15 outubro 2016

Fanfic: Ela é para o meu irmão - Cap 46


Capa/Fic: Jéssica_keli - Jéssica TLM.

Voltando para casa já planejava voltar daqui a uma semana para Nova York, Rick e eu fomos com Ashley para Los Angeles, tinha uma sensação esquisita de estar segurando vela, por que antes de pousarmos em Los Angeles eles trocavam olhares e risinhos bobos toda hora.

Chegando em casa contei para Marli e minha mãe que estava bem com o Taylor novamente e minha mãe toda hora me lembrava que o melhor era conversar com o Taylor sobre a Marie, já que minha irmã tinha dito para que ficássemos de olho nela.
Até sabia que minha irmã tinha razão agora, mas isso não justificava o erro que ela cometeu comigo, por sua falsidade. Não só comigo quanto com todos os amigos do Taylor e principalmente a Ashley que a considerava muito.
Pensava todos os dias em como dizer isso a Ashley e conversando com a Makes combinamos de contar a ela quando minha irmã chegasse, por que estávamos sem coragem nenhuma para dizer. Ou quando dizer.
Depois de voltar ao trabalho e observar os treinos estive mais próxima das minhas amigas, meu pé ainda não estava forte então não pude me esforçar, então permanecia na torcida para apoia-las, estavam tendo um campeonato importante e eu estava ali para apoia-las.
Graças a Deus estava tudo bem, passou uma semana e todos os dias Taylor me ligava á noite.
De manhã acordava e tinha minha rotina de sempre, se exercitar com a Makena de manhã cedo, ia para o estagio e em seguida para escola depois ia assistir os treinos das garotas, era o nosso penúltimo ano no colégio e eu estava um ano atrasada, não via a hora de acabar.
O Taylor estava do outro lado do estado e toda vez que saía uma imagem deles para não me chatear ele sempre me contava e tentava amenizar com suas explicações em cada foto, percebia o quanto ele se importava com a minha insegurança.
Evitei todas as redes sociais por que não falava de outra coisa se não deles.
 Uma noite, estava sonolenta na cama meu celular vibrou.
Era uma mensagem no meu e-mail e o remetente era algo chamado de “Oculto.com”
Achei estranho e logo olhei o assunto estava “Veja aqui”
Ao abrir o e-mail esperei que todos os anexos fossem baixados, ao ver o primeiro a baixar me sentei na cama assustada. Era uma foto dele em um estádio com Marie onde se beijavam sentados na arquibancada, nas outras fotos haviam de vários ângulos.
Passei as mãos no rosto impaciente percebendo as outras fotos serem carregadas, olhei novamente. Os ângulos eram do mesmo momento.
Respirei fundo procurando mais momentos que me fizessem comprovar que já não era enganação. Em baixo estava escrito “Fotos exclusivas, gostaria de dizer ao mundo o quanto você esta sendo chifruda?”
Que raiva! quem poderia perder tempo com isso?
Respirei fundo correndo para ligar meu notebook, estava com medo daquelas fotos saírem nos jornais, até por que antes só apareciam de mãos dadas.
Droga Taylor! isso é exagero! Respirei fundo contando até dez, provavelmente seria uma brincadeira de mal gosto, poderia ser da Adria, da Sarah, do Evan, da Alice, Dani e da Luane ou até da prima dele Aline que eu me lembro muito bem que mostrou que não gostou de mim, que a sua preferida era a Sarah.
Provavelmente todas essas pessoas já sabiam que estávamos juntos e eu sabe que esses não estariam felizes com a noticia.
Mandei uma mensagem de volta “Eu vou encontrar você”
Mais a mensagem voltou com outra imediatamente “Pena de você”
Respirei fundo que raiva! Acho que era a melhor hora de ir até ele e conversar sobre isso.
Ele tinha que maneirar naquelas trocas de afeto, Conseguindo um final de semana para ficar com ele em Nova York decidi fazer uma surpresa e minha surpresa foi frustrada, por que cheguei ao hotel e descobri que estava a caminho de gravar no estúdio e a noite.
 Enquanto esperava no restaurante do hotel ouvia algumas pessoas que faziam parte da equipe de filmagem na mesa ao lado, elas comentavam que gravariam as cenas mais quentes do filme e aí me arrependi duramente de ter vindo.
