20 outubro 2015

Fanfiction: O MENTALISTA - Capítulo 8: I wont let you go.


Texto/Fic: Val Barreto | Capa: Jessica Keli |Beta: Joyce Cruz

Ouça a trilha sonora deste capítulo: I wont let you go (Rascall Flatts):

“Uma verdade dita com má intenção bate todas as mentiras que se possa inventar”. (William Blake).

Era quinta-feira, Van Pelt estava se organizando para ir para casa, depois de uma semana de intenso trabalho. Seria sua folga no dia seguinte, mas, ao contrário dos outros dias, ela não faria maratonas de séries, embora ela adorasse seus programas solitários envolvendo Forever¹ e Lie to me². Nessa noite de folga, ela tinha um encontro com Taylor Lautner.


Rigsby encarava Van Pelt, esperando que ela o notasse para comentar alguma coisa, mas, ela fingia não notar que estava sendo observada e aglomerava suas anotações em cima da mesa, preparando-se para sair.
        
Ele parou em sua frente e olhando-a, procurava as palavras certas para dizer algo a Van Pelt, enquanto Cho observava a cena, pouco interessado. Rigsby finalmente se dirigiu a ela:

— Tem certeza que quer ir a esse encontro? – Ele perguntou, incomodado.

— É claro que tenho. – Van Pelt respondeu sem graça.

— Você vai sair em todos os sites de fofocas. Quer mesmo esse tipo de atenção?

— Não vamos a nenhum lugar público. Vou jantar na casa dele.

— Você não acha estranho que ele tenha te convidado para a casa dele e não para um restaurante chique qualquer?

— Na verdade foi ideia minha jantar na casa dele.

— Por quê?

— Não quero estar em ‘todos’ os sites de fofoca amanhã.

— Não tem medo de ele estar só te usando?

— Não seria o primeiro. – Ela disse encerrando o assunto e se esquivando de Rigsby com direção a saída.

— Faça o que quiser. – Ele disse por trás dela.

Ela nada disse. A conversa foi encerrada e Van Pelt saiu do vagão de mesas da equipe. Era notório seu nervosismo e ainda não havia chegado a hora. Ela passou pela cozinha e Jane preparava um chá em sua xícara azul favorita. Quando a viu, ele abriu um sorriso e resmungou:

— Use azul, – Disse Jane quando ela ia um pouco longe, mas, Van Pelt parou e voltou para ouvi-lo repetir o que ele tinha dito.

— O quê? – Perguntou ela.

— Use azul.

— Detesto azul.  – Ela disse saindo.            

[...]

O dia do encontro com Taylor tinha chegado e Van Pelt estava diante do espelho com o guarda-roupa revirado e sem ter a mínima ideia do que vestir. Insegura, ela vestiu e tirou várias roupas até ficar confusa entre dois vestidos, um azul e um preto, e, olhando-os em seu corpo, recusou-sr a usar a dica de Jane e optou pelo preto.
        
Diante do impasse, Van Pelt sorriu consigo mesma: ela parecia uma adolescente prestes a encontrar o garoto dos seus sonhos. Embora isso invertesse a imagem que ela tinha de si mesma, permitiu que ela visse uma de suas melhores versões: a mulher doce e sonhadora que sempre fora antes da morte de seu noivo e não a sua versão atual, uma agente paranoica que vê um criminoso em qualquer cara charmoso.
        
Van Pelt não ligou para o Taylor, pois, achou que isso mostraria desespero e ansiedade desnecessária. Ao invés disso, dirigiu com seu carro até a casa dos Lautners e viu que Taylor se despedia de seus pais. Ele percebeu Van Pelt estacionar e desligar o carro.

Abrindo um sorriso, Taylor aproximou-se do carro de Van Pelt, abriu a porta e se sentou no banco do carona.

— Boa noite.  – Disse ela sorrindo e feliz por ele ter ido.

— Boa noite. – Taylor respondeu contente, mas, um pouco nervoso.

— Para onde vamos? – Van Pelt perguntou ligando o carro novamente.

— Siga direto e vire à esquerda. Eu moro à duas quadras daqui.

— Valência é tão sossegada quanto parece? – Ela perguntou puxando assunto.

— Não tem muito homicídios por aqui. – Respondeu Taylor sorrindo.

— Por que parece desapontado? E muito bom não ter homicídios, sabia?

— Eu sei que é! Mas, isso significa que não te verei por aqui.

