04 novembro 2016

Fanfiction: Summer Love - Capítulo 3



- Nossa eu pensei que você não falasse minha língua – riu olhando para os lados, até ele admirava aquele lugar lindo difícil de parar de olhar.

Sorri sem graça quando voltou a me olhar, percebi que toda vez que ele me olhava não sabia disfarçar o quanto estava feliz em vê-lo.


 - já estudei inglês, mas nunca pensei que precisaria usar, então me desculpe algumas gramaticas erradas, nessa matéria nunca me dei bem nem em português – falei em inglês o fazendo rir.

E ele riu com vontade que me fez sorrir automaticamente, fiz Taylor lautner rir?
- hum, mais até agora não vi nenhum erro absurdo – sorriu.

- Aí! Que bom! – ri.

Eu não conseguia me mexer, havia uma hipnose no seu olhar, eu queria correr, mas nem meu próprio ar eu conseguia segurar.

- valeu a pena o curso, se não, não teríamos esse dialogo, ficaríamos no “Oi” “oi”.

- É. Eu comecei faz uns seis meses mais ou menos.

- Parabéns, é ótimo seu inglês.

- não era o que os professores diziam – ri o contagiando.

- O que você faz aqui sozinha? – Ele sorriu de lado e se aproximou mais, media todos os passos que dava em minha direção.

A cada passo meu coração chegava num limite que nunca pesei chegar.
Fiquei com medo de tanta aproximação, se fosse um homem qualquer correria assustada, mais era ele... que mal me faria?
 Também meus pés nem se moviam - Não sente medo ficando aqui sozinha? Sei la, vai que de repente surge um louco psicopata?!

Tá legal, agora eu estava com medo. Respirei fundo e dei um passo atrás assim que ele disse Louco psicopata. “pessoas psicopatas poderiam ser qualquer um, até ele, isso não precisa ter cara para ser!”

 Comecei a dar meus passos discretamente para trás ao ver seu sorriso malicioso e me assustei ao tropeçar e cair de costas na areia.

Meu tropeço me assustou, assustou ele também mais assim que me viu bem riu.

- Por que eu teria medo? Por acaso você é o louco psicótico?
 Falei o encarando mas estava morrendo de medo agora, tudo bem que sou doida, mais sabia que ninguém acreditaria em mim se ele fizesse alguma coisa errada.

Ele caiu na gargalhada se sentando a minha frente, o olhei como se fizesse um ponto de interrogação em cima da minha cabeça.

E ele riu se deitando a área segurando a barriga.
- Serio? por acaso tenho cara de louco psicótico? - perguntou me olhando ainda rindo.

Acalmava-me disfarçadamente, pois acreditei e ele não parava de rir.
- Sei la, vocês americanos são estranhos, tem uma aparência perfeita e alguns pensamentos imperfeitos.

Falei me levantando, só percebi que ele estranhou meu comentário quando já estive de pé.

Nos encaramos, achei que ele não tivesse gostado mais saiu sem querer e ele de repente riu me deixando aliviada, ok, não tínhamos um problema pelo o meu comentário.

 Tay e eu continuamos conversando por um longo tempo, algumas coisas eu ainda não entendia quando ele falava, mas fingia que entendia. Lamentava ter ignorado as aulas as vezes mais era divertido.

Conversavamos, rimos, tentava ensina-lo algumas palavras em português, ate que eu fui mais ousada e propus que entrássemos na agua, era tão engraçado e difícil de decidir se aquilo era real ou não, mas eu pensava comigo mesma. “Se for um sonho, por favor não me acorde”

  Tentava convence-lo a todo custo a entrar comigo, mas ele era teimoso e dizia que a agua devia estar muito gelada...
OMG eu disse.

 – Um cara que das piruetas pra trás vive a vida adoidado tem medo de agua gelada? Falei sem conter a risada

- Medo não! Estou me poupando de uma gripe!
Eu não ouvi isso, serio mesmo.

- Tá bom se você não vai, eu vou!

- Não espera! – Disse ao me ver sair.

Respirou fundo dando seu primeiro passo - Tá bom, eu vou – parei olhando para tras e ele continuou enquanto caminhava.

- mas já vou logo avisando, se eu ficar gripado, você vai pagar um medico pra mim, ou vai ter que cuidar de mim.

- para de graça – ri enquanto chegava próximo a beira da praia e ao sentir a agua gelada se encolheu.

- é serio, se eu gripar você vai ter que cuidar de mim – riu enquanto olhávamos o mar.

E eu o olhei como se quisesse dizer “ok, então entra logo”
Mais antes que eu dissesse ele mordeu seus lábios que me fez meus pensamentos voarem.

Senti arrepios nas costas, Talvez fosse a agua gelada nos nossos pés.
Mais de repente percebi que não era, por que deu uma vontade louca de pular nele, arrancar sua calça com meus dentes, um filme louco passava em minha cabeça e me via em um 50 tons de cinza, cordas amarradas, chicotes, AI MEUS DEUS! Acho que eu que estava sendo a psicopata da historia, não era os americanos, era eu a Lene Maluca e Brasileira! tenho que parar com isso.. Risos.

