uma coisa na cabeça não tinha segunda opção.

POV NESSIE
...
- Baixinha... – ele pegou minha perna no ar quando tentei dar um chute no ar. Eu quase cai, ainda bem tinha feito muito balé, equilíbrio é uma qualidade que adquiri com isso. – Precisa ser mais alto... Você não sabe quem irá enfrentar, portanto, mais alto e mais forte. Você consegue. – ele piscou.
Há quatro horas treinávamos golpes de mai-tai, porque Jake disse que dois tipos de luta já era o suficiente para eu lutar bem e ganhar a luta. Nunca tinha praticado boxe com ele... Quando vim pra cá aboli isso da minha vida, deixando no passado. Mas Jake gostou muito do que viu, disse que tinha percebido muitas coisas desde que contei a ele o que eu era. E que eu realmente venceria a luta se colocasse na cabeça que venceria, porque golpes e técnica eu já tinha. É claro que ele era suspeito...
Jake como técnico ficava ainda mais sexy do que quando lutava, ele era um ótimo técnico, concentrado e ético. Mesmo eu sendo maliciosa algumas vezes, em nenhuma ele me deu bola.
Jake agora pegou a luva para eu bater e começou:
- Um, dois, três... – batia nas duas mãos dele o mais forte que conseguia. – Defesa... – me defendi encolhendo o braço e as mãos sobre meu rosto e cabeça. – Mais rápido... Um, dois, três... Defesa! – era difícil se concentrar com ele sendo tão mandão e eu querendo beija-lo toda hora. Mas, com muita força de vontade eu conseguia, com as aulas de balé também apreendemos a ficar concentrada mesmo com todo mundo desestabilizando.
...
Não dormi bem, essa noite também não foi uma das melhores. Fiquei pensando no quão importante tudo isso era, pra mim, pra minha mãe, para Jake. E eu tinha medo, medo de não conseguir retribuir...
Acordamos cedo, porque era em Detroit a luta. Voltaria para a minha cidade natal depois de poucos meses. Convenci Claire a não ir e ficar cuidando do bebê, pois, ele precisava mais de cuidados, ela ainda está bem no começo e já estressou demais por causa de mim.
Jake arrumou sua mochila com poucas mudas de roupa, eu fiz o mesmo e logo saímos, junto com a minha mãe para o aeroporto.
Eu não sei como minha mãe conseguiu chegar até mim, não cheguei a conversar com ela sobre isso, depois do chamado que dei nela, ela ficou quieta o dia todo, foi dormir cedo e comeu pouco. Mas aquele dia ela chegou transtornada, não sei como conseguiu...
Jake estava tão quieto e estranho desde a nossa conversa, percebi que também não dormiu esta noite e isso me machucava, pois, sabia que o estava levando para uma viajem perigosa e que ele não queria fazer. O medo continuava entre nós, ele por medo de alguma coisa acontecer a mim e eu por telo colocado em risco sem saber se iria retribuir ou fraquejar diante dele.
Jake conseguiu chegar em apenas 3 horas no aeroporto. Embarcamos no horário para um voo de aproximadamente 4:30horas.
Jake segurava minha mão bem firme.
- Você não gosta de altura, Jake? – eu perguntei já sabendo da resposta, lembrando que ele não quis ficar na janela, fazendo uma careta quando lhe perguntei se ele queria.
Ele fez outra careta.
- Sim... – ele suspirou. – Quando tinha uns 8 anos, cai de uma altura de uns três metros. Quebrei o braço direito e quase o fêmur, por pouco não fui dessa pra melhor, desde então eu não gosto de altura.
-Você nunca tinha me contado isso. – eu sorri, mesmo tremendo um pouco por causa da informação que ele quase morreu. – Como isso aconteceu?