— Na verdade, mesmo se houverem muitos homicídios, essa não é a jurisdição3 da CBI.

— Sério? E como você foi parar no meu caso, já que foi em Hollywood?

— Quando acontece algum crime envolvendo pessoas influentes, a promotoria nos designa para o caso, então trabalhamos em conjunto com a polícia de Los Angeles, Santa Clarita ou de outra região vizinha.

— Você mora em Sacramento4? – Taylor perguntou querendo saber onde ela morava.

— Sim, moro. Eu gosto muito de lá, apesar dos muitos homicídios. – Ela sorriu.

— Mora em Sacramento há muito tempo?

— Há dois anos e meio. Mudei quando fui transferida para a CBI.

— Eu nunca tinha ouvido falar da CBI antes. – Disse Taylor.

— Somos como o FBI, só que mais regional.

— Você parece adorar o que faz.

— Com certeza.

— Passamos da minha casa. – Disse Taylor fazendo uma careta.

— Por que você não disse? Eu teria parado.

— Eu fiquei focado na conversa e esqueci. Ali na frente tem um retorno.

— Okay. – Ela concordou.

— É ali. – Disse Taylor, mostrando sua casa.

— Bela casa. – Disse Van Pelt.

— Eu gosto daqui. – Ele comentou.

Taylor e Van Pelt saíram do carro e caminharam pelo pequeno jardim que havia na frente. Taylor abriu a porta, pediu que ela se sentasse e voltou da cozinha com um vinho, mas, ficou um pouco paralisado ao vê-la com um vestido e não os ternos da CBI.

— O que foi? – Ela perguntou se olhando.

— Nada, você está linda.

— Obrigada, faz tempo que eu tenho esse vestido, mas, nunca tive oportunidade de usá-lo.

— Ele é muito bonito, se fosse azul, seria perfeito. – Taylor comentou fazendo Van Pelt se lembrar da dica de Jane.

— Obrigada. – Ela agradeceu com um meio sorriso.

— Você bebe vinho ou prefere um suco, refrigerante, água?

— Suco de laranja, eu estou dirigindo – Disse ela.

Taylor foi até a cozinha e pegou duas taças com suco de laranja e ao voltar, sentou-se no sofá, na frente de Van Pelt.
                                         
— Boa noite. – Disse uma voz masculina saindo da cozinha.

— Boa noite. – Van Pelt respondeu.

— Esse é o Luís Lopes. Ele é meu amigo, marido da minha tradutora. O Luis é mestre cuca nas horas vagas. É ele quem vai cozinhar para nós esta noite.

— É um prazer. – Disse Van Pelt.

— Essa é a policial de quem você me falou? Que a Joyce não me ouça, mas, mal posso acreditar: ela parece uma modelo! – Disse Luís.

— Eu agradeço, mas, não é para tanto.

— Você é realmente linda! O Luis apenas disse a verdade.

— Obrigada. – Van Pelt agradeceu.

         Luís voltou à cozinha, montou a mesa na sala de jantar e levou a comida que seria servida. Taylor olhava para Van Pelt incansavelmente e ela fazia o mesmo, às vezes, faltava assunto para disfarçar os olhares de um para o outro.

— O meu pai ainda está furioso com o Jane. – Taylor comentou, gargalhando.

— Eu imagino, eu mesma, às vezes, quero matar ele.

— Ele é meio excêntrico. – Disse Taylor.

— Não seja tão bondoso. – Van Pelt ironizou com um sorriso.

— Pelo menos, ele resolveu o caso.

— Ele sempre resolve. Por isso a Lisbon o suporta.

— Eles namoram?

— O quê? Jane e Lisbon? Não mesmo! Eles são como irmãos.

— Eu não tenho tanta certeza. – Comentou Taylor.

— É sério! Eles não têm nada a ver. Namorar o Jane é complicado: ele sempre está dois passos a nossa frente. Imagina o quanto deve ser frustrante?

— Como assim frustrante?

— Estar numa relação com alguém que não pode ser surpreendido é muito frustrante.

— Você não parece ser o tipo de mulher que se surpreende facilmente.

— Fala isso para o meu ex-noivo. Ninguém nunca me surpreendeu como ele.

— Agora fiquei intimidado em tentar te surpreender.

— Não fique. Isso não foi um elogio.

— Nem toda surpresa é boa. – Taylor comentou.

— Você já teve muitas surpresas negativas? – Van Pelt quis saber.

