30 novembro 2016

Fanfiction: Uma Noite - Prólogo





Oh, isso é bom. Tremendamente errado. Mas tão bom. Amanhã, provavelmente, eu vou me arrepender. Não de foder, claro. Mas de fazer isso com ele, o bundinha de ouro, como eu chamo. O garoto por quem minha vagina não deveria chorar desesperada, mas faz. Estou alagada, pingando, que chega dói. Embora, cacete, ele trepa maravilhosamente bem. 


Taylor não bate meus sentidos para fora, ele espanca. E como ele espanca gostoso! Ele entra e sai sem descanso. Sem pausa. Incansável. Controlando o ritmo. Ora lento. Ora rápido. Então mais rápido, mais rápido, mais rápido... Taylor diminui e bate devagar, porém tão lento que a sensação é agonizante. É como uma dança. Sexual. Quente. Delirante. 

O desejo abrasivo é nossa melodia. Cada tapa de nossas carnes é sentido dentro do meu útero. Eu gosto disso. Eu amo isso. Eu tenho vontade de chorar de tanto que gosto. O que é muito mesmo. Estou emocionada, excitada, e emocionada. Duas vezes emocionada. Eu sempre achei o orgasmo uma das melhores sensações da vida. Eu estava enganada, obviamente. Ter um orgasmo com um pau enchendo sua vagina é assombroso. A sensação é dura, um tipo de prazer inflexível. Caramba! Sexo é uma coisa nova pra mim. Minha primeira vez. E já descobri que é minha segunda coisa favorita no mundo depois de comer, é claro. 

Eu não deveria sentir prazer na minha primeira vez, não deveria me sentir bem. Este é o código de honra das garotas, ou, pelo menos, penso eu que é. Deveria haver dor e desconforto – há um pouco de ambos, confesso. Eu não sou todo mundo. E, definitivamente, não sou qualquer garota. Eu me sinto bem pra cacete! Suor. Pele contra pele. Sons sexuais. Molhados. Calor. Esforço para respirar. Insuficiente, ainda assim, muito. Dentes. Chupões. Mãos por toda parte. Beijos quentes. O frisson. A sensação nova de um quadril encaixado entre as minhas pernas, batendo contra mim. A agonia do prazer torcendo dentro da minha vagina cada vez que ele puxa e bate de volta até o fundo. Sinto dor. Sinto prazer. Sinto arder. Sinto queimar. Delicioso. 

Quero morrer na sensação. Taylor martela sem piedade. Preenche-me a ponto de uma sensação forte me paralisar naquele ínfimo segundo, a dureza de seu púbis esfregando meu clitóris. Ele conquista cada espaço dentro de mim. Faz meus músculos trabalharem. Possuindo. Marcando para que amanhã a lembrança permaneça. Ele bate minha sanidade para fora da minha mente. A prudência se foi no momento que ele abocanhou meu sexo no capô de seu carro, meu vestido reunido em minha cintura, minhas pernas ao redor de seus ombros, meu corpo curvado, a sensação suave de seu cabelo em minhas coxas. Não posso tomar isso de volta. Não quero. Estou aproveitando de cada segundo. Nós deixamos a brincadeira mais séria quando alcançamos o carro dele no estacionamento escuro e silencioso. Sua boca na minha boca. As mãos corpulentas agarrando minha bunda, apertando, pressionando de volta contra sua ereção pesada. Ele estava tentadoramente duro. Me fez pulsar dolorosa na mesma hora. 

Eu esfreguei de volta contra ele, querendo mais. Então ele estava beijando meu pescoço, e de uma forma que não posso descobrir como ele fez sem eu perceber, um peito meu saltou fora do decote e Taylor o pegou... com a boca. Ele lambeu e mamou faminto. Necessitado. Até machucou. Eu derreti na calcinha, melando a renda delicada com tesão. E eu estava grata pra cacete por estar com a depilação em dia. Eu queria aquele garoto hoje e eu teria. Simples assim! Ele retrai o quadril puxando seu comprimento até a borda e mergulha dentro com uma estocada forte e revigorante, a cama chia. Eu gemo e reviro os olhos com a onda chocante de prazer doloroso rolando através de mim. O ranger da cama combinado ao encontro molhado de nossas peles, sabendo que minha boceta está encharcada por ele, alimentando seu, longo e grosso, pau está me deixando mais e mais ligada. Louca. Entregue. Eu quero devorá-lo. Engolir cada centímetro dele. 

