19 outubro 2016

Fanfiction: Diário de Uma Paixão - Capítulo 30






*** Carol POV ***



- Gente, essa água está muito, muito gelada! – exclamei tremendo de frio ao entrar na piscina.
- Tem que entrar com tudo, Carol. Vai logo – gritou Nat.
- Ai, eu vou ficar torrando no sol, nada de água – disse Rose.

Tomei coragem e mergulhei. Depois que meu corpo de acostumou com a temperatura da água, o frio passou.  Então fiquei na piscina até ficar com as mãos enrugadas.
- Carol, você vai desbotar na água – Rose me fala.
- Vou nada, aqui na água queima mais – respondi.

Nat ficou bebendo na beira da piscina e Rose a acompanhava. Cerveja não era comigo.

- Carol, seu celular está vibrando – gritou Rose.
- Ah não, quem é? Vê para mim.
- Mensagem do Christian – bufa - Que cara porre – falou.
- Nem vou ver agora, deixa ai. Que saco – resmunguei.

Não gostava de ninguém no meu pé, o único que fazia isso e me deixava com borboletas no estômago era Taylor. E mais uma vez me pego pensando nele.  Que tortura! Que saudade do beijo, do cheiro, do abraço, do bom humor… Tudo.
-Acorda Carol – Nat joga água em meu rosto.
-Ai!
-Está pensando em quê?
-Nada – Desvio meu olhar dela.

Continuei na piscina… nadando de um lado para o outro.



*** Rose POV ***



-Nat, me ajuda com as bebidas? Preciso colocar para gelar – Nat logo se levantou.

Eu queria ficar sozinha com ela para resumir em poucos segundos o que estava acontecendo de verdade. Ela precisava me apoiar.

-Mentira! – quase grita - Ele está vindo para cá? Meu Deus, eu vou conhecer Taylor Lautner.
Não pude conter todo sua animação ao saber disso.



- Xiu! – tapo sua boca - Fala baixo.
-Desculpe.
-Sim, ele está a caminho. Assim como o agente Tarik e o amigo dele  que eu não sei quem é.
- Tomara que seja bonito  – Nat disse e eu ri.
- Você tem que me ajudar, e se ela disser que quer sair da casa você me ajuda a convencer do contrário, ok?
- Claro, pode contar comigo.
- Ótimo!
- Rose, estou sentindo você triste. É por que o Paul não está aqui?

Nesse momento meus olhos encheram d’água. Eu sempre fui forte, nunca fui de demonstrar minha fragilidade, ainda mais sendo a mais nova corna do pedaço.

- Tem a ver com Paul sim, mas depois conto.
- Espero que não seja nada grave.
- É grave, mas não posso falar agora. Não posso e nem quero.
- Ok.

Eu queria esquecer a minha vida por três dias. Meu foco era a Carol e isso era ótimo, assim eu esquecia que meu coração estava em pedaços e minha alma machucada.



*** Taylor POV ***



-Chegamos – disse Tarik.
-Wow, que casa – falei.
-Você tem bom gosto cara - Pat completou.
-Que bom que gostaram.
-Espera aí, tem um carro na garagem – observo.
-Caramba, será que o dono deixa sempre ai? – falou Tarik.
-Ué, mas deixa e aluga a casa com o carro? – pergunta Pat.
-Não me lembro de ter alugado a casa com o carro – fala.
-Tudo bem, o carro é o de menos – digo.

Tarik estacionou do lado do carro que já estava na garagem. Enquanto tirávamos as nossas coisas Patrick disse:

-Gente, não é por nada não, mas estou ouvindo voz de mulher.

Eu e Tarik rimos.

-Você está delirando e ouvindo coisas, isso sim – Tarik caçoa dele.
-É nada, e são vozes. E vem da casa – Pat insistiu.
-Vão lá ver, eu não vou – me saiu.
-Eu não vou, ele está sonhando – Tarik se sai também.
-Eu também não, vou tirar minhas coisas daqui primeiro – disse Pat.
-Eu vou então – fiz meu caminho e fui entrando na casa com minha mala





*** Tarik POV ***




-Patrick, vem cá. Rápido! – eu disse afoito.
-O que foi?
-Vou falar rápido, Carol está ai na casa com duas amigas. É tudo armação para que ela e Taylor se entendam. E eu preciso que você me de apoio nessa missão.

Patrick ria de tudo, mas prometeu me ajudar.

- Vocês são loucos, você e essa tal de Rose – fala.
- É eu sei, mas é por uma boa causa.
-É e se eu vir esse produtor de merda, eu quebro a cara dele.
-Você não vai quebrar ninguém. Vamos entrar porque o teatro já deve ter começado.





*** Taylor POV ***




A sala era gigante e realmente havia vozes de mulher. Da sala eu conseguia ver a varanda que dava para a praia e para a piscina, mas não havia ninguém. Que estranho.
Conheci a cozinha, a sala, o banheiro, o lavabo, os quartos.  Opa, voz de mulher vindo dos quartos? Comecei a rir de nervoso. Puta merda! Tarik nos trouxe para a casa errada! Estamos invadindo a casa dos outros! E quando me virem aqui? “Taylor Lautner invade casa de praia!”.  Que hilário.
Comecei a rir e caminhando de costas trombei com alguém. Meu braço roçou na barriga malhada de uma mulher linda, de biquíni preto tomara que caia e um copo de água na mão. Eu só podia estar sonhando!

Ela me olhava sem entender. Eu entendia menos ainda.

-Taylor? O que está fazendo aqui? – ela disse com a voz mais serena e maravilhosa desse mundo.

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