Sentada no balcão ouvindo disfarçadamente que esperavam pela autorização de alguém para irem para o estúdio, disfarçava observando a televisão enquanto prestava atenção neles e aí olhei para frente e vi o pai do Taylor caminhar em  minha direção, não sabia que ele estava aqui e sorri sem jeito. Afinal sabia que ele não concordava tanto com o nosso relacionamento mais depois de um tempo, nunca mais disse nada, estiquei os lábios ao perceber que abria um sorriso para mim.
Sentou-se ao meu lado – Boa noite Emily.
– Boa noite – O garçom acabava de me trazer um refrigerante, agradeci e o olhei – quer?
– não, obrigado.
Fiquei em silencio pensando no por que dele estar aqui em Nova York. Ele também olhou para a televisão e disse mais baixo – Esta surpresa de me ver? – perguntou e me olhou.
Sorri sem jeito – Achei que estava em Los Angeles.
Riu baixinho.
– Já eu, tinha certeza que encontraria você aqui, já sabemos que estão juntos novamente, ele me contou.
Era minha hora, era melhor perguntar o que pensava sobre nós? Indaguei e minhas bochechas coraram. – E.. o senhor, o que achou dessa noticia?
Voltou a olhar para Televisão.
– oque achei!? – soltou um ar de risada, esperei por sua resposta e ele me olhou – Acho que até demoraram muito, essa historia de gato e rato estava engraçada, é muito familiar.
Sorri – Como assim? – e ele sorriu.
- Vamos dizer que Debora e eu não éramos os melhores amigos – riu.
– Se vocês se gostam, desejo toda felicidade a vocês.
– obrigada.                                                     
Ele sorriu e me perguntou – veio vê-lo, né?
– Tentei fazer uma surpresa.. – Dei um sorriso sem graça que o contagiou.
O olhei – E o senhor?
Ele cruzou os braços e sorriu olhando para a TV, nesse momento percebia o quanto suas expressões lembravam a de Taylor.
Me olhou e deu uma risada baixa – Vim lhe fazer um favor.
Ri, – há mim?
– É, pra você e para as fãs dele, sei que esperam romance nesse filme, mais não tanto.
Joguei o olhar para o alto – preferia um filme onde ele fosse solteiro – ele riu.
– mais o que fará?
– Vou monitorar, sou eu que digo o que pode ou não.
– é? – ri e ele confirmou sorrindo.
– Isso é uma novidade e tanto, posso dividir com outras pessoas?
Ele riu confirmando. – E é por isso que estou aqui, fique tranquila enquanto as cenas, tudo vai dar certo.
Pensava, se eles tivessem que se pegar na frente das câmeras nada ficava bem! Só que me controlei para não transparecer aquela insegurança maldita, que só me fazia lembrar daquelas fotos naquele e-mail.
Despertou-me ao dizer – Não irá demorar muito, gostaria de me acompanhar?
– oque? – Perguntei descrente, me perguntava se eu queria vê-los se pegando na minha frente!?
Ri achando um absurdo e ele sorriu mostrando uma sinceridade que me deixou um pouco desconcertada.
– É Emily, sei que estava quase arrancando os cabelos imaginando horrores, acho que você chegando lá e vendo o quanto não é real te deixaria mais tranquila.
Fiquei sem graça e ele completou – Por que sei que deve esta morrendo de ciúmes.
Dei um sorriso maroto morrendo de vergonha e ele perguntou – iaí, quer ir? Ele vai gostar do seu apoio – comentou.
– promete que não vai contar que estou morrendo de ciúmes? – Riu mais alto confirmando com a cabeça.
– prometo – se levantou me fazendo-o seguir.
Já no estúdio, eles ensaiavam as ultimas falas, Marie estava bem alegre e animada já Taylor estava cansado, cheio de sono. Marie sabia e toda hora caçoava dele pelo seu desanimo, mais estava incomodada imaginando como seria sua atuação daquele jeito que estava.
 Enquanto estávamos chegando seu pai avisou pelo telefone que chegava com uma surpresa.
Quando chegamos ao Estúdio fomos direto procura-lo, caminhando em direção ao seu local um frio na barriga insistia em vir, estava morrendo de saudades dele.
Caminhando Daniel e eu pelo Estúdio ouvi sua risada, conversava com alguém e enquanto Daniel virou para conversar com o diretor pedindo que eu seguisse em frente para encontrar Taylor fui em direção a sua voz.
