10 novembro 2015

Fanfiction: O MENTALISTA - Capítulo 11. Fast Cars and freedom


Trilha sonora do capítulo:


“O amor não busca agradar a si mesmo. Nem destina qualquer cuidado a si próprio, mas se dá facilmente ao outro, e constrói um paraíso no desespero do Inferno”. (William Blake).


            Exausto pelas vãs tentativas de entender o enigma do poema recitado por Red John, Jane preparava uma xícara de chá, para mais uma maratona de repetições dos versos em busca de uma luz do que as palavras recitadas poderiam significar no contexto Red John.
        Lisbon o observava a espreita, ela mantinha seus olhos em Jane e o espionava pela cortina persiana da janela de sua sala, ela sabia que algo teria saído daquela conversa para Jane permanecer tanto tempo concentrado. Ela o encarou mais uma vez e seu sorriso descarado a levou ao limite e aproximando-se dele, falou determinada:


— Já chega Jane, eu quero saber o que realmente aconteceu naquela noite.

— Eu já te disse, apenas ouvi uma voz do suposto Red John dizendo que não permitia copiadores de seu trabalho.

— Você acha queera a voz de Red John?

— Eu não sei, poderia ser uma voz forjada. – Disse Jane.

—Existem modificadores de voz portáteis e ele poderia estar usando um.

— Existem?

— Sim, Jane, existe. Eu não consigo acreditar que ele seria tão descuidado, deixando que você ouvisse a voz dele.

— Ou poderia não ser ele. Eu não paro de pensar nisso.

— Então me diga o que aconteceu ou não saberei como te ajudar.

— Você não poderia me ajudar.

—Ruth foi adécima sexta vítima mulher de Red John, acho que qualquer pista, por menor que seja, deve ser considerada para parar ele. – Disse Lisbon.

— Ninguém quer parar mais Red John do que eu, porque diz isso?

— Não sei Jane, mas sinto que você não está sendo honesto.

— Okay, Lisbon, quando houver algo que você possa ajudar, não hesitarei em pedir, mas agora, me deixe pensar, eu quero ficar sozinho, eu vou para o sótão.

— Como quiser. – Disse Lisbon saindo levemente, chateada.

            Van Pelt estava em sua mesa, no seu computador. Lisbon foi rever alguns casos que estavam em aberto junto com Cho e Rigsby. Assim que eles desceram pelo elevador, Jane apareceu diante de Van Pelt com um sorriso maquiavélico.

— Pode pesquisar uma coisa para mim? – Pediu Jane cautelosamente.

— Claro, pode falar.

— Faça uma busca sobre o poeta William Blake. – Pediu Jane.

—William Blake foi um poeta, tipógrafo e pintor inglês. Ele nasceu em Londres em 1757 e morreu 1827.

— Qual sua poesia mais famosa?

— O tigre. – Respondeu Van Pelt.

— Qual sua pintura mais famosa?

—“A braceofpartridge”. – Respondeu Van Pelt deixando Jane com um semblante de grande preocupação.

—Obrigada Van Pelt, quando Lisbon voltar, diga que estou esperando lá em cima.

— Tudo bem. – Disse ela e então perguntou:

—Tem alguma pista do Red John?

— Para ser sincero, eu ainda não sei.

— Certo, eu direi aLisbon, que você a espera.

— Eu sou muito grato, será que você pode imprimir uma cópia dessa pintura para mim?

— Posso sim, só um segundo.

— Obrigada. – Agradeceu ele e sentou-se no sofá marrom que havia ali.

