14 abril 2016

Fanfiction: I Know Is Forever - Capítulo 23




Pov: Ian

Quando minha mãe contou que estava nos dando uma lua de mel, eu não podia acreditar. Eu não faria nada, sei como Lily se sentiria desconfortável se força­sse a barra. Por isso já tinha planejado tudo: eu iria falar que a empresa precisava de mim, então não poderia me ausentar.

Mas como foi a minha mãe que preparou tudo, eu fiz o que qualquer homem faria, aceitei. Saber que teremos um mês juntos me deixa totalmente em êxtase, nada para nos atrapalhar. Entrar no avião com a minha mulher ao meu lado foi algo mágico, ali eu não era ninguém, simplesmente um homem apaixonado.


Já estávamos no ar e Lily estava dormindo como um anjo. Em pensar que estamos indo para o Brasil, em breve aquela pele estará vermelha do sol. Imaginar seus cabelos voando a favor  do vento , seus pés na areia da praia... Espero que ela goste tanto quanto eu. Já fui algumas vezes ao Brasil para tratar de negócios, porém nunca me diverti, sempre chego e me tranco em uma sala de reuniões, fico por horas tendo conversas desgastantes. Daí, vou para o hotel, durmo algumas horas, que sempre são insuficientes, e já volto para mais reuniões. Vir para cá sempre era cansativo e me deixava estressado. Porém dessa vez estou vindo aproveitar com a minha mulher, olho para ela e percebo que está dormindo e nesse seu sonho um ligeiro sorriso aparece em seus lábios, deixando-a mais bonita do que já é. Retiro uma mecha de cabelo que insisti em atrapalhar a linda visão que eu tenho do seu rosto, agora tendo uma visão privilegiada, meu coração se acalma vendo sua respiração serena e seu rosto tranquilo, daria tudo para saber o que a fazia ficar assim, nesse momento eu queria ser o motivo.

 Vou me encostando no banco em uma posição confortável e de uma forma que possa vê-­la, aos poucos vou relaxando e me entregando ao sono. ­

- Mamãe, mamãe! – Chamo minha mãe.
 ­- O que foi, Ian? – Ela sai de casa preocupada.
- ­Olha o que eu achei – Mostro para ela a rosa – É linda.
-­ É mesmo meu filho, onde a encontrou?
- ­ Ali do lado.
­- E para que você a pegou? – Pergunta curiosa.
- ­ A minha professora sempre disse que devemos dar uma rosa para outra rosa.
- ­ Sua professora tem razão –Sorri carinhosamente - E quem vai ganhar essa rosa, em? Posso saber?
- ­ Mas é claro, é para a senhora – Estendo a rosa para que ela receba.
- ­ Ah meu amor, é linda demais. Muito obrigada, eu amei – Abraça-me – Um dia eu não serei sua única flor.
- ­ O que quer dizer, mamãe?
- ­ Que um dia você irá namorar, noivar e casar.
- ­ Eca, namorados se beijam, que nojo – Faço uma careta, arrancando uma risada dela.
- ­ Você é muito novo para isso  – Ela diz rindo.

Lembrar-se dessa cena me deixou tão feliz, a minha base sempre foi a minha mãe, a pessoa que fez e faz tudo por mim. A minha rainha. Penso em tudo isso e fico me perguntando: será que encontrei a minha rosa?

Lily?

Será que enfim a minha procura chegou ao fim? Eu encontrei a minha rosa?

É um trabalho tão árduo achar a pessoa certa para a vida toda e eu espero que o meu tenha chegado ao fim, que seja ela a pessoa certa para mim, é a única coisa que eu peço. Espero o momento que serei aceito por ela como marido que agora eu sou, vou esperar ansioso por esse momento e dia.

 Acordo do meu sonho e olho para Lily, que continua dormindo tranquilamente, está tudo sob controle. Vou ao banheiro jogar uma água no rosto para despertar, ­me olho no espelho e não vejo aquele olhar morto e triste que carregava há muito tempo. Eu vejo esperança, alegria e um brilho que nunca tinha visto antes. Saiu do banheiro um pouco mais animado e faço meu caminho de volta para minha poltrona, ao lado de Lily.

Comecei a ouvir uma respiração ofegante, olhei para o lado e vinha da Lily. Sua expressão relaxada e seu sorriso haviam ido embora, dando lugar a uma expressão preocupada. A tranquilidade já havia ido totalmente embora. Fiquei observando seu rosto mudar o tempo todo e sua respiração ficar cada vez mais pesada, parecia estar com medo? Angustiada? Não sei ao certo. O fato de não saber como agir, o que fazer, estava me deixando nervoso. Aquilo estava me levando a angustia. Eu nunca passei por isso na minha vida, não tinha reação e noção de como agir e isso não me ajudava e nem a ela nesse momento. Sobressaltei ao ouvir sua voz.

-­ Não – Balança a cabeça – Não, não, não.
- O que está acontecendo? ­ Lily acorde – Falo devagar e calmo para não assustá-la – Acorda, Lily.

Ela continuou a balançar a cabeça de um lado para o outro enquanto repetia “não”.

-­ Lily - Coloco a mão em seu braço, fazendo leves caricias – Lily, acorde! Sou eu, ­ Lily.

E então, seus olhos abriram de encontro ao meu, um olhar apavorado e desesperado.

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