Caminhando apressadamente até sua direção, virei e o avistei em pé lendo uma folha e Marie estava na cadeira á frente, não sabia o motivo mais os dois estavam rindo.
Parei pensando se o interrompia, mais antes que pensasse em andar até eles, Marie me olhou cortando o sorriso aos poucos e voltando a olhar para a folha em suas mãos.
Ao vê-la parar de rir aos poucos e se concentrar em sua folha olhou para onde Marie havia olhando anteriormente, comecei a caminhar fingindo não perceber que ela estava agora desconfortável com a minha presença e ele me olhou abrindo um sorriso, seus olhos estavam surpresos e começou a caminhar em minha direção.
– Emily! – Disse se apressando.
Antes que dissesse alguma coisa me abraçou, por detrás vi Marie nos olhar e rapidamente desviar os olhar para sua folha.
Olhou-me e disparou um monte de beijos no pescoço que me fez rir – Que saudade de você!
Deu-me um beijo lento, ao pararmos olhou para os lados e se deu conta que não podíamos nos beijar em publico.
Damos um passo atrás percebendo nosso furo e olhamos para os lados rindo.
Sussurrou – olha o que me fez fazer – riu.
– me desculpe – sorri.
– Então era essa a surpresa que meu pai disse – Sorriu me olhando de cima a baixo, me sentia bem ao vê-lo tão feliz em me ver.
Olhou para os lados e me puxou pela mão para onde estava antes e Marie olhava de rabo de olho, não falou nada fingindo estar prestando atenção em seu texto.
Ele sussurrou – fico tão feliz de saber que você esta aqui, estava tão nervoso, estava morrendo de medo do que pensaria das cenas – o interrompi e sorri.
– Esse é seu trabalho, lembra-se do que conversamos? – sorri e ele apertou os lábios confirmando e completei.
– Feliz não estou, mas – estiquei os lábios – eu te apoiarei em tudo – Sorri o contagiando.
– Obrigado amor, obrigado por ficar do meu lado – sorriu e olhou para os lados, percebendo que ninguém nos olhava me roubou um beijo e se afastou.
– É melhor eu esperar com o seu pai, né?
– Pode ficar aqui, já acabamos de ensaiar as ultimas falas.
Ele olhou para Marie que ainda fingia prestar atenção nos papeis e me olhou – Vamos gravar daqui alguns minutos – Sorriu – E quero deixar bem claro que se não quiser ficar e assistir eu entendo.
Marie pela primeira vez interagiu soltando um risinho percebendo a preocupação dele comigo.
A olhei rapidamente e voltei a olha-lo – Se calme esta mais nervoso que eu, até parece que é você que vai me assistir fazendo essa cena com alguém – brinquei.
Respirou fundo e Marie colocou as folhas na mesa ao lado – É, Relaxa, estou sentindo sua tensão daqui – riu Marie passando por nós.
Ao sair de nossa vista o olhei – Ela tem razão, você esta muito tenso, fica calmo, se for para te atrapalhar prefiro ir embora.
– não, não esta me atrapalhando, só estou bobo por você esta aqui e me apoiando – me abraçou.
Alisei suas costas, entre seu ombro falei – você precisa parar de me abraçar e me beijar em publico, fica muito difícil te recusar.
Encostou seu rosto em meu ombro e riu – É tão difícil.
Virei meu rosto para beija-lo e antes que pensasse em nos afastar ouvimos uma tosse provocada por Daniel que nos fez afastarmos aos poucos.
O olhamos e ele disse – Taylor Estão pedindo que vá até a maquiadora você vai gravar daqui a dois minutos.
– Tá, amor fique a vontade.
– Obrigada – Sorri e me deu um beijo na testa.
Retirou-se e Daniel me olhou enrugando a testa e sorriu – Ele parece nervoso.
– Acho que só atrapalhei chegando de surpresa.
– Ele gostou de saber do seu apoio, era o que deixava mais nervoso do que agora.
– Agora ele esta nervoso por que tem meu apoio e eu estou aqui, ele pensa que não vou gostar.
– mais você não vai gostar – riu.
– É, mais ele não precisa saber – Sorri passando por ele.
Antes que começasse a caminhar ele me chamou e parei o olhando.