            Elaficou olhando para a incompreensível pintura impressa por alguns segundos, mas não achou nada de interessante e sim um pouco assustadora e entregou a Jane, que satisfeito voltou ao sótão.
            Van Pelt não conseguia parar de pensar no Taylor e no quanto o seu encontro havia sido arruinado. Seus pensamentos iam e vinham imaginando no que aquele beijo poderia levar.
            Taylor, não apenas pensava, mas desejava estar com ela o quanto antes e deixar que seus desejos os levassem aonde queriam, isso era quase um veredicto, assim como o objetivo de ler o livro que carregava consigo por todos os cômodos de sua casa.
            Jane permaneceu deitado, alternando seus olhos para a pintura e o painel que ele mantinha na parede com todas as informações sobre Red John que ele havia colhido ao passar dos anos.
            A única coisa que Jane mantinha em sua mente, era suas mãos postas no assassino de sua esposa e filha, essa ânsia o consumia, mas não o cegava, ele era meticuloso demais para ceder a impulsos tão naturais.
            Pensando na relação que havia encontrado entre a poesia, a pintura e Red John, ele acabou cedendo ao cansaço e adormeceu com as fotos nas mãos. Ele não tinha dormindo noite passada e não apenas seu estado físico precisava de descanso, sua mente esvaecia.

[...]

— Chefe? – Chamou Van Pelt ao ver Lisbon passar pelo corredor das salas.

— Algum problema? – Lisbon indagou vendo o semblante de Van Pelt.

— Jane me pediu para fazer uma pesquisa e quando terminei, ele estava com aquele olhar de Sherlock Holmes.

— Ele sabe de alguma coisa. – Lisbon constatou em fleuma.
           
— Ele pediu para você procurá-lo quando retornasse.

— Obrigada Van Pelt, eu irei lá falar com ele.

— De nada, chefe.

            
Lisbon pegou o elevador e subiu para o final de prédio da CBI onde tinha um sótão próximo ao corredor, era uma sala pequena onde deveria ter funcionado um depósito quando aquele andar funcionava.
            
Ela se colocou diante a porta e ao fechar o punho para bater, Jane gritou antes que ela o fizesse.

— Está aberta, Lisbon.

          
Ela entrou encarando-o com um olhar doce, mas especulativo e Jane se levantou, mantendo os olhos no painel e na pintura e então quebrou o silêncio dando a Lisbon a folha impressa.

— Credo, isso é uma arte de mau gosto, até para você.

— Eu não disse que apreciava, mas talvez, Red John aprecia.

— O que?

— Você estava certa sobre aquela noite. O Red John me disse algo.

— O que ele te disse?

— Vire a folha. – Pediu Jane para que Lisbon visse a poesia que estava escrita no verso na pintura de William Blake.

— O que significa isso? – Lisbon indagou ao ver o trecho da poesia.

— Estou tentando descobrir.

— E como a pintura tem relação com a poesia? O fato de serem do mesmo autor não justifica que tenham algo em comum.

— Não há relação entre a pintura, a poesia e Red John, mas há relação entre a pintura e alguém que conhecemos.

— Quem?

— Veja o nome dessa pintura e pense. Pensar é o novo sexy. – Disse ele.

— Eu estou pensando, mas o nome da pintura não me traz ninguém que conhecemos a memória.

—Diga o nome da pintura em voz alta, Lisbon. – Pediu Jane.

—“A braceofPartridge”

—Não conhece ninguém com um sobrenome relacionado ao nome dessa pintura?

— Não consigo pensar em ninguém.

— Okay, Lisbon, você tem essa informação em sua mente, só precisa achá-la e usá-la, ela está aí em algum lugar na sua memória. Pense.

— Eu não tenho um palácio da memória como você, Jane.

— Tem sim, você só não organizou as informações na sua mente. Vou facilitar para você desta vez. Diga-me Lisbon, quem sempre encontramos nas cenas de crimes onde há um copiador do Red John?

—Brett Partridge. – Disse Lisbon, sem cogitar.

— Isso mesmo. Eu disse que você sabia.

— Acha que o perito forense da polícia é o Red John?

— Eu não estou dizendo que é, mas convenhamos que é meio estranho a presença dele, toda vez que alguém mata alguém fingindo ser o Red John.

— Tem certeza que não é uma coincidência ou você só está implicando porque ele não gosta de você?

— Eu não implico com quem não gosta de mim.

— Implica sim.

—Se você está dizendo...

