24 novembro 2015

Fanfiction: O MENTALISTA - Capítulo13: That should be me.


A sede dos agentes da CBI em parar o Red John nunca foi tão grande e parecia insaciável tanto para Taylor quanto para Jane e apesarde terem sua parcela de culpa na tragédia das pessoas que amavam, não aceitaram a perda de forma razoável, pelo contrário, aumentaram seu ódio para seguir cada pista e pegar o assassino.

Jane se sentiu ligado ao Taylor, e ainda que motivados por tragédias, eles desenvolveram uma grande amizade.Eles sempre compartilhavam suas teorias, ou apenas alimentavam as terríveis pretensões de ambos para dar fim a qualquer vestígio de que Red John tenha existido.

[...] Dias depois.

Era noite, Lisbon estava encarando a mesa vazia de Van Pelt e imaginando como ela poderia ter evitado sua morte precoce daquela forma, mas nada era mais deprimente do que Rigsby com a aliança que gostaria de ter dado a Van Pelt. Seu pensamento estava longe e seu coração vazio.

Jane estava no sótão com o enorme quadro cheio de recortes de pistas do Red John, seria mais uma noite de autoflagelação se uma denúncia por perturbação do sossego, não os tivesse tirado do tédio que os consumia.
Qualquer caso era útil para preencher a mente e mesmo Jane foi acompanhar a denúncia, pois estava lá em cima há dias e apenas comia quando Lisbon o obrigava.

Ao chegar ao local, Lisbon encontrou a porta da casa aberta e adentrou com a arma em punhos quando foi surpreendida pela carinha na parede e o corpo dilacerado. Era uma cena de crime do Red John e não apenas perturbação do sossego, o barulho atraiu a atenção dos vizinhos.

Jane avistou o olhar de Lisbon e pelo seu semblante empalidecido, ele sabia que Red John havia feito mais uma vítima. Ao entrar, ele notou que aquela cena não era como as demais, ele havia matado aquela mulher as pressas, porque a sua marca na parede não estava completa, faltava a boca e isso deixou Jane surpreso.

Jane olhou para a parede e para o corpo, o fato da marca não estar completa o fez cogitar se a cena não poderia ser consequência de mais um seguidor do Red John, contudo, quando ele se aproximou do corpo da mulher, reconheceu as profundezas dos cortes, mas não foi o desleixe da marca feita na parede que o intrigou, e sim fato de Red John não ter pintado as unhas da vítima com seu próprio sangue, como ele sempre fazia.

Jane aproximou-se do rosto da mulher e antes que seu cérebro pudesse processar a informação, seu grito ecoou pelo quarto e consequentemente por toda a casa:

— Ela ainda está viva!!! Chamem uma ambulância!!! Ela está viva!!!

A mulher estava respirando, Red John havia cometido finalmente um erro e Jane regozijava-se com a pequena possibilidade de estar à frente dele, pelo menos dessa vez.
        
Lisbon chamou uma ambulância com urgência e Jane não soltou a mão da vítima em nenhum momento, era possível ver o espanto e o pavor em seus olhos vermelhos e lágrimas que desciam misturados ao sangue que havia em seu rosto.

Ela tentava falar, mas não conseguia porque sua garganta havia sido cortada, era uma grande surpresa que estivesse viva e Jane, obcecado em sua missão de pegar o Red John, aproximou-se e sussurrou no ouvido daquela mulher:

— Como ele é?

— Uma tatuagem. – Disse a moribunda com muito esforço.

— Que tatuagem? – Ele insistiu.

— Letra T. – Ela respondeu engasgando-se com o próprio sangue.

— Onde ficava a letra?

— No ombro. – Disse ela, entrando em estado de choque.

Ninguém naquele quarto ouviu o que ela disse. Era uma vantagem para Jane, já que ele nunca soubera em quem confiar. A vítima se chamava Olivia Pine, ela ficou por duas semanas na UTI com seu quarto sendo guardado vinte e quatro horas por dia, já que Red John nunca havia deixado testemunhas ou pistas, dessa vez ele havia feito o serviço pela metade porque a CBI atendeu ao chamado em pouquíssimos minutos, interrompendo-o de fazer sua arte.


