29 dezembro 2015

Fanfiction: Believe - Capítulo 17





O feriado tinha chegado! Danny conseguiu remarcar o show beneficente que eu faria em LA e isso me deixou muito feliz. Dizem que o tempo é o melhor remédio... E é mesmo... As lágrimas vão secando e você começa a perceber que não vale a pena mais sofrer ou pelo menos não valia a pena chorar... Como dizem por aí: "a dor é inevitável, o sofrimento é opcional". Esse de agora em diante era o meu lema!
Eu estava com saudade do meu público, de subir no palco... E além disso, saudade da minha amiga Danny... Eu dei uma ordem a ela para ficar em NY! Não precisaria voar umas horas apenas para me ver participar do show. Ela era competente o suficiente para fazer tudo de NY mesmo...
Cheguei ao local do show com Matt e Carlos. Estava um pouco nervosa, mas era normal, mesmo com anos de palco...

Fanfiction: A Viagem - Capítulo 25


~ Pov de Henrique ~

Passei o dia enfiado no escritório como faço todos os dias, apenas assim eu conseguia esquecer um pouco o que tanto me atormenta: Dany. 
Morar na mesma casa que ela está se tornando insuportável, pois me dói estar próximo a ela e não poder lhe dirigir a palavra e ser tratado com indiferença.

Eu queria poder dar um jeito e poder mostrar toda a verdade, mas como fazer isso estando preso em um escritório? E foi pensando nisso que chegando ao escritório, fui direto para minha sala fazer uma pesquisa. Eu precisava de um ótimo detetive, alguém com experiência para poder ficar de olho no Lautner. Fiz algumas ligações e depois de um bom tempo acabei marcando uma hora para o final da tarde com o detetive Dylan Brown, pelas minhas pesquisas ele parecia ser bem confiável, seu histórico parecia ser ótimo.

Durante o restante do dia me enfiei em alguns casos que meu pai separou para mim. Na hora do almoço fui almoçar com ele como sempre e lhe contei o que eu tinha feito e pedi para que ele fosse comigo até o escritório do detetive Brown. Já no fim da tarde saímos do escritório e fomos direto conversar com detetive.

Assim que chegamos em seu escritório não demorou muito para que ele nos chamasse e depois de uns 40 minutos de conversa, meu pai finalmente concordou que eu o contratasse. Depois de tudo acertado, eu e meu pai fomos para casa.

- Obrigado pai, por estar comigo nessa.

- Estou ao seu lado sempre, meu filho – Ele disse desligando o carro na entrada. 

- Só espero que você esteja certo com relação a esse rapaz, porque se a Nanda descobri... – Ele disse fazendo uma careta.

- Pode ficar tranquilo que ela não vai descobrir, mas caso isso aconteça, eu digo que a ideia foi minha e que você não tem nada haver com isso.

- Que isso meu filho, estou com você até o fim. Se você tem certeza que esse garoto não presta, vamos provar isso juntos como uma família, ok?

- Não quero te trazer problemas... Você lutou tanto para conseguir se casar com a Nanda.

- Certo, agora vamos, antes que a minha esposa linda venha atrás de mim me enchendo de perguntas por chegar um pouco atrasado para o nosso jantar na casa do Governador.

Logo saímos e eu fui direto para o meu quarto, eu precisava tomar um banho e descansar um pouco antes do jantar.



~ Pov de Dany ~



Porque tudo teve que ficar estranho de uma hora para outra? Não gosto de ficar brigada com as pessoas e estar  sem falar com Henrique está acabando comigo, mas também não consigo aceitar o que ele fez comigo. Sério, qual o problemas das pessoas por querer me zoar tanto?

E para piorar o meu humor a Nathy colocou tanta pilha para essa festa que o Tay quer dar para me apresentar para os amigos e família dele que chega a atrapalhar meus treinos. Hellen e Karyn mal falam comigo e quando estou na companhia da Nathy elas acabam me ignorando por completo, mas sei que elas falam de mim, pois elas vivem me olhando e cochichando, já cheguei a perguntar, mas elas sempre dão uma desculpa esfarrapada e saem me deixando falando sozinha.

