31 maio 2016

Fanfiction: Sem Saída - Capítulo 14 - "Piquenique me família"




Eu havia conseguido o natal que tanto queria com minha família completa e assim como no sonho estavam todos presentes me deixando feliz, porem não faltava a mulher da minha vida quem eu tanto amo.
— Vamos nos atrasar. – falei da soleira da porta.
— Já estou terminado – ela me olhou sorrindo.
— Você está linda – a olhei — Não reclame se eu sentir ciúmes.
— Seu bobo – ela me beijou e riu — E vocês dois onde pensam que vão assim tão gatos? E você tão sexy?

Kathe me olhou maliciosa.
— Eu irei acompanhar e fazer a segurança dessa gata – a puxei beijando seu rosto, fazendo-a sorrir — E Tyler vai paquerar algumas gostosas.
— Deixa de ser safado – Kathe beliscou meu braço — Ele é apenas um bebê, seu pervertido.
— É de cedo que se aprende – sorri de lado.
— Ele vai ser diferente – ela o pegou — Tyler será um cavalheiro.
— Nem vem, quero que meu filho seja um homem e não uma florzinha – fiz uma careta a fazendo rir.
— Vem, vamos. – Kathe beijou meu rosto e me puxou pela mão.
Iriamos passar o ano novo na casa de Tom, todos nossos amigos estariam lá e pela primeira vez não seria uma festa de sexo e álcool como ele costumava fazer. Não era atoa que suas festas eram as melhores. Hoje seria diferente de qualquer uma festa já feita por ele, por que estariam apenas nossas famílias e amigos, sem mulheres peladas ou cerveja até desmaiar.
— Chegou quem faltava. – disse DJ animado ao nos ver.
— Que recepção. – sorri ao nos aproximar.
— Calorosa demais. – comentou Rick rindo.
— Não me referi a vocês. – disse DJ pegando Tyler — Foi ao meu sobrinho, vocês já vi demais.
— Cuidado DJ – pediu Kathe sorrindo.
— Não se preocupe Kathe, se algo acontecer, eu me arrebento todo, mas ele não sofre um arranhão – disse DJ rindo e saiu com Tyler.
— E eu te arrebento a cara – completo sua frase.
— Ele não é tão idiota – Kathe me abraça.
— A esse ponto acredito que não – sorriu para ela.
— Se me permitem, o coroa aqui precisa de álcool – Rick e caminha até o bar.
— Ele não muda – comentou Kathe.
— É uma gracinha – comentei.
— Hey, casal – disse Tom ao se aproximar — Cadê o meu sobrinho?
— Está com o DJ – falei.
— Vou atrás deles, aproveitem a casa – disse Tom sorrindo malicioso.
— Vai se foder, cara – ri da cara de tarado dele.
— Você está precisado mais – fala e sai.
Kathe me olhou sapeca, me beijando em seguida e mordendo meu lábio.
— Não brinca assim comigo, não – pedi num sussurro.
Ela me olhou maliciosa e riu.
— Vamos procurar nossos amigos – disse ela me puxando.
— Sério? Não preferi conhecer a casa ou os quartos?
 - Você não tem jeito – fala ela.
Fomos para o jardim, onde estavam todos.
DJ estava conversando com Liz, Tom segurava Tyler e Melody praticamente babava no meu filho.
 — Como ele está gato – dizia ela fazendo aquelas vozes engraçadas que mulher faz para crianças.
Isso deve assustar os pobres bebês.
— Só podia ser nosso filho – gabei-me abraçando Kathe.
— Deixa de ser convencido, seu cretino – Melody me olhou sorrindo.
— Impossível – ri.
— Cadê o Al? – quis saber Kathe.
— Foi na cozinha – Mel responde.
— Eu estou aqui – ouvimos a voz dele — Já vi que sentiram minha falta.
— Nenhum um pouco – comentou Tom.
— Eu senti, amor – Mel faz careta para Tom.
— Por isso que te amo – ele a beija.
— Sem melação aqui, por favor. – pediu Tom — Tyler e eu não gostamos dessas coisas.
Apenas rimos da cara dele.
— Vocês nem imaginam quem vi – disse Al todo misterioso.
— Você se viu no espelho – Tom não perde a chance e faz gracinha.
 — Vamos ver se você vai continuar rindo – Al o olhou — Vi sua mãe conversando com Rick no maior astral.
— O quê? – disse Tom incrédulo — Taylor pega Tyler, preciso resolver uns assuntos.
Peguei meu filho, o vendo passar por mim bravo, isso me deixou bastante preocupado.
— Que boca do caralho essa sua, Al – reclamei o encarando.
— Se eles brigarem, eu faço greve – ameaçou Melody.
— Calma aí, eu só fiz um comentário – se defendeu ele.
— Correção, uma fofoca, Sr. Albert – disse Kathe.
— Eles não vão brigar – Al olhou Mel, que se afastou.
— Eu vou até lá – dei Tyler para Kathe.
— Cuidado, amor – pediu ela.
Caminhei em direção a casa, preocupado com o que Tom poderia fazer.
— E ai, cara? – o encontrei no caminha já voltando.
— Eles estavam só conversando. – disse ele.
— E? – o incentivei a falar.
— E que está tudo bem enquanto o Rick continuar a respeitando – olhou-me sério — Cara, eu gosto do Rick, acho ele um cara legal, mas se tentar algo com minha mãe eu o mato.
— Tudo bem, cara. Eu te entendo – bati em seu ombro — Eu o conheço, posso garantir que não é como nós. Se pensar bem ela estaria mais segura com ele do que qualquer um daqueles idiotas com quem já namorou. Ele não vai desrespeitá-la.
— Pensarei nisso – fala por fim — Vamos volta para fasta?
— Sim – sorri.
Voltamos para onde estávamos e Mel perdoou Al depois de lhe dá alguns tapas por ser tão fofoqueiro. Nossa festa de ano novo estava apenas começando.
Fomos para casa quase amanhecendo, Tyler dormiu praticamente a noite toda. O deixamos no quarto de Tom, a senhora Thompson ficou o olhando, ela havia feito questão, disse que sentia saudades de cuidar de um bebê novamente.
Tirei meus sapatos e minha roupa, vesti uma calça moleton e me joguei na cama completamente cansado, Kathe estava no banheiro terminando de escovar os dentes.
Dormi era algo que mais desejava naquele momento.
— Taylor... – ouvi sua voz me chamar.
Abri os olhos a vendo em minha frente com um olhar sapeca vestida em uma lingerie branca, incrivelmente sexy em seu corpo tão perfeito.
A chamei com a mão e ela se aproximou subindo na cama. A puxei para meu corpo e a beijei. Que saudade de seus lábios e o sabor dos seus beijos...
Eu havia sonhando varias vezes com o dia em que acordaria e ela não estaria ao meu lado, isso me deixou aterrorizado. Foi necessário perdê-la várias vezes durantes minhas noites de sono para compreender o valor de ter alguém como ela em minha vida. A amarei todos os dias como se fossem o ultimo, não por medo de perdê-la, mas sim porque quero que sinta tudo que tenho dentro de mim e o homem que sou hoje é um milagre seu.


