21 dezembro 2016

Fanfiction: Uma Noite - Capítulo 3





VISITA INESPERADA






O barulho da campainha me desperta. Esfrego a neblina de sono dos meus olhos e miro o despertador na mesinha de cabeceira. Meia noite e cinco. 

Mas que caralhos? 

Quem é imbecil o suficiente para vir na casa dos outros a essa hora? 

Afundo a cabeça de volta no travesseiro esperando que seja lá quem for que estiver do outro lado da porta se toque e vá para o diabo. Não acontece.

É bom que essa porra esteja pegando fogo! 

Como um zumbi infeliz, faço meu caminho até a porta. Não espio no olho mágico. 

Abro, olho para a cara de Taylor e bato a porta fechada. A campainha faz um estrondo dentro de mim. 

— Abra a porta, Lana. 

O sono me dá adeus e eu fico completamente desperta. Eita, cacete, ele está aqui! 

Ter Taylor na minha porta não fazia parte dos meus planos quando enviei aquela foto. 

Estava certa de que ele iria se cagar todo e fugir para as colinas. 

Engulo apreensiva. 

Talvez se eu ficar bem quieta ele vá embora. 

— Lana abra a maldita porta e me deixe entrar — ele insiste, com a voz irritada, praticamente gritando. — Abra ou eu vou arrombar. Juro a você. 

Maldito. Vai acordar meus vizinhos! Respiro fundo e abro a porta, novamente. 

— Que porra você tá fazendo aqui? E como conseguiu meu endereço, hein? — discuto de cara feia, a porta semi-aberta. — Você sabe que horas são, Lautner? 




— Eu não teria vindo se o seu celular estivesse ligado — ele acusa abertamente, contendo-se. — Tarik me deu o endereço.

— Volte outra hora então — estalo indo fechar a porta.

Eu não vejo Taylor desde aquela noite. Não deixei um bilhete quando saí nas pontinhas dos pés do quarto de um hotel de luxo em Beverly Hills.

Olhando para ele agora, rígido dos pés a cabeça, parecendo meio louco, as imagens daquela noite dançam na minha cabeça. Tento controlar, mas está fora do meu alcance. Meu corpo ainda recorda vividamente a sensação de tê-lo. E quase me deixa cambaleando. Essas sensações... Oh, Deus, eu posso me lembrar delas perfeitamente bem, tanto que sou capaz de senti-las como se fosse real, e me sentir tentada, muito tentada mesmo, cheia de saudade.

É uma questão de química corporal ardente.

— Me deixe entrar. — Isto está longe de ser um pedido apologético, e eu estou pronta para negar. — Ou prefere que falemos aqui no corredor?

Me ameaçando. Esse babaca...

Bufando, eu escancaro a porta e dou espaço para ele entrar.

Taylor passa por mim, para no meio da minha sala e fica lá, mãos no quadril, rosto fechado. Não faço muito caso. Fecho a porta, respirando o mínimo possível de seu perfume masculino que fica para trás, e acendo o abajur sobre a mesinha de canto. A luminosidade baixa rasteja pelo cômodo e traz um ar de conforto, de querer cair no sofá e dar uns amassos.

Meu dou um tapa mental com o rumo dos meus pensamentos. Tensão enche a sala, avolumando-se.

Taylor me olha de um jeito que não dá para descrever. Cruzo os braços sobre o peito.

— E então?

Ele puxa o celular do bolso, mexe nele e me mostra. Eu me mantenho firme enquanto olho para a imagem do meu brotinho. É só uma fachada.

— Me explique isso, por favor.

— Não é óbvio?

— Lana, porra, essa não é uma boa hora para você brincar comigo. Reviro os olhos e, em seguida, escorrego a bunda na poltrona.