—Sim, mas, nunca lamentei muito.

— Como não?

— Se alguém me decepciona, eu fico chateado, claro, mas, eu também me sinto livre e grato por não ter ido longe o bastante para me arrepender.

— Você está falando de casamento?

— Namoro sério, noivado, casamento... acho que é preciso confiar muito em alguém para se envolver a esse ponto.

— Eu confiava nele.

— Vocês foram noivos, entã,o eu posso imaginar o quanto.

— Podemos comer? – Van Pelt perguntou não querendo falar do seu noivo.

— Claro, eu vou falar com o Luis Lopes e ver se tudo está pronto.

Taylor foi até a cozinha e voltou após alguns segundos. Tudo estava pronto. Luís Lopes se despediu de Van Pelt e foi para casa. Eles se sentaram à mesa e jantaram filé ao molho madeira acompanhado de uma salada francesa, o que era estranho, pois, era um dos pratos favoritos de Van Pelt e não teria como Taylor saber disso. Ela não havia comentado com ele sobre suas preferências, “Talvez, Jane tenha lhe dado a dica.” – Van Pelt se perguntava em pensamento.

— Quer mais um pouco? – Taylor ofereceu.

— Não, estou satisfeita, obrigada.

— Vou pegar a sobremesa na geladeira, espero que goste.

— Eu amo qualquer coisa que seja doce, não tem perigo de eu não gostar.

— Essa é minha sobremesa favorita. – Disse Taylor colocando um pudim sobre a mesa.

— Parece muito bom.

— Tome aqui. – Disse ele colocando uma fatia.

— Está uma delícia.

— O Luís Lopes me salvou hoje, pois, a minha cozinheira me deixou na mão. Já desejei casar com ela, mas, ela não me deu uma chance, então continuo solteiro. – Disse Taylor com um sorriso bobo.

— Você não namorou mesmo Marie?

— Não.

— Está sozinho desde Lily Collins?

— Estou sozinho há uns seis meses. Você é minha fã?

— Não. Eu li a seu respeito. Só isso. Estou curiosa para saber sobre esse namoro secreto.

— Não era secreto. Eu só prefiro as coisas entre quatro paredes.

— É bem mais seguro.

— E bem mais gostoso. – Disse Taylor fazendo-a corar.

— Eu acredito que seja mesmo.

— Se você quer saber quem eu namorei, fale sobre seu noivo primeiro – Disse ele.

— Okay, eu confesso que estou curiosa, mas, não quero falar dele.

— Foi tão horrível assim?

— Eu dei dois tiros nele... Então... Sim, foi bastante ruim. – Disse Van Pelt.

— Você estava com alguma de suas ex-namoradas presentes no Hotel?

— Não, nem com Swift, Selena, nem Lily. – Ele respondeu.

— Sara Hicks? – Van Pelt insistiu.

— Não. Eu não voltei com nenhuma delas.

— Eu não faço ideia de quem seja. – Van Pelt desistiu.

— Porque atirou no seu noivo? – Taylor perguntou sem rodeios.

— Ele atirou na minha chefe e eu atirei nele. – Ela respondeu, tensa.

— Então você namorou um suspeito de um crime?

— Não, ele era um agente como eu.

— Achei que relacionamentos entre agentes eram proibidos.

— Só é proibido entre agentes do mesmo departamento.

— Ele não era da CBI?

— Ele era. Só que não pertencia à minha minha divisão. Ele era do departamento de informática.

— Por que ele atirou na Lisbon?

— Ele era cúmplice do Red John5.

— O serial killer?

— O próprio.

— Como ele foi parar no meio da investigação da sua divisão?

— Faltava uma semana para o casamento. Tínhamos que proteger nossa ex-chefe geral e seus filhos. Eu o levei para onde elas estavam escondidas. Ele foi até lá para matá-la a mando de Red John, mas, Lisbon tentou impedi-lo e ele atirou nela.

— Você atirou nele, depois que ele atirou na Lisbon? Fez certo.

— Não foi só por ele atirar na Lisbon. Eu atirei nele, porque ele ia atirar em mim. – Van Pelt disse se levantando e indo até o sofá.

— Meu Deus. Eu sinto muito. – Disse Taylor estremecido.

— Ele ainda disse que não era pessoal, mas, antes de morrer arrancou o colar que havia me dado de presente de casamento. – Disse Van Pelt mostrando o pescoço com uma fina cicatriz de corte.