- Hum... – Ele sorriu acariciando minha mão que estava gelada depois da descoberta dessa queda. – Por causa do meu irmão, Embry. Ele queria que eu fizesse um negócio que não me lembro bem o que era, eu não fiz. Sempre gostei de contrariar mesmo sabendo que, apanharia depois. Ele não gostou e correu atrás de mim para me bater, fui ao meu quarto que é no segundo andar e ele correu atrás pegando pelo braço e me içando pela janela. – minha boca se abriu não conseguindo acreditar no que ele me contou. – Não fique com esse sentimento, nós éramos crianças, ele não pensou no que estava fazendo... Só era uma brincadeira... Na verdade se eu ficasse quieto, teria ficado tudo bem, mas me debatia muito, ele me segurava com as duas mãos e me falava para não gritar e nem se debater, só que eu não escutava, ele era muito forte para me aguentar. Mas, eu me debatendo tanto, ele por um segundo não aguentou e eu caí. – minha boca se abria mais incapaz de pensar que Embry faria isso com Jake, eles são tão amorosos (do jeito ogro deles) um com o outro. Jake passou as mãos pelo meu rosto. – Não fique assim. Meu pai o puniu por pelo menos meio ano e ele ficou tão arrependido que nunca mais fez alguma coisa contra mim, e ainda defendia um pouco quando meus outros irmãos queriam me bater. – ele riu, e pela primeira vez depois do banho de ontem ele sorriu com vontade. Como eu adorava esse som, essa imagem, como os olhos dele brilhava quando ria.
Pelo menos por alguns minutos nós se esquecemos de tudo, para conhecer um pouco mais sobre o passado de Jake sofrido, mas feliz com suas lembranças.
...
Nos dirigimos na parte norte de Detroit, onde era mais perigoso, onde só rolava drogas e agiotas.
Não demoramos muito até chegarmos em um abandonado ginásio de vôlei. Minha mãe permaneceu calada, nos guiando como um mestre nessas ruas tão escuras. Nunca imaginei minha mãe passar por elas. Como posso não conhecer minha própria mãe?
- Ora, ora se a Sra. Cullen não apareceu com sua pupila? – Uma voz grossa veio guiada por um corpo, alto, forte e bem arrumado. Nunca o tinha visto, mas pelo que já passamos seria ele o dono da luta que eu teria que lutar. – Fico orgulhoso de ter conseguido traze-la aqui. Como vai Renesmee?
Eu fiz menção de falar ou indagar quem era ele. Quando o mesmo me interrompeu.
- Ah que educação a minha! – ele joga as mãos na cara. – Sou Garret Anseel o maior agiota da costa norte. Sua mãe me deve uma bolada, espero que você possa recuperar o meu prejuízo. – ele sorriu olhando diretamente nos meus olhos, Jake apertou mais minhas mãos.
- Farei isso, desde que minha mãe esteja livre dessas suas dívidas. – falei firme.
- Vejo que trouxe até um namorado. Como se chama Sr? – ele parecia muito calmo, porém muito malicioso em suas palavras.
- Jacob Black. – Jake respondeu sua voz tão ameaçadora possível.
Ele não tinha medo de nada, sua pose denunciava isso. E eu sabia que isso não era bom. Garret lembrou-se do nome, pelo jeito a fama de Jake no mundo de lutas clandestinas era maior que eu pensava. Os olhos de Garret chamuscaram pensando no dinheiro fácil que Jake ganharia aqui em Detroit lutando por ele. Um frio percorreu minha pele e Jake percebeu isso também.
- Olha! Quem diria que um dia o lobo enlouquecido estaria aqui na minha frente sendo acompanhado pela linda Renesmee Cullen. – Jake não gostou nenhum pouco do tom que Garret usou quando se referiu a mim. – Você ganharia muito dinheiro aqui se quisesse trabalhar para mim.
- Nem pense nisso. Ele só está aqui para me acompanhar. Acabando essa luta você não nos vera mais. – minha voz do nada ganhou uma força de leoa. Eu não aguentaria Jake aqui nessa vida, por minha culpa, mesmo se ele quisesse entrar nela.
- Não precisa ficar nervosa Renesmee... Outra hora conversamos melhor sobre isso Sr Black. Agora temos um show a garantir. – ele nem se alterou virou-se e andou em direção a uma porta. Foi quando percebi que a porta onde adentramos estava abarrotada de grandes homens prontos para se alguém desistir fazer o trabalho sujo.
