22 novembro 2016

Fanfiction: Believe - Capítulo 34






Quando ele me ligou eu não acreditei. Apesar de estar com raiva dele pela noite passada, eu o queria. Queria abraçar, beijar, fazer tudo! Ele me ligar só podia ser um milagre.


Ainda estava triste e magoada. Talvez pelo fato de ter colocado minha amizade com Zayn em risco, porém mais triste ainda por não ter passado a noite do meu aniversário com o homem que eu amo.
Eu saí correndo da casa rosada e cheguei em casa em 30 minutos. 



Assim que fechei a porta, Danny me ligou.



- Oi, amiga!

- Oi, Danny.

- Que voz é essa?

- Nada.

- Eu te conheço. Ahm, vai almoçar sozinha hoje?

- Hum, acho que sim. Por que?

- Porque eu e Tarik queremos lhe fazer companhia.

- Pode vir.

- Às duas horas, então?

- Sim.

- Ok. Fechado! E vê se anima, beijo.


Eram onze da manhã, então ainda dava tempo de falar com Taylor e dispensá-lo. Ele com certeza me falaria que tudo o que ele tinha para oferecer é um namoro falso e escondido por causa dos seus malditos contratos.


Coloquei um vestido branco e só saí do quarto quando a campainha tocou. 
Meu Deus, ele está lindo como sempre. Como era possível?


- Jenny, oi.


- Oi, Taylor. Entra.


- Você está linda.


- Obrigada - eu sorri sem graça.


- E ai? Já viu seu presente? - ele perguntou animado.


- Ainda não fui ao jardim, vou lá agora - eu disse e ele me seguiu.


- Ah não acredito! Que lindo! - eu gritei.


O meu presente era um cachorrinho preto, lindo! Eu amava cachorro, mas disse que só teria um se alguém me desse de presente.


- Taylor, obrigada!


- Eu sabia que ia gostar.


O cachorro tinha um laço de presente em volta do seu pescoço.


- É um macho. Agora é só escolher o nome.


- Taylor!


- Engraçadinha.


- Ainda não sei, vou pensar.


- Jenny, podemos conversar agora?


- Sim - caminhei até um sofá que tinha na varanda do jardim.


- Senta.


- Obrigado.


- E ai? O que quer falar?


- Quero que preste muita atenção no que vou dizer. Bem... Jenny, eu errei ontem e errei todo esse tempo. Eu percebi que não posso negar a minha felicidade. Eu posso ter a melhor carreira do mundo, mas enquanto eu estiver longe de você, eu não vou ser feliz.


A cada palavra dele eu suspirava.


- Por isso eu decidi e já falei com Tarik sobre isso. Decidi que não haverá mais contratos me obrigando a namorar quem eu não quero. Eu me recuso a aceitar esse tipo de coisa e o meu contrato com a Marie acabou. Ela está seguindo a vida dela e eu a minha. Por isso eu vim aqui para perguntar se você aceita recomeçar. Se você aceita ser minha namorada de novo, entretanto dessa vez é de verdade, sem ninguém para atrapalhar.


Eu pensava rápido enquanto ele falava. Era a chance de ser feliz batendo em minha porta de novo. Era com ele que eu queria ter passado a noite e os dias anteriores. É com ele que quero andar de mãos dadas por aí.


- Taylor, eu tenho medo de sofrer tudo isso de novo. Você vem e vai embora da minha vida muito rápido.


- Isso não vai mais acontecer. Prometo! Eu estou dizendo aqui na sua frente que você é mais importante do que tudo.


Ficamos em silêncio nos olhando. Ele estava sentado de frente para mim e eu babando naquela beleza sem fim e naquele perfume embriagante. 


- Fala alguma coisa - ele disse


- Ontem eu e Zayn passamos a noite juntos.


Ele arregalou os olhos, porém já sabia, claro.


- Não era bem isso que eu queria que você dissesse, mas eu não ligo. Eu sei que vocês são amigos.


- Como sabe?


- Se não fossem, você não tinha aceitado que eu viesse aqui.


Além de lindo, é esperto.


- Eu disse isso porque não quero recomeçar com dúvidas ou mentiras.


Ele voltou a arregalar os olhos mais uma vez.


- Espera aí. Então... Vamos recomeçar?


- Por mim, sim.


- E você me fala assim? - ele disse e me levantou, me rodopiando pelo ar.


- Para! Estou ficando tonta.


- Hoje é o dia mais feliz da minha vida - veio me beijar quando o interrompi.


- Sua última chance, Lautner. Última – Friso.


E então ele me beijou. Eu não estava mais na terra enquanto ele me beijava. Que saudade daquele gosto. Nem doce, nem salgado, apenas perfeito.
Só paramos porque o meu amado cachorrinho começou a morder e lamber os nossos pés.


- Hei, eu não comprei você para atrapalhar a minha vida! - Taylor disse e nós rimos.


- Ah, A Danny e o Tarik vem almoçar comigo. Você também está convidado.


- Hum, vou adorar. E vou gostar ainda mais de ver a cara deles quando me virem aqui – Gargalha.


- Pois é, eu estou me sentindo mal ainda.


- Por quê?


- Porque eu estava com outro cara ontem. Credo. Eu nunca fui assim.