Taylor pega meu mamilo na boca, sem deixar de meter devagarzinho, pressionando quando enterra tudo, me arranca o fôlego, e, em seguida, chupa forte até o bico ficar duro e eu choramingar me contorcendo embaixo dele. Minha vagina treme ao seu redor e o aperta com um espasmo brusco. Ele xinga. Chupa o outro mamilo com a mesma fome cruel e, em seguida, se move para cima e para de estocar. Taylor dobra uma mão acima da minha cabeça e desce a outra pela curva da minha bunda, puxa, para minha perna dobrar de uma forma que ele tem mais espaço entre as minhas pernas e entra mais fundo. Ele olha cheio de tesão. 

— Gostosa. Rebola no meu pau — ele diz, a voz rouca e abafada pelo esforço de se conter. 
— Vamos. Me dê essa boceta quente, baby. 

Olho para seu rosto suado. Os olhos pequenos apertados em contrariedade pela minha demora em atendê-lo prontamente. Ele é sexy, não nego. Um tesão de pernas. E eu sei exatamente o que ele quer. Sorrio safada. Finco o calcanhar em sua bunda dura para me dar suporte e pressiono o outro pé contra o colchão. Eu ainda estou com meus saltos vermelhos do diabo. Ele disse que achava sexy, que são saltos foda-me, e queria me comer com eles. Eu não contrariei porque me fez sentir exatamente assim. Poderosa. Deliciosa. Sensual. Endiabrada. Quando eu balanço o quadril girando, Taylor grunhe e xinga, dizendo obscenidades sensuais. Sorrio. 

E eu pensando que ele era o tipo quietinho. Seguro sua nuca, a outra mão em suas costas, as unhas pressionadas com força contra sua pele suada. Eu uso o seu corpo para alavancar meus movimentos. Eu balanço, balanço, balanço... girando e torcendo o quadril. Rebolando uma, outra e mais outra vez. Levando-o mais e mais fundo. Nós dois estamos ofegantes. A careta contrariada em seu rosto duro diz o quanto ele está se controlando. Eu quero tentá-lo. Levantando a cabeça, sem parar meus movimentos, eu mordo de leve seu queixo e, em seguida, o seu lábio inferior estirando de brincadeira. Ele puxa a mão e, no momento que dois de seus dedos pousam sobre meus lábios, eu abro a boca e os sugo para dentro, chupando como fiz em seu pau. Ele me olha fixo. Não estamos nos movendo. 

Só minha língua serpenteando ao redor de seus dedos. Eu amo a sensação molhada, nossa meleca sensual. Suor. Saliva. Fluídos corporais. Que excitante! Taylor puxa os dedos, de repente, e me beija na boca. Duro. Lábios e dentes, machuca, talvez até arranque um pouquinho de sangue. Chupões e estalos úmidos. A língua áspera fode minha boca do jeito que seu eixo fodia minha boceta antes. E então, recua. Minha cabeça afunda no travesseiro. Taylor olha para baixo. O olhar em seu rosto me faz estremecer. Ele me paga sem aviso em uma arremetida que me faz gritar. Ele puxa para cima, segurando o interior dos meus joelhos e aperta para baixo quando começa a trabalhar seu pênis em mim indo mais profundo. Cristo! Ele alcança em lugares que eu desconhecia. 

— Toque-se — ele rosna. Eu toco do jeito que eu sei que virei como um foguete. 

Taylor mergulha cada vez mais duro, frenético, rijo como aço. Eu tento prolongar o êxtase o máximo que posso à medida que ele me apunhala. Uma. Duas. Três. É muito. Não posso segurar. Eu quero. Não quero. Massageio mais rápido em pequenos e desconexos círculos. Quatro. Cinco. A sensação começa a me torcer de dentro para a fora. Seis. Eu luto. Eu brigo. Eu xingo. Imploro. Estremecendo fora de mim enquanto gozo, alucinada. Sorrindo com demência. 

Meu corpo apertado. Teso antes de relaxar. Taylor mergulha mais rápido, e com uma arremetida dura, ele para pressionado com força, socado até o talo em mim enquanto goza. É brusco. Não é errado. Também não é como se eu estivesse colocando um anel no dedo dele ou fazendo disso um compromisso. Amanhã, ele será passado. Que consequências poderia ter, afinal, além de um delicioso orgasmo? 



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