Algo me diz que não é apenas ciúmes da Karyn com relação ao Gabriel, tem muito mais que isso e farei de tudo para saber o que é. Eu estava perdida em meus pensamentos quando ouço barulho no  corredor, provavelmente era Henrique que havia chegado, preferi ficar em meu quarto até me chamarem para o jantar.



[...]



Levei um susto com alguém me chacoalhando e quando percebi era minha mãe toda arrumada e com um lindo sorriso nos lábios me chamando.

- Ah que foi?! – Eu disse ainda atordoada.

- Desça para jantar e juízo mocinha.

- Juízo por quê? – Eu disse me sentando na cama.

- Porque eu e o Victor vamos jantar na casa do Governador...  Hoje é você o Henrique... Você acha que consegue?

- Eu me viro...  –Eu disse sorrindo pra ela – Vai lá e se divirta... E não volte antes das 3 mocinha – Eu disse fazendo graça.

- Que isso garota! – Minha mãe disse rindo – Olha o respeito! Eu ainda sou sua mãe!

- Vai logo! Não deixe o Victor te esperando.


Logo descemos juntas, em algum momento eu teria que enfrentar o Henrique dentro dessa casa.


28 dezembro 2015

Fanfiction: Bizarre Love Triangle - Capítulo 41


POV Robert
Desliguei o telefone logo depois que Flavia desligara em minha cara. Meu nervosismo era evidente. Como assim ela havia descoberto tudo? Como? Ainda dentro do trailer eu pensava em alguma forma de reverter tudo isso. Não poderia ficar sem ela, sem a minha Flavia, meu anjo loiro.

20 dezembro 2015

Fanfiction: Every Detail - Capítulo 30


E logo fomos ao encontro com Ellen...

...

Chegamos e logo fomos fazer a entrevista...

- Hey guys – Ellen cumprimenta a todos e eles e se animam. Nós estávamos na parte dos fundos, esperando sermos chamados. Ela falou o quê teríamos hoje - Hoje teremos os novos queridinhos da América - Disse divertida - Com vocês, Luma Miller e Taylor Lautner - Nós entramos com nossos dedos entrelaçados e todos foram a loucuras. Cumprimentamos a Ellen e a todos e logo sentamos – E então, como estão? – Sorriu para nós e retribuímos o afeto.

19 dezembro 2015

Fanfiction: Diário Dos Que Já Se Foram - Capítulo 24

­ 






Vingue-me

Ela pronuncia as palavras lentamente no outro lado da linha, que logo fica muda. Não que eu esperasse algo bom, não esperava algo bom á meses. Mesmo assim, seu pedido faz parecer que meu sangue está congelando dentro de minhas veias.

A atenção de todos da sala está em mim, o pânico começando a surgir. Medo! Sentimentos que com todos esses meses já estávamos acostumados. Meus amigos, e outros que eu não conhecia tão bem, mesmo assim não os queria mortos.

Eu queria mentir, mas a essa altura nenhuma mentira seria suficiente. Coloco o telefone no lugar, simplesmente não havia outra coisa que eu pudesse fazer. Abro a boca tentando dizer algo...

­ Eu sinto muito ­ As palavras não saem da minha boca. Viro-me para Logan, ele estava parado logo ali, mas minha atenção está na arma em sua mão trêmula. É a arma do meu pai!

Sinto o medo de todos na sala. Logan levanta seu olhar e fita meu rosto.

­Você descobriu tudo, não foi?

­ L­Logan...- Gaguejo sem saber o que falar. Qualquer palavra pode ser o fogo para a grande explosão.

­ Estou com você a meses, sei quando esta mentindo. Tentando me enganar! ­ Logan grita.

­ Você é uma vadia como ela ­ As palavras começam a fluir de sua boca, de um modo que chega uma hora que já não há mais sentido nelas.

Desvio o olhar para Taylor, que é o mais próximo de mim, ele olha para a arma na mão de Logan e posso ver a ideia de que passa diante de seus olhos. Discretamente, balanço a cabeça negativamente, mas ele nem parece perceber.

­ Olhe para mim enquanto falo com você! ­ Pulo de susto com a súbita explosão dele.