– Se te deixa tranquila, Como havia dito, sou eu que vou comandar essas cenas, nada indecente demais será permitido.
Estiquei os lábios – Isso é legal, as fãs agradecem – Me virei enquanto ele vinha caminhar junto há mim até onde gravariam as cenas.
As Cenas começariam e procurei ficar de fora da vista dele para não atrapalha-lo.
Era tão engraçado vê-lo com aqueles olhinhos assustados procurando por mim, mais ao ouvir que começariam as gravações ele se concentrou em seu papel e nem parecia aquele que estava ali segundos atrás.
Sorria enquanto observava eles encenarem, mais todo meu sorriso foi desfeito ao vê-los se aproximando daquela forma, como se fossem um casal cheio de paixão e excitação.
Arregalei os olhos apavorada com o que via e olhei para Daniel de uma forma “Você moderou mesmo?” “Sério? Obrigado sogrinho!”
E ele vendo minha expressão de horror fez um gesto “o que foi?” e veio em minha direção enquanto eles se pegavam numa escada.
Passei uma das mãos no rosto impaciente, louca para tirar ele de perto daquela cadela.
Ele tirou a blusa dela apressadamente e fiquei boquiaberta, ok! Para aí! Isso ele fazia comigo! não era legal fazer a mesma coisa com ela. Olhei para Daniel que riu gesticulando para que eu tivesse calma.
Dei um passo a frente, um passo ao lado, andei de um lado para o outro e Daniel se aproximou.
Meu coração acelerava, meu sangue fervia.
– Fica calma Emi, nada é real – sussurrou ele.
Respirei fundo impaciente e olhei para eles novamente.
Ela mordeu o queixo dele e sem seguida ele foi até o pescoço dela e desceu apressadamente, meu Deus! Irei matar ele! Parecia tão real!
Respirei fundo e Daniel se aproximou percebendo o quanto impaciente ficava, continuei dando meus passos de um lado para o outro enquanto começava a roer minhas unhas.
Ele riu baixinho percebendo toda a minha tensão – Fica calma – sussurrou.
O olhei chateada, mostrando o quanto calma eu poderia ficar.
Quero ver se pagasse um gogo boy pra fazer a metade do que eles estavam fazendo para Dona Debora enquanto ele assistia pra ver se ele ia gostar, vou dizer o mesmo “Nada é real Daniel, fique calmo” Que raiva!!
– Calma..
– Você moderou direitinho! – Ironizei sobressaindo da sua voz e ele olhou em direção a eles.
– Seria pior, acredite em mim! – sussurrou.
Joguei o olhar para o alto e eles terminavam os últimos segundos da cena.
– Então qual é a parte onde eu agradeço a você? – Falei mais alto dando meus passos em direção á saída, queria muito apoia-lo mais estava difícil.
Não ia conseguir vê-lo agarrando toda mulher que atuava com ele desse jeito, não, não, não mesmo!
Era tão real que não me imaginaria fazendo o mesmo com ele, parecia o mesmo que trair.
Taylor estava no final de sua cena quando me ouviu surtar, olhou em minha direção.
– Emily! – Gritou soltando Marie que se apoiou na rampa para não cair.
Correu enquanto o pessoal da Equipe gritava para que não parasse.
Todos da Equipe ficaram sem entender e seguiram os olhares a ele. Marie respirava fundo revoltada com o furo da falta de profissionalismo que ele estava tendo.
Sem imaginar que o afetaria sai caminhando precisava sair dali, caso contrario faria uma besteira, terminaria com ele ou daria na cara dela, precisava me acalmar se não agiria por impulso.
– Emily! – gritou enquanto caminhava, ao olhar para trás vi ele e Daniel vir caminhando em minha direção. Mal percebi que o atrapalhava.
Bati em minha testa, que burra que eu sou! Era o que eu temia! O atrapalhei. Não era desse apoio que ele precisava. Mais estava morrendo de raiva!
– o que aconteceu?! você disse que me apoiaria em tudo – falou se aproximando.
– É mais não esperava que veria isso, não dá Taylor, me desculpe vou te esperar no hotel depois conversamos! – Tentei passar por ele mais me impediu.
– Espere aí, não pensa em terminar comigo, pensa?
Olhei para os lados sem graça, não queria que ele viesse atrás de mim agora, parecia que minha opinião era mais imatura do que imaginei.