Jane não queria deixar o hospital por nada. Ele permaneceu sentado na sala de espera como um zumbi, esperando que Olivia acordasse, e ela acordou no 14º dia, estava consciente e falando com dificuldade, pois o corte havia limitado sua fala.

Jane pediu para falar com Olivia, mas os médicos não permitiram porque ela já havia passado por um grande trauma, contudo, Lisbon conseguiu um mandado alegando questão de seguranças nacional, já que a vítima era testemunha de serial killer que já matado mais de 18 mulheres, incluindo uma agente estadual, Van Pelt.

Ao chegar ao quarto em que Olivia estava, Jane foi surpreendido pela visão da moça inerte na cama, ela havia sido sufocada com o próprio travesseiro e um dos policiais que fazia a guarda havia sumido, era evidente que o policial que devia proteger Olivia, a teria sufocado, mas por que?

O nome do policial era Chris Keller, em sua ficha, foram encontradas acusações de corrupção e filiação ao crime organizado em todo o norte da Califórnia, mas tudo havia sido arquivado por falta de provas e ele foi considerado inocente e livre de todas as acusações sem que sequer chegasse a julgamento.

Jane entendeu que Chris Keller protegia o Red John e também era protegido por ele, mas não havia nenhuma razão por menor que fosse para uma amizade entre ambos ou que justificasse a entrada de Chris para a rede Red John, isso era o que intrigava Jane, ele precisava encontrar o que o policial tinha em comum com o Red John e com os outros seguidores da Rede.

A morte de Olivia deixou-o pesaroso, ele tinha mais uma morte sobre si e mais uma vítima que ele queria vingar, mas a morte de Olivia não havia sido em vão, Jane tinha uma migalha de pão que o levaria até o Red John.  Ele ainda tinha a tatuagem em forma de “T” e poderia reconhecer Red John através dela.

Rigsby assistiu a cada vídeo do hospital, ele queria saber por que o policial havia matado Olivia e qual sua ligação com Red John, que pelo visto, não estava sozinho, pelo contrário, tinha uma rede de seguidores, mas ninguém sabia como ele escolhia esses seguidores e qual a essência de ter uma pessoa não muito brilhante como ele, encarregado de seus assuntos.

Ao analisar as câmeras de vigilância do Hospital, Rigsby compreendeu que deveria expandir suas buscas e verificou todas as movimentações do policial que havia matado Olivia, a fim de ligá-lo ao Red John, afinal, em algum momento eles teriam mantido contato.

Jane vasculhou cada centímetro da casa do policial que não havia sido encontrado em lugar algum. As câmeras de vigilância na rua da casa em que Chris Keller morava permitiram criar um mapa de muitos lugares frequentados por ele, e após meses de busca em cada lugar, cada câmera nos sinais de trânsito e da rua, Rigsby finalmente teve progresso.

O policial havia sido filmado em encontros suspeitos com três pessoas conhecidas não apenas por Jane, mas todos da CBI, afinal, eram todos policiais, exceto um, mas trabalhava para a polícia, de certa forma.

Chris Keller havia sido filmado em três locais afastados do centro, em um encontro suspeito com Brett Partridge, investigador forense da CBI, Gale Bertram, chefe geral da divisão da CBI e Thomas McAllister, xerife de Napa Valley, local onde o Red John fez sua primeira vítima e que trabalhou com Jane e a equipe de Lisbon em alguns assassinatos do Red John na divisa de cidades fronteiras a Sacramento e Napa Valley.

Jane finalmente tinha uma lista menor de suspeitos. Um desses três era o Red John e em sua astúcia, ansiava para saber qual.

Suspeito 1 - Brett Partridge


Brett Partridge,já havia atraído a atenção de Jane, afinal, como investigador forense especializado nas cenas de crime dos casos de Red John, ele sem dúvida tinha as habilidades necessárias para saber como matar pessoas, possuía contatos, além de trabalhar diretamente para a CBI.