— Eu nem sei o que dizer Van Pelt. Sinto muito insistir em tocar nesse assunto. – Disse Taylor pegando em sua mão e levando-a até a varanda.

— Às vezes, ainda o vejo. Ele é como uma piada interna. A imagem dele sempre me lembra do quanto fui ingênua. – Disse ela, emotiva.

— Você não é ingênua. Ele era um sociopata6. Você não teve culpa nenhuma nisso. – Disse Taylor, abraçando-a.

         Van Pelt se aconchegou nos braços do Taylor, e, depois de muito tempo, sentiu-se segura. Estar com ele, lhe fazia sentir uma paz que ela há muito tempo não sentia.

— Obrigada pelo consolo. – Van Pelt agradeceu se soltando do abraço.

— Não foi nada. – Disse Taylor.

— Eu falei do meu relacionamento anterior, agora falta você. – Disse Van Pelt.

— Não há muito a dizer, eu conheci uma brasileira quando gravava Tracers em Nova York. Me apaixonei de verdade, mas, para ela, foi só uma aventura. Então, eu voltei para Los Angeles com minhas malas e meu coração partido.

— Estou impressionada com a garota! Ela era artista como você?

— Na verdade, não. O nome dela é Max. Ela é uma garçonete. Eu a conheci na lanchonete dela e tentei ajudá-la, mas, não deu muito certo.
                                
— Você deve sentir muito a falta dela.

— Sinto mais falta dos Cupcakes. Eles eram incríveis! – Disse Taylor com um sorriso.

— Nossa... Você não existe, Taylor! Falando sério, isso deve ter sido muito doloroso, mas, pelo menos ela não tentou matar a você nem ao seu chefe.

— Pois é, depois de ouvir sua história, confesso que meu caso é fichinha.

— É horrível ter sentimentos por uma pessoa sem que ela sinta o mesmo.

— Eu espero não viver isso novamente. Que tal mudarmos de assunto?

— Estou de acordo, não vale a pena focar a ex num encontro.

— Então isso é um encontro? – Indagou Taylor.

— Eu não sei. O que você acha?

— Se é um encontro, estamos fazendo isso errado. – Disse Taylor levando-a a abrir um grande sorriso.

Van Pelt ficou refletindo por alguns segundos, enquanto olhava em volta do enorme quintal do Taylor. Havia um grande gramado, uma bela piscina, um jardim discreto e uma vista encantadora.

— Sua área de lazer é incrível. – Ela Elogiou.

— Que bom que gostou. – Disse Taylor.

— Essa noite está muito agradável. – Disse Van Pelt.

— Não diga isso. Eu ainda não te mostrei as estrelas. – Disse Taylor pegando pela mão de Van Pelt e levando-a até a grama no meio do quintal.

— Nem me lembro quando foi a última vez que vi o céu assim – Disse ela.

— Então se deite aqui, veja como está estrelado. – Falou Taylor deitando da grama.

— Nossa. Há muitas estrelas no céu. – Disse ela admirando as constelações.

— Quando eu era criança, dava nome a elas. – Disse Taylor.

— Deve ter dado muito trabalho nomear todas essas estrelas. – Comentou Van Pelt.

— Na verdade, teve uma que eu não nomeei. Está vendo aquela ali, do lado esquerdo da lua?

— Sim, estou. – Respondeu ela.

— Eu estou pensando em dar seu nome a ela. – Disse Taylor olhando-a nos olhos.

— Isso seria uma grande honra. – Disse ela envolvida.

Deitados sobre a grama, eles observavam o céu, dividindo seus olhares entre as estrelas e eles mesmos. Tanto Taylor, quanto Van Pelt pensavam em como haviam se envolvido com a pessoa errada e em como tudo havia sido meio trágico a ponto que impedi-los de confiar em alguém novamente. Talvez a descrença no amor, o medo e a raiva interior que os possuía, era o que os tornava tão certo, um para o outro, naquele momento.

Van Pelt ficou ali, até olhar as estrelas que podia e tomada por um súbito medo de que algo mais acontecesse com os olhares que trocavam, decidiu sair dali o quanto antes. Ela abriu um sorriso tímido, mas, perspicaz e disse a ele delicadamente:

— Se eu pudesse parar o tempo, ficaria aqui deitada olhando a escuridão e as estrelas se sobressaindo nesse imenso céu, mas, os momentos bons são apenas isso: momentos.