— O que faremos em relação ao Brett Partridge?

—Vamos ficar de olho nele. Vamos saber cada passo que ele vai dar.

— Está bem. Eu vou pedir a Van Pelt para monitorá-lo.

— Obrigada e me desculpa.

— Está pedindo desculpa por ter escondido uma prova sobre o Red John?

— Sim, por isso e por tudo que farei de errado de agora em diante.

— Não pense em fazer nada sem me consultar, Jane.

— Prometo que vou te contar quando eu tiver algo concreto.

— Okay, sem mais segredos. – Disse ela, saindo do sótão.

            
Lisbon desceu pelo elevador e ficou em sua sala pensando na relação que havia entre a pintura chamada “A braceofPartridge”, Brett Partridge e como ela poderia ser a possível identidade de Red John.
            
O assassino recitou The Tiger de William Blake quando se encontrou Jane pessoalmente. Ele primeiro perguntou “Você sabe quem eu sou?” e depois citou os famosos versos. Será que Jane estava certo? Brett Partridge poderia ser o Red John?


[...]

            
Van Pelt olhava para o telefone em cima da sua mesa. Não sabia se ligava para o Taylor ou esperava ele ligar, aquela dúvida a mantinha inquieta, ela batia os dedos repetidamente contra a mesa e dava longos suspiros, entediada.

— Está tudo bem? – Indagou Rigsby.

— Está sim, por quê?

— Você parece bastante ansiosa.

— Não é nada.

— Se fosse algo, você me diria?

— Eu não sei. – Disse Van Pelt sem querer prolongar a conversa.

— Grace, eu preciso te dizer uma coisa.

— O que?

— Eu te amo. – Disse Rigsby sem rodeios.

—E-eu... Nem sei... O que dizer. – Ela disse pausadamente em busca de palavras, mas não teve êxito.

— Eu também que te amo, era o que você deveria dizer.

— Isso era o que você gostaria que ela dissesse. – Diz uma voz por detrás dele.

— O que ele faz aqui? – Perguntou Rigsby.

—Taylor? – Indagou Van Pelt.

—Desculpa vim ser avisar, eu queria te fazer uma surpresa. – Disse Taylor e indo em direção a Van Pelt a abraçou e beijou-a em seguida.

— Demonstrações de afeto são desconcertantes, não? – Disse Jane surgindo por detrás deles.

— Jane, que bom revê-lo.  – Disse Taylor, e eles apertaram as mãos.

— É um grande prazer revê-lo também, mas eu preciso ir, só vim encontrar o Rigsby, estamos trabalhando em um caso.

— Estamos? – Rigsby pareceu surpreso.

Jane sorriu e sussurrou no ouvido de Rigsby:

— Vamos logo, estou te salvando de fazer papel de idiota.

—Até mais, nós vamos trabalhar no nosso caso. – Disse Rigsby desconfortável.
                                               
         Taylor e Van Pelt se olharam por alguns segundos e então, ele pediu mais uma vez desculpas por aparecer inesperadamente.

—Podemos jantar hoje a noite? – Ele perguntou sem graça.

— Claro, eu vou sair às 18h00min. – Van Pelt respondeu feliz com o convite.

— Eu vou ficar num Hotel, mas ainda não decidi qual, mas te ligo quando me instalar.

— Está bem. – Ela concordou e voltou ao trabalho.
                                               
Taylor saiu da CBI em busca de um Hotel para ficar. Ele levava consigo as expectativas de uma possível noite de prazer e carinho, mas Van Peltera diferente de todas as mulheres que ele havia tido e principalmente de Max, uma garçonete que fez seu coração em pedaços.

~ POV VAN PELT ~

Terminou meu turno e fui para casa. No caminho, Taylor enviou o endereço do Hotel onde estava pelo whatsapp. Arrumei-me e fui até o Hotel para encontrá-lo,torcendo para que nada desse errado de novo.

A recepcionista estava a minha espera, pois Taylor havia avisado que esperava por mim. Tive alguns devaneios de como eu gostaria que aquela noite fosse, mas o barulho do elevador me trouxe da volta à terra.
Respirei fundoe bati na porta.

