25 julho 2017

Fanfiction: Believe - Capítulo 58









Desliguei e saí correndo para me arrumar. Coloquei uma blusinha rosa que o Taylor amava. Ele dizia que quanto mais simples eu estava, mais bonita ficava. Bom, quem sabe assim, eu conseguiria uma reconciliação, apesar de ainda estar um pouco magoada por tudo o que aconteceu antes, com relação a indiferença dele etc.

Fui sozinha com o meu carro, sem motorista. E em 20 minutos estava na porta de seu apartamento, com um frio na barriga, tocando a campainha.

Ele atendeu todo lindo. Meu Deus, eu poderia passar anos admirando aquela beleza… e o cheiro? Que cheiro bom!



- Oi - ele atendeu com um sorriso tímido.

- Oi… posso entrar? – eu disse tímida também.

- Claro - ele disse e abriu ainda mais a porta.


O apartamento dele era lindo, como ele. Decorado pela mãe, Dona Deborah.


- Taylor, eu vou ser breve…

- Não precisa ser breve, pode sentar - ele me interrompeu.

- Obrigada - sentei no sofá.

- Jenny, vamos esquecer tudo isso, por favor? – ele disse com dor em seu olhar.

- Sim, foi para isso que eu vim até aqui, para tentar esquecer.

- Tentar? – ele perguntou.

- Sim, porque ainda estou um pouco chateada com a sua indiferença – eu completei.

- Jenny - ele disse enquanto se aproximava mais de mim e o meu corpo inteiro arrepiava.

- Eu peço perdão pelo o que causei, sei que fui infantil e idiota de tratar você diferente. Não deveria ter sido assim, você é minha noiva, minha futura esposa. Vamos morar juntos em alguns meses e não posso descontar meu cansaço do trabalho em você. As vezes eu fico puto da vida com essa história de ter que aturar a Marie, fico puto com os paparazzi que nos perseguem, enfim, estou cansado, mas amo o que eu faço e amo você… desculpe.



Assim que ele terminou de falar eu praticamente pulei em cima dele no sofá e o beijei. Como senti falta daquele beijo. Ele retribuiu intensamente.

Fizemos amor ali mesmo, no sofá. Depois ríamos da situação, mas é claro que eu tinha que fazer a minha parte também.


- Tay, voltando ao assunto, eu também preciso te pedir desculpas. Não aconteceu nada entre mim e o Zayn. Estava com raiva, fomos a um restaurante para ele me contar sobre o fim do noivado dele e os paparazzi estavam lá - Taylor me interrompeu.

- Jenny, esquece, ok? Estou tentando esquecer isso também… só não quero que a primeira briga que tivermos você corra para os “braços” de outro cara - ele completou.

- Não corri para os braços dele, ele é meu amigo – eu disse.

- Mas você acha isso! Ele não quer só amizade, dá para ver na cara dele – ele falava sério.

- Tá bom, okay, vamos esquecer. Mas não posso deixar de ser amiga dele.

- Não precisa deixar suas amizades de lado por mim, mas também não precisa falar com ele todo dia – Gargalhei.

- O que foi? Estou falando sério – ele dizia e ria ao mesmo tempo.

- Tá bom, eu entendi. Agora vamos nos arrumar porque se alguém chegar aqui, vai nos ver pelados no meio da sala - digo rindo.

- Ninguém vai chegar aqui – ele completou e me beijou.


Eu estava aliviada. Aliviada de termos feito as pazes, de estarmos bem e apaixonados. Nesse dia Taylor dizia que me amava de 10 em 10 minutos. Eu retribuía, claro, e me derretia. No mesmo dia liguei para a Danny e pedi para ela esquecer a história de cancelar o casamento e para a minha surpresa ela não havia cancelado, pois disse que sabia que íamos nos entender.


O final do dia foi em casa, com Tarik e Danny. Pedimos uma pizza e conversávamos sobre trabalho, como sempre…


- Ah, Jenny, esqueci-me de falar sobre uma reunião que tive hoje! – Danny disse empolgada.

- O que teve nessa reunião? – eu perguntei.

- Uma produtora me procurou para falar sobre um filme que vão fazer. O roteiro é super legal e querem que você faça o papel principal - Danny completou.

- Ué, mas eu nunca atuei! – eu disse e Taylor me interrompeu.

