15 novembro 2016

Fanfiction: Believe - Capítulo 33






Acordei com uma baita dor de cabeça. Quando olhei para o lado eu senti o que menos queria: arrependimento.


Claro que sentiria isso! Não era com Zayn que queria dormir e acordar na noite do meu aniversário, apesar de ter sido ótimo.
Fui até o banheiro, tranquei a porta e o que mais poderia fazer a não ser chorar? Chorei, chorei e chorei. Quando comecei a soluçar uma voz familiar.


- Jenny? Tudo bem?


Era ele! Ah não.


- Estou bem sim, já estou saindo - eu tinha que engolir o choro e me recompor. Não seria legal sair desse jeito. Mas ele me conhecia, né.


Quando saí com o rosto inchado ele me abraçou e disse:


- Eu sei o que você está sentindo. Eu juro que queria que se sentisse diferente, mas a vida não é perfeita. Ele é um cara de sorte, de muita sorte.


- Mas não me escolheu, Zayn. Ele não me escolheu.


Parecia piada, né? Eu tinha passado a noite com um cara e quando acordamos falávamos de outro... Que loucura!


- Jenny, eu preciso voltar para Inglaterra. Se eu não for agora para o aeroporto vou perder o voo.

- Ah claro, vai sim. Boa viagem.

- E olha, o que aconteceu... Eu nunca vou esquecer. Foi simplesmente maravilhoso, mas para o seu bem, para o bem do seu coração e do meu, vamos continuar só amigos.


- Claro... - eu só consegui responder isso antes de Zayn me dar um beijo no rosto, sair e eu começar a chorar... De novo.


*** Taylor POV ***



Acordei com dor de cabeça e na hora pensei: A melhor coisa que fiz foi comprar um apartamento e morar sozinho. Assim eu podia curtir a minha fossa e minhas dores em paz.
Eu saí da casa da Jenny me arrependendo, claro. Eu não devia ter saído daquele jeito. 
Tomei um café forte e fui ler uns e-mails, afinal, eu tinha compromissos. Passando pelas notícias do dia eu li o que não queria ler:



ZAYN MALIK FOI O ÚLTIMO A SAIR DA CASA ROSADA ONDE JENNY MCCALISTER, SUA NAMORADA, COMEMOROU SUAS PRIMAVERAS...




Parei de ler porque se eu continuasse a minha cabeça estouraria. Então, quer dizer que eles dormiram juntos? Claro, eu a deixei de bandeja para aquele idiota inglês, na verdade, ele não era o idiota da história.
Eu não podia continuar assim, minha vida era vazia sem ela. Eu só sofria sem ela. Entre meus devaneios meu celular tocou.



- Fala, Tarik.


- Nossa, já vi que liguei na hora errada.

- Fala.

- Temos uma reunião amanhã, em. Às dez horas.

- Tarik, hoje é domingo e eu sei da minha agenda.

- Tá, tá, tá. Quer minha opinião? Eu vou falar mesmo assim. Olha cara, eu sou seu agente e o que eu mais quero é que milhões de contratos apareçam na sua carreira, porém antes de tudo eu sou seu amigo e quero ver você feliz. 

Então eu já percebi que sua felicidade depende dela e por isso eu digo: corre atrás e corre logo! Eu já sei que o carinha inglês dormiu lá com ela, só que pelo que ouvi aqui com a Danny, eles continuam amigos. Só amigos, tá ouvindo?
Eu só escutava o que Tarik dizia. Não consegui falar nada, mas sabia que ele tinha razão.



- Valeu, cara. Tchau.


Foi o que consegui dizer. Depois de falar com Tarik eu tomei um banho e sabia o que fazer. Meu final de semana não ia acabar assim.
Peguei o celular e liguei na maior cara de pau.



- Jenny?

- Taylor?

- Jenny, tudo bem?

- Tudo.

- Acordei você?

- Não.

- Ahm... Viu meu presente?

- Ahm... Ainda não. Onde está?

- Deve estar no seu jardim.

- No jardim?

- É, eu deixei lá. 

- Tá, eu vejo depois. Ainda estou na casa rosada, mas obrigada de qualquer forma.

- Jenny, posso ir até ai? Quero falar com você.

- Taylor, já falamos tudo. Tudo o que tinha que ser falado.

- Não, Jenny! Eu não falei. Escuta: tudo o que eu disse desconsidera, está bem? 



Só a parte do "eu te amo" é verdade.



Ela ficou em silêncio e eu engolia seco. Ela ia sair em turnê e essa poderia ser minha última chance. 


- Jenny? Você ainda está ai?

- Estou.


Parecia que ela estava chorando.


- E então, posso?

- Pode Taylor... Pode vir...


Eu respirei aliviado. 


- Só me dá uma hora. Vou me trocar, sair daqui e acho que chego a sua casa em uma hora.

- Claro. Até mais então.

- Até.



Eu tinha sorte, tinha que admitir. Contudo eu tinha que agir de vez. Tarik dizia que a minha sorte um dia poderia acabar, por isso eu tomei a decisão mais importante da minha vida. 


Uma hora e meia depois, eu e Jeff saímos e até ele percebeu minha angústia. Chegando em frente a casa dela eu só pedia para que tudo desse certo. Desci do carro bem devagar, dispensei o Jeff e respirando fundo toquei a campainha.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu comentário! A sua opinião sobre as fanfics é muito importante para que os autores continuem escrevendo. Fale sobre o mais gostou, sobre o que espera ler nos capítulos seguintes. Comente sobre seus personagens favoritos e os que mais detesta. Não deixe de comentar, seja mais ativo e evite que as fanfics entrem em hiatos por desmotivação da autora em escrever. Não seja um leitores fantasma. Comente agora mesmo!

DEIXE SEU RECADO!

SITE DE NOTICIAS - TAYLOR LAUTNER MANIA