— Não subestime os momentos bons. São esses momentos que fazem você seguir em frente, não a dor ou as memórias dolorosas. – Disse Taylor.

— Isso explica muito. – Disse Van Pelt com um longo suspiro.

— Você está bem? – Indagou Taylor vendo seu semblante triste.

— Estou sim, só estou com um pouco de frio.

— Ah, meu Deus! Grace, vamos entrar, então! – Disse Taylor se levantando e oferecendo sua mão para tirá-la do chão.

— Sua casa é linda! – Disse ela ao entrar pela porta dos fundos, observando melhor a decoração.

— Obrigada. – Ele agradeceu olhando para as escadas que davam ao quarto.

— Eu preciso ir. – Disse Van Pelt.

— Está cedo. Fique mais um pouco.

— Eu não posso.

— Okay. Obrigada por vir e por ajudar a provar minha inocência.

— Eu que agradeço pelo jantar. Eu só fiz meu trabalho, não há o que agradecer. – Disse Van Pelt, um pouco nervosa.

— Mesmo assim, obrigada. - Agradeceu Taylor dando um beijo no rosto de em Van Pelt e conduzindo até a porta.

Taylor ficou deitado em sua cama e Van Pelt pegou a estrada de volta para Sacramento preocupada com os sentimentos que estava sentindo. Eles pareciam dois velhos amantes que se encontraram após um longo tempo de espera para ficar juntos.

Taylor evitava não pensar em como tê-la seria desafiador. Ambos estavam perdidos, mas, inevitavelmente ligados por algo que eles não conseguiam explicar.

Continua... 

____________________________________       
¹Forever - Série policial que acompanha o médico-legista Henry Morgan, alguém que possui um segredo pouco usual: ele é imortal. Assim, Morgan estuda, há 200 anos, aqueles que partiram, a fim de descobrir o mistério de sua própria condição. Ele trabalha com a polícia, junto com a detetive Jo Martinez, sua parceira.

²Lie to me - A série traz as investigações de uma equipe formada por especialistas em detectar mentiras. As mínimas expressões e gestos são interpretados por esses cientistas do comportamento, que prestam seus serviços para diversas entidades, como o FBI, a polícia, empresas particulares ou mesmo pessoas que estejam dispostas a descobrir a verdade que alguém pode estar escondendo.

³Jurisdição – Poder atribuído a uma autoridade para fazer cumprir certas leis e punir quem as infrinja em determinada área.

4Sacramento - É a capital do estado norte-americano da Califórnia e sede do condado de Sacramento. É a sexta cidade mais populosa da Califórnia.

5Red John – O antagonista invisível da fanfic. Ele sempre se certifica de que sua marca registrada, o rosto sorridente desenhado com o sangue da vítima, seja a primeira coisa que se veja diante de uma vítima morta por ele. Depois que Jane zombou de Red John em um talk show, ele o retaliou matando a esposa e a filha de Jane.

6Sociopata - Indivíduo de personalidade psicopatológica e de comportamento antissocial, ao qual falta senso de responsabilidade moral ou consciência.   


NOTAS DA AUTORA: Muitas revelações nesse capítulo e isso é só o começo. Vem coisa tensa por aí. Comente que no próximo capítulo teremos mais. Não esqueça de usar a tag no Twitter: #FanfictionOmentalista quero ver o que você vai postar sobre ela. Vou dar Retweet e seguir de volta. Abraço e até o próximo capítulo.

4 comentários:

  1. "Óia" eu aqui de novo! Sempre a primeira a aparecer.
    Kkkkk já imagino você pensando: "Essa garota de novo? Só pode ser perseguição!"
    Mas eu adoro sua fic e vou continuar aparecendo por aqui.
    Capítulo incrível. Fiquei preocupada com esse "Vem coisa tensa por aí ".
    Nada de coisa tensa, quero paz e amor para os dois, viu?
    Com relação ao Rigsby:CHATO! IRRITANTE! INTROMETIDO! INSUPORTÁVEL!
    Já falei que quero hot? Sim! Mas repito: manda hot amore.
    Até o próximo capítulo.

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    1. Pode me perseguir, adoro kkkkkkkkkkkkk. Obrigada pelo comentário. Ah você odeia o Rigsby! Terá hot sim. Aguenta aí.

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  2. Só pra constar: Adorei esse Taylor safadinho com esesse: "É bem mais gostoso" kkkkkkkkk
    Morri com isso

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