04 dezembro 2015

Fanfiction: SEM SAÍDA – capítulo 10. Pizza de camarão


As ferias haviam acabado, as aulas haviam voltado e com elas os amigos e as bagunças feitas pelos mesmos.

No trabalho tudo ia bem tinha apenas mudado meu turno por conta da escola e em casa com Kathe não poderia esta mais perfeito.

— Taylor... — me chamava Kathe — Taylor, mô acorda...
— Oi amor? — falei sonolento.
— Quero pizza de camarão. — disse ela toda manhosa.
— Há essa hora, amor? — olhei o despertador no criado, 3h27min da madruga.
— Sim, estou com desejo. — a vi acariciar sua barriga.
— Não sei onde posso encontrar esse sabor de pizza. — levantei da cama — Tem alguma ideia?


— Não. — ela me olhou com a expressão doce.
Nossa ela me fascinava, deixava meu coração louco quando me olhava assim. Sinto-me um gay falando essas coisas, que dana-se, essa mulher mexia com cada cm de mim e eu a amava mais que tudo.
— Vou liga pra pizzaria aqui perto vê se eles tem. — falei pegando uma camisa.
— Já liguei, não tem. — Kathe acariciava a barriga.
— Então vou procurar. — vesti a camisa — Viu meu celular?
— Sim, aqui. — ela o pegou no criado ao seu lado.
— Qualquer coisa me liga amor. — pedi ao me aproximar e dá um beijo antes de sair.
Enquanto descia as escadas ligava para Al.
Sinceramente espero que hoje ele não me venha com seu sono de pedra, por que o celular chamava e nada de atender.
— Isso é hora cretino? — quis saber Melody sonolenta.
— Hum, dormiram juntinhos. — comentei malicioso — Espero que a cama continue inteira.
Peguei as chaves antes de sair.
— A sua cara que não vai ficar se não falar o que quer. — ameaçou a doce Melody.
— Acorda o Al preciso da ajuda dele. — pedi ao entrar no carro.
— Espera aí.
O tempo de esperar Al despertar de seus sonhos de princesa foi o que precisei para tirar o carro da garagem e iniciar meu percurso ate a pizzaria 24 horas mais próxima.
— Espero que seja muito importante. — disse ele sonolento.
— Finalmente, tava sonhando com o príncipe dotado? Demora da porra. — falei o ouvindo um "idiota" dele — Enfim, Kathe ta com desejo de pizza de camarão e a essa hora não vai ser nada fácil.
— Okay, vou me vesti aqui. Diz onde te encontro.
— Liga pra Tom e DJ quem achar primeiro levar la em casa. — pedi.
— Pode deixar, qualquer coisa dou umas porradas, mas meu sobrinho não vai ter cara de pizza. — comentou ele rindo.
Ri deu um "ate logo idiota" e desliguei.
Naquela noite havia indo em varias pizzaria abertas 24 horas e não achava aquele maldito sabor, por ser pai de primeira viagem aquilo só me preocupava por não saber o que poderia acontecer a Kathe caso não encontrasse.
Meu celular tocou avisando mensagem as 4h10min e ainda nada de encontrar a maldita pizza, olhei a mensagem e respirei aliviado ao saber que Al havia encontrado e para que fosse busca-lo logo ali, próximo onde eu estava estacionado.
Sorrir por saber que finalmente alguém havia encontrando e em minutos levaria para casa, Kathe já tinha ligado 9 vezes naquela madrugada e mandando 18 SMS, ela realmente estava desejado aquela pizza de sabor estranho.
— E aqui esta. – disse Al quando parei o carro próximo a ele.
— Vamos logo. – falei destravando a porta do carona.
— É interessante. – comentou ele pensativo.
— O quê? – o olhei.
— É so chegar em uma pizzaria falando que tem uma grávida de 5 meses desejando louca desespera um pizza de camarão que eles fazem rápido sem pestanejar por mais esquisita que seja. – Al riu — Acho que vou usar isso de desculpa pra fazer minhas misturas de sabor quando pedi alguma pizza.
— Idiota. – ri da cara dele — Isso não vai funciona sempre.
— Verdade ou vão achar que tenho uma mulher grávida de um bezerro. – disse ele e riu de si mesmo.
— Idiota. – ri.
— Sera que Kathe ainda esta acordada? – quis saber ele.
— Com certeza, ela acabou de mandar o 22º SMS dessa madrugada. – falei o fazendo gargalhar.
— Eita porra, espero que uma seja o suficiente. – comentou preocupado.
— Nem imagina o quanto estou contando com isso. – falei preocupado, não estava afim de sair atrás de outra.
Ao chegamos fomos recebidos por uma Kathe ansiosa que a primeira coisa que fez foi pegar a pizza das mãos de Al o assustando e me fazendo ri da cara dele.
— Ela parece uma leoa faminta. – comentou ele enquanto a víamos comer —Espero que não vá querer sobremesa humana.