Olhei para Jake que suspirou falando no meu ouvido.
- Não precisava de tudo isso... Eu sei falar sozinho. – e sorriu. – Agora se concentre na sua luta.
Chegamos em uma sala um pouco iluminada, só agora percebia os gritos vindo da sala a frente. Esse ginásio era muito grande... E o som era abafado por talvez o teto acústico que eles devem ter colocado, é claro isso tudo para não chamar a atenção da polícia principalmente.
Me troquei rapidamente para lutar, Jake e claro não tinha gostado do meu short. Mas não falou nada, só estreitou o olhar quando o segurança me olhou.
- Baixinha, confio em você. Sei que irá ganhar e tenho muito orgulho de você. Jogue com o coração, é com ele que se joga, lute com sua alma, por mim, pelo seu pai, você já é uma vencedora. A minha lutadora baixinha que amo tanto. Vai lá e destrua ela. – ele piscou secando minhas lagrimas que já estavam a cair.
- Obrigada por tudo Jake, eu te amo. – e beije-o como se fosse o último beijo.
Respirei fundo depois de tirar meus lábios dos de Jake. E meu nome foi cantado no ringue...
- Filha... – minha mãe pegou em meu braço. – Obrigada por fazer isso por mim.
Eu assenti para ela e subi uns degraus até a antiga quadra de vôlei adaptada para um ringue... Olhei ao redor não se preocupando em olhar para minha adversária que nem sabia o nome, eu olhava as arquibancadas cheias, até perto do ringue era cheio de homens, só homens gritando ensandecidos por duas mulheres que lutariam até não puderem mais.
Fazia tanto tempo que eu não entrava num desses, e da última vez não sai nada bem daquele ringue jurando nunca mais entrar em outro e cá estou eu, agora sem poder perder de novo e tendo mais uma oportunidade de dar o orgulho que meu pai merece e que Jake também merece...
Eu precisava ganhar... Não importava quem era a minha frente... Eu não tinha alternativa... Hoje não...
Então o gongo soou e só assim percebi quem se tratava a minha frente.
Era Sophia Banch, uma antiga lutadora de luta livre que chegou a ser uma boxeadora profissional, e eu cheguei a lutar contra ela, no auge, quando a venci com um soco no olho deixando fundo o bastante para até hoje ver que não voltou ao normal. Ela queria que eu tivesse o mesmo buraco, pois antes mesmo de eu olhar diretamente pra ela, acertou um soco bem no meu olho direito. Caí é claro...
Mais um erro de concentração, sempre erros sucessivos...
Ela então comigo deitada começou a bater, sem dó e nem piedade.
- NESSIE DEFESA! – Ouvi Jake gritar tão alto quanto pode.
Obedeci no mesmo instante.
Coloquei minhas mãos entre os olhos enquanto ela me fixava no chão.
Eu já estava atordoada e os gritos viraram vaias com o andamento da luta, já pensando que eu morreria fácil.
Mas, eu não podia... Eu não podia perder novamente... Errar novamente. Eu tinha que lutar, como uma lutadora que Jake jurava que era. Eu precisava que ele acreditasse em mim e para isso eu teria que lutar.
Com os braços ainda se defendendo dos socos de Banch, comecei a mexer o quadril o mais forte que podia. Ela então mudou o rumo...
“Não se esquece baixinha, se ela te encurralar no chão se remexa, ela vai mudar de foco, socando seu quadril e ai você terá a chance de virar o jogo”
Com as palavras de Jake ainda frescas na minha mente, fiz o que ele me ensinou ainda ontem...
Quando ela deu o segundo soco com a guarda baixa acertei o soco bem em seu lado esquerdo da cabeça, ela se balançou, se levantando e titubeando, totalmente desestabilizada.
- ATAQUE! – Jake novamente gritou, anunciando novamente minha nova fase na luta.
Fui até ela rápida e certeira atacando-a com socos laterais, não deixando minha guarda baixa e nem dando a oportunidade dela me derrubar e voltar a luta para o chão, eu sabia que minha luta tinha que ser em pé.
