07 dezembro 2016

Fanfiction: Uma Noite - Capítulo 1



SURPRESA! 




Um Mês e Meio Depois



Um bebê. Uma gravidez.


É, talvez eu não devesse ter profetizado aquelas palavras. Talvez a palavra
consequência viesse acompanhada de um tipo de maldição secreta.


POSITIVO.


Eu quero pensar que há um erro nisso aqui. Nada é 100% confiável, certo?

Aquele 1% quer dizer algo, né?



Eu fui na farmácia mais cedo e passei o rodo nas prateleiras enchendo o carrinho com testes de gravidez de todas as marcas quando vi que não podia adiar mais e ficar em negação. Então fiz teste atrás de teste.


POSITIVO. POSITIVO. POSITIVO. POSITIVO. POSITIVO. POSITIVO.

Parecia  até  aquele  momento  em  que  você  está  perdendo  num  jogo qualquer, mas, ainda assim, insiste em mais uma jogada de honra só para perder, novamente.


POSITIVO. POSITIVO. POSITIVO.

A honra já se foi. A esperança, tamm.


Ainda que não houvesse essa pilha de testes positivos na pia do meu banheiro, o teste de sangue em minhas mãos é bem claro.


POSITIVO.


Oh, meu Deus, isso é praga! Não o bebê. Essa situação.

Tudo começou na festa de Halloween.


Ele vestido de Ryan Lochte.


Eu vestida de Pedrita sexy. Saltos vermelhos. Lábios rubis. Uma dança. Corpos rando em provocação.

A batida gostosa de I’m still in Love with you liberou algo em mim enquanto sentia a respiração, quente e pesada, de Taylor no meu pescoço ao mesmo tempo em que nos movíamos com a música. Ele pressionado em minhas costas, seu corpo acompanhando o balançar do meu, suas mãos no meu quadril. Ele não disfarçou a ereção, nem eu o desejo quando rebolei contra ele aumentando o atrito gostoso. Amando fazê-lo mais duro até o ponto em que eu desejava com fervor que ele me dobrasse sobre o respaldo do sofá e me tomasse por trás.


Ele estava muito duro. Eu estava muito dolorida e molhada. Limite sequer começava a descrever.

Sean Paul é o culpado.


Taylor me comeu com os olhos por um longo tempo.


Talvez... Tá certo. Confesso que posso ter alimentado sua atrão dando lascas de luxúria cada vez que nos víamos. Me exibindo discretamente. Uma amostra de pele aqui e acolá. Uma posição sugestiva. Eu usei tudo, palavras, comida, danças, olhares, gestos. Era divertido atiçá-lo. Fazê-lo querer sabendo que eu era intovel para ele. Eu me fiz assim. A aquele dia.


Que merda eu vou fazer agora?



Dois dias se passaram e eu ainda estou cética, chocada, paralisada, aterrorizada. Confinada em meu apartamento. Trabalho em pausa. Tudo parado exceto o bebezinho crescendo dentro de mim. O que é assustador.


Eu penso nos meus pais, na minha avó, nos meus amigos... nele.


Tenho que ser sincera. Não é bem com a reação deles que eu estou preocupada. Meus pais ficarão chateados por um tempo razoável devido minha precocidade, minha avó ficará louca de felicidade, meus amigos também.


Taylor, bem, eu não sei.


Eu posso cuidar sozinha do bebê. Isso não me preocupa. E, para ser bem honesta, eu não espero nada dele. Posso ser auto-suficiente por nós dois e fazer isso bem feito. Eu tenho cachorros e cuido muito bem deles. Não pode ser tão diferente. Certo, sei que crianças não são como cachorros. Eu estou tentando me enganar, posso? E também não me preocupa no que vão pensar.


Vivo pelas minhas leis. Meu dinheiro e essas porras todas.


No  entanto,  eu  ligo  para  opinião  daqueles  com  quem  me  importo,  e, embora saiba de antemão que terei apoio de quem realmente é importante para mim, também estou cagada de medo e morta de vergonha para contar.


Humilhação borbulha através de mim.


Não é pelo bebê, é por mim... por Taylor principalmente. Eu cuspi pra cima por tanto tempo.

E agora estou num mato sem cachorro.


Como diabos eu me esqueci da camisinha, porra? Okay, okay...

Esvamos loucos de desejo, mas, caramba! Século21! 

Internet. Google. Oláááááááááááá vadia!

Grávida de uma celebridade.


Logo eu que sempre menosprezei essa classe. Que jurei nunca me envolver com  um,  nem mesmo pra uma  rapidinha.  Celebridades fazem  parte do  meu mundo, como escritora de romances, além dos trabalhinhos extras que faço para produtores conhecidos. 

Eu nunca, jamais, quis me envolver com um.


Ainda não quero, se quer saber.


Celebridades com seus egos sempre elevados, narizes tão arrebitados que meus saltos não podem alcançar ainda que use uma escada no processo.


Futilidade e instabilidade em grau máximo! 

Simplesmente não!

Grandes amigos, mas iteis como amantes.

Eu admito. Tenho preconceito e não posso me livrar disso. Nem mesmo sei se quero. Também não é como se eles se ajudassem mesmo. Estamos bem, cada um em seu quadrado. Não tenho de gostar para respeitar, certo?



Deixando o consultório para trás, com a foto do ultrassom do meu brotinho nas mãos, eu entro no carro e só então fecho os olhos e respiro fundo.

É isso! Eu realmente estou grávida. Não há mais como negar mesmo. Não é um vírus ou uma lombriga. Mas um bebezinho.
Santo Deus. Eu vou mesmo ter um bebê!

Eu quero ligar para minha mãe, para minha amiga, Bel, mas não faço.

Não sei se choro, me desespero ou só respiro até voltar ao normal. Me decido pelo último. Encho os pulmões com várias respirações profundas.


Eu não vou voltar ao normal, porque agora serei mãe.

Um comentário:

  1. MDS, MDS, MDS essa fanfic é mt bafo! Já amo. Ea é bem polêmica e envolvente.

    ResponderExcluir

Deixe seu comentário! A sua opinião sobre as fanfics é muito importante para que os autores continuem escrevendo. Fale sobre o mais gostou, sobre o que espera ler nos capítulos seguintes. Comente sobre seus personagens favoritos e os que mais detesta. Não deixe de comentar, seja mais ativo e evite que as fanfics entrem em hiatos por desmotivação da autora em escrever. Não seja um leitores fantasma. Comente agora mesmo!

DEIXE SEU RECADO!

SITE DE NOTICIAS - TAYLOR LAUTNER MANIA