Epílogo: Piquenique em família

Minha vida havia voltado ao seu ‘’normal’’, não como era antes de conhecer Katherine ou ser pai, os problemas sempre apareciam, porém eu tinha alguém para me manter calmo e ajudar a resolvê-los.
Ela estava ao meu lado em qualquer momento, Kathe permanecia como meu porto seguro, minha felicidade, porque eu me sinto o cara mais feliz do mundo por ter meu filho e minha esposa comigo.
— Tyler, não vá pra ai – pedi o vendo engatinhar para a sala.
Ele sentou perto da mesinha de centro e me olhou batendo palmas e rindo.
— Vem filhão, olha o coelhinho – tentei chamar sua atenção com o seu brinquedo favorito.
Tyler segurou na mesinha ficando de pé para tentar pegar os enfeites de vidro.
— Hey, garotão vem aqui, vem – tentei chamá-lo para que saísse de lá.
Não conseguia entrar naquele cômodo desde que minha mãe foi assassinada e agora meu filho poderia se machucar. Sem pensar muito entrei na sala e peguei Tyler no colo.
— Não pode pegar isso, filho – falei ao tirar cuidadosamente o pequeno enfeite de suas mãos e o coloquei de volta na mesinha.
— Taylor, você viu... – Kathe parou me olhando — Você conseguiu.
Ela sorria.
Olhei em minha volta e notei que ainda estava na sala.
— Eu precisei – olhei Tyler com as mãozinhas na boca e sorri — Precisamos tirar isso daqui.
Mostrei os enfeites de vidro.
— Farei isso agora mesmo – caminhou até mim — Estou feliz por você ter conseguido, meu amor.
Kathe me beijou e pegou todos os enfeites.
— E você ajudou o papai a superar o trauma dele – disse ela sorrindo para Tyler — Fofura da mamãe.
Ela o beijou no rosto.
Para manter meu filho seguro eu faria qualquer coisa, não importava o quê, eu faria. Não só por ele como por Kathe.
— Vamos – ela sorriu.
— Estamos prontos – encaro Tyler.
Iriamos fazer um piquenique, apenas nos três, ainda que achasse isso uma coisa meio gay, eu faria quantos fossem necessários por eles.
Se me olhasse agora não me reconheceria de forma alguma, diria que esse não sou eu. O cara que há um tempo sofria de decepções constantes e que seu único refúgio era ser alguém completamente desagradável, o problemático Taylor Lautner, aquele que desconhecia a gentileza e a educação, onde sarcasmo e irônia faziam parte do meu vocabulário, festeiro, mulherengo e uma péssima companhia para garotas que queriam ser amadas.
E uma única vez em que olhei nos olhos mais lindos e puros que já havia visto, foi o suficiente para a garota de olhos safiras trazer ao mundo o cara que se escondia atrás de tudo aquilo, o verdadeiro Taylor Daniel Lautner. O homem que a amará até o último dia de minha vida.



N/A: Muito obrigada a todos que comentaram, leram. Muito obrigada mesmo. 


Espero que tenham gostado, porque eu amei criar cada capítulo e me diverti bastante assim como me emocionei. Um final de uma fanfic para mim é triste, porque não terei mais aventuras com aqueles personagens, mas também me deixa feliz, pois consegui ir até o final e o resultado de tudo aquilo é maravilhoso. 

Então é isso gente, muito obrigada ^.^

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