— É meu bebê — sai assim, natural como respirar, enquanto enrolo uma mecha de cabelo no dedo e anuncio com chateação. — Estou grávida.
— É meu? 
Fixo meu olhar nele e me inclino um pouco para frente.
— Seu? — Bufo um riso frouxo. — Magina! Eu só acho muito normal tirar foto do meu bebê e sair enviando para qualquer um no meio da noite. 
Seus olhos apertam e ele chega até mim, as mãos segurando os braços da poltrona. Me prendendo. Sua presença me engole. Taylor inclina para baixo, o rosto acima do meu. 
Meu coração troveja.
Eu o encaro de volta, ignorando o efeito da sua proximidade.
— Então eu acho que deve começar a usar o pronome correto.
— Que seria?
Ele olha para minha boca e depois em meus olhos.
— Nosso.
Isso me dá mais alívio do que cogitei e, de repente, eu tenho essa sensação nova, um tipo de contentamento que me deixa desconcertada e irritada.
— Afaste-se, Lautner. 
— Quase dois meses atrás você não me queria longe — ele murmura chegando mais perto, seus lábios quase nos meus. Não sei se está zombando ou tentando me seduzir. — Se bem me lembro, você queria me engolir inteiro.
Eu, cacete, fico roxa até o pé. 
— Todos têm seus dias de surtos. 
— Mentirosa — ele desdenha. — Você me queria a mais tempo que pode admitir para si mesma. Diga-me, Lana. Você teve a fantasia toda ou faltou algo?
— Eu queria, mas isso não significa que goste de você, babaca — cuspo, me recusando a responder. — Agora, afaste-se ou vou chutar suas bolas, porra. 
Ele se ergue e afasta, com um sorriso arrogante, e então, fica sério. 
Odeio que ele se pareça tão calmo e controlado com nossa proximidade quando eu estou tendo dificuldade para disfarçar o fogo crescente dentro de mim. Minha boceta doeu no segundo que olhei para ele. Não vai rolar!
— Quando descobriu?
Engulo e aprumo minha postura, morrendo pra apertar as pernas juntas a fim de deter a sensação de necessidade. Não darei qualquer coisa a ele.
Preciso comprar um vibrador.
— Alguns dias. 
— Por que não me disse antes?
Não respondo. 
Taylor me olha por um longo minuto e, enfim, compreende. 
— Você não queria me contar. 
Ele dá uma risadinha desagradável. 
— Agora você já sabe — me levanto indo para a porta. — Boa noite.
Taylor chega em mim, me aprisionando entre ele e a porta. Porra, por que ele tem de fazer isso? Por que tem que ser tão gostoso? Todo quente, sólido e viril? Eu tenho vontade de me agarrar a ele, usar minhas unhas em sua pele enquanto ele usa seu pau em mim... ou sua boca... Olho para ela... lábios bem desenhados, cheios e rosados. Esses lábios são bons em mim.
Taylor aperta os olhos para mim e eu tento me manter, consciente da minha respiração pesando, mas faço de tudo para respirar normalmente.
Ele começa a me desestabilizar. 
Qual é? 
Lautner é um tonto, mas uma delícia. E eu não sou de ferro!
— Você acha que pode me jogar isso e agir como se não fosse nada demais?
— Milhares de mulheres ficam grávidas todos os dias, Lautner. 
— Não de mim. 
Eu olho. Realmente olho dentro dos olhos dele. 
— Eu não preciso de você para nada. 
— Você precisou da minha porra, e você, fodidamente, irá precisar de mim para criar esse bebê. Tire qualquer outro pensamento dessa sua cabecinha, menina bonita. Não há possibilidade no inferno que eu fique de fora disso. 
— Tudo bem — respiro, resignada.
Ele ganhou um pontinho. Só um. 
Taylor sorri, um lento e agradável curvar. 
Estremeço pega desprevenida com o contato de seus dedos escorregando de leve em meu braço. Subindo e descendo. Me arrepio toda. Sua voz soa íntima e baixa, em seguida.
— Naquela noite você foi embora sem nem me dizer as horas.
Eu quero dizer para ele parar de me tocar, porque isso me faz querer sua mão em outros lugares também. Mas, para minha vergonha, eu gosto do contato.
Preciso ir no sex-shop amanhã.
— Não achei que tivesse que fazer. 
Sua mão para, mas não se afasta. — Foi sua primeira vez. 
— E daí? Você me deu o que eu queria e eu dei a você o que queria — ralho desconfortável, enrubescendo.
Infernos! Detesto ele. 
