08 dezembro 2015

Fanfiction: O MENTALISTA - Capítulo 15: What hurts the most.


         Taylor e Jane caminharam lentamente pela rua ao lado da praça, Jane seguiu para a direta indiferente e Taylor seguiu pela esquerda tristonho, a morte de Red John não diminuía a saudade que ele tinha de Van Pelt e nunca a traria de volta para ele, mas ele compartilhava a mesma paz que Jane, por saber que Red John não machucaria mais ninguém.
         Jane desapareceu por meses, até que o FBI teve notícias de sua presença no México, quando ele foi identificado pelo reconhecimento facial. Lisbon foi rebaixada a policial de trânsito.


Cho foi convidado para fazer parte do FBI, na agência do Texas, a mesma que estava caçando Jane. Ele não tinha sido identificado como cumplice de Jane, pois não estava no armazém na hora da busca, então não havia provas de violação de conduta.
Rigsby foi transferido para Chicago e recomeçou sua vida com uma defensora pública com quem teve uma filha e deu o nome de Grace, pois queria certificar-se que Van Pelt nunca seria esquecida.
         Não houve um só dia em que Lisbon não desejasse ver Jane. Ela sempre recebia cartões postais de pessoas desconhecidas, chegando a conclusão que Jane os enviava para mostrar que estava bem.
         Lisbon consertou a xícara e tomava chá nela todas as noites, pois se sentia mais próxima de Jane, que agora era procurado por homicídio e obstrução da justiça em todo país.
         Taylor foi acusado de agressão por ter atirado em Bertram, mas foi inocentado das acusações, sendo obrigado a participar de serviços comunitários e trabalhos sociais para arrecadação de fundos.
         Ele tentava recomeçar sua vida, mas seu coração estava fechado ao ponto de ninguém conseguir penetrá-lo, seria necessário, uma mulher inigualável para conquistá-lo e até que esse dia chegasse, ele se divertia saindo a noite com seus amigos em busca de sexo casual e whisky 18 anos para afogar a saudade que sentia de Van Pelt.
Taylor era como um pássaro perdido que não podia mais voar. Não um pássaro ferido, na verdade, sentia como se nunca tivesse voado até ser guiado por ela.
Ele sentia como se não pertencesse mais a este mundo, a vida perdeu todo o sentido, ele sentia-se preso a uma vida solitária, não tinha força, não tinha animo para relacionar-se com outras mulheres, seu envolvimento, era apenas de uma noite, apenas físico, sexo sem compromisso regado a whisky e punk rock, pois adquiriu aversão a qualquer música romântica que falasse de amor.
Taylor conseguia lidar com a saudade que sentia, ela o sufocava a cada minuto, mas aprendeu a lidar com a dor, aprendeu a conviver com a certeza de que nunca mais teria o abraço que o fazia se sentir seguro.
Em algumas noites, a dor da perda o consumia ao ponto fazê-lo desacreditar em um final feliz ele, era difícil viver sem ela, sem seu sorriso e sem a inspiração que ela trazia para sua vida.
         Por vezes, ele se pegava revivendo as memórias dos melhores momentos deles juntos, mas não havia piores, cada minuto ao seu lado foi épico, memorável e o mais feliz que alguém poderia ter. Quantos risos por coisas bobas, quantas paixões por músicas e séries compartilhadas, quanta alegria e sinceridade havia em cada palavra que saía de sua boca.
         Com o passar do tempo, Taylor esquecia-se do rosto de Van Pelt, era bom não tê-la em sua mente, talvez algo estivesse bloqueando a lembrança que tanto o machucava, do amor já vivido, das noites e madrugadas de café e leitura e as carícias que os tornavam tão certos um para o outro.
O que mais o machucava, era saber que ele nunca mais a veria novamente. Ele não sorria mais, cada traço de emoção positiva era forçado, seu olhar era triste, transitava por cada rosto, na esperança de ver o que ele viu nela: esperança.
         Van Pelt tornou-se aquele amor memorável, aquele que se leva no peito, guardado, vituperado, apenas uma recordação de algo bom que foi vivido e que nunca mais se repetiria, mas que ainda assim, ficou eternizado como um buraco no próprio tempo, desafiando as leis da gravidade e da vida coexistindo entre o passado e o agora.
Taylor achava que nunca mais teria aquilo, que nunca mais seria tão feliz novamente.O que ele não sabia, era que uma fã, mudaria sua vida, juntaria seus pedaços e o ensinaria a viver e amar de novo, mas para isso, ele terá que aprender que seu drama, diante do breve momento que é a vida, é quase insignificante.
        

NOTAS DA AUTORA: Acabou! E aí como foi essa leitura? Gostaram do capítulo? Como viram essa fanfic dá espaço para outra. Quem será essa fã que irá curar o coração partido de Taylor Lautner? Comente, diga o que achou, a sua opinião é muito importante para mim. Até a próxima! <3


FIM.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu comentário! A sua opinião sobre as fanfics é muito importante para que os autores continuem escrevendo. Fale sobre o mais gostou, sobre o que espera ler nos capítulos seguintes. Comente sobre seus personagens favoritos e os que mais detesta. Não deixe de comentar, seja mais ativo e evite que as fanfics entrem em hiatos por desmotivação da autora em escrever. Não seja um leitores fantasma. Comente agora mesmo!

DEIXE SEU RECADO!

SITE DE NOTICIAS - TAYLOR LAUTNER MANIA