Eu já o havia encontrado antes, mas estavanervosa como no primeiro dia, meu humor se misturava de formaassustadora quando estava perto dele, era umamistura de empolgação, ansiedade e medo, mas tentando esquecer meus temores, abri um sorriso quando o vi e entrei.
                                               
— Que bom que veio! – Disse Taylor olhando-me. Ele pegou o vinho que tinha em suas mãos e serviu uma taça para mim.

— Por que não quis jantar na minha casa? – Perguntei curiosa.

— Eu queria fazer algo diferente, então pedi comida tailandesa.

— Eu nunca experimentei nada da Tailândia.

—Então essa é sua chance. Sente-se.  – Pediu ele.

— Obrigada. – Agradeci sua cortesia, ao puxar a cadeira para mim.

— Eu já volto. – Disse Taylor deixando-me na pequena sala de estar que havia ali e entrou no quarto.

Vi o livro que eu havia emprestado a ele e pelo aspecto, parecia que havia sido folheado completamente. Ele voltou trazendo um CD em mãos e colocou-o para tocar baixo.

— Que voz bonita. Não reconheço este cantor. – Falei interessada.

— É Rascal Flatts¹, uma banda, eu gosto muito. – Respondeu ele.

— Eu vou ouvir em casa, depois. – Comentei.

— Não vai se arrepender, as músicas deles tem uma intensidade impressionante. – Taylor Aludiu empolgado com a música.

— Que música é essa?

— Cool Thing², eu amo essa faixa.

—É realmente agradável, parece Rock alternativo. – Comentei

— Na verdade é Pop Country.

— Legal. - Comentei, mas vi a testa dele enrugar repentinamente. Pareceu lembrar-se de algo desagradável, então se desculpou meio angustiado:

— Eu não devia ter aparecido daquela forma naCBI. – Disse ele.

— Não tem problema, eu gostei por ter me procurado. – Articulei.

— Eu nem pensei. Quando dei por mim, já estava no elevador, eu queria muito ver você. – Ele Admitiu com um sorriso sem graça.

— Eu já disse quenão tem problema. Eu também queria muito ver você.

—Da próxima vez vou ligar antes. – Disse ele e convidou-me: Vamos comer?

—Vamos. – Assenti.

— Você curte Justin Bieber? – Indaguei reconhecendo a voz cantando.

— Só curto “Thatshouldbe me³”, Juntin canta com Rascal Flats e eu amo Rascal Flatts, minha irmã ouvia essa música o tempo todo, acabei adicionando a minha playlist, eu já disse que amo Rascal Flatts? – Justificou com uma gargalhada contagiante.

— Você é uma graça. Não precisa se defender – Falei e sorri.

— Não conte nada sobre isso aos seus amigos da CBI, okay? – Pediu ele.

— Seu segredo está muito bem guardado.

Taylor e eujantamos ouvindo Rascal Flatts.Depois da sobremesa, continuamos bebendo o vinho que acabou em seguida, então bebemos uma segunda garrafa e falamos sobre diversas coisas, principalmente sobre “A culpa é das estrelas”, mas o assunto esquentou depois da segunda garrafa.

— Posso ser franco? – Ele indagou com um sorriso meia boca.

— Você sempre deve ser franco. – Concordei curiosa para saber o que havia feito seus olhos serenos ficarem perversos,subitamente.

— Van Pelt, eu sei que nos conhecemos há pouco tempo, mas eu desenvolvi um sentimento muito forte por você. – Disse Taylor, sério em tom envolvente.

— Eu também me sinto assim. – Admiti tentando não parecer desesperada.

—Eu sei que é cedo, mas eu não quero que esta seja mais uma noite de confissões, eu quero você. Desculpa se minha franqueza te ofende, mas eu sinto que vou explodir a qualquer momento. – Disse Taylor, sem saber que aquelas eram minhas palavras, também.