— Quem sabe, você tem gosto de que? – o olhei para ele — Relaxe ai cara, você tem muito osso.
Ri da cara que ele fez.
— Quem pediu pizza aqui? – disse DJ ao invadi a cozinha junto com Tom cada um segurava uma caixa com a pizza.
— Vocês tiram uma sorte, heim. – comentou Al surpreso.
— Conhecemos um lugar que faz de tudo quanto é sabor. – disse Tom colocando a caixa no balcão.
— E por que não me falaram? – o encarei.
— Você não perguntou. – ele deu de ombros.
— Tapado da porra. – dei uma pedala nele.
— Mulher grávida me dar medo. – comentou DJ olhando Kathe.
— Espera pra ver ela brava. – falei rindo.
— Deus me livre. – ele se benzeu três vezes nos fazendo ri.
— Cagão. – disse Tom.
— Com licença. – disse Kathe ao passar praticamente correndo por nós.
— O que aconteceu? – me preocupei.
— É sempre assim com as grávidas, elas comem e vomitam depois. – disse Al tranquilo.
— Acho que vou ver como ela esta. – falei preocupado.
— Vamos dormir por aqui ou durmo no volante ate em casa. – disse Tom.
— Ou ate o primeiro poste. – comentou DJ comendo um fatia de pizza.
— Nisso eu concordo. – ouvi Al.
— Tambem, já volta pra acomodar as madames. – falei indo para a escada.
Não havia como não me preocupar, tudo que acontecia a Kathe deixava-me com o coração na mão e milhões de coisas se passavam por minha cabeça, seja o que for, uma dorzinha ou desmaio eu praticamente me preocupo o suficiente para querer leva-la para um hospital se possível, porque tenho muito medo de ser algo grave e deixar passar acho que era besteira.
A vi no banheiro vomitando e confesso que de todas as vezes que a via fazer isso nao deixava de me preocupar.
— Voce esta bem? – quis saber ao me aproximar.
— Não quero que veja isso. – pediu ela.
— Impossivel, estou ao seu lado em todos os momentos. – ajudei-la a levar.
— Obrigada. – ela me olhou com os olhos vermelhos e lagrimejando.
— Não por isso, como se senti?
— Bem melhor agora que parou. – ela lavou o rosto e escovava os dentes e eu apenas a obsevava.
— Vem amor, quero te colocar na cama. – peguei em sua mão a guiando ate a cama.
— Taylor, não sou bebe. – disse ela rindo.
— Não, mas tem um dentro de você. – a beijei no rosto.
Kathe deitou a beijei e a olhei por alguns instantes antes que pudesse sair do quarto.
Caminhei de volta para a cozinha onde estavam os caras, encontrei Tom dormindo debruçado sob o balcão e os outros dois conversando bobagens.
— Finalmente. – exclamou Al ao me ver — Estava me esforsando aqui para não matar o DJ que não sabe a diferencia de um Xbox para um Playstation.
— Exagero seu Al. – reclamou DJ.
— Ok, ok, já estou aqui nerds. – me aproximei de Tom — HEY! Acorda madame.
Ele acordou sobressaltado quase caiu do banco nos fazendo rir.
— Ta maluco seu viado. – reclamou Tom.
— Vou ignorar esse lance ai de “viado”, Bela adormecida. – ri da cara dele — Vamos ao que interessa, dois de vocês dividem o quarto de hospede e o outro fica com o sofá.
— Eu adoraria dormi e uma cama, mas prefiro o sofá. – disse Tom indo para a sala.
— O quê? Vamos ter que dividi? – disse DJ.
— Se preferi pode dormi na poltrona da sala. – falei rindo.
— Não, prefiro dividi mesmo. – disse ele e olhou para Al — Fique bem longe de mim Al.
— Pode deixar, meu amor. – Al fez um biquinho.
— Vamos lá suas coisas. – falei caminhando em direção a escada.
— Ui, assim eu fico ofendida. – comentou Al todo gay.
— Vê se volta a ser homem pelo menos essa madrugada. – pediu DJ enquanto subíamos a escada.
— Eu sou HOMEM. – Al deu uma pedala nele.
— Pois pare com essa viadagem então. – pediu DJ massageando a cabeça.
— Concordo com DJ. – falei rindo.
— Ah, foda-se Taylor. – disse Al.
Abri a porta do quarto e caminhei ate o armário pegando travesseiros e cobertores.
— Um de vocês leve esse coberto e o travesseiro para Tom. – pedi ao colocar tudo sob a cama.
— Boa noite pra vocês. – falei saindo e ouvindo DJ reclamar com Al de ia dormir no chão.
Caminhei para meu quarto que ficava ao lado, encontrei Kathe dormindo lindamente como todas as noites em que acordava durante a madrugada com alguma preocupação ou ficava sem sono e ficava a olhando dormir, me tranquilizando e trazendo paz a minha alma.
Tirei minha roupa ficado apenas de boxer e deitei ao seu lado, Kathe se mexeu um pouco e se cochegou em meu peito, sorri a abraçando e fechei meus olhos o sono me dominava naquele momento.