­ Vocês querem saber quem matou Isabelly? Procuraram por isso todos esses meses, não foi? ­ Ele da um sorriso nervoso ­ Fui eu! Por favor, façam cara de surpresa, porque não terá graça. Estou esperando por isso á dois anos.

­ Seu desgraçado! ­ Justin faz menção de ir até onde ele está.

­ Sabia que você não iria me decepcionar, Justin­ Diz mudando a posição da arma para ele ­ Sempre tão bom com as palavras.

Logo ouço o estampido alto que corta a sala ao meio. Dessa vez os segundos passam devagar, entre o barulho e Justin caindo de joelhos. Seus olhos vasculham a sala procurando por ajuda, antes de cair competente no chão.

Shailene tampa a boca, tentando não gritar, Ansel se coloca na sua frente, e eu sabia que ele não sairia dali por nada.

­ Aposto que agora você queria ter deixado tudo como estava, não é?

Sei que ele está falando para mim, mesmo que não me olhe. Seco meu rosto com a manga da blusa.

­ Eu estava tentando nos salvar! Por que você fez isso Logan, por que matou Isabelly? - Arrependo-me no mesmo minuto de ter perguntado. O rosto de Logan fica vermelho de raiva.

­ Porque eu não existia para ela. Ela amou todos eles ­ Ele aponta para todos da sala ­ Não importava o que ele fizessem, eu sempre estava ali quando eles a faziam se sentir mal. Mesmo assim não era importante. Ela queria ser popular, queria que todos a olhassem. Eu não era o suficiente. E depois ele apareceu ­ Ele coloca Taylor em sua mira ­ Ela se apaixonou por ele antes mesmo que ele dissesse "Oi".

“Depois disso, foi fácil atraí-la para o lago. Não tive que dizer que ele estaria lá também”.

Quando ele diz isso, posso ver Taylor fechando a mão com tanta força que parece até doloroso.

­ Mas quando ela percebeu que era apenas eu, ela gritou, gritou muito, e tentou ir embora – Riu debochado - Eu não deixei.

Sinto minha cabeça rodar ao fim da história, agora Isabelly era uma assassina, mais algum dia ela foi apenas uma garota inocente, que foi vitima.

­ Acho que agora é a sua vez ­ Ele diz segurando a arma com mais força.

Não, eu não deixaria. Meus pés se movem sem que ao menos eu pense antes. Empurro Logan, que dá tempo o suficiente para que Taylor corra escada acima, vou logo atrás.
Mas a cena seguinte me faz parar no meu da escada. Ansel joga uma cadeira contra janela com a ajuda de Paul, finalmente conseguindo quebrá-la.

­ Shailene! ­ Ansel a puxa tentando colocá-la para fora, mas Logan já tinha recuperado o equilíbrio. Ele da um sorriso amarelo, antes de levantar a arma novamente.

Ansel. Shailene. Paul.

Todos.

Taylor volta novamente até onde estou e começa a me puxar escada acima. A primeira porta aberta é a do meu quarto, ele me joga lá dentro e tranca a porta e arrasta minha mesa para trás da mesma, colocando o máximo de coisas entre nós e Logan.

­ Por que ele não atirou em mim? ­ Pergunto colocando a mão no peito. Meu coração está acelerado e o mais incrível: ainda está batendo. Haviam tantos que ainda mereciam estar assim.

­ Não pense nenhuma idiotice, okay - Taylor segura meu rosto com força. Apenas balanço a cabeça, não tinha mais força para responder. Somos interrompidos por um barulho na porta, podia imaginar quem era. Ele tenta empurrar a portar, mas não tinha força para isso.

­ Lily, venha aqui fora. Seus amigos estão aqui, venha salvá-los.

­ Não o escute Lily, olhe para mim ­ Olho o rosto de Taylor, posso jurar que por um segundo eu me senti segura novamente. De repente seus olhos se arregalam e ele solta um grunhido de dor.

Suas mãos em meu rosto se afrouxam. Descubro o motivo ao olhar para porta um furo que não estava ali antes. Um tiro tinha atravessado a porta e o acertado nas costas. As pernas de Taylor cedem, tento apoiá-lo, mas não consigo e acabo caindo com ele.