Não sabia o que dizer a ele, com aqueles olhos famintos de sedutores em mim, mordendo os labios, calça caindo deixando sua cueca a mostra e aquele peitoral OMG! eu vou pirar...

Ele estava ao meu lado, naquela beira da praia mordendo os lábios discretamente enquanto nos aproximávamos lentamente..
Aproximamo-nos tanto que senti sua respiração próxima da mim e sussurrei - Periodo integral!

E Corri e ele me seguiu rindo, Corremos pela praia dando voltas antes de entramos na agua, ele me segurava me girava, por alguns segundos sentia que ele procurava meus lábios e isso era só uma duvida!
 Estava muito bom sentir a amizade dele assim, tinha medo de nada ser real..
  Quando corri para a agua e nadei pela primeira vez, ele correu com dificuldade e nadou em direção onde eu estaria. Mais ao chegar lá olhou para os lados a minha procura e sai da agua dois metros de distancia dele e ele sorriu e mergulhou vindo em minha direção.

Nadei na mesma hora e fui para a direção contraria muito rápido e ele saiu da agua prestes a dizer que havia conseguido me encontrar e seu sorriu quebrou a me ver do outro lado.
Enrugou a testa e riu -  meu Deus! Como você consegue fazer isso tão rápido?

Ri mergulhando em sua direção e ele fez o mesmo a minha.
Paramos os dois ao meio do caminho e com a agua sobre nossos ombros ele disse.
- Essa agua é muito gelada você.

Joguei o olhar para o alto e ri o interrompendo – já sei, se você ficar gripado irei cuidar de você, ou chamar um medico – ele sorriu confirmando com a cabeça.

- Estou torcendo para eu ficar gripado.

- não tenho dinheiro para um medico! – ri negando com a cabeça.

- Eu sei, você já me disse e é por isso que eu quero.. – sussurrou se aproximando dos meus lábios.
Olhei os seus e voltei a olhar seus olhos e ele sussurrou – acho que vou te beijar.

Meio abobalhada sussurrei – não sei se vou conseguir recusar.

Ele sorriu ao me ouvir e se aproximou dos meus lábios, rodando suas mãos em minha cintura e agarrei minhas pernas em seu quadril enquanto sentia nossos lábios se esquentarem junto ao frio da nossa volta.

Meus pensamentos me trouxeram de volta a imaginar se aquilo era real ou não, eu sacudi minha cabeça tentando espantar essas idiotices e se fosse mesmo real.

Do que adiantaria? jaja o verão acabaria e ele voltaria pra casa e eu também e tudo não vai passar de um simples caso de verão, nada mais que isso!

Será que ele pensava que era o que eu queria? Um beijo dele aquele lugar e nada mais?
O que ele pensava afinal? Me preocupei enquanto parava o nossos beijos aos poucos e ele parecia querer continuar.
Para ele isso poderia ser um simples beijo, mais pra mim era o melhor beijo da minha vida e ainda com ele!

Eu tinha que parar, não sabia como ele o via.. Era só mais um dia e alguém para ele ficar.
Encostei minha testa na sua e ele indagou, parecia pensativo abri os olhos lentamente e os dele estiveram fechados sempre.

O sol já se despedia de vez e a noite estava chegando.
- Esta ficando escuro aqui..

- Acho que devemos voltar para pousada, aqui esta muito frio.

Disse ele enquanto me soltei dele,
 - Também acho, como eu também imagino que quando chega lá minha mãe vai me da uma bronca
Falei imaginando a cena, havia me esquecido de tudo!

- Eu te defendo! – riu.

- Não graças a Deus, sei fazer isso sozinha! – ri.

- Tá bom se esta dizendo, Ok!
Saindo da agua ele puxou-me rapidamente e me beijou outra vez.

Um beijo inesperado, mal sabia qual seus pensamentos.

E ao se afastar lentamente segurou uma de minhas mãos e sorriu.
Ele era tão carinhoso que me assustava! Não estava mais acostumada!

Voltamos pra pousada de mãos dadas, isso era tão estanho eu de mãos dadas novamente e principalmente com o Taylor Lautner, qual a probabilidade disso ser real?

 Eu nem quero saber.
Minha mãe me avistou assim que entramos, seus olhos arregalados em cima de mim toda molhada.
Ok! Pelo seu olhar isso não estava sendo legal.

Soltei da mão dele sem que ele percebesse, fui ate a mesa em que minha família estava só para perceber que além de nos só a família dele estava hospedados lá.

- Você esta molhada, eu vou quere saber sobre isso, ok? - Minha mãe perguntou tentando não arrancar minha cabeça com o garfo.

- Sei la - Dei de ombro tomando um gole do seu suco - Você quer saber?