- É ela nunca atuou, nem faz sentido. É melhor nem entrar nessa – ele completou e todos olharam para ele.

- Está com ciúme, Sr. Lautner? – Danny brincava.

- Não é ciúme é um alerta! – ele dizia sério e eu ria.

- Alerta do quê? Você é ator e ama o que faz – Danny argumentou.

- Tá, mas não é para Jenny, ela é cantora e já trabalha demais, imagina se começar a atuar - ele disse.

- Gente! Alguém perguntou se eu quero? Tá, eu quero. Sempre quis ser como a Jennifer Lopez, cantar, dançar e atuar. Posso estudar o caso, Danny, quando tenho que dar a resposta?

Taylor me olhava incrédulo e disse:


- Okay, faça o que tiver vontade, mas saiba que quero minha esposa sempre presente. – ele disse e todos riram.


***



No mesmo fim de semana.



- Alô? Jenny?

- Oi amor, tudo bem?

- Tudo! Vamos tomar um sorvete? Estou com vontade.

- Sim, por mim, ok. Eu passo aí com o meu carro.

- Tem certeza? Eu te pego se quiser.

- Tenho. A sorveteria é aí do lado.


Peguei meu carro e fui até o apartamento do Taylor para buscá-lo.


- Estes dois sorvetes, por favor… - Taylor dizia ao caixa da sorveteria.

- Tay, esqueci minha carteira, que saco! – eu disse.

- Jenny, por favor, são só dois sorvetes. Eu pago, né.

- Ah, mas não é legal, gosto de ser independente – eu disse e ri.

- Em alguns meses o que é meu será seu também, então relaxa - ele dizia baixo para as pessoas não prestarem ainda mais atenção na nossa conversa.

Raramente saíamos assim em público. Era cansativo ter que aguentar os paparazzi, mas era satisfatório tirar foto com os fãs. As pessoas nos abordavam e diziam como estavam felizes com o nosso noivado, essas coisas, era engraçado.


Assim que estacionei o carro na porta do prédio do Taylor ele disse:


- Jenny, vamos jantar mais tarde?

- Sim, onde?

- Aqui no meu apartamento, quero tentar cozinhar para você.

- Tay, podemos ter uma cozinheira em casa se quiser, não precisa tentar aprender só porque vamos casar – eu ria.

- Não é só por isso, é porque eu quero tentar, ué.

- Okay, passo aqui mais tarde.

- As sete, ok?

- Okay – eu disse e o beijei.


Mais tarde coloquei um vestido preto e fui para o jantar. Além disso, coloquei minha melhor lingerie, claro. Queria aproveitar o máximo, já que ficaríamos uns dias sem nos ver por causa do trabalho.


- Wow, que linda – ele disse quando abriu a porta.

- Você também está lindo.

- Entra e pega uma taça de vinho.

- Hum, que cheiro bom – eu disse.

- Massa! Mas os ingredientes são surpresa – ele disse me beijando, beijo com gosto de vinho.

- O que tem na bolsa? – ele perguntou olhando para a bolsa que eu tinha em mãos.

- As minhas roupas. Vou dormir aqui, claro.

- Ah, que bom. Nossa, minha noiva vai dormir aqui, que máximo.

- Como se eu não fizesse isso – eu ri.

- Raramente, né. Eu que mais durmo na sua casa – ele completou

- Ah! Hoje de manhã escutei uma música que eu vou cantar para o seu pai - ele disse.

- Que música? – perguntei.

- Rude, do Magic… eu sempre lembro do seu pai quando escuto – rimos juntos.

- Ah, sei – continuou rindo – Vou falar para ele.

- Pode falar, não tenho mais vergonha do seu pai.


Jantamos, rimos, beijamos, abraçamos, tomamos vinho, comemos a sobremesa. Tudo delicioso e perfeito! Além de lindo, cheiroso, talentoso, ainda cozinhava bem.

Quando finalmente ficamos com sono e entramos no quarto dele dei de cara com algo que me surpreendeu: em cima da cama uma rosa vermelha, com um laço, uma chave e um bilhete:


“To my future wife… the key of our future home. With love, future husband”.

Tradução: Para minha futura esposa… a chave da nossa futura casa. Com amor, futuro marido.

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