07 outubro 2015

Fanfiction: O MENTALISTA | Capítulo 6: Take me there

Capa: Jessica Keli | Texto/fic: Val Barreto | Beta: Joyce Cruz

Ouça a música que inspirou esse capítulo: Take me there (Rascal Flatts):

“Não revele aos amigos os seus segredos, porque você não sabe se algum se tornará seu inimigo. Não cause ao seu inimigo todo o mal que lhe possa fazer, porque você não sabe se ele se tornará um dia seu amigo”. (William Blake).

Jane já sabia quem havia matado Marie, porém, precisava provar e, ninguém melhor do que ele para fazer brotar evidências de onde ninguém nunca imaginou.

Van Pelt estava ansiosa para colocar fim ao caso e, quando as provas apontaram para Thompson, o investidor do segundo filme de Taylor Lautner, Tracers 2, ela teve certeza de que tudo realmente estava chegando ao fim.

Thompson tinha sido visto no elevador e parou no andar do quarto em que Marie foi assassinada e, depois disso, não foi mais visto saindo do elevador, tampouco do prédio, dessa forma, tudo indicava que ele havia fugido pela escada de incêndio.

Lisbon chegou ao Hotel em que estava acontecendo a premiere do filme, porém, Jane ainda não estava lá. Incomodada com sua ausência, ligou imediatamente para Jane.

— Jane, onde você está?

— Lisbon, vá para os bastidores, nós chegaremos em um minuto – Disse Jane.

— Nós? Nós quem?

— Eu te vejo em breve Lisbon, tchau. – Encerrou a ligação.

Jane não revelou a Lisbon que estava com o agente J.J LaRoche, o que o deixou preocupado com os planos dele. Pelo visto, mesmo LaRoche sendo peça-chave em seu truque, manteve sigilo sobre ele.

— O que você está fazendo? – Indagou LaRoche, preocupado.

— Confie em mim: você vai se divertir.

— “Confie em mim: você vai se divertir”, já existiu frase mais suspeita do que essa?

— J.J, você precisa viver um pouco, você passa dias perseguindo ladrões de clipes de papel. Quando teve a chance de pegar um assassino?

— Isso não é verdade.

— Então por que está tão nervoso?

— Não é por ir à campo. É o lance da interpretação que me preocupa.

— Que lance de interpretação? Você vai para uma festa! Se alguém te disser qualquer coisa é só falar um “Há háhá” ou “talvez”.

— Há háhá, talvez?

— Sim. Você é bom nisso.

— Sou?

— Bom o bastante.

— Um sotaque ajudaria?

— Não, não. Vamos deixar simples mesmo, J.J.

Lisbon e os outros membros da CBI estavam a postos no hotel quando o discurso de abertura da Premiere foi iniciado. O produtor Van Gus Saint abriu comentando sobre os últimos acontecimentos na tentativa de motivar o público presente. Com um aspecto triste e em luto, falou:

— Como vocês sabem, esse filme passou por necessidades e tragédia nos últimos dias, mas, posso dizer que isso nos deixou mais forte. – Disse o produtor Van Gus Saint saindo em seguida para receber os convidados da noite.

— Oi, Lisbon! Você está se divertindo? – Perguntou Jane, sorrindo.

— Onde você estava? Qual o seu plano?

— Vou lhe contar em um minuto.

Van Gus Saint viu Jane e Lisbon e aproximou-se para cumprimentá-los.

— Boa noite. Houve algum progresso na investigação? – Perguntou Van Gus Saint apertando a mão de Jane e Lisbon.

— Ainda não. – Respondeu Lisbon.

Uma movimentação na entrada atraiu a atenção de todos, mas, Jane parecia ainda mais interessado e manteve sua atenção a quem entrava, despertando o interesse de Van Gus Saint e Lisbon.

— Ah, meu Deus! Não acredito! É o senhor Bernard Thompson – Disse Allison, a publicitária do Taylor empolgada indo em direção a ele.

— Que surpresa maravilhosa! – Falou o diretor Daniel Benmayor apertando a mão do investidor.

— Senhor Thompson, é uma honra recebê-lo, eu sou Allison Garman, nos falamos pelo telefone. Eu sou publicitária de Taylor Lautner.

— Obrigada, senhorita Allison.

— O que está acontecendo? – Indagou Van Gus Saint vendo a movimentação em torno de Thompson.

— Saint, olha quem está aqui: o Thompson em pessoa. Venha conversar com nosso grande investidor.

— Por que você não faz um discurso senhor Thompson? Sabemos que você é o principal financiador do segundo filme. – Jane incentivou, sarcástico.

— O quê? Como assim? Quem é você? – Indagou Van Gus Saint, em pânico.

— Ele é o nosso principal investidor! O que deu em você Saint? Você que conseguiu com que ele patrocinasse o filme. – Disse Allison, estranhando.

— Ele não é Bernard Thompson. Ele é uma fraude! – Disse Van Gus Saint, bastante incomodado.