— É, você deu. Foi um excelente negócio, certo? — ele está brincando comigo, sorrindo sedutor, sua língua sai correndo, molhando lábio que eu quero dar uma dentada. — Por que não retornou minhas ligações?
— Não tínhamos nada para falar. 
— Nosso filho te contrariou, né?
Não digo nada porque ele está certo. Se não fosse pela gravidez, eu dificilmente daria bola para ele outra vez, ainda que o sexo tenha sido bom.
Sua mão desliza para cima em minha nuca. Eu fico em alerta, mas deixo, quase suspirando quando seu polegar escova a veia do meu pescoço.
Lambo os lábios secos.
— Você não parece surpreso.
— Não estou. 
— Não?
— Não usamos proteção.  
— Está dizendo que esperava por isso? 
— Sim.
Eu dou uma olhada. 
— O quê? 
— Parece que você tinha mais consciência do que eu. 
— Te garanto que eu estava tão focado para provar sua boceta quanto você estava para montar meu pau. Não lembro de me mandar parar. Se bem me lembro, você me ameaçou quando tentei me afastar para pegar a camisinha.
Eu odeio – e enfatizo isso –, odeio como fico mais rosada.
Eu não sou tímida. Mas esse... esse garoto bobo... ele... Urgh!
— E então, como faremos isso?
— Quando nascer, você registra e falamos com um advogado. 
— Mas até lá? 
— Não temos o que falar. 
— Você já falou com seus pais?
— Farei isso pessoalmente. 
— Contou para seus amigos?
— Claro.
— E disse que eu sou o pai?
— Não. 
Taylor assente. 
Ele está muito calmo agora, tanto que me assusta um pouco. Isso não parece muito normal. Não é, eu sei. Ele faz soar como se estivéssemos discutindo o tempo. Porém, eu tenho um forte pressentimento que esse tempo vai fechar.
— E vai contar quando? Não lembro de Tarik me dizer qualquer coisa a respeito quando nos falamos pouco antes de me enviar a foto. 
— Não sabia que falavam sobre mim — quero desdenhar dele, mas sai mais como uma acusação. Estou curiosa, doida para conhecer o teor dessas conversas.
— Eu nunca neguei interesse, Lana. 
Eu tenho certo orgulho disso.
— Agora, me responda.
— Um dia — digo me desviando de sua prisão e sua mão alcança meu braço antes que vá longe, puxando-me de volta para ele, meu cabelo cai no rosto. 
— O que quer dizer?
Bufo. Tomo um minuto. Dois. Escovo a mecha para trás. Taylor não me solta. Ele me olha, esperando a resposta que desconfio que ele já sabe qual é. 
— Eu preciso de um tempo. 
— Não há tempo. 
— Meu tempo — enfrento ele. 
— Seu tempo — ele repete, pausado. — Você tem vergonha de mim?
— Não estou morrendo de orgulho por ter um filho agora. 
— Eu não perguntei isso, mas concordo com você. Foi precipitado, porém faremos isso juntos. — ele frisa a última palavra. — Agora, tem vergonha de mim?
— Sim.
Ele me olha chocado, e depois em branco.
— Muito honesto pra você? 
— Por que tem vergonha de mim? — Não respondo ou sequer tenho tempo, pois ele chega a conclusão sozinho. — Eu sou ator. Uma celebridade. 
Ninguém pode acusá-lo de ser estúpido.
Me desvencilho dele. 
— Não pode me culpar por pensar como penso. Sua classe não faz muito para demonstrar o contrário. E eu não sou obrigada a achá-los irresistíveis. 
— Você não me achava inútil quando trepou comigo.
Ergo o queixo.  
— Eu nunca disse que era inútil pra foder. 
— Só para ter um relacionamento sério, certo?
Eu não respondo. Não preciso. Taylor conhece a resposta. Nunca escondi minha opinião no que diz respeito ao pacote: celebridades, relacionamentos e eu.
Taylor mesmo é um bom exemplo disso.
Eu pesquisei sobre ele – não que sua vida seja do meu interesse –, e a conclusão que cheguei é o que já imaginava. Cada filme e série, uma namorada diferente. 
Amor com prazo validade. 
Nah! Obrigada. 
Se for para me relacionar, ainda mais agora com um filho, que seja com alguém em quem eu possa contar, confiar, ter segurança e proteção. Não ele.
— Eu sou uma pessoa, você sabe, né?
— Eu nunca disse o contrário, Lautner, apenas que prefiro não me envolver com o seu tipo. Fodemos, foi bom. Não estou negando. Mas é só isso.
— Realmente é fácil assim, Lana?
— Você vê alguma complicação?
— Você sentiu a minha falta? 
— Não. 