(...)
Enquanto colocava as meias vi Kathe andando de um lado para o outro e aquilo estava me deixando agoniado e confuso. Pretendia leva-la para almoça fora, mas minha mulher parecia não para em um lugar certo e se arrumar.
— O que houve amor? – parei o que fazia a olhando.
— Nada serve em mim. – ela me olhou triste segurando um vestido que não entraria nela com a barriga tão grande quanto estava.
— Nada? – levantei me aproximando.
— Nada. – ela olhou suas roupas e pegou uma blusa sorrindo amarelo para mim — Essa deve servi.
E caminhou para a frente do espelho vestindo a blusa.
Não lembro de vê-la comprar novas roupas ou pedi-me algum dinheiro para isso, me aproximei de sua parte do armário notando que ali quase não tinha roupas suas e as poucas que havia não serviria nela.
— Acho melhor ficamos em casa amor. – ela baixou a cabeça olhando a blusa que havia ficado curta.
— Amor, por que não me falou nada sobre as roupas? – me aproximei.
— Você tem muitos problemas coisas para resolver e não queria te dar mais um. – ela me olhou e deu leve sorriso — Besteira amor, liga não.
A beijei e olhou em seus olhos.
— Não, não é, você e nosso filho sempre viram primeiro para mim, por favor minha vida não deixe de me contar nada, ok. – toquei seu rosto com carinho a vendo assenti docemente.
Pedi para que ela me esperasse um pouco e caminhei ate o quarto de minha mãe para entrar ali precisei repirar fundo e não deixar que as lembranças invadisse me mente e nem a saudade o meu peito.
No armário dela havia um vestido que comprei em seu aniversario e tenho certeza que ele daria para Kathe e ficaria bem nela. Ainda estava do jeitinho que ela deixou e podia sentir seu perfume tão delicado e suave.
Respirei fundo pegando o vestido espalhando o perfume no ar, antes que qualquer coisa me prendesse ali sair do quarto.
Temia que ela não aceitasse vesti-lo por algum motivo seu, porem tentaria fazê-la aceitar.
Entrei em nosso quarto e a vi acariciando a barriga sentada na cama enquanto falava sozinha, ou melhor com nosso filho. Parei ali mesmo esperando que não fosse notado.
— Voce esta bem grandinho não acha? – ela sorriu — Não vejo a hora de ver seu rostinho, te encher de beijos e carinho. Seu pai ficara tão bobo quanto eu não tenha duvidas, te amamos muito e você vai sentir tanto de mim quando dele, embora ele nunca diga isso te falo por ele.
Ela sorri e por um instante fica em silencio.
— Ele te ama tanto quanto eu amo vocês dois, mesmo que não escute essas palavras dele sentira assim como sinto. – Kathe parou seu carinho por um curto instante e sorriu levemente.
Me aproximei a fazendo me olhar surpresa por saber que eu estava ali.
— Voce sabe? – a olhei.
— Eu sinto. – seus olhos prenderam o meu.
Abaixei-me ainda preso por seus olhos.
— Sua mamãe sempre estará certa, ela sabe tudo que se passa dentro do coração do seu pai. – sussurrei próximo de sua barriga — Ela sabe que eu... Amo voce, mas que a mim mesmo.
Afastei-me a olhando vendo sua expressão tão doce.
— E que a amo mais que minha vida... Que tudo que sou é por ela, e tudo que tenho é graças a sua fé em mim... Por vê um cara que achei nunca ser...
Toquei seu rosto apagando as trilhas de algumas lagrimas que escoriam.
— Eu te amo. – sussurrei próximo ao seus lábios.
Eu a amava mais que minha vida e nunca fui capaz de dizer que ela era tudo que tinha, meu único motivo de querer esta vivo, minha felicidade e minha esperança. Por ela faria tudo que estivesse ao meu alcance e o que não estivesse teria busca-lo, Kathe e nosso bebe era minha família, minha vida.
— Eu te amo. – ela sorriu com os olhos brilhando.
— Eu muito mais. ¬¬- sorri e a beijei — Quero que use isso hoje, amor.
Dei o vestido a ela esperando sua resposta.
—Era da minha mãe, espero que não se importe. ¬– falei preocupado de que rejeitasse — Vamos aproveitar hoje para comprar algumas roupas pra você, mô.
Kathe ficou de pé segurando o vestido sob seu corpo.
— Amei, ele é lindo. – ela sorriu — Pra mim será uma honra usa-lo.
Sorri com a animação dela.
— Vai amor, se veste que temos um logo dia pela frente. – sorri voltando a colocar meu tênis enquanto ela se vestia.
Aquela animação dela prendia minha atenção por completo.

“Ah, minha Kathe como eu te amo“.

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