— Eu não acho que seja cedo e não estou ofendida. – Esclareci.

— Não? – Ele franziu a testa e abriu um sorriso meigo. Superei a clareza dos seus dentes alvejados,recuperei a razão e completei:

— Na verdade, considerando que minha profissão é de risco, eu posso nem ter a chance de ter outro encontro. – Falei tomando mais um gole de vinho.

— O que você está usando? - Ele perguntou sem rodeios.

— Um vestido. Não está vendo?

— Por debaixo do vestido? – Taylor corrigiu.

— Lingerie.

— Que cor? – Ele perguntou com um olhar perverso.

— Vermelha. – Respondi meio envergonhada.

— Eu amo vermelho. – Disse ele com um sorriso.

— E você? - Perguntei querendo saber a cor de sua cueca.

— Nada. – Disse ele.

— Não está vestindo nada por baixo?

— Não – Disse ele, se levantando do sofá.

— Aonde vai?

—Pegar mais vinho.

— Deixa que eu pego. É minha vez. – Falei e saí.

— Não demora. – Disse ele focando meu bumbum.

— Você faz muito isso? – Indaguei.

— O que? – Ele perguntou perdido.

— Andar sem cueca por aí.

— O tempo todo.

— Sério? – Gargalhei.

— Meu pau gosta de liberdade, o que posso fazer?

— É uma pena, eu gostaria de prendê-lo esta noite.

— Calma, ele não é tão radical. Você e eu sabemos que nenhuma liberdade é realmente plena.– Taylor brincou.

— Então tá bom, senhor liberdade. Esta noite você será cativo dentro de mim. – Falei fazendo morder os lábios.

— Eu sempre fui tarado por mulheres com uniforme. É uma pena que eu tenha seduzido uma policial que não usa uniforme.

— Desculpa, mas de tudo que você disse eu só ouvi: tarado.

— Passa esse vinho pra cá antes que eu enlouqueça. – Pediu ele.

Entregueia garrafa de vinho.Nós já estávamos tontos, pois não tínhamos hábito de beber. Quando me aproximei do sofá em que ele estava sentado, coloquei o vinho sobre uma mesinha no canto e ao invés de sentar ao lado dele, subi em seu coloe o beijei.

—É hora de dar um pouco de liberdade a ele – Provoquei-o esfregando minha mão direita sob o zíper da calça jeans e pressionando seu pau.

Ele deu um sorriso destemido,pegou minha mão e a deslizou repetidamente sobre o volume, que aumentou ainda mais.

Tocava a música “Fastcarsand freedom”4 quando Taylor se levantou comigo encaixada em sua cintura e me beijando, me colocou sentada no sofá, no lugar em que antes ele estava sentado.

Ele esboçou um sorriso sacana e ao se ajoelhar, tirou os sapatos dosmeus pés e os massageou com grande destreza.

— Isso é muito relaxante. – Admiti encarando seus olhos focalizando o meu corpo.

— Avise quando quiser que eu pare. – Disse ele.

— Já está bom. – Ressaltei.

Taylor encheu a taça de vinho e a entregou a mim, depois se ajoelhou e continuou massageando osmeus tornozelos e em seguida subiu suas mãos pelas minhas pernas, delicadamente.

Senti seu toque um pouco mais lento. Minha respiração parou por alguns segundos quando o vi se curvar e beijarminhas cochas. Um tremor inquietante tomou conta das minhas mãos, desejei acariciar seus cabelos, o reflexo da pouca luz,deixava-os em um tom azulado, minhas mãos percorreram os fios macios, conforme ele subia beijando minhascochas e minha cintura.

As batidas do meu coração tornavam-se cada vez mais concisas, seu toque era primazia para a minha pele. Minha respiração parouquando ele subiumeu vestido e deslizou sua língua pelo meu corpo.A sensação agradável de sua língua arrebatou meu coração descompassado, que seguiu em um ritmo célere e impetuoso dali em diante.