Dei um soco no estomago, ela continuava em pé, atordoada, mas não desistia. Sua cara estava suja do seu próprio sangue, ou talvez, do meu? Não sentia nada, só a certeza que tinha que ganhar, o sentimento da vitória quase se apossando de mim. Eu estava perto... Eu sentia...
- Banch! ACORDE! – E aquela voz veio de novo nos meus ouvidos...
Me desestabilizando novamente, ele estava ali. Ele novamente me achou, ele queria me destruir, só podia ser isso.
Não era possível ele estar em todos os lugares... Ou fazia parte do seu plano de me destruir por inteira? Tudo, minha mãe, luta do Jake, dívida e essa luta em pró da anuência da dívida da minha mãe... Ele estava por traz de tudo isso e Jake estava mais uma vez certo... Como eu podia ter a certeza que ele me deixaria em paz? Quando o deixei livre para fazer o que quisesse? Eu errei, mais uma vez errei! Ele não me deixaria em paz.
Olhei para Jake e ele era contido por vários seguranças... Seus olhos furiosos querendo matar o inimigo do outro lado do ringue.
Olhei para o inimigo e ele sorria porque eu caí novamente diante dele, com outro soco de Sophia... Ele sabia que eu cairia diante dele, pois ele era meu pesadelo mais cruel... Ele era meu passado voltando com toda força...
Ela dava socos no alto da minha cabeça, alguns na boca... Sentia o gosto do sangue enquanto ela rasgava meu lábio inferior. Mas uma vez perderia para o meu passado...
As mãos de papai passavam pelos meus cabelos enquanto cantava a canção de ninar que eu mais gostava, sei que ele não tinha voz para isso e era desafinado, mas naqueles poucos minutos que o escutava era a parte mais feliz do meu dia, pois ele estava ali. Era sua presença, como ele passava as mãos pelos meus cabelos e pelas suas palavras quando pensava que eu estava dormindo...
- Ness, te amo muito. Durma com os anjos e seja forte, saudável, tenha muito amor no seu coração e seja feliz... Você merece minha linda lutadora...  
Algumas vezes, papai estava mais triste... Antes eu não sabia o porquê daquelas palavras, e nem o significado delas, mas hoje eu sei.
- Ness, filha, quero que sempre lute pelos objetivos traçados por você, que lute por aquilo que quer, não precisa ser uma pessoa rica para ser uma vencedora, mas precisa ser uma lutadora para lutar e ser uma vencedora. Se alguém te derrubar, levante-se. Se errar, corrija seu erro. Se perder, ganhe na próxima. Lute pelos seus objetivos e ganhe sem precisar ganhar. Você sempre será a coisa mais importante da minha vida. Sempre estarei ao seu lado, mesmo não estando perto. Eu sempre estarei aqui. Eu te amo e tenho orgulho de você e sempre terei independente dos anos que vão passar...
Eu precisava ganhar, era como ele me dizia... Se te derrubarem, se levante e sempre lute pelo que quer, você vai se sair vencedora, independente do resultado.
Tinham se passado alguns segundos, poucos, talvez dez, vinte ou no máximo trinta segundos. Ela nesse meio tempo bateu mais, castigou muito mais, só que se cansou, ela não tinha mais o mesmo impetro e os socos eram mais fracos.
Foi então que o congo soou... Não pensava que tinham intervalos...
Eu levantei, tendo a certeza que o próximo round viria com tudo e ganharia, pois, era o que eu mais queria neste momento.
- Baixinha... – a voz de Jacob era fraca e ao mesmo tempo irritada. – Ele está aí... Eu vou mata-lo dessa vez... – ele estava descontrolado e pegava nos meus cabelos, pois, minha cara nem precisava olhar no espelho para saber que eu estava acabada e ensanguentada.
- Jake – peguei seu rosto com as mãos inchadas. – Eu vou ganhar! Calma! Não deixe ele destruir a nossa vida, ele só quer isso. Agora eu sei... Sei também que vamos conseguir juntos sair dessa. – eu sorri, mesmo sabendo que saiu uma careta feia.
- Ok. Ok. – ele suspirou. – Desculpe... – ele sorriu. – Você continua linda mesmo com a cara toda arrebentada.
