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Fanfiction: Diário de Uma Paixão - Capítulo 53









*** Carol POV ***



Cheguei em casa apressada e nervosa. Bati a porta e larguei a bolsa em qualquer lugar.

-Que merda! O que eu fui fazer, meu Deus?

Eu dizia em voz alta enquanto minha cabeça dilatava de dor. Taylor ia me matar e terminar o namoro! Bom, pelo menos ele ficaria livre de mim e de todos os problemas que eu trago comigo.

Eu andava de um lado para o outro. Será que era bom ligar para ele e explicar tudo? Explicar porque eu tinha feito aquilo? Será que era bom ligar para o meu pai e soltar os cachorros pela péssima ideia que ele me deu de lutar? Ai meu Deus, que tortura! Será que era bom ligar para Tarik e perguntar como estavam as coisas? Não… ele não tem nada a ver com isso e já tinha me ajudado bastante.

Em meio aos meus devaneios ouvi o meu celular apitar. Corri, tropecei e caí no tapete, mas consegui pegar a minha bolsa desesperadamente. Quase morri quando vi na tela que era Makena.

MAKENA: EU OUVI TUDO. SE EU GOSTAVA DE VOCÊ ANTES, AGORA GOSTO MAIS AINDA…

Suspirei aliviada e sorri. Pelo menos uma pessoa daquela família ainda gostava de mim. E o irmão dela? E os pais?


CAROL: MAS O SEU IRMÃO PROVAVELMENTE VAI ME ODIAR, DESCULPE :(


Não tive resposta. Era óbvio que ele não me perdoaria por me meter na vida dele. Entrar na casa dele para falar o que os pais dele tinham que ouvir? Onde eu estava com a cabeça?



*** Taylor POV ***



Eu e Tarik chegamos da reunião sobre o novo filme e eu estava ansioso para contar aos meus pais.

-Mas tinha que ser no Novo México? – reclamei.
-Se o filme é sobre cowboys, você acha que seria aonde? New York? – Tarik ria
-Vou ter que dar um jeito de levar a Carol comigo.
-Ixi, ela tem o trabalho dela aqui, né. Vai ser difícil.
-Difícil nada. Ela tem os trabalhos, mas não são fixos, ela pode fazer ponte aérea, LA, Novo México e assim vai.
-Nossa, eu fico impressionado como você está empolgado com esse namoro - falou

Entramos em casa rindo. Meus pais estavam falando na sala e eu os interrompi.

-Oi gente! Vocês não sabem como vai ser legal o filme. Eu preciso contar e… – estava falando quando meu pai me interrompeu.
-Deixa o filme para depois, temos que falar outro assunto.

A cara do meu pai era péssima e minha mãe me olhava com pena.

-O que foi, morreu alguém? – perguntei aflito.

Makena desceu as escadas rapidamente e disse:

-Eu também quero participar, porque eu ouvi tudo.
-Gente, dá para falar logo! – eu já estava nervoso
-Eu vou embora - Tarik disse e meu pai falou

- Por favor, fique, Tarik.

Tarik ficou branco e mais uma vez eu insisti.

-E ai? Vão me contar?
-Senta, vamos conversar - foi o que meu pai disse antes de começar a falar o que tinha acontecido naquela tarde.



*** Carol POV ***



Adormeci no sofá e acordei assustada. Sonhei que Taylor vinha me visitar e terminava o namoro comigo na porta mesmo. Sentia dor de estômago e resolvi comer alguma coisa senão ia desmaiar a qualquer momento.

Depois de comer, resolvi ligar para ele. Eu precisava saber se estava tudo perdido. Peguei o celular e liguei. Chamou, chamou, chamou e nada! Ele não quería me atender, pensei…

Makena também não respondeu mais minha mensagem e eu também não ia mete-la nessa história, não mais…

Resolvi mandar uma mensagem para ele. Precisava ter algum sinal de que estava tudo bem ou que estava tudo acabado.

CAROL: TAY, PRECISO FALAR COM VOCÊ. ME LIGA!


Não tive resposta. Merda! Quando decidi ir ao meu quarto para tomar outro banho e esfriar a cabeça o telefone de casa tocou.

-Alô?
-Oi, filha.
-Oi, mãe.
-Que voz é essa?
-Nada, tudo bem ai?
-Sim e ai?
-Tudo bem.
-Liguei para saber se não quer passar o seu aniversario aqui, é daqui a alguns dias.

Lembrei-me do que estava acontecendo e não seria uma má ideia fugir de novo.

-Ahm… acho que sim, mãe.
-Que ótimo! Falarei com seu pai, traz o seu namorado dessa vez.
-Nem sei se estarei namorando…
-Quê?
-Nada. Eu falo com ele sim. Mãe, preciso desligar. Te ligo depois, pode ser?

Eu precisava desligar para não chorar. Tomei um banho, esfriei a cabeça e tomei um remédio porque a dor invadia o meu cérebro.

Foi então que minha campainha tocou. Ah não! James a essa hora? Não queria falar sobre nada. Muito menos sobre trabalho. Eu estava de roupão, meu cabelo pingava, mas nem me atrevi a me arrumar, porque usaria isso como desculpa para expulsar James de casa.



Assim que abri a porta meu coração disparou. Era ele! Taylor. Estava parado como uma estátua, de camisa, calça e seus óculos escuros que encaixava divinamente em seu rosto. Reparei que em suas mãos havia um buquê de rosas. Meu Deus, eu tinha morrido e estava no céu? Ele não me odiava? Ou estava com as flores para se despedir? Eu não entendia nada.

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