06 dezembro 2016

Fanfiction: Believe - Capítulo 36




*** Taylor POV ***




- Patrick, primeiro: Oi, estou bem e você? Segundo: ela tem nome e terceiro: também não tem problema nenhum chamá-la de brasileira, porque ela não tem vergonha nenhuma do país de origem dela. Aliás, um lindo país. É uma pena que você não teve oportunidade de conhecer. Quarto: o que você quer?
- Nossa cara, calma! Estou brincando. Me tratando mal por causa de mulher? Você nunca foi assim.
- É porque ela não é qualquer mulher, ela é minha namorada.
- Então é oficial?
- Sim.
- Bom, eu liguei para confirmar e para você tomar cuidado.
- Ah, eu já sou bem grandinho, mas muito obrigado pela preocupação. Agora eu preciso desligar. Tchau.


Que inferno! Patrick era meu amigo ou eu achava que era, mas agora ficou nítido que ele só pode estar com inveja.
- Inveja, né Taylor - disse Tarik adivinhando meus pensamentos.
- Definitivamente – confirmei.


Fui para casa. Estava exausto e com saudade, claro. Assim que caí no sofá eu liguei.


- Oi! – derreto-me ao ouvir a voz dela.
- Oi, amor. Chegou bem?
- Sim, cansativo como sempre, mas okay. Tudo por você.
- Tay, eu vou ter um final de semana de folga depois do próximo show. Quer combinar o jantar com seus pais e sua irmã?
- Ah, claro que sim! Vou marcar então. Que legal, eles vão adorar te conhecer. Já me perguntam toda hora quando vai ser.
- Ai que vergonha!
- Você canta para milhares de pessoas e está com vergonha dos meus pais? Ah, por favor.
- Estou sim. Ah, vou ter que desligar agora. Preciso arrumar minhas malas senão a Danny me mata. Depois te ligo, tá?
- Quando quiser. Te amo, não esquece.
- Eu também te amo. Até mais.


Suspirei e cochilei no sofá. 


*** Jenny POV ***


- Não arrumou as malas ainda? - Danny gritou.
- Ai, calma! Já estou terminando. 
- Cinco minutos!
- Okay, general!


Quinze minutos depois estávamos de malas prontas. Precisávamos chegar a St. Louis, ensaiar e ensaiar. Além disso, exercícios físicos, fonoaudióloga, entrevistas e mais entrevistas. Ser cantora não era fácil. A única coisa que sobrava tempo era para pensar nele. Eu não o tirava da minha cabeça. Saudade do cheiro, beijo, toque. Tudo! Quando ele me ligava meu coração saía pela boca e quando eu ligava para ele acontecia o mesmo. 


- Sr. Lautner?
- Oi, linda. Estava pensando em você.
- Ah é?
- Sim, sempre.
- Pensando o quê?
- Hum, só posso falar depois da meia noite – ele ri alto. 
- Engraçadinho. E ai, tudo bem? 
- Tudo e ai?
- Cheguei a St.Louis.
- Está cansada, né?
- Exausta.
- O que me anima é que logo vamos nos ver.
- Não vejo a hora, Tay.


A ligação durou mais meia hora e desligamos tristes como sempre.



Tristes de saudade. Assim que desligamos, Danny ligou do quarto dela.


- Jenny, adivinha quem vem no seu show e está na lista de convidados?
- Quem?
- Patrick Schwarzenegger!
- Ah não, aquele chato aqui em St.Louis? Que estranho.
- Também achei.
- Deixa para lá. Só te aviso uma coisa: não quero sessão de foto com ele, hein! Por favor.
- Pode deixar.





Eu precisava dormir e me concentrar, afinal o dia seguinte seria mais puxado que o primeiro.



... 



Estava tudo preparado para o show. E foi maravilhoso. A recepção do povo de St.Louis foi incrível e mais uma vez todos os ingressos foram vendidos. 


Quando cheguei ao camarim pedi que Danny fosse falar aos fotógrafos que eu sairia em quinze minutos para dar entrevista. Assim que ela saiu, a porta do camarim se abriu e tive uma péssima visita. 

- Patrick?
- Oi, Jenny!
- O que faz aqui?
- Ah, desculpe entrar assim.
- Já entrou.
- Seu show foi ótimo, parabéns.
- Obrigada, agora eu preciso me trocar. Tenho que dar entrevista.
- Okay, eu vim para perguntar se quer jantar comigo.
- Jantar? Não posso, desculpe, estou exausta.
- Imagino.
- Patrick, não sei se sabe ou se ouviu falar, mas eu estou namorando seu amigo. Lautner.
- Ah, é? Poxa, não sabia. Nossa, foi mal, desculpa.
- O que está fazendo aqui em St.Louis!?
- Eu vim para o seu show - disse se aproximando de mim e eu me afastando - E para saber se eu tinha chance.
- Isso só pode ser brincadeira, né? Eu acabei de dizer que estou namorando o seu amigo - eu disse me afastando ainda mais.
- Eu já ouvi. Mas você sabe, né. O Taylor é um cara boa pinta, cheio de mulheres atrás, até hoje é assim e não vai mudar.
- Eu conheço bem o meu namorado, agora pode sair, por favor?
- Tá, mas se precisar.
- Com certeza não vou. Adeus! - abri a porta.
- Adeus - pegou em meu rosto e eu fiquei paralisada e indignada com a sua atitude.
A minha vontade depois que ele foi embora era de ligar para o Taylor e contar tudo, mas eu pensei e é melhor contar pessoalmente, assim que nos encontrássemos em LA. 
Quando Danny chegou eu dei uma bronca nela por ter deixado aquele crápula entrar, mas ela me explicou que precisava ter saído para falar com os fotógrafos e não sabia como ele tinha burlado os seguranças. 







Aquele idiota! 


Quando cheguei ao hotel e descansei, fiquei pensando nas coisas que aquele imbecil me disse sobre o Taylor. E infelizmente, apesar de sentir que meu namorado me amava de verdade, a insegurança veio e veio como um furacão. Foi então que adivinhando meus pensamentos ele me ligou. 


- Oi linda. Estava dormindo?
- Não, cansada apenas. Tudo bem?
- Tudo. Só cansada, sério?
- Sim – parei por um momento e depois perguntei – Taylor, o que sente por mim? Quer dizer, quero ouvir. Preciso.
- O que sinto por você? Tudo! Amor, respeito e saudade, muita! Por quê?
- Nada, eu precisava ouvir, só isso.
- Eu amo você. Não consigo ficar sem você, Jenny.
- Eu também amo você. Eu preciso dormir senão vai ficar falando sozinho daqui a pouco.
- Tudo bem, final de semana que vem é todo nosso. Vem logo, tá!
- Pode deixar! Tchau, boa noite. 


Dormi como uma pedra, mas meu coração estava apertado.

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