Ele completou – É a única cena em que a gente se beija desta forma e você esta aqui para ver o quanto não passa de uma simples cena, não é real!
– Como não consegue enxergar realidade nisso? Seu pai me disse que seria moderado e de repente vocês fazem um filme pornô?
Daniel se aproximou rindo e nos fez olhar serio – Emily não seja tão ciumenta, o script era muito pior.
– Pai, não ri tanto agora que ela é maluca.
– Não sou maluca! – olhei para ele que deu de ombro e riu sem graça por ter dito sem pensar – Há, me desculpa mais saiu – piscou os olhos rindo sem graça – saiu sem querer.
Estalei a língua e ele completou – há, amor não liga para isso não, vou terminar essa cena e depois conversamos, dessa vez não veja.
– por que, vocês irão tirar qual peça de roupa? – levantei a sobrancelha e ele riu nervoso.
Comentei – Por que você já não tem quase nenhuma – olhei para ele que sorriu sem graça.
– Não vamos tirar mais nada.
Joguei o olhar para o alto e Daniel brincou – Ué e a parte que você tira a cueca?
Olhei para ele cruzando os braços e eles riram – Ele esta brincando Emi, não vamos fazer mais nada além disso, já acabou.
Respirei fundo.
– Você precisa terminar a ultima cena que foi interrompida agora – Disse Daniel e o diretor chegou com uma expressão confusa.
– o que deu em você? – perguntou.
Ele riu olhando para o chão – Nada.
Fiquei calada de braços cruzados e ele voltou a me olhar – Me espera no hotel, ok?
Confirmei com a cabeça e ele olhou para o seu pai – Pai, entrega a chave do quarto pra ela, esta lá no meu carro, ele não esta trancado.
– Tá.
Indagou e olhou para o diretor que levantou as sobrancelhas – iaí? Vamos continuar?
– Vamos, me dá só dois minutos?
Ele jogou o olhar para o alto se retirando – tá, apenas dois minutos!
Taylor veio ao meu ouvido – quando chegar conversamos..
Sem dizer uma palavra me virei seguindo Daniel que já estava indo para o carro.
Pensava em como me deixei levar pelos ciúmes, não dava pra apoia-lo toda vez que fizesse cenas assim.
Em silencio indo para o Hotel com Daniel que sabia que eu também estava chateada com ele sorria mostrando o quanto achava graça disso tudo e tentava puxar assunto comigo, mais permanecia em silencio e de braços cruzados.
Apesar de vacilar comigo teria que mostrar respeito, então o silencio era melhor maneira de não sair o que queria dizer a ele.
Chegando no Hotel, descobri que Marie não estava no mesmo hotel que o dele, o seu ficava numa rua depois e Daniel não deixou de acentuar isso.
 Quanto mais ele me dizia que tudo estava bem, mais me irritada porque me lembrava daquelas fotos no e-mail que recebi naquela semana.
Daniel estava com um voo para Los Angeles naquela noite.
Depois que me deixou no quarto de hotel ele pegou suas malas.
– Estou voltando para Los Angeles e você se controle – caçoou.
Lembrando-se daquele E-mail achei melhor perceber sua reação e perguntei.
– Você sabe mandar E-mail?
Ele enrugou a testa e soltou um ar de riso – Nunca tentei, mais já vi, não parece ser difícil.
Sorri percebendo sua ingenuidade, não poderia ser ele, Disse ele que queria nossa felicidade, mais lembro-me muito bem quando não concordava.
– porque? – perguntou pegando as malas da cama e colocando-as no chão.
– há, por nada, esqueça – Sorri.
Ele me olhou torto e riu.
– Esta bem, já estou indo qualquer coisa peça o Taylor para me ligar, se comporte.
– Tá – Sorri indo com ele até a porta do quarto.
– Tchau – se despediu enquanto passava pela porta e eu a fechei.

Não poderia ser ele.. Só poderia ser a Sarah, talvez a propria Marie, ou o Evan, eram tantas pessoas que me deixavam confusa, quanto mais pensava mais suspeitos tinham.

2 comentários:

  1. Não há alegria maior que ter capitulo da fanfic favorita toda semana. Emili ta mt estressada mas a culpa é da Marie, tenho certeza que foi ela quem mandou o email, continua

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