— Talvez... – Disse o suposto Thompson, dando uma gargalhada forçada.       

— Eu não sei qual é a jogada aqui, mas, este não é o Thompson. – Garantiu Van Gus Saint.
                                               
— O que está dizendo? Quem é ele? – Allison indagou confusa, mas, antes que perguntasse mais alguma coisa, Jane esclareceu dizendo:

— O nome dele é J.J LaRoche. O senhor Van Gus Saint, está certo, esse não é o Thompson – Disse Jane.

— Estou confusa. – Allison continuou.

— Nós forjamos o chapéu, o óculos, a bengala, o casaco, e aqui está o Thompson. – Explicou Jane com um grande sorriso.

— Mas por quê? – Perguntou Allison, assustada.

— Todos acreditaram que aquele gordo era o Thompson. Foi fácil fazê-los acreditar! Até 10 segundos atrás, quando eu disse que não era, e aí  ninguém acreditou mais, assim como eu também não acredito que Bernard Thompson exista. – Disse Jane, firme.  

— O quê? Isso é ridículo! É claro que Thompson existe! – Disse Van Gus Saint.

— Então produza o Thompson, você é o produtor. Onde está ele?

— Não posso fazê-lo aparecer por mágica. – Disse Van Gus Saint.

— Então ligue para o Thompson. – Insistiu Jane.

— Senhor Jane, eu não tenho o número dele comigo.  - Continuou Van Gus Saint com mais desculpas.                               

— É difícil acreditar que você sendo o único que tem contato com Thompson não sabe o telefone dele... – Jane insistiu, sarcástico.

— O número dele está no meu escritório, eu ligo para ele mais tarde.

— Não precisa, eu tenho o número o número dele. Vou ligar agora mesmo e desfazer esse mal entendido. – Disse Allison discando o número no celular e colocando no viva voz para que todos ouvissem quando ele atendesse.

— Então, ligue. – Disse Jane.

— Está chamando. – Disse ela.

— Ele pode não atender. É um homem muito ocupado. – Antecipou Van Gus Saint.

— O seu celular está tocando senhor Saint ou devo chamá-lo de senhor Thompson? – Indagou Jane fazendo a acusação mais abertamente.

— Thompson? – Indagou Allison, perdida.

         Jane pegou o telefone de Van Gus Sainte atendeu e disse a Allison:

— Alô Allison, o Thompson não pode atender no momento, porque ele está sendo preso.  – Disse Jane provando através do viva voz provando que, de fato, o número do Thompson, era, na verdade, de Van Gus Saint.

— O que você está dizendo? – Indagou Van Gus Saint.

— O Thompson nunca desceu do elevador, porque ele nunca existiu. Van Gus Saint estava encenando ele desde o início. Ele tirou o disfarce, enganou as câmeras, fugiu pela saída de incêndio. Bernard Thompson é muito gordo, não teria como escapara pela escada de incêndio, mas, você sim.

— Ah, meu Deus! Então, ele matou Marie? – Allison perguntou, nervosa.

— Lisbon, ele é todo seu. – Disse Jane saindo.

— Senhor Saint, o senhor está preso. Tem o direito de permanecer calado e qualquer palavra que o senhor disser, poderá ser usada contra o senhor no tribunal. Você tem direito a um advogado, se não puder pagar um, o estado designará um defensor público. – Disse Lisbon colocando as algemas em Van Gus Saint.

[...]

O culpado finalmente havia sido revelado, mas ainda restavam muito dúvidas: Porque Van Gus Saint matou Marie? Como ele fez isso? Como aconteceu tudo? Saint foi encaminhado à CBI para o interrogatório. Era necessária uma confissão.

O juiz Hamilton assinou um mandado de busca e apreensão para o quarto o qual funcionava como vestiário do elenco e de onde Marie foi jogada. Não foi preciso muito para encontrar a prótese de obesidade falsa que deixou Van Gus Saint com a aparência de Thompson.


Van Pelt estava ansiosa em resolver aquele caso para que Taylor fosse inocentado. Porém, ela queria saber como tudo acontecera antes de dar a notícia a ele.

NOTAS DA AUTORA: Taylor Lautner será finalmente inocentado e o culpado revelado? Alguém desconfiou dele? Comente o que achou. Siga-me no Twitter (Clique aqui) e no instagram (Clique aqui). Não se esqueça de usar a tag no Twitter: #FanfictionOmentalista quero ver o que você vai postar sobre ela. Vou dar Retweet e seguir de volta. Abraço e até o próximo capítulo.

7 comentários:

  1. Mais ums vez lacrando, Val!
    Taylor TEM que ser inocentado e dar uns pegas na Van Pelt logo!!!
    Esperando por aqueles seus hots de tirar o fôlego...

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  2. Obrigada meninas. Continuem acompanhando.

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  3. Sei não em... Cedo demais, mas vamos ver.
    Amando muito, parabéns pelo belo suspense. Beijokas

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    Respostas
    1. Obrigada meu anjo. Suspense é sempre bom!

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