Ele olhou para mime abriu um sorriso.Eu apenas o retribui,encarando-o em espera. Ele aproximou-se, beijou meus lábios, deslizou as mãos pelas minhas cochas e acariciouminha vagina... Seus dedos tocaram-na tão delicadamente, a sensação de ter seus dedos em minha vagina, ecoavam uma sensação agradável e meu deleite foi ainda maior quando ele enfiou os dedos por entre a calcinha e tocou em meu clitóris.

Percebendo a distorção do meu corpo, com o toque em meu clitóris, Taylor, tirou seus dedos da minha calcinha e subindo, beijou o meu pescoço e desceu cada centímetro com o mesmo beijo molhado, até passar sua língua ao redor do mamilo do seu seio e ficou os acariciando e chupando-os, conforme lhes compraziam por um adorável tempo.

A sensação de seus lábios em meus seios causou-me umailustre sensação, deixando-me relaxada e entregue a ele, parecia que eu tinha sido feita para ele, cada ação que ele cometia, acomodava o que meu corpo queria, um encaixe perfeito de pura sedução e satisfação de desejos, eu nunca tinha experimentado nada parecido, ele era único, desprovido de vergonha, parecia livre, selvagem, domesticado apenas pelas minhas vontades e da dele, em me satisfazer.

Inebriada pelas doses de charme que derivava dele, passei as mãos pelos seus braços, subi até seus ombros e acariciei-os lentamente, sentindo o quanto eram firmes e tonificados. Minhas mãos escorreram pelas suas costas, notei como eram largas e sedosas. Passei os dedos por entre suas costelas, fazendoTaylor ter um leve arrepio. Amei a sensação que causei a ele.

Desciminhas mãos pelas nádegas do Taylor e as apertei sobre minha vagina, sentindo o quanto seu pauestava duro.Saí debaixo dele e deitei sobre ele beijando-o de modo a extrair-lhe o fôlego, então desci beijando seu pescoço, seu peitoral e sua barriga e desci até seupau grande e grosso e o lambi ainda timidamente, mas o leve gemido que Taylor exprimiu me encorajou a percorrer minha língua por todo ele, lambendo-o e chupando-o repetidamente, até os gemidos dele se intensificarem a cada chupada e movimento em círculos que ela fazia com seu pauemminha boca.

Eu enrolava seu pau por entre o céu da minha boca e o chupava, brincando com minha língua em movimentos rápidos sobre a cabeça, deixando-o inquieto sobre o sofá, satisfazendo não apenas o meu desejo de chupá-lo como me convinha, mas de satisfazer meu ego, a ter Taylor totalmente entregue as minhas fantasias.

Embora eu estivesse com minha boca ocupada, chupando e lambendo seu pau, eu também exprimia meus gemidos, com avoz abafada em toda minha gula e desespero para chupá-lo cada vez mais, ele tinha um pau gostoso, exuberante... Eu poderia chupá-lo por toda a noite.

— Chega. – Ele ordenou que eu parasse, quase sem voz e me puxou para próximo dele e sussurrou em meu ouvido, fazendo-me se arrepiar instantaneamente:

— Agora eu vou chupar sua boceta gostosa. – Disse ele, virando sobre mim.

Taylor desceu com sua língua úmida pela minha barriga, trilhando o caminho até minha vagina. Eu permaneci sem reação, até que ele deslizasse sua língua por entre os lábios daminha vagina e envolvesse o clitóris entre minha língua e lábios delicadamente.

Um arrepio se estendeu por todo o meu corpo, deixando-me tomada pela sensação de prazer de sua língua rodeando meu clitóris incansavelmente. Eu me movia inquieta sobre o sofá, meus gemidos apenas evidenciavam o quanto ele havia ido bem.

Após deixar-me lubrificada, Taylor subiu chupando meus seios delicadamente, enquanto eu escorria meus dedos pelo seu pênis, querendo-o mais intimamente... Ele estava pronto para penetrar minha boceta. Minhas pernas bambearam no instante em que Taylor beijou minhas cochas e abrindo-as,penetrouminha boceta com certa delicadeza no início, mas aumentava a velocidade e força conforme socava seu pau, fazendo-me gemer desesperadamente.

