15 setembro 2017

Fanfiction: Amor no Caribe - Capítulo 11









Eu e Taylor jantamos de novo na suíte dele. Nem quisemos saber se o restaurante italiano estava cheio ou não, mas preferimos não arriscar. Com certeza eu já estava muito “falada” naquele resort. Muitas meninas pediam para tirar foto com ele e me olhavam feio. Era como se eu estivesse tirando um pedaço delas. Taylor, de certa forma, pertencia a elas, pertencia às fãs.

- Você é muito amado - falei durante o jantar.

- Poxa, obrigado. Mas acho muito cedo para dizer “eu também te amo Julie”. – falou rindo


- Rá! Estou falando das suas fãs, engraçadinho.

- É, eu sei - ele respondeu um pouco envergonhado

- Eu não sei nada sobre você, mas dá para perceber o amor que elas têm por você.

- Como percebeu? – perguntou curioso.

- Aqui no restort. Eu juro que tentei procurar coisas sobre você no Google, mas a internet daqui não ajuda e o meu 3G é péssimo! – expliquei

- Ah, quer dizer que andou pesquisando sobre mim? – ele riu

- Já disse que não consegui ver nada.

- Melhor assim - respondeu ainda rindo

- Por quê? – perguntei curiosa

- Porque eu me sinto bem com você por isso! Você não sabe nada sobre mim, eu me sinto até uma pessoa anônima quando estou com você – desabafou.

- Isso é bom ou ruim? – perguntei séria

- Bom. Claro que é bom. Eu preciso disso às vezes – respondeu

Às vezes? Claro, eu era um momento bom e passageiro. 

- Para você deve ser péssimo ter um relacionamento. Eu já acho péssimo as pessoas comentando a minha vida, imagine você – falei

- Eu assumi pouquíssimos relacionamentos por isso, é muito complicado – respondeu

- Pode ficar tranquilo que eu não vou espalhar nada por aí o que aconteceu e… - ia continuar, mas ele me interrompeu.

- Julie, eu sei disso. Eu sei que jamais faria isso, mesmo se tivéssemos um relacionamento… - falou.

Ó meu Deus, foi isso que ouvi? Ele disse claramente que não tínhamos um relacionamento. Mas é óbvio que não tínhamos, mas não precisava falar tão diretamente. Na hora, me senti muito mal.

- O jantar está delicioso… - eu precisava mudar de assunto.

Depois do jantar fomos para a sacada tomar mais um pouco de vinho. Eu estava triste com o que ele disse, mas eu não ia fazer um papelão de sair correndo do quarto e terminar de vez com o que mal havia começado. Eu me mantive forte, mas muito pensativa. Era isso que eu queria? Eu tinha certeza que ia sofrer! Eu já estava me apegando muito a ele. Era o terceiro dia e eu já queria que ele me desse o telefone dele ou combinasse algo para fazermos em Los Angeles. Eu estava completamente envolvida, mas ele não.

- O que foi? Está quieta - ele disse me abraçando

- Nada, estou fazendo as contas de quantos dias ainda me restam nesse paraíso! – menti

- Ah eu também faço essa conta todo dia! Só Deus sabe agora quando terei férias assim… - desabafou

- O que vai fazer quando chegar em LA? Quer dizer, já tem muitos trabalhos?

- Hum… alguns! Depois vem um filme e outras coisas - respondeu

- Um filme, que máximo! – suspirei alto.

Ele sorriu e me abraçou ainda mais. Bom, nem preciso dizer que o que aconteceu depois foi maravilhoso. Eu poderia ter uma noite daquelas o resto da minha vida, com ele ou com qualquer outro cara, desde que fosse igual.

Estávamos deitados na cama quando recebi uma mensagem da Alice. Era meia noite.

ALICE: PODEMOS IR AÍ? 

Falei para Taylor sobre a mensagem e ele respondeu rápido:

- Nem pensar! 

Comecei a rir.

- Por que vir aqui? Agora? – perguntou

- Não sei o que eles querem – falei



JULIE: O QUE VOCÊS QUEREM?

ALICE: JOGAR BARALHO!



- Eles só podem estar de brincadeira, né? – Taylor disse rindo e pegando o próprio celular

- O que vai fazer? – perguntei.

- Ligar para o Teddy.



~Ligação ON~

- Teddy, ficou maluco? Jogar baralho? – Taylor falava e ria ao mesmo tempo.

- Tá! Tá! Precisamos de cinco minutos – ele respondeu e desligou.

~Ligação OFF~



- O que aconteceu? – peguntei

- Sua irmã quer fazer coisas de casal - ele respondeu sem graça.

- O que? A Alice ficou louca?

Eu morri de vergonha. Eu conhecia a minha irmã! Eu sabia o que ela queria com isso. Ela ficaria jogando indiretas a noite toda e não ia sossegar enquanto Taylor não desse o telefone dele para mim. Meu estômago já começava a doer.

- Tudo bem - ele disse ainda sem graça.

- Podia ter dito que não! – falei séria

- Tudo bem, Julie! Teddy e Alice já são um casal – ele disse

- Mas nós não somos - respondi levantando rápido da cama.

Taylor não disse nada. Apenas me olhava enquanto eu me vestia. De repente, ele se levantou e se aproximou de mim pegando em minha cintura.

- Porque você complica as coisas? – perguntou

- O que? Não entendi.

Ele não respondeu. Apenas me beijou. Um beijo forte, urgente. Nossos dentes se batiam, porque ele, por algum motivo parecia que queria entrar em mim ou me atravessar. Quando o beijo parou ele sorriu discretamente. Eu já não estava mais nem aí para o que ia acontecer. Eu tinha apenas mais alguns dias com ele e ia aproveitar.

Vendo ele sorrir ali na minha frente, o que consegui fazer foi me aproximar mais dele e lentamente comecei a dar vários beijos em seu pescoço. Eram beijinhos leves e demorados. 

- Eu vou ter que ligar para o Teddy de novo - ele disse

- Por quê? – perguntei ainda beijando seu pescoço

- Porque eu não quero mais que eles venham - respondeu

Eu me afastei de propósito. Eu queria que ele sentisse saudade de todos os nossos momentos juntos.

- Por que parou? – perguntou



- Depois eu continuo… - falei piscando e indo em direção a porta, afinal Teddy e Alice já haviam chegado.

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