06 julho 2017

Fanfiction: I Know Is Forever - Capítulo 24





TEREMOS QUE DORMIR JUNTOS? ­


- Lily, Lily – abri meus olhos e eles focaram em um Ian totalmente angustiando me observando.
Inclinei-­me, para poder me sentar ereta, mas, senti uma tontura horrível, me obrigando a voltar a posição de antes. ­
- Ai – gemi, colocando a mão na cabeça.
- ­Você está bem? – fiz um leve movimento em sinal de positivo - O que está sentindo, Lily?
 Ian perguntou de uma forma preocupada.
- ­Minha cabeça... – até falar era ruim – esta doendo – doía muito. Ele então chamou a aeromoça. ­
- Poderia me trazer algum remédio para dor de cabeça? E um copo com água, a minha esposa não está se sentindo muito bem.
- ­ Claro senhor, eu já volto – a aeromoça virou e saiu andando. ­ Encostei a cabeça na poltrona e feche os olhos, respirando fundo. Fui melhorando aos poucos, ao abrir os olhos pude ver a aeromoça se aproximando de nós. 


Ian pegou o comprimido e o copo de agua que estava em suas mãos agradecendo e virou­-se para me entregar. Peguei e tomei, voltando a me recostar na poltrona. A única coisa que eu queria era esquecer aquele sonho misturado com pesadelo que estava rondando a minha cabeça e me deixando desconfortável.  Olhei para o lado, e percebi que os olhos de Ian estavam me analisando. Também não era para menos, eu estou parecendo uma louca, devo ter lhe assustado.
- ­Como você está? – me perguntou depois de um tempo.
-­ Acho que bem – dei um meio sorriso para lhe passar confiança.
- ­ Fico feliz em saber.  Quer me contar o que aconteceu?  Você estava falando no meio do seu sono e me pareceu preocupada, não quis acordá-­la, mas pensei ser o melhor. Não sabia o que estava acontecendo. Pode confiar em mim, sei que não devo ser o marido dos sonhos – deu um sorriso amarelo – mas não quero que tenha medo de me contar o que te preocupa ou amedronta, quero que saiba que pode confiar em mim – pegou em minha mão e deu um pequeno aperto.
- ­Obrigada, eu só quero ficar quieta no momento. ­
- Tudo bem – não pareceu conformado,  mas no momento aceitou a minha decisão.
 Observando pela janela do avião, eu pensei em tudo que ocorreu e no quanto estou sozinha. Agora a única coisa que tenho é um completo estranho segurando a minha mão, em um avião que só tem estranhos e com um destino mais estranho ainda. Em pensar que eu poderia estar com a minha mãe, no meu quarto, com ela sentada na cama e eu com a cabeça em seu colo e ela me acariciando. Nós duas conversando sobre um futuro marido dos sonhos, o genro que ela tanto sonhava. E agora até esse momento tão comum com ela virou um sonho, e o marido dos sonhos eu não tenho, pode ser o de outra pessoa, mas não é meu. Isso eu posso ter certeza. Terei que passar um mês com uma pessoa que eu não conheço e nem sei se quero conhecer. Não posso negar que seja bonito, porém não sei o que está escondido por trás dessa beleza.  Me remexi na poltrona e levantei, Ian logo me olhou.
- ­Vou ao banheiro, já volto.
- Não demore, já estamos chegando – assenti. Fui em direção ao banheiro que não era muito confortável, ao me olhar no espelho percebi que estava acabada.  Dei um jeitinho no cabelo e no rosto, quando terminei não estava 100%, mas estava bem melhor que antes.  Dei meia volta e fui para o meu lugar, a parte mais estranha foi que depois de sentada Ian juntou as nossas mãos de novo, me peguei olhando para elas, a mão do meu marido. Nossa,  eu tenho um marido! A ficha ainda não caiu, é muito esquisito essa vida.
- Algum problema na sua mão? – Ele perguntou. Levantei o rosto, encontrando os seus olhos e percebi que não tirei os olhos de nossas mãos por um bom tempo.
- Nenhum – afirmei. Não sabia o que eu dizer, e, também, passaremos um mês juntos, não podemos nos desentender justo no inicio da viagem.
-­ Hum – murmura - Já estamos chegando – assenti, voltando o olhar para a janela e já vendo o mar, o cristo e é claro uma linda cidade que nos espera. Desembarcamos, Taylor pegou as malas e fomos em direção ao um carro de aluguei. Ian abriu a porta para eu entrar e depois foi para o outro lado se acomodando junto comigo no banco de trás. Taylor já tinha colocado tudo no carro e estava dirigindo para algum lugar desconhecido. Como sou curiosa, não pude ficar quieta.
 ­- Para onde vamos? – perguntei a ele.
- Eu não sei, minha mãe não me disse.
- Taylor, para onde está nos levando? – pergunto.
-­ Quer mesmo saber, senhora? – assenti rápido – vamos para um hotel.
 ­- Ah! – isso não me surpreendia.
- Mas só por enquanto, depois vamos para outro lugar.
- ­ E, Ian, nesse hotel...
- O que tem o hotel? – perguntou  me olhando.
- ­Teremos que dormir juntos?

Continuo?

2 comentários:

  1. Simmmmmm... continua com certeza!
    Li toda a fic em um dia só e amei, escrita fácil de entender e história super diferente das que já li, prendeu muito minha atenção.

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    Respostas
    1. Vamos estar sempre atualizando assim que a autora liberar mais capítulos. Fico muito feliz que você tenha gosta. Beijão

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