- Não!- ela falou calma, mas não menos irritada

- Problema é seu se você não quer, eu quero saber onde ela estava.- Meu pai fala quase fuzilando

- Eu estava na praia gravando no snap, dai ele apareceu conversamos e conversamos e ai fomos dar um mergulho, só isso! nem mais nem meio mais - Falei comendo o que via pela frente, eu sempre faço isso quando me vejo nessas situações.

- Ufa,- Meu pai suspirou mas não muito satisfeito – Minha filha tenha mas cuidado, olha só é um cara vivido, mora longe, famoso ainda mais, nada iria dar certo mesmo que vocês tentassem.

- Pai estamos no verão, de férias além do mas o que se faz no verão fica no verão. eu não estou fazendo nada demais - Falei me levantando da mesa

- Onde esta o bê? – perguntei.

- No quarto assistindo, Minha mãe não me olha apenas fala.
Vou pro meu quarto e o be está lá assistindo com minha sobrinha, eles nem percebem quando eu entro, visto só um roupão e me deito com eles, era muita coisa pra processar, o que eu não podia fazer agora, por que eu Tinha dois bebês me implorando pra dançar com eles.

Saímos do quarto e fomos para uma parte onde havia uma sala com um som, entendíamos que todos iam ali para se divertir a noite. Enquanto eles dançavam e eu ali em pé olhando e tentando me sacudir. Escutamos uma batida na porta e ela se abrir.

Taylor acabava de sorrir ao nos ver, pensei em quanta coisa tinha para li contar caso quisesse saber sobre todos que estavam ali, sorri e suspirei.
- O que estão fazendo? – perguntou já entrando.

- Dançando! - Os meninos gritaram

- Ual e vocês são bons nisso? – perguntou a eles e me olhou, mostrando que se interessava em ter a amizade deles.

- Exatamente - O be fala

-Ta legal então vamos la pra baixo dançar e ai topam?

Eu ouvi um couro de sim estrondeante.

Eles desceram enquanto eu ficava no quarto me arrumando, nunca fui de demora e agora que eu não me demorar mesmo, catei um vestido branco que estava na gaveta calcei uma sapatilha e lá estava eu pronta pra dançar.

    Era divertido ve-lo dançando com o povo da minha família e estranho também, nossa ate minha mãe caramba ele tem mesmo poder de persuasão.
- Pronto cheguei!

- Dãaa todo mundo já viu, quer que anunciar no microfone? - Meu irmão disse e dei um tapa em seu ombro.

- Não idiota mas se eu precisasse disso com certeza não seria você com essa cara de menino do buchao que iria me anuncia! - Mandei beijo pra ele
Enquanto todos dançavam inclusive o bê, Taylor me chamou para dançar mais neguei sem jeito.

E ele olhou para os lados e me puxou para fora do salão.

-Você e seu irmão se dão muito bem?
-
 Aa é nós nos amamos muito- Falei ironicamente concordando com a cabeça

- Se isso é amor então eu e makena estamos fazendo errado - Ele riu alto.

- Bobo - Falei batendo em seu ombro
- Tá bom garota hulk do inteiror vem dançar comigo.

Ele me puxou e rodou minha cintura.
- mais aqui nem tem musica – ri.

- imagine – sussurrou.
Sem que percebesse uma musica começou a tocar muito baixa, me assustei, estava mesmo imaginando?
Olhei para trás e ri e ele sorriu dando de ombros – dei um jeitinho – riu.

ouvimos born to die- lana del ray, e eu simplesmente amo essa musica, ela me relaxa, me faz viajar em meus pensamentos, por que eu tenho plena certeza que naquela hora eu estava viajando mesmo, suas mãos em volta de mim, me segurando a cada giro que ele dava, era tão magico, da pra imaginar, eu podia sentir meus pés flutuando, queria essa dança na minha valsa dos 15 anos, a qual eu não tive, nem festa, nem bolo, nem valsa nada além de um aperto de mão. Afinal quem manda ser rebelde!

  Éramos dois jovens dançando abraçados um giro, um abraço, não queríamos nos desgrudar por míseros segundos.
 Voltei pro quarto adormeci de exausta, nem sonhei fui direto.
 Acordei com uma batida na minha janela, fiquei sentada na cama alguns segundos a mais ate ir abrir a janela e ver Tay lá.

Sussurrei - O que foi? Tá fazendo o que aqui?

Sussurrou - Vem comigo?- Ele estende sua mão

Eu recuo e olho vendo meu filho e minha irmã dormindo, pensei uns segundos se devia ir e no impulso eu salto da janela sem fazer barulho, corremos ate praia.

 Ele estava lindo, o sol estava quase se pondo, era uma maravilha, eu olhei pra ele e agradeci a ele por isso, ele segurava minha mão, me olhava nos olhos, eu não regia, hoje não, agora não, só o deixava me conduzir, só me beijar. como dois recém namorados.

Um comentário:

  1. Esta fic é a mais fofa que eu estoulendo no momento. Continua

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