Brett Partridge demonstrava certa admiração por Red John, e por isso transpareceria antipatia por Jane, e ainda tentou confundir as cenas dos crimes de Red John, que mesmo tendo provas de que era uma imitação, ele insistia que era autêntica.

Suspeito 2 - Gale Bertram

         Gale Bertram, agente/chefe geral da divisão da CBI e superior de Lisbon, sempre teve acesso a quase todas as pistas do Red John, exceto as que Jane guardou apenas para si. Ele afastou Van Pelt do caso e ela foi assassinada logo depois.
Bertramesteve contra Jane várias vezes, principalmente dificultando o acesso dele as cenas de crimes ou mesmo com sua aversão aos padrões comportamentais de Jane na solução de crimes na unidade.
         Bertram poderia ter colocado escutas na CBI e no sótão onde Jane fica, o que justificaria o fato do Red John estar sempre passos a frente de Jane e por sempre conseguir sair das cenas de crime sem ser pego.

Suspeito 3 – Xerife McAllister

O Xerife McAllister, foi a primeira pessoa a conhecer uma cena de crime do Red John, era sempre discreto, mas às vezes não concordava com o trabalho em equipe entre as divisões. Jane nunca confiou nele, embora não o considerasse um suspeito promissor, ficou interessado em saber mais sobre esse Xerife.
 Durante a cena de crime do Red John em Napa Valley, Jane notou que McAllister estava muito a vontade com a cena horripilante em que corpo da vítima foi encontrado. Não era normal, mesmo para um policial com mais de 20 anos de profissão não ficar chocado com aquela cena.

[...]

         Jane enviou uma mensagem convidando Partridge, Bertram, e o xerife McAllister para uma reunião em sua casa, a ironia e a ideia de Jane era encarar os três suspeitos e identificar a tatuagem em um deles e confrontar o Red John em sua própria casa, onde ele havia matado sua esposa e filha.
Onde tudo havia começado, deveria terminar.
        

Continua...


NOTAS DA AUTORA:E ai pessoal? Em qual dos três vocês apostam? Será o Xerife McAllister o Red John? Será o Bertram ou será Partridge? Lembre-se: “o essencial é invisível aos olhos”. Comente, a sua opinião é muito importante para mim. Comente sobre minha Fanfiction no Twitter com a hastag: #FanfictionOmentalista e irei seguir todos de volta e dá RT, Okay? Sigam-me no Twiiter: @VALTITONE.
 A sede dos agentes da CBI em parar o Red John nunca foi tão grande e parecia insaciável tanto para Taylor quanto para Jane e apesarde terem sua parcela de culpa na tragédia das pessoas que amavam, não aceitaram a perda de forma razoável, pelo contrário, aumentaram seu ódio para seguir cada pista e pegar o assassino.

Jane se sentiu ligado ao Taylor, e ainda que motivados por tragédias, eles desenvolveram uma grande amizade.Eles sempre compartilhavam suas teorias, ou apenas alimentavam as terríveis pretensões de ambos para dar fim a qualquer vestígio de que Red John tenha existido.

[...] Dias depois.

Era noite, Lisbon estava encarando a mesa vazia de Van Pelt e imaginando como ela poderia ter evitado sua morte precoce daquela forma, mas nada era mais deprimente do que Rigsby com a aliança que gostaria de ter dado a Van Pelt. Seu pensamento estava longe e seu coração vazio.

Jane estava no sótão com o enorme quadro cheio de recortes de pistas do Red John, seria mais uma noite de autoflagelação se uma denúncia por perturbação do sossego, não os tivesse tirado do tédio que os consumia.
Qualquer caso era útil para preencher a mente e mesmo Jane foi acompanhar a denúncia, pois estava lá em cima há dias e apenas comia quando Lisbon o obrigava.

Ao chegar ao local, Lisbon encontrou a porta da casa aberta e adentrou com a arma em punhos quando foi surpreendida pela carinha na parede e o corpo dilacerado. Era uma cena de crime do Red John e não apenas perturbação do sossego, o barulho atraiu a atenção dos vizinhos.