— Não? — Taylor avança na minha direção. Eu não recuo. Eu fico e enfrento seu ataque, olhando de volta para ele cheia de suspeita... e expectativa. Não dá para controlar certas coisas. — Eu senti a sua. Eu te liguei, mandei textos. Teria te mandado flores, se soubesse seu endereço antes. Eu até teria te seguido no Instagram, mas você não me aceitaria, né? — Meus olhos crescem e ele ri. — Me chame de stalker ou qualquer merda que queira. Eu não dou a mínima. Você me arruinou, Lana. Eu queria sua boceta novamente. Sua boca na minha. Você. 
Posso sentir a tensão serpenteando a minha espinha quando ele para na minha frente. O olhar em seu rosto é preguiçoso, muito determinado. Uma mão pousa em minha cintura e desliza para trás contornando minha cintura. Ele puxa forte, meus seios ficam esmagados contra seu peito. Meu coração bate entre as minhas pernas e eu sinto escorrer. Assustada e excitada, encabeço para trás para olhá-lo. A outra mão envolve minha nuca e me segura com domínio. 
Não há nenhuma luta em mim. 
— O que está fazendo, Lautner? — a pergunta é um sussurro na noite. 
Ele dá um sorriso deslumbrante. — Você vê, desde aquela noite eu não penso em outra coisa que não seja beijar você outra vez. Eu senti sua falta, menina bonita. 
— De foder — corrijo. — Você disse que queria a minha boceta, novamente.
Ele ri com humor. É sexy do jeito que ele faz. 
— Bem, eu não nego. Eu quero te foder, mas eu também quero te beijar.
Ele bate sua boca na minha e me beija sem cerimônia. 
Não há leveza. Não há sutileza. Não há suavidade. 
Taylor me beija com força. 
Me engole. Me bebe. 
Forçando meu corpo a me trair. 
O beijo cresce em intensidade, cheio de estalos molhados, de chupadas exigentes, de gemidos sufocados. Dentes. Pura gula. Sua língua é perversa explorando minha boca, entrelaçando contra a minha com sensualidade.
Me faz desejar mais. Me faz doer de vontade.
Nos transformamos em uma bagunça sexy tão rápido que fico desnorteada. 
Em uma posição meio sentada meio deitada, almofadas em minhas costas, minha camisola enrolada em minha cintura, a calcinha em algum lugar no chão. Minhas pernas estão abertas. Taylor está ajoelhado entre elas, sem camisa, a boca em minha vagina. Meus pés pressionam, esfregam contra suas costas nuas cada vez que ele chupa forte meu clitóris.
— Não para, merda! — rosno, agarrando o cabelo dele para mantê-lo lá embaixo enquanto usa a outra mão para amassar meus seios. 
Ele ri, o som grave vibra em meu útero. 
— Você nem estava com saudade. 
— Da sua boca em mim — ralho, puxando seu cabelo com mais força ao mesmo tempo em que jogo meu quadril. Ele morde de leve. Eu pulo xingando. 
— Mentirosa. 
— Só me chupa, Lautner — estalo com os dentes cerrados. 
Taylor parece gostar de como o chamo, porque no outro instante ele está mais empenhado do que nunca. Me contorço como se estivesse possuída. E talvez eu esteja mesmo. Eu preciso deste orgasmo. A onda de enlevo é quase opressora quando me pega, torcendo de dentro para fora. Eu mal desço da nuvem de prazer e Taylor já está dentro de mim enquanto eu choro por isso. Sorrindo. Me arqueando. Gemendo. Choramingando. Mãos agarrando, arranhando, sua bunda para ter mais dele dentro de mim. Totalmente arrebatada pela emoção.
— Menina gulosa — ele grunhe com uma arremetida forte. 
Isso fugiu do controle. Eu não faço nenhum movimento para agarrá-lo de volta.
Em um momento estamos no sofá, com ele curvado na minha frente estocando sem parar até o fundo. E, no outro momento, estamos no tapete. Taylor embaixo de mim, sua mãos erguidas para as minhas para dar apoio quando subo e desço, com meus pés firmes no chão. 
Eu cavalgo nele ao meu ritmo. 
Como chegamos a isso? Eu não tenho ideia, mas não quero parar. 
Me delicio com a sensação dele dentro de mim. Deslizando apertado. Molhado. Dói. Tão bom. Tão gostoso. Seu pênis é duro como aço coberto de veludo. Me acaricia sussurrando prazeres cada vez que a cabeça inchada toca um ponto muito sensível dentro de mim. Gosto de como estamos, eu por cima, meus seios escondidos balançando. 
O jeito de Taylor me olhar é como o inferno. 
— Tira a camisola, Lana. 
— Não — gemo, rebolando e em seguida esfrego para frente e para trás.