Nossos lábios e mãos eram escravos do prazer quesentíamos. Seguimos nos beijando e trocando de posições conforme desejávamos. Aquela foi uma noite que deu muito a nós, não apenas pelo prazer físico, mas pelo carinho que tivemos um pelo outro quando o sexo acabou.

Tomamos banho e permanecemos abraçados por um longo tempo sem nada a dizer, no entanto, nossos pensamentos vagavam por possibilidades de que aquela sintonia perfeita pudesse continuar, mas tanto para ele, quanto para mim, tudo era muito distante ainda.

[...] 1 ano depois.

Os meses seguintes foram cada vez mais intensos, nósestávamos perdidamente apaixonados um pelo outro e Taylor sentia cada vez mais vontade de estar comigo, após semanas viajando de carro de Valência até Sacramento, Taylor decidiu ficar na minha casa nos finais de semana e em minhas folgas da CBI, com o tempo, ele começou a ficar comigo durante a semana e nós ficamos morando juntos.

Ninguém da mídia sabia sobre nós, e isso dava vantagens e conforto ao nosso amor secreto, marcado por leituras das crônicas de Gelo e Fogo, vinho e conversas longas sobre um futuro incerto, mas muito desejado.

Tudo ia bem até Taylor começar a promover o filme Run The Tide, cedendo algumas entrevistas a programas notáveis da TV americana, masfoi com Jay Leno que ele quebrou o silencio sobre sua prisão e deu uma declaração que traria consequências devastadoras.

Continua...
____________________________________       
¹Rascal Flatts - É uma banda country pop dos Estados Unidos,composta por Gary LeVox como vocalista, Jay DeMarcus como baixista e Joe Don Rooney como guitarrista.

² Cool Thing – É uma música da banda country pop Rascal Flatts que narra um dia de verão típico americano e momentos inesquecíveis.

³Thatshouldbe me – Música em que i cantor Justin Bieber cantacom a banda Rascal Flatts, mostrando seus talentos com o violão, Justin Bieber solta a voz e faz uma verdadeira declaração de amor na música, falando de um suposto amor que foi perdido para outro.  A música faz parte do álbum My World 2.0, mas no CD, Justin aparece cantando sozinho.


4 - Fastcarsandfreedom – Música da banda Rascal Flatts, em português “Carros Rápidos e liberdade”. Tem violão e guitarra animada, é uma declaração de amor sutil que tenta elevar a autoestima da pessoa amada. A música é um hit diário da autora Val Barreto, que se inspirou na música na escrita desse capítulo.

4 comentários:

  1. Nossa senhora das mulheres safadas, que capítulo foi esse?
    Meu hot, meu tão esperado hot aconteceu!!! Val sua diva...
    Me preocupei com o final, logo agora que tá tudo dando certo...
    Não conheço essa banda Rascal Flatts, fiquei curiosa e vou pesquisar....
    Sobre essa música do Justin Bieber eu acho que escutei há muito tempo, tempo uma amiga que é believer (não sei se é assim). Mas dele a única música que gosto é a nova que ele lançou Love Yourself com meu Edzinho Ruivo Sheeran... Por que estou falando disso mesmo? Sou louca.
    Voltando ao foco, não quero separação e nem brigas logo agora viu dona Val?
    Agora deixa eu ir tomar água porque esse capítulo ferveu minha alma kkkkkkkkk.
    Até o próximo.

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    1. Que bom que gostou. Acho que vc vai odiar a fic daqui em diante kkkkkkk

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  2. genteeeee pelamordee continua,num para nao..como reagir a esse momento de sexo dos dois..pensamentos voaram aki,mistura deciumes kkk e vontade de ser eu,com um toque de AI MEU DEUS prciso desse boy!! kkk eu ja quero e preciso do 12,preciso de vinho,prciso do taylor pra ferver minha boca de golfinho como diz o hugo gloss kkkkk.

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