- Esquece isso, tá? Porque eu estou tentando esquecer.


- Ok, ok.


Maria fez um almoço delicioso e duas horas em ponto a campainha tocou.


- Me deixa atender? - Taylor perguntou.


- Claro! - eu respondi rindo.


- Bem-vindos a nossa casa! - Taylor disse quando abriu a porta.


- Ah – Danny grita - Não acredito! - a voz de dela era estridente.


- Ai sim, cara! Até que enfim - Tarik disse.


- Depois você vai me explicar isso direitinho, em - Danny disse e eu revirava os olhos.

- Que história é essa de "nossa casa", em Taylor? - Danny perguntou.

- Um dia tudo que é meu vai ser da Jenny. E vice e versa.



Eu e Danny gargalhamos.



- Quando ela for a Sra. Lautner.

- Taylor, você bateu a cabeça? Vamos almoçar, gente - eu disse levantando.


Depois do almoço nós quatro ficamos na sala rindo de coisas idiotas que Taylor e Danny diziam. Eu estava com saudade daquele sorriso que iluminava o país inteiro.


- Jenny, vem aqui um instante - Danny me chamou.


Fomos até o escritório. 


- Explica já!


- Danny, ele veio aqui para dizer que vai dar adeus aos contratos e que quer ficar comigo de verdade, sem ninguém para atrapalhar. E eu como sou louca por ele, resolvi dar uma chance.


- Sei... Vocês transaram?


- Não!


- Tem camisinha aqui.


- Com ele eu não uso. Eu tomo pílula.


- Nossa, quem te viu quem te vê! – Gargalha.


- Para, Danny!


- Jenny, estou surpresa você ter dado uma chance a ele tão rápido.


- Eu também, mas depois de ter passado a noite com um homem que não era ele eu caí na real. Eu estou morrendo de medo de me machucar de novo porque eu prometi para ele e para mim mesma que seria a última vez. Contudo eu sinto que vai ser diferente. Algo me diz que vai.


- Sei – Comenta - E com o Zayn? Rolou?


- Sim. E se arrependimento matasse...


- Por quê? Foi ruim?


- Não, foi bom, mas ele é só um amigo. Era com Taylor que eu queria estar.


- Isso eu sei, né. Te conheço bem.


- Danny, vamos? - Tarik entrou interrompendo e com isso fomos até a sala.


- Tchau, amiga! E tchau, Taylor. Cuida bem dela, hein. E ah, amei o cachorro!


- Eu cuido sim. Tarik, amanhã nos vemos - Taylor disse.


Depois que eles sairam eu me arrepiei inteira. Ficaria sozinha com Taylor e isso não ia prestar. 


- Enfim sós - ele disse e me deixou ainda mais nervosa.


*** Taylor POV ***


Ficamos namorando no sofá da sala. Como era bom ficar com ela. Eu só queria beija-la e esquecer tudo. Ela como sempre carinhosa e cheirosa me fazia arrepiar a cada beijo e a cada toque. Eu conseguia me controlar, mas nem tanto.


Ela estava sentada em meu colo, de lado e entre beijos e amassos, ela percebeu a minha agonia.


- Lautner.


- O quê? Por que você me chama assim, hein? Isso é maldade.


- Não posso ser boazinha com você.


- Então não seja.


Chegamos ao quarto dela em segundos. Eu já não aguentava mais.


- Taylor, eu estou tomando pílula.


- Eu percebi.


- Percebeu?


- Sim – Diz - Não usamos camisinha no hotel, lembra?


- Ah tá. Mas só com você que eu nunca usei - ela disse tímida.


- Que bom, eu também sempre usei. Porém com você é horrível, gosto de te sentir.


Rimos e continuamos de onde paramos. Como ela era deliciosa. Cada vez que transamos parecia à primeira. Eu deixava sua pele vermelha por causa da barba enquanto ela me arranhava nas costas.
Não demorou muito para chegarmos ao ápice juntos, até porque a saudade era enorme, então segurar seria difícil.
Não saímos da cama para nada. Ficamos conversando sobre tudo.


- Jenny, você começa a turnê semana que vem, né? 


- Sim, por quê?


- Quero que me fale todas as cidades pelas quais você vai passar. Eu vou a todos os shows que puder.


- Ah Taylor, imagina! Você tem o seu trabalho.


- Tenho, mas tenho tempo para minha namorada. E ah, quando você vier para L.A, vamos marcar para você conhecer meus pais e minha irmã.


- Ah, sério? Já? Que vergonha.


- Vergonha nada! Minha irmã é sua fã e eu quero conhecer seus pais também.


- Eles estão em Paris, mas assim que voltarem combinamos algo.


Era um sonho? Tudo o que eu queria era que ela fizesse completamente parte da minha vida.


- Vai se acostumando, tá? - eu disse.


- Com o quê?


- Ser a Sra. Lautner – Gargalhe.


- Tá bom, eu sou uma artista, nunca vou mudar meu nome já estou avisando.
- Tá, mas o meu sobrenome tem que estar nos seus documentos.
- Um dia a gente pode voltar a falar sobre isso.
- Posso dormir aqui? - eu perguntei.
- Que namorado abusado! Claro que pode.
Ela respondeu e nos beijamos. Quem disse que iríamos dormir?

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