Meus olhos rolam com a sensação afiada.
Taylor agarra meu quadril, me impedindo de mover. 
— Tira ou paramos — ele rosna. 
Eu olho brava. Quero dar um murro nele. Mas também não quero perder a sensação poderosa dele me enchendo. Eu me toquei depois da nossa noite, mas não importa quantos orgasmos eu tenha, não me sinto completamente satisfeita. Era isso que faltava. Seu pênis. Não, não seu pênis. Qualquer pênis que me encha desta forma deliciosa.
— Lana — ele chama, impaciente. 
Eu desço as pernas até que meus joelhos dobrados se apoiem no chão ao lado de seu quadril e retiro a camisola. Taylor me puxa para baixo, os braços apertados ao meu redor. Ele beija a minha boca até que sou uma massa mole sobre ele e, me seguida, Taylor recua e pega um dos meus mamilos e começa a brincar com meus seios. Eu me arqueio, as mãos no chão ao lado da cabeça dele, fecho os olhos e começo a balançar assim enquanto ele me mama. 
Me inclino para trás e espalmo a mão no seu peito para me ajudar alavancar meus movimentos. Taylor olha para a união de nossos corpos. É sexy. Pervertido. Me faz mais molhada. Ele é sujo. Gosta de ver. Eu também. Me sentindo travessa, eu dou um show para ele. Jogo as mãos para trás agarrando suas coxas, os pés plantados no chão, minhas pernas mais abertas dando uma visão clara da nossa união. Seus olhos queimam presos em minha boceta subindo e descendo em seu pau. Taylor traz a mão para frente, espalma em minha barriga enquanto seu polegar esfrega meu clitóris. O atrito é perfeito. Cavalgo cada vez mais duro. Alucinada.  Tudo some enquanto busco meu ápice como uma louca, balançando sem controle, para cima e para baixo. A cabeça jogada para trás, suada, meus seios saltando. Eu gozo forte e caio sobre ele. Taylor agarra minha bunda com força e bate em mim até xingar seu orgasmo. 
Ele mal termina e eu saio dele, sua porra vaza pingando em seu pau e escorrendo por minhas coxas. Me limpo no lavabo. Retorno, ponho a camisola e jogo a camiseta para ele.
— Vista-se. Eu preciso dormir. 
— Está me tocando? — Taylor questiona, incrédulo, ainda deitado no chão, com as calças arriadas. Pelo menos ele colocou o pau dentro da cueca. 
— Sim. 
— Eu pensei...
— Pensou errado. O fato de gostar de foder com você não quer dizer que gosto de você ou quero assumi-lo. Ou foda-se. Eu tenho que dormir e você tem que ir. 
A diversão em seu rosto se transforma em fúria. 
Taylor se levanta arruma as calças, a camiseta apertada na mão.
— Nós temos de conversar sobre o bebê, Lana. 
— Não hoje. E, com certeza, não agora.
— Cadê a foto?
Eu demoro um minuto para entender. 
Taylor não diz nada por um minuto inteiro enquanto olha para imagem, que dou para ele. Ele a guarda no bolso e começa a falar, antes que eu tenha a chance de protestar. 
— Quanto tempo? 
— Seis semanas. 
— Quando será a próxima consulta?
— No próximo mês. 
Ele assente. 
— Me ligue quando marcar o dia. Iremos juntos.
— Eu não penso...
Taylor me corta enquanto veste a camiseta. 

— Alguns dias. Isso é tudo que você tem para contar que eu sou o pai ou eu conto. Pode não querer me assumir como homem, mas vai me assumir como pai desse bebê, Lana. 

3 comentários:

  1. Ainda não tenho uma opinião formada sobre o Taylor dessa fanfic mas sobre a Lana posso dizer que gostei muito, gosto quando elas são independentes e se mostram fortes. Continua

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Garotas donas de seus destinos é tdo de bom!

      Excluir
    2. Eita que essa atualização do capítulo ficou BABADO! A Lana deu um fecha na cara do Taylor, coitado rsrsrsr

      Excluir

Deixe seu comentário! A sua opinião sobre as fanfics é muito importante para que os autores continuem escrevendo. Fale sobre o mais gostou, sobre o que espera ler nos capítulos seguintes. Comente sobre seus personagens favoritos e os que mais detesta. Não deixe de comentar, seja mais ativo e evite que as fanfics entrem em hiatos por desmotivação da autora em escrever. Não seja um leitores fantasma. Comente agora mesmo!

DEIXE SEU RECADO!

SITE DE NOTICIAS - TAYLOR LAUTNER MANIA