­ Taylor! Taylor! ­ O chamo, os olhos dele vagueiam em todas as direções como se não conseguisse mais me ver. Ele respira com dificuldade ­ Desculpa, desculpa ­ Continuo até que minha voz suma e até que não tenho mais que pedir desculpas.

­ Lily!­ A voz de Logan atravessa a porta. Dessa vez quando a escuto, não sinto medo sinto raiva. Beijo a testa de Taylor e tento deixá-lo confortável, mesmo que não faça mais sentido.

Levanto-me e caminho até a porta, arrasto a mesa para longe e tiro tudo que me pensei nos deixar seguros, como Taylor queria. Por último destranco a porta. Abro a porta devagar e o vejo. A arma ainda estava em sua mão, mas não estava apontada para mim.

­ Sabia que você não me deixaria.

Jogo-me contra Logan, batendo em seu peito com os punhos fechados, tentando acertar qualquer lugar que causasse dor.

­ O que esta fazendo? Você é como ela!

­ Não, não sou! ­ Continuo a acertá-lo, mesmo não causando efeito. Tento alcançar a arma, mas Logan se desvia. A arma dispara enquanto lutávamos, meus lábios se abrem sem que eu os controle, soltando um grito de agonia. Minha visão começa a escurecer, mas ainda consigo ver a escada atrás de Logan. Com a força que me resta, jogo meu corpo contra ele e nós dois rolamos escada abaixo.

Sinto minha consciência me deixar aos poucos. Viro minha cabeça para o lado e me de paro com o rosto de Logan, seus olhos estão vidrados, sem vida. Viro-me para o outro lado e quando a vejo no alto da escada. Ela parecia tão pior quanto em todos os meus pesadelos.

Isabelly começa a descer as escadas lentamente. Fecho meus olhos, tento invocar imagens dos últimos meses, meu primeiro dia de aula, a primeira vez que vi Taylor, meus amigos me dariam as boas-vindas pela segunda vez. Isabelly não podia mais machucá-los, ela teve o que ela queria, e agora teria meus amigos de volta. Eu era a última. Eu estava indo.

08 dezembro 2015

Fanfiction: O MENTALISTA - Capítulo 15: What hurts the most.



         Taylor e Jane caminharam lentamente pela rua ao lado da praça, Jane seguiu para a direta indiferente e Taylor seguiu pela esquerda tristonho, a morte de Red John não diminuía a saudade que ele tinha de Van Pelt e nunca a traria de volta para ele, mas ele compartilhava a mesma paz que Jane, por saber que Red John não machucaria mais ninguém.
         Jane desapareceu por meses, até que o FBI teve notícias de sua presença no México, quando ele foi identificado pelo reconhecimento facial. Lisbon foi rebaixada a policial de trânsito.

04 dezembro 2015

Fanfiction: SEM SAÍDA – capítulo 10. Pizza de camarão


As ferias haviam acabado, as aulas haviam voltado e com elas os amigos e as bagunças feitas pelos mesmos.

No trabalho tudo ia bem tinha apenas mudado meu turno por conta da escola e em casa com Kathe não poderia esta mais perfeito.

— Taylor... — me chamava Kathe — Taylor, mô acorda...
— Oi amor? — falei sonolento.
— Quero pizza de camarão. — disse ela toda manhosa.
— Há essa hora, amor? — olhei o despertador no criado, 3h27min da madruga.
— Sim, estou com desejo. — a vi acariciar sua barriga.
— Não sei onde posso encontrar esse sabor de pizza. — levantei da cama — Tem alguma ideia?

01 dezembro 2015

Fanfiction: O MENTALISTA - Capítulo 14: Cool thing

      
   Jane contou a Lisbon sobre seu plano, ele temia que ela se machucasse tentando ajudá-lo e as últimas palavras de Van Pelt sobre ele não se importar com ninguém, o fez refletir, contudo, toda a impassibilidade de Jane era apenas encenação, no fundo, ele não apenas se importava com Lisbon, ele a amava, mas mantinha isso tão bem guardando dentro de si, que era difícil até mesmo para ele, encontrar seus sentimentos por ela.

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