Antes que eu pudesse ser mais romântica do que ele. Eu fui chamada novamente, nem deu tempo de limpar meu rosto. Mas, não precisava...
Soou o gongo e começamos, agora eu mais focada do que nunca nela.
Brandile continuava cantando a luta pra ela.... Ela como eu na minha época, agia da mesma maneira, sempre como um robô, com golpes programados por ele e pela psicopatia dele... Ela era só uma vítima. Uma vítima do psicopata que deixei livre para fazer o que queria.
Ela, como eu, tinha erros sucessivos, e que dava para perceber rapidamente. Suas pernas não eram rápidas, só as mãos. Eu precisava de uma chance para dar-lhe o golpe fatal.
E ela deu antes mesmo de eu me cansar. Ela veio com tudo contra mim, cansada e querendo um só soco bem onde já estava acabado – meu lado esquerdo. Então, quando ela tentou voltar e me socar, contra-ataquei dando-lhe um soco no olho esquerdo, o mesmo da primeira luta. Era forte e certeiro, ela colocou as mãos no olho e cambaleou para trás.
Mas, eu sei que ela iria voltar e precisava nocauteá-la...
Ela desnorteada, era minha chance, lembrei de mais um ensinamento de Jake ainda ontem, do chute alto e forte na cabeça da adversaria, e assim como ele me ensinou... Levantei minha perna rápida e certeira dando-lhe um chute em sua cabeça e só assim ela caiu, sem se levantar mais incapaz de voltar para continuar a luta e o som do gongo veio acompanhado dos gritos ensandecidos do ginásio abandonado. Eu tinha ganhado... Depois de anos eu tinha vencido uma luta, por acreditar que venceria. Por ter Jake ao meu lado e só assim percebi que eu não servia para ver as pessoas cair diante de mim. Eu escolhi a profissão certa, vencer ajudando a encontrar os males das pessoas e conseguir reergue-las como um psicólogo me reergueu quando precisei.
Só agora sabia que minha vida estava completa, com as escolha que fiz, sendo amparada sempre pelo meu pai que não estava presente em vida comigo mais me mandou toda a felicidade colocando Jake no meu caminho depois de todo o sofrimento que passei. Ele sempre estaria aqui, do meu lado, protegendo-me e me amando...
E hoje eu sabia... Eu sempre seria uma lutadora... Sempre buscando uma vitória, mais uma, mesmo que não sendo em um ringue. Eu era uma lutadora e sempre teria meu maior lutador, aquele que me amou desde o primeiro instante e batalhando comigo para vencer...
Seus grossos braços estavam ao redor da minha cintura enquanto enlaçava meu corpo para o alto, sorridente, feliz e realizado.
- Eu te amo minha baixinha... Eu te amo minha lutadora, minha vencedora acima de tudo e acima de qualquer ringue, você é a vencedora da vida!
Suas palavras eram melhores do que qualquer pessoa dizendo que venci, ele estando aqui era minha melhor vitória. Ter o conhecido era acima de uma vitória, foi minha salvação.
Agradeceria pra sempre minha sorte em encontra-lo. Meu eterno vencedor, meu lutador mais ferrenho.
Todo mundo sabe que para um lutador, sempre haverá uma lutadora consigo.
        Lute sempre pelos seus objetivos, pois, mesmo que a vitória não venha, você sempre será um lutador. 

3 comentários:

  1. Ahhhhhhhhhhh SHOW DE BOLA !!!!! Uhuuul eu to super elétrica aqui,nao consigo parar de GRITAR,COMEMORAR... A RENESMEE CONSEGUIU!!!!! Eu quase quebrei minha cama quando a luta terminou. O PQ? PQ MAIS UMA VEZ A "baixinha" MOSTROU QUE É FORTE! E ah eu não poderia esquecer de comentar q eu ri pra dedéu do murro q aquela loira oxigenada q estava com o Jacob levou hahahaha... Jacob e renesmee♡.♡ casal perfeito. Enfim eu amei o capítulo e vejo q sim,valeu muito a pena esperar até domingo;)

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