Jane avistou o olhar de Lisbon e pelo seu semblante empalidecido, ele sabia que Red John havia feito mais uma vítima. Ao entrar, ele notou que aquela cena não era como as demais, ele havia matado aquela mulher as pressas, porque a sua marca na parede não estava completa, faltava a boca e isso deixou Jane surpreso.

Jane olhou para a parede e para o corpo, o fato da marca não estar completa o fez cogitar se a cena não poderia ser consequência de mais um seguidor do Red John, contudo, quando ele se aproximou do corpo da mulher, reconheceu as profundezas dos cortes, mas não foi o desleixe da marca feita na parede que o intrigou, e sim fato de Red John não ter pintado as unhas da vítima com seu próprio sangue, como ele sempre fazia.

Jane aproximou-se do rosto da mulher e antes que seu cérebro pudesse processar a informação, seu grito ecoou pelo quarto e consequentemente por toda a casa:

— Ela ainda está viva!!! Chamem uma ambulância!!! Ela está viva!!!

A mulher estava respirando, Red John havia cometido finalmente um erro e Jane regozijava-se com a pequena possibilidade de estar à frente dele, pelo menos dessa vez.
        
Lisbon chamou uma ambulância com urgência e Jane não soltou a mão da vítima em nenhum momento, era possível ver o espanto e o pavor em seus olhos vermelhos e lágrimas que desciam misturados ao sangue que havia em seu rosto.

Ela tentava falar, mas não conseguia porque sua garganta havia sido cortada, era uma grande surpresa que estivesse viva e Jane, obcecado em sua missão de pegar o Red John, aproximou-se e sussurrou no ouvido daquela mulher:

— Como ele é?

— Uma tatuagem. – Disse a moribunda com muito esforço.

— Que tatuagem? – Ele insistiu.

— Letra T. – Ela respondeu engasgando-se com o próprio sangue.

— Onde ficava a letra?

— No ombro. – Disse ela, entrando em estado de choque.

Ninguém naquele quarto ouviu o que ela disse. Era uma vantagem para Jane, já que ele nunca soubera em quem confiar. A vítima se chamava Olivia Pine, ela ficou por duas semanas na UTI com seu quarto sendo guardado vinte e quatro horas por dia, já que Red John nunca havia deixado testemunhas ou pistas, dessa vez ele havia feito o serviço pela metade porque a CBI atendeu ao chamado em pouquíssimos minutos, interrompendo-o de fazer sua arte.


Jane não queria deixar o hospital por nada. Ele permaneceu sentado na sala de espera como um zumbi, esperando que Olivia acordasse, e ela acordou no 14º dia, estava consciente e falando com dificuldade, pois o corte havia limitado sua fala.

Jane pediu para falar com Olivia, mas os médicos não permitiram porque ela já havia passado por um grande trauma, contudo, Lisbon conseguiu um mandado alegando questão de seguranças nacional, já que a vítima era testemunha de serial killer que já matado mais de 18 mulheres, incluindo uma agente estadual, Van Pelt.

Ao chegar ao quarto em que Olivia estava, Jane foi surpreendido pela visão da moça inerte na cama, ela havia sido sufocada com o próprio travesseiro e um dos policiais que fazia a guarda havia sumido, era evidente que o policial que devia proteger Olivia, a teria sufocado, mas por que?

O nome do policial era Chris Keller, em sua ficha, foram encontradas acusações de corrupção e filiação ao crime organizado em todo o norte da Califórnia, mas tudo havia sido arquivado por falta de provas e ele foi considerado inocente e livre de todas as acusações sem que sequer chegasse a julgamento.

Jane entendeu que Chris Keller protegia o Red John e também era protegido por ele, mas não havia nenhuma razão por menor que fosse para uma amizade entre ambos ou que justificasse a entrada de Chris para a rede Red John, isso era o que intrigava Jane, ele precisava encontrar o que o policial tinha em comum com o Red John e com os outros seguidores da Rede.

A morte de Olivia deixou-o pesaroso, ele tinha mais uma morte sobre si e mais uma vítima que ele queria vingar, mas a morte de Olivia não havia sido em vão, Jane tinha uma migalha de pão que o levaria até o Red John.  Ele ainda tinha a tatuagem em forma de “T” e poderia reconhecer Red John através dela.

