22 fevereiro 2017

Fanfiction: Diário de Uma Paixão - Capítulo 44






*** Carol POV ***

Um mês passou rápido. O aniversario de Taylor estava chegando e Tarik me pediu para ajudar a organizar a festa. Eu estava entre minha vida amorosa e a minha carreira, afinal, além do desfile da Gucci apareceram outros trabalhos. Eu tinha certeza que era pelo meu namoro com Taylor, mas James dizia que era apenas coincidência. A mídia não saía do nosso pé, então nunca saíamos em público, só uma vez que saímos para jantar e o ato rendeu muitas páginas nas revistas e na internet:
“TAYLOR LAUTNER E SUA NOVA NAMORADA CAROLINE CASTRO FORAM VISTOS NA CHURRASCARIA FOGO DE CHÃO EM LOS ANGELES. OS DOIS ESTÃO JUNTOS A POUCO MAIS DE UM MÊS E PARECIAM FELIZES.

TAYLOR E CAROLINE SE CONHECERAM DURANTE AS FOTOS PARA A CAMPANHA DA MARCA BENCH. DEPOIS DISSO FORAM FOTOGRAFADOS EM UMA PRAIA E APÓS A VIAGEM ASSUMIRAM O NAMORO”.

Eu ria quando lia as noticias. Eu em uma capa de revista com Taylor… quem diria! As ameaças no Instagram diminuíram e até tinham algumas fãs que torciam por nós… as mensagens eram fofas! Como Taylor não está nas redes sociais eu lia para ele e ele ria com a situação:

-Olha essa mensagem: Torço por vocês! Até que enfim Taylor com uma mulher de verdade - eu lia rindo.
-Estão enchendo a sua bola - ele ria também
-É porque eu não li as mensagens mal educadas - eu disse
-Nem vale a pena, se eu fosse você parava de ler tudo! Por isso que não gosto de redes sociais. Já invadem a minha vida normalmente, porque eu vou me expor mais? – ele disse
-Você tem razão… estou pensando em deletar minhas contas, mas como estou no começo da carreira, estar nas redes sociais é ótimo para mim - falei
-É, para você tudo bem, mas acho que vai mudar de ideia logo, logo – ele disse

Eu ainda não tinha conhecido os pais de Taylor e também nunca fui a casa dele. Nem sei o endereço, também nunca pedi porque não quis parecer a namorada que sufoca. Taylor me disse que quando falou sobre mim, seus pais não tinham nada para falar, somente disseram OK. Vai ver que minha mãe estava certa e eles já estão acostumados com a vida louca do filho.

O nosso namoro era na minha casa, 99% do tempo. Taylor ficava dois minutos na sala e já queria ir para o quarto, era engraçado.

-Alô? Carol? – ele disse lindamente
-Oi!
-Posso ir aí?
-Claro.

Era sempre assim e quinze minutos depois ele chegava em casa.

-Oi – ele me apertava.
-Oi, vai quebrar os meus ossos – eu dizia rindo
-Estou com saudade - falou
-Eu também - eu me derretia.

Depois de comermos algo era a hora de matar realmente a saudade. Taylor me carregou no colo até o quarto. Eu ria muito porque eu tinha cócegas, pois é, alguém me carregava e eu sentia cócegas. Ele me colocou no chão, fechou a porta e disse:

-Feliz um mês!

E tirou uma caixinha do bolso. A caixinha eu reconhecia de longe. A caixa azul clara, sonho de toda mulher, uma caixa da Tiffany & Co.

-Ai meu Deus! – disse animada
-Abre!

Abri delicadamente e estava lá um colar de ouro branco com um pingente de máquina fotográfica. A coisa mais linda do mundo!

-Para você nunca tirar e a máquina é o símbolo de como nos conhecemos - ele disse.

- Em uma sessão de fotos – completei.
-Sim… gostou?
-Óbvio – eu disse e o abracei.
-Não comprei nada para você, que vergonha. Não costumo dar presentes de um mês - disse tímida.
-Eu também não, mais uma novidade para mim - ele disse e me beijou.

Ele pegou a caixinha da minha mão e colocou o colar delicadamente em meu pescoço. Eu me arrepiava quando aquelas mãos me tocavam. Depois de colocar o colar ele me virou para ficarmos de frente e levantou a minha blusa, assim, do nada. Depois tirou minha calça jeans e começou a tirar suas próprias roupas.

Já na cama ele me beijava ardentemente e eu disse:

-Vou tirar o colar, senão vai estragar.
-Não tira! Não quero que tire - ele disse e eu obedeci.

Estávamos transando lentamente, era simplesmente mágico senti-lo completamente e mais ainda se era devagar. Todos os meus sentidos estavam perdidos e de repente ele para de se mexer.

Abri os olhos sem entender. Ali com os nossos corpos grudados ele coloca as mãos no meu rosto, tirando todos os cabelos que ficavam por ali… olhou nos meus olhos, como se entrasse na minha alma. Ele ainda estava dentro de mim e aquilo me excitava ainda mais, mesmo sem fazer movimento algum… e então ele solta:

-Eu amo você.

Meus olhos automaticamente encheram d’água. Ele continuou me olhando e me beijava lentamente. Ele recomeçou os movimentos e eu ainda tentava processar o que acabara de ouvir.

O que consegui dizer naquele momento, já ofegante, foi:

-Eu também amo você.


Ele abriu os olhos, sorriu e me beijou.

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