Rigsby assistiu a cada vídeo do hospital, ele queria saber por que o policial havia matado Olivia e qual sua ligação com Red John, que pelo visto, não estava sozinho, pelo contrário, tinha uma rede de seguidores, mas ninguém sabia como ele escolhia esses seguidores e qual a essência de ter uma pessoa não muito brilhante como ele, encarregado de seus assuntos.

Ao analisar as câmeras de vigilância do Hospital, Rigsby compreendeu que deveria expandir suas buscas e verificou todas as movimentações do policial que havia matado Olivia, a fim de ligá-lo ao Red John, afinal, em algum momento eles teriam mantido contato.

Jane vasculhou cada centímetro da casa do policial que não havia sido encontrado em lugar algum. As câmeras de vigilância na rua da casa em que Chris Keller morava permitiram criar um mapa de muitos lugares frequentados por ele, e após meses de busca em cada lugar, cada câmera nos sinais de trânsito e da rua, Rigsby finalmente teve progresso.

O policial havia sido filmado em encontros suspeitos com três pessoas conhecidas não apenas por Jane, mas todos da CBI, afinal, eram todos policiais, exceto um, mas trabalhava para a polícia, de certa forma.

Chris Keller havia sido filmado em três locais afastados do centro, em um encontro suspeito com Brett Partridge, investigador forense da CBI, Gale Bertram, chefe geral da divisão da CBI e Thomas McAllister, xerife de Napa Valley, local onde o Red John fez sua primeira vítima e que trabalhou com Jane e a equipe de Lisbon em alguns assassinatos do Red John na divisa de cidades fronteiras a Sacramento e Napa Valley.

Jane finalmente tinha uma lista menor de suspeitos. Um desses três era o Red John e em sua astúcia, ansiava para saber qual.

Suspeito 1 - Brett Partridge


Brett Partridge,já havia atraído a atenção de Jane, afinal, como investigador forense especializado nas cenas de crime dos casos de Red John, ele sem dúvida tinha as habilidades necessárias para saber como matar pessoas, possuía contatos, além de trabalhar diretamente para a CBI.

Brett Partridge demonstrava certa admiração por Red John, e por isso transpareceria antipatia por Jane, e ainda tentou confundir as cenas dos crimes de Red John, que mesmo tendo provas de que era uma imitação, ele insistia que era autêntica.

Suspeito 2 - Gale Bertram

         Gale Bertram, agente/chefe geral da divisão da CBI e superior de Lisbon, sempre teve acesso a quase todas as pistas do Red John, exceto as que Jane guardou apenas para si. Ele afastou Van Pelt do caso e ela foi assassinada logo depois.
Bertramesteve contra Jane várias vezes, principalmente dificultando o acesso dele as cenas de crimes ou mesmo com sua aversão aos padrões comportamentais de Jane na solução de crimes na unidade.
         Bertram poderia ter colocado escutas na CBI e no sótão onde Jane fica, o que justificaria o fato do Red John estar sempre passos a frente de Jane e por sempre conseguir sair das cenas de crime sem ser pego.

Suspeito 3 – Xerife McAllister

O Xerife McAllister, foi a primeira pessoa a conhecer uma cena de crime do Red John, era sempre discreto, mas às vezes não concordava com o trabalho em equipe entre as divisões. Jane nunca confiou nele, embora não o considerasse um suspeito promissor, ficou interessado em saber mais sobre esse Xerife.
 Durante a cena de crime do Red John em Napa Valley, Jane notou que McAllister estava muito a vontade com a cena horripilante em que corpo da vítima foi encontrado. Não era normal, mesmo para um policial com mais de 20 anos de profissão não ficar chocado com aquela cena.

[...]

         Jane enviou uma mensagem convidando Partridge, Bertram, e o xerife McAllister para uma reunião em sua casa, a ironia e a ideia de Jane era encarar os três suspeitos e identificar a tatuagem em um deles e confrontar o Red John em sua própria casa, onde ele havia matado sua esposa e filha.
Onde tudo havia começado, deveria terminar.
        

Continua...


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